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" O homem é ele-próprio mais as suas circunstâncias".
Esta citação, com a qual concordo, é de Ortega e Gasset, grande filósofo espanhol.
E é o exacto resumo do que é o homem ao longo da vida.
O homem não muda apenas no corpo, muda também no espírito, na alma. Lembro-me, quando ainda muito jovem, viver apaixonadamente as façanhas e as derrotas do Sport Lisboa e Benfica. Com as façanhas vibrava, com as derrotas chorava.
Nessa altura eu era um rapaz magro, estatura média, e usava cabelo comprido. Era magro, não por passar fome, mas porque tudo o que comia derretia em suor, nas corridas, no jogo, e a calcorrear a padrela. Embora o cabelo fosse comprido porque crescia ( facto natural), usava-o assim, porque era moda ( facto circunstancial) - a prova que o homem, mesmo fisicamente, pode ser ele e a sua circunstância.
Mais tarde, a dureza da vida levou-me a mais reflexão e menos paixão. E a paixão pela bola desceu de prateleira. A razão e o pensamento conduziram-me ao verdadeiro valor que há nas coisas e nas atitudes humanas.
É por isso que um padre materialista, ou mulherengo, se desrespeita, e não leva fiéis à sua missa; que os intérpretes do futebol, desde o jogador ao presidente do clube, com os vencimentos absurdos que têm se desvalorizaram moralmente a eles, e ao próprio espectáculo; que hoje, não fossem os novos irracionais, que são os meus filhos, raramente, ou nunca, me deslocaria cem metros ver o Benfica jogar.
Portanto, o ser humano evolui ao observar e reflectir sobre o que o rodeia.
O espectáculo grotesco que se observa cada vez mais na política e os reflexos dele na existência de cada um são outra circunstância da nossa vida. Quando vivemos sob a batuta de políticos que nos governam com inteligência e bom senso, o mais acertado é deixá-los estar, e que continuem a governar sem fazer estragos. Quando deparamos com decisões políticas que não apenas ultrapassam a nossa compreensão, mas nos esmagam em sacrifícios, alto lá. É preciso fazer alguma coisa. Agir contra os sacanas, se a causa estiver nas sacanices; contra os incompetentes, se a causa estiver na incompetência; contra os agiotas, se a causa estiver na agiotagem. Agir contra eles todos, se as causas estiverem, em tudo isto.
O homem é ele e a sua circunstância. Por isso, deve agir contra as más circunstâncias.
CR
Embora acabe de o tomar, enquando absorvia o sol magnífico que Janeiro teima em derramar por cima de nós, não foi ele, o meu pequeno almoço, que me fez mal ao sistema.
Foi aquele outro, servido a um senhor da política, mais um senhor do futebol, que se juntaram num requintado hotel de Lisboa, para, enquando iam degustando os favos doces de uma laranja, e bebericando um delicioso café, conversarem sobre a forma mais rentável de se obterem muitos votos em troca de uma simples imagem. Digamos que poderá ter sido uma conversa muito bem preparada, subordinada ao tema " Uma imagem e uma campanha para a vitória".
Tomar o pequeno almoço num hotel da "riviera" lisboeta não é crime nenhum. Nem se poderá censurar o preço do dito - Num hotel ultra-estrelado " cem euros" por um pequeno almoço nem será muito dinheiro
Sucede porém que a conta terá sido paga por uma colectividade chamada P.S., e quem financia o P.S. é o P.P. ( Povo português).
Por isso, caro leitor, é que este pequeno almoço ( ocorrido à beira Tejo, durante a campanha eleitoral que levou à derrota de Sócrates) foi um "Pequeno almoço infeliz".
CR
Por: Redacção | 27- 1- 2012 23: 15
Por uma vez concordo com o monarca madeirense.
É verdade! Quem ele enganou foi a nós, os continentais...
CR
CGD promove 15% do pessoal para compensar subsídios
«Valeu a pena protestar». As palavras são da federação que agrega os sindicatos dos trabalhadores da banca, a Febase. Em comunicado publicado no seu site, a Federação anuncia que a Administração da CGD vai aplicar algumas das suas propostas, e promover 15% dos trabalhadores, de modo a compensar asuspensão dos subsídios de féria e Natal.
«Após a concentração de protesto de trabalhadores e reformados do Grupo CGD, a administração da Caixa informou a Febase que vai aplicar algumas das propostas apresentadas pela Federação para minimizar os prejuízos causados pelo corte dos 13.º e 14.º meses», escreve a Febase.
Localizado na encosta Poente da sede de concelho (junto à fonte luminosa em direcção ao alto de castanheiro Redondo), Vila Pouca dos pequeninos mostra edifícios emblemáticos do concelho aguiarense, localizados em Vila Pouca de Aguiar, mas também de Pedras Salgadas ou de Campo de Jales.
