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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


CIDADE LUZ

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 30.11.09

 

    “ WEEK-END” EM PARIS
 
Um dia destes peguei na minha imaginação e rumei a Paris passar um fim de semana, transportado num confortável autocarro da “Eurolines”.
   A bela cidade, que Napoleão decorou com soberbos monumentos, lá estava, como sempre a vi: imponente, imperial e organizada; limpa e cheia de vida; com  as “térrasses” (dos cafés) sempre cheias, feericamente enfeitadas, a pedir que entrasse ( eu e o meu pensamento)  e calasse o frio com um delicioso “chocolat chaud”.
 

Toma nocturna de la Torre Eiffel - Tower Eiffel- Paris por `Juan Tomas´.

 
A Torre Eiffel, espetada no céu de Paris, sempre alta, sempre bela, sempre única, parecia um soberbo candelabro  a resplandecer numa orgia fantástica de luzes.
vhttp://1.bp.blogspot.com/_T1Rxyk8uiM4/SpNlMUDOYzI/AAAAAAAAAD4/5D9PxKE_FNQ/S700/France+-+Paris+-+Champs+Elysees.jpg

http://wpcontent.answers.com/wikipedia/commons/thumb/c/c8/Champs-Elys%C3%A9es,_vue_de_la_Concorde_%C3%A0_l%27Etoile.jpg/500px-Champs-Elys%C3%A9es,_vue_de_la_Concorde_%C3%A0_l%27Etoile.jpg

Os Campos Elíseos eram um largo rio que transbordava de gente pelas suas “margens”.
 
O omnipresente “Métro” engolia aqui e ali, multidões variadas de raças , levando-as, enlatadas, aos magotes, pelas tortuosas entranhas da urbe.
 
Os largos “Boulevards” fluíam de trânsito, escorriam de gente. Autocarros panorâmicos abarrotavam de curiosos turistas de cachecol a esvoaçar. E o frio gelava os ossos dos menos agasalhados.

 

Nas fontes geladas do Jardim do “Luxembourg” figuravam cristais multiformes de seres estranhos e surpreendentes .
 http://www.baixaki.com.br/imagens/wpapers/BXK14651_museu-do-louvre-paris-28800.jpg
O colossal Louvre, à beira Sena, lembrava a eternidade rija e fixa da pedra  a desafiar a efemeridade passageira da água que passa.
 Valdemir Cunha
E os barcos, espectadores de dramas que ficam e alegrias que passam, desciam e subiam o rio , a olhar o sumptuoso passado do Louvre,
 http://static.panoramio.com/photos/original/5091990.jpg
e, através da sua cristalina pirâmide  de vidro, a desvendar o insondável futuro, talvez reflectido nas águas barrentas do leito do Sena.

 Librairie Gibert, boulevard Saint-Michel, 5e

O Quartier Latim palpitava de literatura humanista. Sartre espreitava Minerva  em cada esquina dos Boulevards. Rajadas de vento invernal sopravam nas folhas soltas de versos de Victor Hugo
 http://lekowicz.com/library/gallery/main.php?g2_view=core.DownloadItem&g2_itemId=546&g2_serialNumber=2
A omnisciente Sorbonne, à sombra do imortal Panthéon, refulgia, sábia, sóbria e secular.
 Ficheiro:Bouquiniste Paris.jpg
E os bouquinistes espraivam livros nas margens do Rio, vendendo ilusões.
    E no regresso, ao deixar, com saudade, a fantástica cidade Luz, fiquei longamente a pensar em tantas vidas ali sonhadas, e suavemente a lembrar tantos sonhos ali vividos.
 
 
 
 
 
  
 
 
 
 
 

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às 19:05

CASTRO MARIM VEIO-NOS CONHECER...E NÓS QUISEMOS CONHECER CASTRO MARIM

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 30.11.09

Castro Marim: nestling under the Castro

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às 09:34

VOLTAMOS A OLHAR NA DIRECÇÃO DOS NOSSOS EMIGRANTES DA SUÍÇA

por cunha ribeiro, Domingo, 29.11.09

DESTA VEZ, PARA A BELA CIDADE DE ZURICH...

