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ela, 2. antonio candido . 8341659518_ecc98db9f2_m . Cândida dos Reis Dias Pinto . minha foto. agostinho ribeiro . agostinho . francisco gomes .

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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


O PASSEIO "AMÁLIA RODRIGUES", EM PARIS

por cunha ribeiro, Sábado, 31.07.10

Pedi, na altura da inauguração, a uma amiga, que tirasse uma foto ao "Passeio da Amália", em Paris. Ela não o pôde fazer. Por isso, achei curiosa e oportuna esta foto que "desviei" do Blog do nosso já conhecido Embaixador Seixas da Costa, que o colocou no seu Site com outro objectivo...

De facto, a leitura desta foto sob o título que Seixas da Costa utilizou, é de uma ironia surpreendente.

Mas quem quiser saber do que falo, vá ao Google e escreva só isto "Duas ou Três Coisas". E entre no Blog do Embaixador. Um Blog com um sucesso espantoso, visto o número de visitantes que já conta no seu "currículo".

 

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às 17:30

QUEM COMPRA A MINHA ESPINGARDA DE PRESSÃO?

por cunha ribeiro, Sábado, 31.07.10




Está à venda.

 

 

Não apenas por uma maior consciência ecológica da minha parte, mas sobretudo pelo anúncio

 

 

"governamental"


Isabel Alçada salientou os progressos portugueses

 

de que....

 

" OS CHUMBOS

 

VÃO ACABAR...."



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às 16:55

PARADA À ESPERA

por cunha ribeiro, Sábado, 31.07.10


 

 

 

Que Parada de Aguiar, a mais antiga,  venha um dia a ser uma aldeia mais bonita é um desejo de alma.

Oxalá surjam, entre os mais responsáveis, pelo menos algumas cabeças que pensem a aldeia, não apenas como uma rede de caminhos, como tem acontecido até agora, mas como um todo, onde se valorizem as ovelhas, as cabras, as vacas e os bois; mas também a fonte, o tanque, a escola, a capela, o largo e a rua.

Civilizar não é só compor caminhos ou construir casas novas; civilizar é valorizar o que já existe, que nos liga ao nosso passado e nos faz reviver as nossas memórias.

As mais belas aldeias de Portugal são aquelas que requalificam o seu passado, seja reconstruindo casas particulares que caem, seja restaurando obras comuns que envelhecem.

Em Parada , infelizmente, há ainda poucos exemplos de como se deve agir para que a aldeia se transfigure, e mostre a quem a visite a sua beleza mais genuína e natural. Entre esses raros exemplos destaco dois: a recuperação das fachadas de duas casas: a do Sr. Diamantino, na Cruz Carreira, e a do António Almeida. Um e outro tiveram o gosto apurado no restauro das suas casas. Por isso os dois estão de parabéns.

Mas há ainda muito a fazer: A Torre da Capela ( de que já falei noutro post) deveria harmonizar-se com o restante edifício; a fonte do mouro ser limpa e embelezada; o moínho recuperado; a fraga do "Iteiro" reconverter-se naquilo que é - um santuário medieval; os canastros, símbolo de toda uma região, mereciam ser restaurados; a escola . esse crime de lesa património que  se prolonga no tempo - espera ainda a sua reconversão; o Viveiro anseia por uma via digna que leve as pessoas de carro pela aldeia até lá; e deve ser reflorestado e readaptado a uma função que o torne um sítio mais aprazível, procurado por quem viaja pelas nossas terras, um lugar a visitar com frequência. No Viveiro, aliás, poderia funcionar a preceito um parque de campismo.

Parada continua à espera quase justificando o seu nome.

Oxalá, não espere muito mais tempo.


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às 01:10

EM CAUSA PRÓPRIA - UM LIVRO EM DESTAQUE NA LIVRARIA "BUBOK"

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 30.07.10

VIAGEM DE UMA VIDA

por cunharibeiro

 

Autor: Cunha Ribeiro
Categoria: Viagens, tempo livre e ócio
Subcategoria: Viagens e Guias turísticos
Páginas do livro: 18
Tamanho: 216x279
Estado: Público

 

 

2 horas de leitura
OPÇÕES DE COMPRA
8.73€
<input ... > Impostos e envio não incluídos
5.00€
<input ... >
Está incluido sem nenhum custo adicional o livro em formato ePub

Sinopse

Quatro amigos decidem viajar juntos. O destino?  Por Aí Além.

E lá foram pelas estradas do Norte de Espanha, talvez para fugir à "torreira" de calor que, nesse ano, incendiou toda a Europa.

