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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


CARAMBOLA HUMANO

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 29.03.10

Algo vai mal nesta civilização de lares de idosos abandonados.

 

O ser humano não pode morrer assim. Os pais e as mães devem ser pais e mães para sempre.  Os filhos e filhas também. Mesmo que morram antes do tempo, os pais são eternos progenitores dos seus filhos. Um pai não é apenas o dono fortuito de um espermatozóide que teve o destino de gerar um filho. Uma mãe não é apenas um útero procriador. Os pais só o são plenamente junto dos  filhos. Os filhos só o são totalmente ao pé dos seus pais..

Os pais não deviam ter outra casa para morrer senão a sua.

 

Algo está podre nesta civilização de lares de terceira idade.

 

Seria cruel os pais entregarem os filhos, nos primeiros tempos de vida destes, a instituições que os guardassem de dia e de noite. Logo, também será de evitar que isso aconteça aos pais, nos últimos tempos de vida.

Assim como se dispensam do trabalho o pai ou a mãe nos primeiros tempos de vida de uma criança; também os filhos devem ser dispensados, nos últimos tempos de vida dos  pais.

 

Não há dignidade humana quando os filhos não cuidam dos pais por amor. Mas apenas os vão visitando para evitarem a crítica impiedosa dos seus vizinhos.

As crianças são tão belas por fora como os idosos o são por dentro. Por isso façamos por eles aquilo que somos capazes de fazer por elas.

Deus que é Deus é a mais velha das criaturas. E ninguém pensará deixá-lo sozinho, abandonado, num Lar qualquer do Universo.

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às 22:35

O QUE FARIA EM PARIS?

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 29.03.10

 

Não faria!

Deixaria que Paris fizesse  por mim,

O que, aliás,

Sempre fez.


Como

Aquela dádiva,

De estremecida emoção,

Que sempre senti

Ao tocar-lhe no rosto.

 

Ou o afecto

Com que  me envolve,

De intenso “glamour”.

 

A doce surpresa

Com que me espanta  

Pela eterna novidade

Das suas ruas

Das praças

E monumentos.


A fantástica orgia de luzes

Que me ofusca

E cativa o olhar.


O enleio maternal

Que me enleva no sonho.

 

E o espasmo universal e cosmopolita

Que me enche a alma,

De ilusões

Que se tocam

Cheiram

E vêem

 

Mas nunca são

Aquilo que são,

Pois não vão além 

De um golpe de asa

Que lança o seu vôo

No ar límpido 

De uma quimera.

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às 15:25

A ETERNA NOSTALGIA DE UMA CIDADE

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 29.03.10

 

A minha imaginação voltou a Paris cavalgando o pensamento, essa besta sempre arreada e pronta para a viagem.

A bela cidade que Napoleão coroou de soberbos monumentos, lá estava: imponente, imperial e organizada; limpa e a palpitar de vida; as “térrasses” dos cafés cheias, feericamente enfeitadas, hospedeiras fantásticas de transeuntes de corpos já regelados do frio vindo de Norte.

A Torre Eiffel parecia grudada ao céu de Paris. Tão alta como bela, aos meus olhos alucinados transfigurou-se num candelabro resplandecente, numa orgia fantástica de luzes.

Os Campos Elísios eram um largo rio que transbordava de gente, fluindo pelas suas “margens”.

O omnipresente “Métrô” engolia aqui e ali, multidões várias de raças , levando-as, enlatadas, pelas tortuosas entranhas da urbe.

Os “Boulevards” formigavam de trânsito, escorriam de gente. Autocarros panorâmicos abarrotavam de curiosos turistas de cachecol a esvoaçar. E o frio gelava os ossos dos menos agasalhados.

Nas fontes geladas do Jardim do “Luxembourg” figuravam cristais multiformes de seres estranhos e surpreendentes .

O colossal “Louvre”, à beira Sena, lembrava a eternidade rija e fixa da pedra a desafiar a transitoriedade da água que passa.

E os barcos, espectadores de dramas que ficam e alegrias que passam, desciam e subiam o rio, fascinados com o sumptuoso passado do “Louvre”. Este, através da sua cristalina pirâmide de vidro, parecia esforçar-se por desvendar o futuro, quem sabe se reflectido nas águas barrentas do Rio Sena.

