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ela, 2. antonio candido . 8341659518_ecc98db9f2_m . Cândida dos Reis Dias Pinto . minha foto. agostinho ribeiro . agostinho . francisco gomes .

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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


VIVER TAMBÉM É RECORDAR

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 30.09.09

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às 11:43

RECORDAR É VIVER

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 30.09.09

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às 11:33

A ESCOLA DE PARADA VISTA DE CASA DA CÂNDIDA E JOÃO

por cunha ribeiro, Terça-feira, 29.09.09

A ESCOLA é o nosso eterno retorno. É a nossa infância resgatada; É o nosso grande momento; o jardim mais belo da nossa vida. A nossa antemanhã; A eterna lembrança dos  primeiros amigos. A Escola é o centro da nossa aldeia, e o núcleo da nossa memória.

A escola é a "macaca e a cabra cega"; é a bola a rolar; é o jogo das escondidas; é o livro; é o lápis; é o erro no ditado; é a régua; é a pasta;

A escola é o orgulho de passar, o prazer de aprender; o exame da quarta.

A escola é a felicidade perdida ou reencontrada.

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às 19:34

VIERAM DE FORA..., Cunha Ribeiro

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 28.09.09

 

Sou dos que penso que quem vem de fora, se adapta, trabalha e não incomoda ninguém, deve ser bem recebido.

E isto tanto ao nível de um país como ao de uma simples aldeia.

Como, por exemplo, a nossa aldeia.

 

Muitos se lembram de uma família que, há umas décadas, veio da região beirã e se instalou em Parada. E essa família ,desde essa altura, não cessou de trazer mais valia à nossa  pequena aldeia.

Falo da família Campos que, desde o Sr Agostinho e Sra Belém

 

"cresceu e se multiplicou " ( fazendo o que  Deus espera dos homens), tendo chegado já aos bisnetos. Sucede que, daqui a meia dúzia de anos, da sua prole  ( mais propriamente uma neta) surgirá a primeira pessoa da aldeia licenciada em medicina.

Ontem conheci a jovem futura médica, filha do Manuel Agostinho. E fiquei orgulhoso ( como conterrãneo que sou) em saber que, depois de ter sido a melhor finalista  da Secundária de Vila Pouca, acaba agora de conseguir o almejado troféu ( que como sabem,  não é nada fácil de conseguir): entrar em medicina, na eterna Cidade dos estudantes ( que é Coimbra).

 

Ontem, dia 27/09/2009, conheci uma pessoa que, quanto a mim, merece a simpatia da nossa aldeia.

Chegou do Brasil e veio directamente para Parada de Aguiar, onde tem um "irmão"... Perdão, um amigo ( e compadre) - O João Ribeiro ( meu primo).

Chama-se Alfredo Costa Santos. Curiosamente também é natural da Beira ( Bem próximo de Santa Comba, de Salazar).

Devo dizer que, antes de conhecer o Alfredo, eu já o conhecia. O João ,quando fala das pessoas , sabe desenhar-lhes a alma na perfeição. (É um pintor de palavras).

Por isso não fiquei surpreendido quando à minha frente surgiu um homem afável, sensível, humano.

Um homem que quis ,de imediato, fazer parte da nossa associação. E não esteve com meias medidas: pegou numa nota de cem euros e disse:

" Cinco anos ficam já pagos agora..."

 

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às 18:25

VISITAR PARADA DE AGUIAR

por cunha ribeiro, Sábado, 26.09.09

 

 VI

 