Atravessaram pela primeira vez a magestosa  orla mediterrânica, do Sul de França.

Até que...

San Remo lhes anunciou outro país e outra viagem...

Uma viagem sem mácula; irrepetível; e extraordinariamente balsâmica.

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às 22:02

OS CURSOS DE ACESSO MAIS DIFÍCIL E MAIS FÁCIL ÀS UNIVERSIDADES PORTUGUESAS

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 30.07.10

10 CURSOS MAIS DIFÍCEIS

 

CURSO INSTITUIÇÃO ÚLT. COLOCADO VAGAS

Medicina Univ. do Porto 185,2 245

Medicina U. Porto/Inst. Abel Salazar 183,7 155

Medicina Univ. do Minho 182,7 120

Medicina Univ. de Coimbra 181,7 254

Engenharia Biomédica Univ. do Minho 181,6 50

Medicina Univ. de Lisboa 180,7 295

Bioengenharia Unic. do Porto 180,5 60

Arquitectura Univ. do Porto 180,0 120

Medicina Dentária Univ. de Coimbra 179,8 42

Medicina Univ. Nova de Lisboa 179,2 230

 

10 CURSOS MAIS FÁCEIS

 

CURSO INSTITUIÇÃO ÚL. COLOCADO VAGAS

Eng. Elect. e de Comput. I. P. Setúbal 95,0 81

Educação Básica I. P. Bragança 99,6 70

Matemática Univ. do Minho 101,6 49

História de Arte Univ. de Lisboa 102,0 45

Engenharia Civil I. P. Bragança 102,3 75

Gestão de Rec. Humanos I. P. Guarda 102,4 50

Eng. Mecânica (pós-lab.) I. P. Lisboa 102,6 35

Marketing I. P. Guarda 102,8 35

Matemática Univ. Nova de Lisboa 102,8 25

Geografia Univ. de Lisboa 103,0 130

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às 17:34

SER INFLUENTE - O "CHEQUE VISADO" PARA UM UM LUGAR AO SOL

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 30.07.10

 

Grupo brasileiro é hoje o maior accionista da Cimpor

Armando Vara a caminho da Camargo Corrêa

30.07.2010 - 11:18 Por PÚBLICO

 

11:18 PÚBLICO

Depois de ter saído do BCP no início de Julho, o antigo ministro socialista prepara-se para assumir funções no grupo brasileiro que passou este ano a maior accionista da Cimpor.

11:18 PÚBLICO

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às 15:11

JOSÉ MANUEL FERNANDES, OPINA, E MUITO BEM, SOBRE O ENSINO QUE TEMOS

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 30.07.10

Opiniões – José Manuel Fernandes

Posted by Paulo Guinote under MegalomaniasOpiniõesRede Escolar
[7] Comments

 

No Público de hoje:

Como se continuam a destruir as escolas portuguesas

Os alegados defensores da escola pública são os seus maiores inimigos. Porque não respeitam alunos e famíliasEstamos na última semana de Julho e há pais a receber em casa cartas a dizerem-lhes que os seus filhos vão mudar de escola. A darem-lhes – teoricamente – a oportunidade de se manifestarem contra essa mudança. E cartas que são assinadas por entidades cuja designação faz lembrar o gonçalvismo: “comissões administrativas” nomeadas para os novos mega-agrupamentos. Comissões que, formalmente, só entram em funções a 1 de Agosto – mas que já estão a assinar cartas.

Isto que se está a passar um pouco por todo o país – desde as aldeias remotas do interior a concelhos das duas grandes áreas metropolitanas – não é incompetência e, muito menos, voluntarismo para “fazer andar as coisas mais depressa”. Isto que se está a passar e está a desorganizar a vida de centenas, talvez milhares de escolas e de um número incalculável de famílias é apenas a mais recente manifestação de autoritarismo e centralismo do monstro da 5 de Outubro. Tudo porque no nosso sistema educativo os cidadãos valem pouco e os funcionários – sobretudo os funcionários mais papistas do que o papa – valem muito.

Tudo começou com duas ideias aparentemente boas: uma, a de que seria importante encerrar todas as escolas com menos de 21 alunos, pois, nestas, o grau de aprendizagem é pior e as crianças não socializam; outra, a de que se poderia gerir de forma integrada a rede de ensino, associando sob a mesma direcção os vários níveis de escolaridade.