O “Quartier Latin” palpitava de literatura humanista. Sartre espreitava Minerva em cada esquina dos Boulevards. Rajadas de vento invernal sopravam nas folhas soltas de versos de Victor Hugo.

A omnisciente Sorbonne, à sombra do imortal Panthéon, refulgia, sábia, sóbria e secular.

E os bouquinistes espraivam livros nas margens do Rio, vendendo ilusões ao desbarato.

E no regresso, ao deixar, com saudade, a inigualável cidade Luz, fiquei longamente a pensar em tantas vidas ali sonhadas, e a recordar tantos sonhos ali vividos.

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às 11:54

AGOSTINHO RODRIGUES E MANUELA GOMES DESEJAM A TODOS OS PARADENSES UMA PÁSCOA FELIZ

por cunha ribeiro, Domingo, 28.03.10

Agostinho e Manuela, agradecem do fundo do coração a amabilidade que tiveste para connosco ao desejar-nos uma Páscoa feliz. Neste mesmo momento em que te estou a escrever, foi por ter acabado de ver o que puseste no BLOG a nosso respeito. Do mesmo modo-retribuo para ti e toda a tua família uma Páscoa muito feliz, não esquecendo todos os Paradenses, extensivo a todos os amigos.
Um abraço do Agostinho e beijos da Manuela para todos.
 

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às 22:19

JOSÉ ANTÓNIO SARAIVA A PENSAR COMO EU

por cunha ribeiro, Domingo, 28.03.10

Ou quase... como eu. É que eu não seria tão complacente e compreensivo em relação ao que ganham as vedetas do futebol... Mas, enfim, subscrevo quase todo o texto de J.A. Saraiva. Por isso ele aqui vai para quem o quiser ler: 

O que ganha o país com este homem?
26 March 10 10:01 AM

Os jornais revelaram recentemente os principescos vencimentos de alguns gestores de empresas.

Sempre achei miserabilistas as posições daqueles que mostram grande indignação perante os ordenados chorudos – posições que, por vezes, denunciam uma certa inveja.

Assim, nunca alinhei no coro dos que se revoltam contra o que ganham Mourinho, Cristiano Ronaldo & companhia.

A verdade é que Ronaldo,  Mourinho e poucos mais são praticamente únicos no mundo.

Muito pouca gente (ou ninguém) no planeta consegue fazer o que eles fazem.

E isso torna-os insubstituíveis e tem um valor.

 

Diferente, porém, é o caso de alguns gestores cujos ordenados e prémios foram divulgados.

José Penedos será único e insubstituível? Rui Pedro Soares será único e insubstituível?

A favor dos seus robustos ordenados, há quem alinhe vários argumentos:

1. Os vencimentos que recebem são inferiores àqueles que se praticam a nível internacional no respectivo sector;

2. Estes gestores contribuem para os elevados lucros das suas empresas, devendo ser premiados por isso;

3. Se não lhes pagarem bem, as empresas arriscam-se a perdê-los.

 

Ora, nenhum destes argumentos é válido.

Vejamos:

1. A maioria destes quadros de que estamos a falar não chegaria a ocupar na Alemanha, em Inglaterra ou em França os cargos que ocupa aqui. Alguns dos nossos presidentes de empresas não seriam mais do que chefes de secção no estrangeiro. Além disso, o nível de vida na maioria desses países é muitíssimo superior ao nosso, pelo que os ordenados não são comparáveis: a vida em Lisboa é duas ou três vezes mais barata do que em Berlim, Londres ou Paris;

2. Com raras excepções, as empresas de que estamos a falar teriam os mesmos lucros com estes gestores ou com outros; além de que se pagam prémios de gestão em empresas que dão prejuízo;

3. Estes quadros não representam uma mais-valia para as empresas – as empresas é que representam uma mais-valia para eles. Se alguns deles saíssem, as empresas não perderiam  nada e eles perderiam muito.

 

Acresce que em época de crise, quando se pedem sacrifícios às pessoas, é imoral saber-se que um gestor ganha 5 mil euros (mil contos!) por dia.

Se a igualização é indesejável, o contrário é revoltante: para uma pessoa que trabalha oito horas todos os dias e leva para casa 500 euros ao fim do mês deve custar muito ver, na mesma empresa, pessoas que passam o dia de costa direita receberem todos os meses 70 ou 80 mil euros – e mais um milhão ao fim do ano.