 

http://fomarques.googlepages.com/Zurique02Low.jpg

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às 20:41

INVEJOGRAFIA UNIVERSAL

por cunha ribeiro, Domingo, 29.11.09

 

 A INVEJA
 
 
Antes de falar sobre a inveja, convém esclarecer o leitor que faço parte dos noventa e nove  por cento de invejosos que existem à face da terra.  
Espero, com isto, não ofender os que acham que não são invejosos. Talvez esses tenham a sorte de fazer parte do grupo restrito dos que, embora invejosos, são os que menos sofrem de azia com o bem - estar ou sucesso dos outros.
 Mas voltando à inveja, em abstracto, olhando bem, no estranho mundo em que vivemos, tudo parece funcionar em escala ou em grau. A régua, o cronómetro, a balança ou o termómetro não foram inventados por mero acaso ou divertimento. O mais e o menos ou o muito e o pouco existem no mundo e graduam-no de tal forma que tudo nele é relativo. E, assim como a temperatura do corpo sobe ou desce no termómetro de mercúrio, consoante a febre de cada um, também a temperatura da alma sobe ou desce no termómetro da inveja, conforme a moral de cada qual.
Se olharmos para alguém de “sucesso” e, subitamente, sentirmos um estranho tumulto invadir-nos as vísceras, estará, provavelmente, a irromper dentro de nós um estranho e azedo sentimento a que se convencionou chamar de inveja. E se esse tumulto for tal que venha a rondar os “cem graus” na escala da inveja, eis-nos perigosamente caídos no abismo emocional do INVEJOSO PRIMÁRIO ( ou I.P.).
E quem é o INVEJOSO PRIMÁRIO?
É, por exemplo, aquele adolescente, que não pode com o seu melhor “amigo” , só porque este caiu  nas boas graças da bela e desejada moça que os acompanhava ao cinema, e, “ainda por cima,  o único amigo, com aquelas orelhas, e aquela  testa crivada de espinhas” e ,ele, pasme-se Deus e o mundo, “normalíssimo de orelhas e sem uma única espinha !” Ou ainda aquele outro que odeia, com todas as letras, o colega de carteira, que tem notas altas “porque é marrão!”, enquanto ele “é inteligentíssimo e não passa de um aluno medíocre!”
Mas o INVEJOSO PRIMÁRIO, de tão cego que fica, na escuridão da inveja, nem a própria família poupa na sua investida invejosa, e basta o irmão ou o tio andarem de “burro”, enquanto ele anda a pé, ou a prima e o primo andarem a “cavalo”, enquanto ele anda de burro, para , tanto uns como outros, serem liminarmente acusados de terem roubado o “burro”, ou desviado o “cavalo”.
Mas a inveja, a meu ver, só é autêntica e verdadeira, quando se veste de saia. O grau máximo da inveja não está no tipo que é  INVEJOSO PRIMÁRIO. O superlativo da inveja encontramo-lo, com maior e mais saliente frequência, na INVEJOSA PRIMÁRIA.
A INVEJOSA PRIMÁRIA não é apenas primária e invejosa; é as duas coisas mais o máximo  que pode existir dentro delas. E isto porquê?
Porque a I.P. não inveja apenas a amiga que lhe arrebatou o namorado, pois, para além de invejar a amiga, ela injuria-a com o que há de mais infame e rasteiro no seu vernáculo ; e, pior do que isso, ela difama-a perante amigas e conhecidas, destruindo-lhe o carácter. A I.P. não diz apenas que a colega de carteira tira boas notas porque é marrona. Diz também que ela copia nos testes; que engraxa e se “vende” aos professores.
A I.P. é tão primária e tão invejosa que é mesmo capaz de adulterar o carácter do namorado, do companheiro ou do marido, transformando um normal ou inofensivo invejoso, num perigoso INVEJOSO PRIMÁRIO, tal qual ela é.
E, para acabar, diria que se há alguém em quem a INVEJA mais e melhor se manifesta, e mais e melhor encarna o seu poder destruidor, alguém que exemplifique a suprema incorporação da inveja, então só pode ser o actual primeiro minmistro que anda roído de inveja pelo primeiro ministro que obteve a maioria absoluta para o P.S. nas eleições de dois mil e quatro…
 
