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ela, 2. antonio candido . 8341659518_ecc98db9f2_m . Cândida dos Reis Dias Pinto . minha foto. agostinho ribeiro . agostinho . francisco gomes .

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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


BOLA DE NEVE, a Associação continua a crescer

por cunha ribeiro, Domingo, 30.08.09

Já éramos VINTE E CINCO, porque me esqueci de colocar na lista os cinco associados seguintes:

 

21.  Cátia Pinto

22. Manuel dos Reis

23. Deolinda dos Reis

24. Manuel Pinto

25. Emília Pinto

 

 

A partir de ontem e de hoje, juntaram-se a nós, mais os seguintes associados:

 

 

26. José Correia de Campos

27. Cândida dos Anjos Santos Dias

28. Armindo Alves da Costa

29. Ilído Guedes dos SAntos

30. Ana F. A. Guedes dos Santos

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às 17:08

MEMÓRIAS, Cunha Ribeiro

por cunha ribeiro, Domingo, 30.08.09

O COMBOIO DAS SETE
 
 
Quem não se lembra daqueles silvos agudos, aqueles apitos prolongados, primeiro, intermitentes, depois,( devolvidos, em eco, pelos picotos) cada vez mais sonoros,  mais agudos e estridentes, à medida que se iam aproximando de nós?
Era o anúncio da aproximação do memorável comboio da “Linha do Corgo”. Esse “cavalo negro” que suava fumo várias vezes por dia, a horas certas, ( era quase um relógio para as gentes do campo), entre a “Valsada” e a “Rebolfa”.
Ao ver a imagem acima, recordei o dia em que, pela primeira vez, tomei um banho de civilização. A Inês, minha prima, pegou em mim ao colo, levou-me até ao apeadeiro, e subiu comigo os pequenos degraus de uma das carruagens daquele “monstro de ferro, "vestido de negro”, cheio de gente, de lés a lés. E começou ali uma viagem alucinante, um filme  " de terror", com alguns momentos de excitação  e medo  invulgares, a transbordar de suspense.
Primeiro, "aquele muro" em Vila Pouca, ali mesmo, no nariz da locomotiva, a inquietar a criança de aldeia, com quatro anos de idade, habituada ao movimento fácil e lento dos carros de bois.“Como iria o monstro de ferro ultrapassá-lo sem que houvesse  destruição e tragédia?! Que milagre poderia ocorrer?! Estariam os adultos bons da cabeça?!
 E não é que o “milagre” se deu”?: o comboio partira… e, para meu espanto, nada de especialmente atroz acontecera! ( Os quatro anitos do pequeno aldeão, não perceberam que a linha com o muro de fronte, era uma linha de espera, para que o comboio vindo de Chaves pudesse passar. E que, com os carris principais já libertos, o “seu”comboio faria o necessário desvio para se lançar, novamente, no percurso quotidiano de sempre.).
Um pouco mais adiante, porém:
Já em plena recta de Sabroso, com o comboio "na brasa", de “carvão a fundo”, olho pela janela e que vejo ?
Toda a natureza à beira-linha parecia fugir, desenfreada, em sentido contrário à nossa marcha! Não sei se foi logo aí que, a indagação minha,  o fenómeno me foi explicado; mas julgo que não. O que contribuiria para aumentar o perturbante clímax da minha aventura.
Agora o comboio galgava os pinhais e montanhas de Loivos, e já se via, ao longe, o vale cavado e profundo de Oura. Eis se não quando, após uma curva, longa e apertada, virando repentinamente à esquerda, a linha aparecia, aos meus olhos, a descair na direcção do abismo. Com o coração aos pulos, e de olhos fechados, aflito,de respiração suspensa, assim fiquei eu, mudo e espectante, durante longos instantes, a "rezar" para que o "monstro" se não projectasse para o abismo.
Poucos minutos depois, porém, parávamos na estação de Vidago, sãos e salvos... E o fedelho de quatro anos de idade, saía da carruagem e da sobressaltante viagem, enquanto olhava, pasmado, para as frondosas e altas copas das Tílias, ali à beira da estrada. " Como eram pequenos e frágeis os carvalhos da  sua aldeia... à vista daqueles gigantes verdes, de casca branca, ali, tão perto de si!"
 