Estas situações geram um clima que funciona como uma panela de pressão – e se arrisca um dia a explodir.

Os contrastes brutais provocam a revolta – e acabam por desmotivar os que se sentem injustiçados.

 

Mas ainda não é este, para mim, o ponto decisivo.

A questão decisiva é a seguinte: que contributo dão à sociedade algumas destas pessoas?

Elas dão à sociedade mais do que recebem – ou, pelo contrário, recebem mais do que dão?

Tenho as mais fundadas dúvidas de que muitos destes administradores que recebem principescos ordenados e prémios dêem mais à sociedade do que recebem.

A maioria deles dá menos.

Ou seja: são pessoas que dão prejuízo à sociedade.

Em lugar de ser a sociedade a dever-lhes o contributo do seu saber, do seu empenho, da sua dedicação, são elas que devem à sociedade um nível de vida artificial, que não está de acordo com o que produzem.

 

Numa linguagem crua, mas verdadeira, estas pessoas são parasitas da sociedade.

Alguns desgraçados (e desgraçadas) que ganham 500 euros por mês, e levam uma vida inteira a trabalhar sem passarem da cepa torta, têm de contribuir para sustentar o nível de vida desses senhores que se passeiam em carros de luxo, vão para hotéis de 6 estrelas, viajam de avião em primeira classe e vivem em casas de cinco ou mais milhões de euros.

Isto é que é chocantemente imoral.

 E nenhum regime o deve aceitar

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às 12:34

OS BIVALVES DO RIO BESSA

por cunha ribeiro, Domingo, 28.03.10



Eu cá, embora advirta que sou leigo na matéria, e portanto posso estar a dizer disparates, admito que os bivalves do RIO BESSA tenham problemas de sobrevivência, se a água começar a faltar por ali. Agora, por causa de uma barragem !!!???

Então com a barragem não passa a existir mais água naquele lugar?


Dulce Pássaro, que falava à margem da inauguração da Estação de Tratamento de Águas Residuais de Chaves, referiu que está a ser equacionada a não construção da barragem, incluída na "cascata do Alto Tâmega" concessionada à espanhola Iberdrola.

O Estudo de Impacte Ambiental do aproveitamento hidro-eléctrico do Alto Tâmega, que incluiu a construção de quatro barragens - Alto Tâmega, em Vidago, e Daivões (ambas no rio Tâmega) e Gouvães e Padroselos (afluentes) -, está em consulta pública até 14 de Abril.

No decorrer da elaboração do EIA foi descoberto o mexilhão de rio do norte, Margaritifera margaritifera, uma espécie rara protegida pela legislação nacional e europeia e que em 1986 chegou a ser dado como extinto em Portugal.

A construção da barragem de Padroselos implicaria a eliminação desta colónia de bivalves e, por isso, o EIA revela já um "possível cenário alternativo do projecto", que passa pela exclusão desta barragem aumentando a potência prevista para Gouvães.

A ministra Dulce Pássaro referiu que a decisão final será tomada após a consulta pública, recolhidos e analisados os contributos dos participantes.

A construção das quatro barragens do Alto Tâmega está a ser contestada pelas populações afectadas, autarcas, universitários e ambientalistas, que se mostram preocupados pela dimensão da albufeira, qualidade da água ou alterações no clima.

Dulce Pássaro recebe terça feira os autarcas de Chaves, Vila Pouca de Aguiar, Boticas, Ribeira de Pena, Montalegre e Valpaços, que vão aproveitar para entregar à ministra um estudo alternativo elaborado por especialistas da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.

A ministra destacou os aspectos positivos decorrentes da construção das barragens referindo que, em primeira linha, vão ajudar a defender o ambiente porque vão produzir energia renovável e diminuir a emissão de gases com efeito de estufa.

"Depois, também vão ajudar a diminuir a nossa dependência energética das fontes tradicionais e o desequilíbrio da nossa balança de pagamentos. Para além disso, criam emprego na fase de construção e depois ajudam a desenvolver outras actividades como turismo ou actividades agrícolas", salientou.

Dulce Pássaro frisou que o plano nacional de barragens "é uma excelente opção para o país".