 
 

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às 18:04

FAMÍLIAS DE PARADA - "FAMÍLIA GOMES"

por cunha ribeiro, Sábado, 28.11.09

A MANUELA GOMES E O MARIDO AGOSTINHO SÃO, NÃO RESTAM DÚVIDAS, DOIS GRANDES AMIGOS DA SUA ALDEIA. EU DIRIA ATÉ QUE, PARA ALÉM DA AMIZADE, HÁ UM AMOR FILIAL PELA TERRA MÃE. (A SAUDADE DA TERRA TRANSFORMA DE TAL MANEIRA A NOSSA ALMA QUE OS SENTIMENTOS MAIS ANCESTRAIS VÊM À TONA, E QUANTAS VEZES, EMERGEM EM LÁGRIMAS...)

NÃO VOU DIZER QUE ESTES DOIS GRANDES AMIGOS DE PARADA JÁ VERTERAM LÁGRIMAS AO RELEMBRAREM AS SUAS BRINCADEIRAS DE INFÂNCIA, NAS RUAS E LARGOS DA SUA ALDEIA; MAS, CERTAMENTE, ESSAS LÁGRIMAS JÁ LHES TERÃO GERMINADO NO MAIS RECÔNDITO CANTINHO DO CORAÇÃO.

ESTOU A ESPECULAR SOBRE OS SENTIMENTOS DOS OUTROS? TALVEZ. MAS COMO JÁ ESTIVE NA PELE DOS QUE ESTÃO LONGE DO SEU TORRÃO, TALVEZ O POSSA FAZER, COM ALGUMA ILUSÃO DE VERDADE... E COMO O QUE O HOMEM TEM DE MAIS SEMELHANTE, EM MINHA OPINIÃO, É A SUA ALMA, QUANDO NO SEU ESTADO PURO, ORIGINAL, AINDA SEM O FORRO DE PLÁSTICO DA CIVILIZAÇÃO, NÃO ANDAREI MUITO LONGE DA VERDADE, AO EXPRIMIR DESTA MANEIRA O SENTIMENTO COMUM DE QUEM ESTÁ LONGE DA SUA TERRA, E SE LEMBRA DELA, NUMA ESPÉCIE DE REGRESSO AO PASSADO, E SOBRETUDO, À INFÂNCIA ( O TEMPO QUE JÁ OS POETAS CELEBRIZARAM COMO O MAIS FELIZ DE TODA A NOSSA EXISTÊNCIA...).

 

 

 

A carta que irão ler, (pois o seu autor não me impediu de a publicar), para além de ser, até agora, a única referência explícita ao mérito deste BLOG SOBRE PARADA DE AGUIAR, fala das PESSOAS DA ALDEIA que tiveram uma intervenção mais activa na edificação da CAPELA DO SANTO.

Queria aqui referir que se houver alguém que discorde do que  é dito, tem aqui, neste blog, o local adequado para exprimir a sua visão ( Claro que fundamentada...) do assunto em causa.

 

E termino esta introdução enaltecendo o gesto do AGOSTINHO e da MANUELA.

É com gestos assim, de pessoas da aldeia, que PARADA DE AGUIAR ( OU DO CORGO) será, no futuro, mais conhecida dos nossos vindouros. Pois é na ESCRITA E PELA ESCRITA que as MEMÓRIAS escrevem a sua HISTÓRIA... ( Basta ver o que , até hoje,há escrito sobre PARADA para assim se concluir...).