DE BALTIQUE À CAPELA
 
 
Você está mesmo à beira da aldeia, logo que deixa baltique atrás de si.
O caminho é curto e é breve até se abeirar da “casa dos Chaves”. Apenas umas hortas vão desfilando, ao nível do caminho, pela sua esquerda; e suspensas por muros altos, à sua direita.
Ei-lo já junto da casa do Sr Manuelzinho.
Caso não saiba, recordo-lhe a família abastada que ali viveu no século passado. A sua influência política e social no concelho. O Sr Manuelzinho e o dente de ouro a luzir, num sorriso. O Sr Joãozinho, seu pai, de colete e relógio de bolso preso a uma vistosa corrente de prata. A Freira Emilinha às vezes presente, outras vezes ausente. A dona Manuela, sempre fechada na sua casa. Os filhos ( Joãozinho, Chiquinho, e outros “inhos” e “inhas”)  e os netos ( o Zitinho dos pontapés; a bela e inacessível Landuxinha, e outros que não recordo). A casa era grande e toda em granito. O quintal, enorme, tinha água de nascente a correr para um largo tanque. Ao alto, junto à Fonte do Neto, havia uma imponente “mimosa”, que se enchia de flores amarelas na Páscoa. E uma surpreendente avelaneira.
( As casas são livros de histórias para contar. São os ossos que ficam dos nossos avós. O modo como os podemos ver depois de morrer. São a sua memória, a memória dos nossos pais e o espectro dos corpos que os nossos filhos e netos irão recordar).
E pronto, o marco importante que acaba de atravessar, já é passado. Volte ao passeio que estava a fazer.
Pode seguir pelo Largo da Cuscarreira ( Uma surpresa arquitectónica pelo colorido piso que aí instalaram); ou pode optar por percorrer o caminho que o leva por baixo do único arco em granito que existe na aldeia.
Agora, contorne o lugar da “taberna do Tio Alfredo”. Uma instituição. Era o centro de convívio dos paradenses nos anos cinquenta e sessenta. Onde se jogava às cartas, bebia uns copos, e via televisão.
Suba agora por uma rua interior que o levará até ao Largo onde na década de cinquenta, sobretudo, estava instalada a “taberna do “Tio Coutinho”, mesmo ao lado da casa dos “Freitas”. ( Talvez se ouça ainda a concertina alegre e divertida do tio Zé Freitas.).
Dê mais uns passos. Esse largo aí à frente era, antes dos anos sessenta, uma horta, ladeada por um caminho. Agora é um largo aberto e disponível à circulação e ao estacionamento das viaturas.
E pronto. Chegou ao sítio onde já havia passado. A capela. Tem sede? Vá debaixo das escadas da dita. A água é fresca e saborosa. Beba e descanse. O passeio continuará dentro em breve.
 
 

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às 23:47

REFLECTINDO, Cunha Ribeiro

por cunha ribeiro, Sábado, 26.09.09

 

OS TRÊS SEGREDOS DO SUCESSO
 
 
Cada vez mais me convenço que derivamos progressivamente para uma forma de estar em sociedade, em que os insensíveis, os agitados e os estúpidos são os grandes donos do mundo.
Arriscaria a dizer, que o direito a viver e a ter sucesso obtém-se, hoje, pela mesma via, com que se chega ao manicómio: pela incapacidade de pensar; pela amoralidade, e pela hiper-excitação.
Esclarecendo melhor:
Hoje para ter sucesso na vida é inútil ler, estudar, ou pensar.
 Fulana tem um rosto bonito? O emprego na loja da esquina está garantido;
 O puto é craque e chuta bem com o esquerdo? Em breve será milionário;
 Aquela jovem tem um curso de letras, mas deve pouco à beleza? Que se ponha na fila da Segurança Social.
Depois, o sucesso de hoje também está mais garantido através do culto da amoralidade/ imoralidade).
Fulano tem uma empresa que é lucrativa? Toca a disfarçar o seu lucro com despesa inventada, fugindo aos impostos;
 Aquele tem tanto poder que pode abrir uma estrada junto do terreno do outro? O outro o recompensará, em líquido, a transferir, de imediato, para a Suíça, ou um quaquer paraíso fiscal.
Assim, para ter sucesso, nos dias de hoje, aconselharia três atitudes:
Sejam insensíveis;
Sejam imorais;
E sejam, sobretudo, estúpidos!
 
 
 
 

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às 15:22

NOS ESTADOS UNIDOS TÊM-NOS LIDO

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 25.09.09

... E nós gostávamos de saber quem nos visita lá pelas américas... Quem será? Essa pessoa podia deixar uma referência a sua identidade...