A Iberdrola já pagou ao Estado, em Janeiro do ano passado, um prémio de concessão no valor de 303 milhões de euros pela exploração das barragens durante 65 anos.

O empreendimento deverá ter um total de 1.135 megawatts (MW) de potência e uma produção eléctrica anual de 1.900 gigawatts/hora (GWh), equivalente ao consumo de um milhão de pessoas.

Este complexo hidro-eléctrico representa um investimento de 1700 milhões de euros e estima-se que vai criar, durante a fase de construção, cerca de 3500 postos de emprego directos e 10.000 indirectos.

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às 11:25

UMA GRELHA PARA PASSOS COELHO

por cunha ribeiro, Domingo, 28.03.10

 

A vitória de Passos Coelho o que é que traz ao país que o possa animar?

Em minha opinião:

Traz ao país mais crédulo e mais optimista, a esperança.

Esperança que, enfim, Sócrates tenha de enfrentar um líder da oposição, com fato de Primeiro Ministro. Capaz de lhe fazer frente, sem ambiguidades, nem pedras no sapato.

E traz ao país mais experiente e mais lúcido, bastante desconfiança.

Traz-lhe desconfiança, porque há ainda uma imensa névoa a pairar à volta de Passos Coelho e da sua, porque não dizê-lo, facção partidária.

É bom de ver que Passos Coelho tem a grande vantagem de poder sacudir muito do pó acumulado há décadas na sede do PSD nacional. As “teias de aranha” estão por lá, pelos cantos, a “decorar” a casa, há tempo de mais. Ora, Passos Coelho tem a vassoura na mão, é só agitá-la como e quando quiser.

Mas será que o novo líder laranja logrará fazer a limpeza da sede, sem arranhar alguma “mobília”, sem machucar ninguém no caminho?

Uma coisa parece certa: Se Passos Coelho não for capaz de limpar o partido, tirando de lá o que só serve de entulho, iremos ter mais uma experiência falhada.

Mas mesmo que o consiga fazer, não pensem que tudo estará resolvido. É que, se existe entulho que sai, também existe entulho ( e muito )que quer entrar, na “enxurrada” ( das eleições).

Ora, também aí o novo líder PSD terá de estar muito atento. Talvez nem fosse má ideia socorrer-se de uma grelha bem apertada, e colocá-la à porta da entrada, para “coar” tudo o que fosse lixeira.

E qual seria a grelha, ou o crivo, que Passos Coelho deveria utilizar?

Essa já é uma questão ideológica, com muito pano pra manga, por isso não cabe no curto espaço do texto que aqui vai acabar.

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às 11:08

UMA BOA PÁSCOA PARA TODOS

por cunha ribeiro, Sábado, 27.03.10

É bem verdade que não somos todos iguais. Mas também é verdade que há um núcleo fundamental  que ou é igual em todos nós ou anda lá muito perto.

Digo isto ao pensar no projecto que idealizei com a criação deste blog. Parti do princípio que iria ser um lugar de "convívio" de, pelo menos, a maioria dos paradenses espalhados por esse mundo além.

É claro que, numa pequena parte, esse ideal concretizou-se:

 De Lisboa veio desde logo a adesão pronta e voluntariosa do nosso conterrâneo AGOSTINHO RODRIGUES e da MANUELA GOMES, aos quais quero desejar uma Páscoa feliz junto de toda a família ( mas devo dizer que tenho bastante pena que a restante família GOMES tenha ficado muito silenciosa, não tendo tido o mínimo gesto de aproximação...);

 Ainda de Lisboa, às vezes, temos cá a TERESA CUNHA. Boa Páscoa Teresa e família!

 Em Palmela temos tido um acompanhamento  quase diário do nosso também conterrâneo FRANCISCO TEIXEIRA, a quem desejo também uma Páscoa muito Feliz, esteja onde estiver;

 No Brasil há muita gente que nos visita, e o ANDRÉ RIBEIRO, que é primo,  sempre que pode cá vem ao Blog fazer uma visitinha. Uma boa Páscoa também para o André e demais família;

 Do Porto, tem vindo até nós, com alguma frequência, a OTÍLIA DIAS. Boa Páscoa, Otília!