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às 11:46

MEMÓRIAS DO COLÉGIO DE VILA POUCA DE AGUIAR

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 27.11.09

 

O Dr Arcílio
 
O Externato Liceal Duarte de Almeida, em Vila Pouca de Aguiar, o qual já evoquei, ao recordar a figura do Padre Amaro, tinha um conjunto de professores, onde predominavam os sacerdotes.
Mas não eram só as “batinas” que aí ensinavam. Havia, por exemplo, o inacreditável professor de matemática, que vinha de Vila Real todos os dias, de manhã, num carro vermelho, cuja marca me escapa - o “Dr”. Arcílio.
Sabia matemática, sim senhor. Disciplinador, também era ( e de que maneira!). Agora,  pedagogia e afecto, isso não era com ele.
 Havia poucos “feriados”. E os poucos que havia quem os oferecia? O dr. Arcílio. As segundas feiras ficaram célebres: se o clube da sua simpatia ( o Porto, julgo… ) perdia, o dr. Arcílio vinha  intolerante, carrancudo, e sua voz era agreste; se ganhava, eram segundas feiras de festa. ( Não me lembro de muitas segundas de festa, sinal que o dr. Arcílio era mesmo do Porto…). Dizia –se, com algum espanto, que o dr. Arcílio só gastava um quarto de hora entre Vila Real e o Colégio . (O que, atendendo às dezenas de curvas, denuncia um constante atropelo ao código da estrada. Mas nessa altura, os professores eram respeitados, até pelas autoridades…).
Aliás, o dr. Arcílio não era só rápido na estrada… A explicar a matéria, o “ponteiro subia com frequênvia, aos cento e vinte, ou cento e trinta!".( O que era muito, prá época!). E depois de uma explicação, a esgalhar, lá vinha a pergunta de sempre:
- Alguma dúvida?
E sem esperar qualquer resposta:
- Façam estes exercícios (que ele passava rapidamente no quadro).
Se eu sei a “regra de três simples” não foi com o inefável Dr. Arcílio que a aprendi, mas sim com outro professor da altura – o “Engenheiro” Barroso. Que também ensinava desenho. ( Mais pedagogo que o Dr, Arcílio, em minha opinião).
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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às 19:54

A Víbora ( EXCELENTE ARTIGO DE RUI RAMOS, HISTORIADOR)

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 27.11.09

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às 17:40

E O RATO VOLTOU AO SÍTIO DO CRIME

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 26.11.09

 

 

 Voltámos a ter a visita furtiva do RATO "MANU"( Saiu-me este nome,MANU, nem sei bem porquê, mas pareceu-me que soava bem ao lado do RATO, esse fiel comentarista anónimo, que vem aqui, com frequência, tentar chatear um dos autores deste Blog, mas apenas vai conseguindo diverti-lo...).

 Veio, cheirou, pensou que havia "queijo", mas enganou-se. Foi uma mera visão, uma miragem o que ele viu...

Queijo... nem o viu, nem o cheirou, o pobre MANU... Infelizmente pra nós, ficou no ar um cheiro nauseabundo a RATO. Mas já desinfectámos o sítio, como sempre acontece, quando cá temos a "visita" do RATO MANU...

( Acho que vamos instalar "câmaras de vigilância", a ver se apanhamos o RATO, em flagrante delito...).

OU ENTÃO UMA ...

... RATOEIRA.

 

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às 10:50

ALGUÉM EM VILA POUCA SE LEMBRA?