É certo que qualquer destas ideias tem problemas. O principal óbice ao puro e simples encerramento de muitas microescolas é que estas são dos últimos sinais de vida em regiões do país totalmente desertificadas e envelhecidas. Perdendo a escola, não perdem apenas a companhia dos miúdos durante o dia, por vezes também perdem os seus pais. Por lá vive-se um definhamento que pagamos caro – que pagamos, por exemplo, nas vagas de incêndios florestais que enfrentamos todos os anos.

Já a teoria de que os mega-agrupamentos podem ser mais eficientes desafia experiências recentes em países como a Finlândia ou os Estados Unidos, que recomendam o regresso a escolas de “dimensão humana”. Ora, de acordo com os dados oficiais, a média do número de alunos por mega-agrupamento é de 1700. Pior: muitos desses alunos estão espalhados por escolas diferentes, que perderam as suas chefias próprias e que agora foram reunidas porque, tal como fizeram com África as potências coloniais, os personagens de Kafka que habitam as Direcções Regionais de Educação pegaram na regra e no esquadro e trataram de cumprir as metas de “racionalização” definidas pelo poder central. Resultado: nos distritos de Viana do Castelo e de Aveiro ficaram no mesmo agrupamento escolas que distam 40 km entre si; no de Braga há um caso em que essa distância sobre para 60 quilómetros. Em muitos concelhos os mega-agrupamentos agrupam 20, 30, 40, 50 escolas diferentes e, pelo menos num caso, a demência foi ao ponto de juntar 63 escolas sob a mesma “comissão administrativa”.

Vamos admitir, mesmo assim, que é bom eliminar todas as escolas com menos de 21 alunos e agrupar as escolas demasiado pequenas. Se existisse apenas esse objectivo, o processo teria de decorrer exactamente ao contrário. Nunca poderia ser uma direcção regional a convocar os directores das escolas e a ordenar-lhes o que deviam fazer. Nunca poderia comunicar-lhes que agora iam “fundir-se” e que, ou se entendiam sobre a nova “comissão administrativa”, ou ela decidiria por eles. Nunca poderia ignorar por completo os pais. Nunca poderia tratar as autarquias locais como parceiros menores. Nunca poderia deixar de prestar contas sobre, por exemplo, quanto dinheiro se poupa com a reestruturação e quanto se gasta, depois, em transportes escolares.

Não é só grave o atabalhoamento legal, que poderá levar pais e autarquias a desencadearem providências cautelares que tornarão ainda mais caótico o regresso às aulas. Não é só grave terem-se dissolvido arbitrariamente órgãos de gestão eleitos há poucos meses, e após um processo de envolvimento das comunidades que nem sempre foi fácil. Não é só grave reinar a opacidade, recusando-se o ministério a entregar a lista das escolas que vão fechar apesar de proclamar que serão (reparem na exactidão) 701. O que se passou e vai passar assusta porque revela, mais uma vez, um ministério que funciona de forma tão “iluminada” como autista. Um ministério para quem a realidade não passa de um empecilho à célere concretização das suas medidas esclarecidas.

Mas tudo isto podia ser bem diferente. Imaginem, por exemplo, que o ministério não tinha poder sobre as escolas, que apenas as podia fiscalizar e assegurar padrões mínimos de aquisição de conhecimentos realizando exames nacionais. Imaginem que as escolas eram responsáveis perante os seus utilizadores: os alunos, os pais, as comunidades locais, os educadores. Imaginem que tinham real autonomia e, face a um orçamento, procuravam fazer o melhor e, naturalmente, ter o maior número de alunos. Imaginem que as autarquias eram verdadeiras parceiras, mais próximas e mais responsabilizáveis do que os burocratas do ministério. Imaginem que as escolas públicas tinham liberdade para encontrarem, nas comunidades mais pequenas, a melhor forma de atender as necessidades locais e, nas comunidades grandes, para concorrerem entre si pela excelência. Imaginem que o sistema não discriminava as escolas privadas e que, se uma criança de uma família pobre quisesse ir para uma escola privada, poderia levar consigo o dinheiro que custaria ao Estado a sua educação se continuasse numa escola pública.

Estranho Portugal seria esse onde os cidadãos seriam mais senhores dos seus destinos do que os burocratas iluminados. Estranho Portugal esse onde o império da cunha e da pequena aldrabice daria lugar a relações transparentes e fiscalizáveis. Estranho Portugal esse que se pareceria com a Suécia, com a Dinamarca, com a Holanda. Estranho Portugal esse onde não oscilaríamos entre o dirigismo salazarista, o dirigismo leninista e o dirigismo socratista. E que belo Portugal…

O que se está a passar este ano com o fecho das pequenas escolas e com os mega-agrupamentos é Portugal deste regime no seu pior. Desta vez, ao contrário do que sucedeu com a avaliação de professores, nem sequer existe uma boa causa, há só burocracia, centralismo e autoritarismo em nome de uns centavos. Desta vez, por causa da época do ano, quase não há reacções. Mas desta vez está-se, ao mesmo tempo, a dar uma terrível machadada na única reforma recente do sistema educativo que ia na boa direcção: a que dava mais autonomia e mais responsabilidade às escolas. Só que essa reforma era uma contradição nos seus próprios termos: Portugal é o país em que o “chefe” quer, pode e manda.