 
 


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às 11:55

OPINIÕES, Cunha Ribeiro

por cunha ribeiro, Sábado, 29.08.09

 

PARADA DE CORPO E ALMA
 
 
 Eu arriscaria dizer que “só existem” duas aldeias de nome “Parada”: uma é “Parada do Corgo”; a outra,  “Parada de Aguiar”.
Mas, dir-me-ão, “ é só uma aldeia!”
 Pois é … Mas, a mim, por vezes, parecem-me duas.
 Umas vezes, Parada parece-me uma aldeia extraordinariamente bonita, onde apetece estar horas a fio, sem um leve bocejo, alegre, e feliz.
Outras vezes, Parada foge-me do coração.
E porquê?
Porque, às vezes, Parada me enerva com as suas birras infantis; com as suas casmurrices. Enerva-me porque usa máscaras ( mesmo sem ser Carnaval); joga às escondidas com as pessoas, sem que elas  percebam as regras do jogo; esconde-se deste ou daquele, sem que se entenda porquê.
E, quantas vezes, Parada  olha certas pessoas de esguelha, como se lhe tivessem feito algum mal ?! Quantas vezes “Parada de Baixo” não fala com “Parada de Cima”, por sabe-se lá o quê?  E “Parada de Cima” despreza “Parada de Baixo” como se fosse outra terra?
Parada tem casas bonitas; e eu gosto de as ver assim, bonitas. São do João ou do António ? Que me importa a mim de quem são! São belas, e basta! Vestem a aldeia de roupa nova e moderna. E é isso que importa. Adornam-na, enfeitam-na, tornam-na mais atraente.
 Só não entendo porque nem todas as casas bonitas da nossa aldeia são vistas com  olhar genuíno e natural. Alguns usam “lentes de aumento”, quando olham para as suas próprias casas, ou para as dos amigos e familiares;  “lentes opacas” se olham para as  de A ou B, com quem não se dão bem; “ transparentes” quando olham para as de C ou de D, que lhes são indiferentes.
 Parada  podia ser uma aldeia bem mais solidária. Mas, por vezes, parece que está com  a doença de alzheimer,  ou sofre de “ancienofobia” ( medo de recordar o passado).
Parada não gosta de falar do seu passado. Evita a todo o custo escrever a sua história. Estudar as suas raízes.
Talvez por isso, Parada saiba tão pouco de si; quem verdadeiramente a gerou; quem lhe deu o leite materno; quem a ajudou a crescer.
Parada não pode continuar de costas voltadas para si própria.
Porque Parada é muito mais que uma aldeia com séculos de história.
Parada é um corpo, cuja “cabeça” é a escola Primária”; o coração, a capela; e os braços e pernas, todos os que lá nascem e sempre nasceram, lá vivem e sempre viveram, lá morrem e sempre morreram.
 

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às 19:32

O NIB DA ASSOCIAÇÃO

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 27.08.09

Quem quiser tornar-se sócio da ASSOCIAÇÃO " O PRAZER DA MEMÓRIA" pode efectuar transferência bancária de 20 euros ( individual), ou 40 euros ( casal) para o NIB que se publica a seguir.

 

Seguidamente, pode enviar o comprovativo, através do EMAIL cunharibeiro267@hotmail.com, ou através do fax: 253 852516.

 

NOTA: Se quiser ver o NIB mais claramente, coloque a seta do rato em cima da imagem e faça click.

 

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às 14:00

ASSOCIAÇÃO "O PRAZER DA MEMÓRIA"

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 27.08.09

ASSOCIADOS JÁ INSCRITOS :

 

   1. José B. Gomes

   2. Deolinda Pires da Cunha

   3. João Manuel Pinto

   4. Cândida R. Dias

   5. Aprígio Pereira Teixeira

   6. Maria Alice M. Sousa

   7. João B. M. Ribeiro

   8. Edma Ribeiro

   9. António Joaquim Pereira Dias

   10. Maria Fernanda Pereira Cardoso Dias

   11. Francisco da Cunha Ribeiro

   12. Célia Ribeiro

   13. António Cândido A. Cunha

   14. Agostinha Cunha

   15. Francisco A. Costa

   16. Maria Odete Fernandes

   17. Mário Vilas de Azevedo

   18. Maria de Jesus G. Costa

   19. Manuel P. Pereira

    20. Francisco Pereira Teixeira

 

 

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às 13:33

INAUGURAÇÕES

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 26.08.09

 EH LÁ!!!   -  "Novo Centro de Convívio na Cuscarreira"!?

 E o que tinha o VELHO  CENTRO, de "VELHO", ( ou  de tão negativo) para ter de ser substituído por um "NOVO"?

Havia ruínas a ameaçar a segurança de alguém? ( Ou já de lá tinham saído há muito tempo?)

Havia lama de Inverno? ( Como nalguns sítios da aldeia ?)

Os carros não tinham acesso? ( Ou até tinham? Ao contrário daquele "aperto" entre S. Pedro e o Santo...?...)