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 25.11.09
história local > personalidades > José Brenha, Padre
José Brenha, Padre [15/03/1867 - 11/01/1942]

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toponímia ]

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+ personalidades ]

 
biografia
O Padre José Brenha nasceu na Póvoa de Varzim a 15 de Março de 1867 e faleceu com 74 anos de idade em 11 de Janeiro de 1942, em Vila Pouca de Aguiar.
Era filho do antigo negociante Isidro Brenha, oriundo da Galiza, e de sua segunda esposa, D. Rita Rosa de Jesus, da família Miroma.
Foi ordenado sacerdote, em Braga, foi professor dos Colégios de S. Luís, na mesma cidade e de S. Joaquim em Chaves, e ainda do Seminário de Vila Real.
Pessoa simples, modesta e bondosa, tinha inclinação nata para as ciências naturais, tendo sido um apaixonado cultor da zoologia, da mineralogia e da física. Foi etnógrafo e arqueólogo apaixonado, tendo colaborado nas revistas A Portugália e Arqueólogo Português. Aqui, na Póvoa, fundou um Museu nos baixos da casa de seu pai (onde está a relojoaria Mendonça), que depois passou para o rés-do-chão da sua residência, na rua Direita (actual Manuel Silva), nº 28.
Ainda chegamos a conhecer o Museu Brenha, com as suas colecções variadas dispostas por secções: mineralógica, etnográfica, numismática, zoológica, etc. Referimos, também, as citações ao Museu Brenha, deixadas por Cândido Landolt, Dr. José Leite de Vasconcelos, professor Dr. Joaquim Pires de Lima e Viriato Barbosa. Estudioso, autodidacta, de espírito engenhoso e de uma habilidade extraordinária, ele próprio embalsamava (e muitíssimo bem) os animais que, depois, expunha no seu Museu, devidamente classificados até ao género, espécie e variedade, acrescentando o nome vulgar.
Quando o Rei D. Carlos I, veraneante nas Pedras Salgadas (local que o Padre Brenha paroquiava), se deslocava à serra de Bornes, era acompanhado pelo Padre Brenha, então Reitor de S. Martinho, daqui nascendo uma certa intimidade e convivência entre ambos.
O Padre José Brenha escreveu A Póvoa foi romana, na Estrella Povoense de 2 de Outubro de 1898; e, da sua colaboração na Portugália destacamos: Dolmens ou Antas no Concelho de Villa Pouca de Aguiar (Trás-os-Montes) – I, págs. 691-706 e As Necrópoles Dolménicas de Trás-os- Montes – I, pág. 687.
O Padre José Brenha, pela sua dedicação à arqueologia, foi nomeado sócio correspondente da Real Associação dos Arquitectos portugueses, em sessão de 02 de Outubro de 1892.
Ainda na Póvoa, foi o Padre Brenha um dos reorganizadores da Real Associação dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Varzim, em 06.01.1982 (Associação que havia fundado em 01.10.1877, com o nome e Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Varzim).

BARBOSA, Jorge – Toponímia da Póvoa de Varzim. Póvoa de Varzim Boletim Cultural. Póvoa de Varzim: Câmara Municipal, Vol. XIII, nº1 (1974), p. 118.



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às 23:33

PESSOAS DO CONCELHO DE AGUIAR

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 25.11.09

Vila Pouca!

 ENCONTREI, AO ACASO, ESTA FOTO, E TEXTO,  SOBRE ALGUÉM DE VILA POUCA QUE JÁ FALECEU. QUEM SERÁ? O BLOG ONDE A ENCONTREI TEM O NOME DE "TERCEIRA COMPANHIA DE FUZILEIROS"



"Na passada quinta-feira passei por cima do viaduto da A24 que atravessa todo o vale transmontano na zona de Vila Pouca de Aguiar. Veio-me à memória o recado que recebi sobre o falecimento do nosso camarada Augusto Leal Aguiar, em 15 de Março de 2006. Gostaria de ter parado e dar uma espreitadela no cemitério lá da terra, e ver se encontrava a sua sepultura, mas era tarde e não era eu o dono do volante, por isso não foi possível. De qualquer modo, nem tão pouco sei se ele está lá sepultado, mas era uma tentativa de o descobrir. Não está nada perdido, hei-de ter outras oportunidades para o fazer e com mais tempo para tratar do assunto com a calma que ele merece."

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às 22:46

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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