Neste sentido, podem ser apreciadas miniaturas da câmara municipal, do tribunal ou do gimnodesportivo, mas também da empresa Águas das Pedras ou a torre que simboliza a exploração mineira no planalto de Jales. Estas e outros miniaturas, embelezadas pelo Castelo, arruamentos e iluminações foram edificadas pelo Sr. Palito que, ao longo da sua visa, ergueu junto a sua casa um belo monumento que ajuda a caracterizar o núcleo urbano aguiarense. Este, na sua dimensão real, também pode ser apreciada daquele local que também é um bonito miradouro.
Aberto todos os dias.
Contactos telf. 259402523 / 259402882 / 934484888
E-mail: vpadospequeninos@hotmail.com

Amor palavra singela
mas com enorme beleza
Pintamos numa aguarela
Estas palavras tão belas.
Amor traz felicidade
Se o soubermos entender
Coração que o não sente
Leva a vida a padecer .
Saber que alguém nos ama
Faz-nos rejuvenescer
pois é tão bom ter amor
Para dar e receber .
Sem barreiras, nem fronteiras
Lá tem os seus ideais
Se por vezes se contraria
As palavras são reais.
Tanto cresce e floresce
Como um jardim encantado
Por vezes não transparece
Mas também anda amuado .
O amor não tem idade
Não tem peso nem medida
É algo original
Que comanda a própria vida .
Ou foi algum cartão partidário que fez sair um ( o M.F.), do Centro Cultural de Belém, para entrar o outro ( o V.G.M.)?
CR
27.01.2012 - 18:32 Por Nicolau Ferreira
O cientista Miguel Soares e a historiadora Rita Marquilhas foram os únicos portugueses a ganharem o concurso de 2011 das bolsas atribuídas pelo Conselho Europeu de Investigação, as maiores ao nível europeu. Os dois cientistas recebem ao todo quatro milhões de euros ao longo de cinco anos.
O Banco de Portugal teima em dar maus exemplos aos portugueses. Para além do seu governador ser pago principescamente, de ser uma instituição reguladora que não regula coisa nenhuma ( lembram-se de Vitor Constâncio?), revela-se ainda um esbanjador desmiolado.
No meio da miséria geral em que se encontra a Nação, decidiu remar contra a maré dos cortes, pagando o subsídio de Férias aos seus funcionários.
Para cúmulo da pouca vergonha, decidiu comprar um carrinho de golf.
E pelo que dizem, o dinheiro que deu pelo rodinhas pagaria um ano inteiro a um trabalhador de salário médio.
CR
CHAMA-SE PARAMBOS! Olá paramboenses!

FCR
A esquizofrenia cavaquista
O país ficou mais uma vez perplexo com a esquizofrenia comportamental do presidente Cavaco.
E este, depois de se derrear para se deixar fotografar à miserável altura do vulgar cidadão, que ganha salários abaixo da média, veio tentar reverter o que disse, fingindo-se solidário com os mais necessitados deste país.
Não sei como tem sido possível aos portugueses aguentarem tanta “gaffe”, tanta incoerência, tanta baralhação política num homem, que, para nossa desgraça, tem o cargo maior da Nação Política.
CR
Como português orgulhoso que sou, tenho vergonha que o presidente do meu país "não ganhe para as despesas". Por isso proponho que todos os portugueses de boa vontade dêem uma esmolinha à família Cavaco, antes que isto se saiba lá fora.
Eu vou dar um terço do meu subsídio de férias. Quando o receber.
CR"

Vinha límpido, transparente
Do azul celestial
Toda a terra iluminava
Era o luar de cristal.
A terra veio beijar
Entrando pela janela
Da minha sala de estar
E eu fiquei junto dela.
Era noite, fez-se dia
E a lua de marfim
Parecia uma cotovia
Ali a olhar p`ra mim .
Lindos quadros me fazia
Não sei como arranjava
Eram quadros de magia
Com que eu me admirava
Fiquei por isso a pensar
E murmurei - que primor!
Não és apenas poeta
Ó luar, tu és pintor!
FM
Um dia, conversava com uma Mãe de quinze filhos, sendo que dos quais, treze viviam e eram felizes. Ela me dizia! Quando meus filhos forem todos crescidos, o suficiente para entenderem a lógica que motiva os pais e as mães, eu hei de dizer-lhes: Eu os amei o suficiente para ter lhes perguntado, onde vão, com quem vão e a que horas regressarão.
Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer com que vocês soubessem que aquele novo amigo, não era uma boa companhia. Eu os amei o suficiente para faze-los pagar os rebuçados que apanharam na mercearia, e dizer ao dono: "Nós pegamos estes rebuçados ontem, e queremos pagá-los." Eu os amei o suficiente para ter ficado junto de vocês, em pé, duas horas, aguardando que arrumassem seus quartos, fizessem a limpeza, tarefa que eu faria em quinze minutos.
Eu os amei o suficiente para os deixar ver as lágrimas nos meus olhos, quando a doença os perturbava, ou iam mal nos estudos. Eu os amei o suficiente para os deixar assumir a responsabilidade por suas ações, mesmo quando as penalidades eram duras que me partiam o coração. Mais do que tudo, eu os amei o suficiente para dizer-lhes não, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso. Essas eram as batalhas mais difíceis. Eu estou contente pois venci, e no final vocês venceram também.
Qualquer dia, quando meus netos já forem crescidos, o suficiente para entenderem a lógica que motiva os pais e as mães, meus filhos, certamente, vão dizer-lhes, quando eles lhes perguntarem, se sua mãe era má? Sim! Nossa mãe era muito má. Era a pior mãe do mundo. As outras crianças comiam doces no café, nós eramos obrigados a comer cereais, ovos e torradas. As outras crianças bebiam refrigerantes, comiam batatas fritas e sorvete no almoço, nós tinhamos que comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas. Ela nos obrigava a comer reunidos na mesa, bem diferente de outras mães que deixavam seus filhos comerem vendo televisão. Ela insistia em saber onde nós estávamos a toda a hora. A vida para nós era uma prisão. Mamãe tinha que saber quem eram os nossos amigos, e o que nós fazíamos com eles. Insistia que lhe disséssemos com quem íamos sair, mesmo que a demora fosse somente uma hora, ou até menos.
Nós tinhamos vergonha de admitir, mas ela violou as leis do trabalho infantil. Nós tinhamos que lavar louça, fazer nossas camas, lavar nossas roupas, aprendera a cozinhar, aspirar o pó do chão e dos sofás, esvaziar o lixo e outros tipos de trabalhos cruéis. Ela nem dormia, passava as noites a pensar em coisas para nos mandar fazer no dia seguinte.
Ela insistia sempre conosco para que disséssemos a verdade, apenas a verdade. Ela tinha o dom de adivinhar quando nós estávamos mentindo. Quando éramos adolescentes, ela conseguia até ler os nossos pensamentos. A nossa vida era chata. Ela nem deixava nossos amigos tocarem a buzina, para que nós saíssemos. Tinham que subir, bater à porta, para ela os conhecer.
Todos podiam sair à noite, com doze ou treze anos, nós, no entanto, tinhamos que esperar pelos dezasseis, por causa da nossa mãe. Nós perdemos inúmeras experiências na adolescência. Mas, nenhum de nós se envolveu com drogas, roubos, atos de vandalismo, violação de propriedade, ninguém foi preso e nem se envolveu e nenhum crime. Tudo por causa dela.
Agora que somos adultos e independentes, somos honestos, educados e trabalhadores. Estamos a fazer o possível para sermos "Pais Maus e Mães Más" O Grande mal do mundo é que não há o suficiente de "Mães, Más".
Abraços para todos........
Agostinho Gomes Ribeiro
O número de pedidos de ajuda à Igreja de emigrantes portugueses na Suíça aumentou 80% nos últimos dois anos, alerta o padre Aloísio Araújo, coordenador nacional da Pastoral das Missões Católicas naquele país.
“Todos os dias, temos gente a bater à porta das missões e já há compatriotas nossos a dormir nas grandes estações de comboios, nos abrigos comunais”, relata o padre Aloísio Araújo.
A Suíça é o destino da Europa para onde os portugueses mais emigram. Só no ano passado, 11 mil portugueses partiram para aquele país, onde a comunidade lusa ronda as 200 mil pessoas.
As leis da imigração na Suíça são bastante rígidas e o mercado de trabalho estás saturado. Quando todas as portas se fecham, "as da Igreja continuam abertas para fazer o possível", diz o padre Aloísio Araújo, coordenador nacional da Pastoral das Missões Católicas na Suíça.
Os pedidos de ajuda visam as necessidades mais básicas, mas também para arranjar trabalho, como é o caso de Patrícia Moreira, uma enfermeira que tem os pais na Suíça.
O Governo reconhece que "sozinho" não consegue dar repostas às situações de carência que vão surgindo nas comunidades portuguesas no estrangeiro.
O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Cesário, afirma que quem emigrar deve fazê-lo “sempre com contratos de trabalho que lhes dêem algumas garantias”. Apela ainda para que “não se deixem iludir com promessas fáceis”.
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