  E o que tem, então ,o "NOVO CENTRO DE CONVÍVIO", de mesmo NOVO ( e útil) ?

 Mais espaço?  (Nem mais um centímetro quadrado!)

Melhor acesso? (Para deficientes motores, talvez.)

Um piso mais duradouro? (Não me parece.)

 Então quais as vantagens da obra?

 Não vêem uma única vantagem?  Então é porque ainda não experimentaram dançar uma "valsa" naquele piso cor de tijolo, mais liso e mais deslizante que o velho salão da escola primária..."

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às 12:29

MEMÓRIAS

por cunha ribeiro, Terça-feira, 25.08.09

 

Qem não se lembra de ver com olhos de criança este "duelo de gigantes"? E a delícia de sentir que o cavalo venceu o leão, como se o bem tivesse derrotado o mal?

A comparação inevitável de como a víamos antes e como a vemos agora revela-nos o quanto a idade e a cultura nos fazem repensar as mensagens do que vamos vendo e lendo. A interpretação que resulta da visão adulta da imagem e do texto, revela-nos a universal lição ( que a inteligência supera a força). A mim o encontro com este texto, dezenas de anos depois de o ver pela primeira vez, deu-me um imenso prazer. O PRAZER indizível da MEMÓRIA!

 

Cunha Ribeiro

 

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às 19:19

DIVULGAÇÃO

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 20.08.09

 

NASCEU A  ASSOCIAÇÃO CULTURAL E RECREATIVA DE PARADA DE AGUIAR, COM A DENOMINAÇÃO DE : “ O PRAZER DA MEMÓRIA”
 
A Associação tem apenas meia dúzia de dias de vida. Mas como nasceu com muita saúde, tem grandes potencialidades de crescimento. Assim as gentes de Parada espalhadas pelo país e pelo mundo a “alimentem” como ela merece.
 
Esta Associação foi constituída juridicamente no Registo Comercial de Vila Real e tem como fundadores os seguintes elementos:
 António Cândido Alves Cunha, residente em Lisboa;
 João Manuel Pinto, ex-emigrante em França, com residência em Parada de Aguiar; e
 Francisco da Cunha Ribeiro, a residir na Póvoa de Varzim.
 
O seu objectivo primordial é o de despertar todos os paradenses ( naturais, residentes e, mesmo, simpatizantes) para o desenvolvimento cultural da sua aldeia, não esquecendo a história e as memórias das gentes que a fizeram evoluir através dos tempos.
 
Os fundadores contam consigo para que a Associação se expanda.
 
Quem quiser fazer parte da Associação “O Prazer da Memória” apenas terá de “entrar” com  20 euros (individual) ou 40 euros (o casal).
 
Será divulgada a lista das pessoas que se forem  associando.
 
Se desejar associar-se, faça-me chegar essa vontade através do EMAIL: cunharibeiro267arrobahotmail.com.
Ou telefonando para o 964403822.
 
Cunha Ribeiro ( fundador)
 
 
 
 

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às 21:36

HOMENAGEM ao Sr MANUEL FISCAL

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 20.08.09

 

HOMENAGEM TARDIA AO SAUDOSO PAI DO FERNANDO
 
 
 
Aquele homem, alto, espadaúdo, de olhar terno e simpático, era e será de Parada do Corgo para sempre.
O “ fojo”, terreno em escada, cujos degraus foram, por ele, bordados com troncos de vide, fazia lembrar os vinhedos do Douro: os mesmos terraços, as mesmas cepas, os mesmos frutos, no S. Miguel. Ali não havia lobos. Porque, ali, era o reino de Baco, o deus do vinho, e das uvas. Das tintas e das brancas. Das americanas e das mouriscas.
Aquilo não era um “fojo”. Aquilo era um pomar. Uma terra feita de terras. De ramadas e de bardos. Um terreno bem lavrado, bem plantado e bem regado. Um mimo!
 
E aquela ramada de ao pé da casa?
 O branco dourado dos cachos, cheios de bagos a estourar de néctar! Ali, à beirinha do  lagar, sempre a abarrotar de cachos enormes, que os nossos pés quentes e jovens esmagavam até à grainha.
 
E o muro?
No meio da carvalhada , que vivia à balda, com o que a natureza lhe dava, o muro tinha o cultivo suado, carinhoso e atento do Sr. Manuel Fiscal.
 