 Em Paris é a CÂNDIDA que faz as honras da casa. Para ela João e filhos uma Páscoa muito, muito feliz.

 Mas ali perto da grande Cidade Luz, vive outra paradense que nos descobriu há bem pouco tempo. É a SANDRINE. Boa Páscoa Sandrine, Inês e restante família!

 E há ainda mais alguns paradenses que nos vão visitando, mas não deixam quase rasto nenhum, infelizmente. Uma Páscoa feliz também para eles.

 E para terminar, uma especialíssima mensão a ANTÓNIO CASTANHEIRA, um nosso companheiro já clássico. E muito participativo. E não é natural de Parada! Todavia, pela grande adesão ao BLOG "PARADA DE AGUIAR", já está na hora de lhe entregar a medalha de cidadadão honorário da nossa aldeia. Mas para isso teremos de falar com o responsável pela atribuição: O nosso JOÃO BAPTISTA RIBEIRO, outro visitante quotidiano do Blog.

 

 

 

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às 22:57

À ATENÇÃO DO CONCELHO DIRECTIVO DE PARADA DE AGUIAR

por cunha ribeiro, Sábado, 27.03.10

Plantar Portugal em Novembro

Depois da iniciativa Limpar Portugal, que juntou voluntários para a limpeza de florestas e zonas verdes no passado dia 20 de Março, o movimento cívico Plantar Portugal está a lançar um novo apelo à participação dos municípios e de voluntários para a reflorestação do país no mês de Novembro.

A iniciativa Plantar Portugal agendou de 23 a 28 de Novembro a Semana da Reflorestação Nacional, apelando à participação dos municípios e de voluntários para “plantar com respeito pela biodiversidade e pelas espécies autóctones”.

De acordo com Hélio Lopes, um dos promotores da iniciativa, a organização pretende começar a criar bancos de árvores por concelhos e por equipas que serão posteriormente utilizadas na Semana da Reflorestação Nacional.

O Instituto da Conservação da Natureza e Biodiversidade apoia o movimento Plantar Portugal, que instituiu também este ano o Prémio Arvore de Cristal, atribuído ao arquitecto paisagista Gonçalo Ribeiro Teles.

 

O MEU COMENTÁRIO:

 

O Viveiro de Parada de Aguiar está a precisar de árvores como o faminto precisa de pão para a boca.

Pois bem, aqui está uma iniciativa a ser levada a sério pelo Conselho Directivo do Baldio de Parada de Aguiar, pela Junta de Freguesia de Soutêlo, e pelo Município de Vila Pouca.

 

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às 19:05

CALMA QUE VILA POUCA HÁ-DE ADERIR ( MAS JÁ JÃO ESTARÁ ENTRE OS TRINTA PRIMEIROS MUNICÍPIOS A FAZÊ-LO)

por cunha ribeiro, Sábado, 27.03.10

‘A Minha Rua’ chega aos 30 Municípios com Adesão de Alvaiázere e Sabrosa

A partir de hoje, dia 26 de Março, Alvaiázere e Sabrosa integram o projecto de participação cívica “A Minha Rua”. Com estas adesões são já 30 as Câmaras a aderir a esta iniciativa, que permite aos cidadãos comunicar as mais variadas situações relativas a espaços públicos e sugerir melhorias directamente à autarquia correspondente.

Alvaiázere e Sabrosa são as mais recentes Câmaras a aderir a este projecto que começou com cinco municípios e conta já com 30, esperando-se que continue gradualmente a crescer. Disponível a partir do Portal do Cidadão, ao utilizar “A Minha Rua” os cidadãos podem assinalar directamente no mapa ocorrências que queiram ver resolvidas, juntar fotografias e serão informados pela autarquia através de e-mail assim que a situação fica resolvida.

Estas últimas Câmaras vem juntar-se a Abrantes, Alcanena, Ansião, Arganil, Batalha, Braga, Borba, Campo Maior, Évora, Figueira da Foz, Figueiró dos Vinhos, Lousã, Mangualde, Miranda do Corvo, Murça, Nazaré, Óbidos, Oeiras, Oliveira de Azeméis, Ourém, Ovar, Pombal, Portalegre, Sabugal, Sobral de Monte Agraço, Sousel, Trofa e Vieira do Minho, municípios já abrangidos pela iniciativa.

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às 18:58

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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