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às 19:06

VISITAR PARADA DE AGUIAR

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 25.09.09

V

 

DO MOINHO A BALTIQUE
 
 
Após esta autêntica revelação, de como há 50 anos atrás, as pessoas obtinham a matéria prima com que  coziam o pão, já pode prosseguir o passeio.
E, já agora que descobriu o moinho, experimente os caminhos e carreiros que a burra ou o burro, o homem ou a mulher, o rapaz ou a rapariga calcorreavam de saco de milho ( ou centeio e farinha) às costas.
( Cerca de três quilómetros, era a distância da aldeia ao moinho! É obra!)
Pois bem, está a ver este estreito carreiro que a natureza invadiu aqui e ali?
De um lado, troncos de frondosos carvalhos decorados de musgo; do outro lado,  pinheiros e giestas. De quando em vez, copas largas de castanheiros já velhos. Ouve-se o surdo esvoaçar de melros apressados; os sons agudos de campainhas trazidos nas asas do vento, anunciando ovelhas e cabras que pastam, ao longe,  nos “coalhais”. E os ares que respira são frescos e fazem-lhe festas no rosto. E entram-lhe pelas narinas, rejuvenescendo-lhe a alma.
Chegou ao “baltique”.
( Ou muito me engano ou este nome terá esta "biografia":  entre a pequena elevação dos “espasadouros” e o lombo irregular do “tojal”, aninhou-se um pequeno “vale”, ou regato, escavado por um estreito ribeiro. À palavra “vale” - que, entretanto, poderá ter evoluído foneticamente para “bale” -  ter-se-á juntado o sufixo diminutivo “tique”, originando a definitiva designação de “baltique”. E, assim, “baltique” será o pequeno vale que ali se encontra.).
Então já que está num fresco e pequeno vale mesmo no limiar da aldeia, aproveite para se despedir da montanha. Sente-se naquele  “banco” de pedra que a chuva, a neve e o vento, talharam na fraga que separa o baltique da "traganhela", quem sabe se a pensar em si. E no seu descanso fugaz.
 (cont.)
 

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às 18:28

REFLECTINDO, Cunha Ribeiro

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 25.09.09

 

 

TER CONFIANÇA
 
 
Quando o ser humano sai do meio da nebulosa da infância e adolescência, já é um produto da ideia que faz dele mesmo.
Temos duas espécies de progenitores: os nossos pais biológicos, a quem devemos os genes do nosso corpo e do nosso carácter; e os nossos “pais sociológicos” ( o meio social em que vivemos) que nos estimulam o carácter e ajudam a construir a personalidade.
 Se um indivíduo se habituar à ideia que é inteligente, não é por assim pensar que vai acrescentar mais inteligência à que já tem. Mas tirará mais proveito da inteligência que tem, pensando ser inteligente, do que se pensasse ser estúpido. A este processo acima descrito chama-se “ter confiança em si próprio”.
Mas atenção, para que, pela confiança que temos nas nossas capacidades, consigamos ser mais capazes, é necessário que exista um mínimo de capacidade dentro de nós. Caso contrário, em vez de nos tornarmos mais capazes, tornamo-nos, porventura, ridículos.
E isto que acabo de expor encaixa, a meu ver, com alguma lógica, em duas personagens políticas da nossa praça: Cavaco Silva e José Sócrates.
Cavaco usou muito bem a confiança que tinha nas suas capacidades para ser um Primeiro Ministro relativamente bem sucedido e ascender ao cargo de Presidente da república.. Mas isso só foi possível porque Cavaco explorou a preceito aquilo que tinha, isto é, uma inteligência um pouco acima da média, muito bem vigiada pelo bom-senso.
Sócrates, apesar de também poder ser possuidor de uma inteligência acima da média ( do que duvido), não tem, no entanto, o bom-senso que existe em cavaco. Por isso confiou demais na inteligência que efectivamente terá, não fazendo uso de qualquer bom-senso, porque efectivamente o não tem. E agiu, ao longo do seu mandato, de forma tão desajustada e caricatural que o resultado foi absurdo e ridículo.
 

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às 14:59

COM O CONTRIBUTO DE TODOS, ESTE BLOGUE SOBRE "PARADA DE AGUIAR", CRESCERÁ MAIS DEPRESSA E MELHOR

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 24.09.09

 

 E como? Perguntarão vocês.

 É muito simples:

  - Enviem fotos antigas ( e até actuais se quiserem) para serem aqui publicadas ( Serão imediatamente devolvidas).

 - Escrevam o que vos vier à cabeça sobre a nossa terra ( pessoas que já faleceram, ou não; paisagens; lugares; recordações; críticas; reparos; ideias; enfim, tudo o que acharem adequado a este blogue).

 

  Cunha Ribeiro

 

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às 12:25

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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