Felizmente nem todos amocham.

 

 

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às 15:06

AGOSTINHO RODRIGUES E MANUELA GOMES DESDE A QUINTA DAS LARANGEIRAS

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 30.07.10

Ver IMG_2116.JPG na apresentação de diapositivos

Que raio de democracia é esta onde certos senhores têm vencimentos astronómicos e pensões de luxo, enquanto a maioria dos Portugueses que elegeram esses senhores para ocupar esses cargos, ganham vencimentos de miséria e reformas de mendiguice. Foi para isto que os capitães de Abril fizeram a revolução? Se foi para isto, melhor seria ter ficado quietos. Até porque alguns dos que tomaram parte activa na revolução e, até com livros já publicados, já deram a entender o desagrado e forma como o País está a ser governado.

A justiça não funciona. Quando funciona, é sempre a favor dos poderosos. Desde que haja dinheirinho com abundância é sempre a favor dos mesmos. Cometem os crimes, são inquiridos nos respectivos processos, vêm para a comunicação social chorar com lágrimas de crocodilo, jurando por tudo que são inocentes, afastam-se dos cargos, deixa-se de ouvir falar nos meninos durante alguns anos e, quando a sentença é pronunciada o Zé-Povinho já nem se lembra de quem é o respectivo senhor e este por sua vez, faz a vidinha dele à larga e à Francesa sem se preocupar com nada. É esta a situação actual em que vivemos. Por isso é que eles não gostavam do António das Beiras. Porque enquanto ele teve T……, nunca conseguiram dominá-lo, porque ele sabia muito bem quem o rodeava. Embora eu não tivesse muita simpatia pela pessoa em referência, hoje, talvez fizesse falta para domesticar certos meninos que andam por aí à solta e que têm a mania que são os maiores de tudo e de todos.

O Sr. Eng. Sócrates, 1º. Ministro de Portugal, anda muito preocupado com a situação que o País está a atravessar. Dá-me a impressão, embora eu seja um leigo na matéria, que o Sr. 1º. Ministro, está interessado que a oposição apresentasse uma moção de censura para que houvesse motivos à dissolução do Governo. Só que a oposição, também já demonstrou que não está interessada em formar Governo nesta altura do campeonato. Desta forma, ao P.S., não resta outra alternativa, senão descalçar a bota. Pois não foi este Governo P.S. que mais contribuiu para a instabilidade que o País está a atravessar? Embora se saiba que a crise é mundial, segundo os refinadíssimos técnicos competentes, mas se este Governo tivesse sabido orientar as respectivas verbas e não ter gasto mais do que aquilo que podiam gastar, talvez não estivéssemos na situação que estamos agora.

Termino com os meus respeitosos cumprimentos para todos os conterrâneos e amigos do BLOG de Parada de Aguiar.

Agostinho Rodrigues

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às 11:05

JUSTIÇA À PORTUGUESA

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 29.07.10

 

A justiça portuguesa continua de vento em popa. Condenam-se as formigas ( e já agora, os formigos), absolvem-se os Elefantes ( os Brancos e os outros...).

Não há tempo para interrogar primeiros ministros; e há todo o tempo do mundo para interrogar o comum cidadão.

Enfim, para acreditar na justiça... Só voltando a ser criança, onde tudo é possível... como acreditar que quem nos governa é tudo boa gente, inteligente,  bem intencionada, e a "sala-zelar" por nós...

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às 23:53

E NÓS PIMBA! ( TOCA A PAGAR)

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 29.07.10

 

Festas da Vila e do Concelho de Vila Pouca de Aguiar

Festas de Vila Pouca de Aguiar

 

Eu até acho que a "música pimba emanuelina" não é da pior. E como há muita gente que gosta, deve, por isso,  ser respeitada. Mas poderá alguém informar este Blog quanto vem ganhar o artista do "...E nós pimba?". Não é por nada, é só pra ver se a crise também toca aos artistas que invadem as festas pagos com o dinheiro do contribuinte...

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às 19:11

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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