E foi assim, que este homem de Parada amou a sua terra.
 Com o carinho esforçado de quem se sacrifica pelos filhos, ele sacrificou-se, alegremente, pelo asseio das terras, da sua aldeia.
Essa era a sua forma de estar na sua terra natal. Mesmo que a profissão, a mulher e os filhos lhe solicitassem a sua presença, bem junto à fronteira, ou no bairro da “casa azul”, o Sr. Manuel “Fiscal”, não largava o “xaile da mãe”.
 
E também tinha o gosto de conviver com os amigos da aldeia.
 Como eu gostava de o ouvir dizer das coisas e das pessoas o que só ele conseguia ver nelas! As coisas boas eram soberbas! As boas pessoas eram santas!
Esta era certamente a sua forma de revelar um coração que era grande. O seu coração.
E era por ele falar, assim, tão à sua maneira, das coisas e das gentes, que eu o ouvia sempre de boca aberta. Pasmado com o seu pasmo; alegre com a sua alegria; feliz com a sua felicidade.
 
Infelizmente já não posso ouvi-lo falar, como só ele sabia, das coisas e das pessoas de hoje.
Mas ainda lhe oiço a voz dos serões de outrora.
 
CUNHA RIBEIRO
 
 
 
 
 

 

 

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às 19:59

Opiniões, Cátia Pinto

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 20.08.09

 

 

RUA, OU CAMINHO DE CABRAS?
 
A minha ligação ao concelho de Vila Pouca está na sequência natural do feliz enlace de duas famílias: uma de fontes (terra do meu pai); e outra de Parada de Aguiar ( onde nasceu minha mãe).
Decidiram  os dois fixar residência em Parada. Por isso é em Parada que eu passo os meus períodos de férias com eles.
Eles foram emigrantes em França. Mas, por quererem conviver com os filhos, vão dividindo os seus dias entre França e Portugal, mais concretamente, Parada, terra onde têm investido muito  do seu dinheiro, com evidente  prazer.
E eu, que vivo e trabalho em Paris, onde exerço advocacia, gosto da terra dos meus pais tanto, ou mais, do que eles. Ao ponto de eu própria nela pensar investir.
Investir em Parada, convenhamos que é uma opção sentimental ou mesmo romântica, e, portando, mais vinda do coração do que da fria razão.
Mas se Parada vier a ser, como deve, uma aldeia onde as obras de requalificação ( dos espaços comuns, como ruas, largos, fontes, ou prédios) sejam decididas com os critérios da igualdade de interesses (dos cidadãos) e da prioridade temporal e espacial ( das obras) bem definidos, então qualquer investimento que eu faça, será mais reconfortante para mim que o faço, e mais valioso para toda a comunidade, onde ele se insere. Saindo, assim, a lucrar toda a gente.
Dir-me-ão: Mas os interesses são múltiplos e inconciliáveis. E é difícil, ou mesmo impossível, satisfazer toda a gente.
Eu até nem discordo desta objecção. Só que ela é demasiado simplista. É preciso analisá-la e explicá-la melhor.
Assim, se os critérios que enunciei atrás ( da igualdade e da prioridade) forem tratados com bom senso e responsabilidade, as pessoas saberão entender, e saberão esperar.
Mas para isso, as decisões que se tomam para fazer uma obra comunitária ( aqui ou acolá, para requalificar uma rua ou um largo num sítio primeiro que noutro,  para construir um jardim de infância,  antes, e um polidesportivo, depois, ou vice-versa) têm de ser decisões tomadas sensatamente, equilibradamente, numa palavra ,“democraticamente”.
E “democraticamente” como?
Consultando o povo, obviamente. E se mais de cinquenta por cento ( do povo) achar que se deve calcetar primeiro a rua A, que fica ao pé da casa de B, em vez da rua C que fica junto da casa de D, calcete-se a rua A , mesmo que o Sr D seja considerado “uma pessoa socialmente influente”!
E tudo isto com a maior das transparências, sem pressões daqui e dali, com voto secreto e universal.
Se assim se tivesse  procedido até agora, talvez o “pequeno pedaço” de rua, em Parada, em frente à casa dos meus pais, estivesse, neste momento, melhor calcetado, e não parecesse um daqueles caminhos à moda antiga, onde tropeçar num pedregulho desnivelado era “o pão nosso de cada dia”, de quem levava vacas ou cabras até ao cimo do monte.
Só espero é que quando, um dia destes, trouxer a Parada os meus/minhas colegas de trabalho e amigos não venham tentar perceber o critério que fixou o fim duma rua bem calcetada e o princípio de outra ( junto da casa dos meus pais) que parece um caminho de cabras.
É que eu mesmo que queira, não lhes saberei explicar.
 
CATIA PINTO
 

 

 

 

 

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às 19:04

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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