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ela, 2. antonio candido . 8341659518_ecc98db9f2_m . Cândida dos Reis Dias Pinto . minha foto. agostinho ribeiro . agostinho . francisco gomes .

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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


PENSOS RACISTAS

por cunha ribeiro, Domingo, 31.10.10

Dizem que há por aí uma jornalista "famosa" que abraçou uma causa que, a ter sucesso, seria uma extraordinária vitória do ridículo e uma rotunda derrota do sério. É a causa dos "pensos higiénicos",
Pensos Natracare que, segundo a dita senhora/menina, têm uma cor  onde  perpassa um conceito racista subliminar. Para esta menina/senhora os pensos deviam ter todas as cores que existem à/na face da raça humana, para assim ser anulado o seu efeito racista. Ou seja. em África, pensos pretos; na China, amarelos.

Com uma jornalista deste calibre, atenta aos mais elementares pormenores raciais, Nelson Mandela que se cuide, pois rapida e higienicamente irá parar ao limbo do esquecimento, sendo substituído no trono anti-racista pela donzela inventora da teoria racista do penso higiénico.

 

CR

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às 19:40

Domingo de Outono

por cunha ribeiro, Domingo, 31.10.10

 

 

Lá fora a chuva e o vento. O Outono igual a si próprio: escuro, instável, perturbador.

Cá dentro, a vida, o pensamento, e um dia  em marcha outonal: cinzento, ventoso, irracional.

 

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às 09:52

João Paulo II "não viu" o Geraldo

por cunha ribeiro, Sábado, 30.10.10


João Paulo II visitava Braga naquele dia. Uma semana antes,  tínhamos  decidido ir , em família, à cidade dos arcebispos. O Geraldo, meu tio, prontificara-se logo:

- Há lugar pra mais dois?

Ficámos perplexos. Solitário por temperamento, ou mesmo por vocação, nunca solicitara nada a favor de ninguém. Por isso, um de nós indagou:

- Dois!?

- Sim. Tenho um garrafão de Valpaços. Uma pinga de trás da orelha pra beber numa fresca, em Braga.

Com um grão na asa, o Geraldo gerava, em quem o ouvisse, gargalhadas a fio. Era pois, garantia segura de alegrar a comitiva, de dois carros cheios até às costuras, na longa viagem. Claro que concordámos que iria connosco. No Renault do António ( meu primo) havia lugar "pra mais um"... O garrafão, esse, iria na mala, "mais longe da tentação"...

Lançados à estrada, pela manhã, chegámos a Braga cerca das 11 horas. Os carros,por interdição oficial de aceder ao Sameiro, ficaram os dois no sopé da montanha, nos arredores do Fraião.

A seguir, o início de uma longa subida até ao Santuário.

A estrada, Sameiro acima,era um novelo de curvas. De um lado e do outro, a natureza espraiava uma  exuberância incomum. Árvores de grande porte projectavam ramos ao seu redor, como largas abas de guardassóis gigantescos. Por entre torrões verdejantes, deambulavam alegres regatos de água límpida. Pequenos arbustos lambiam as gotas que saltitavam.

E nós , em fila, lá íamos estrada acima calcorreando o sameiro, lestos e desejosos de atingir o ermo papal.

O Geraldo, esse, começava a deixar-se vencer pela sede. De garrafão a tiracolo , era vê-lo escorrer suor pelas fontes. Havia lugares, onde a frescura da relva, e a sombra desenhavam na margem da estrada cativantes esplanadas, onde apetecia estender a toalha, e espalhar a merenda.

O Geraldo vinha a observar esses sítios com um desejo indisfarçável de  aí parar. Esperou o que pôde até proclamar o desejo que o torturava havia largos minutos. Sentar-se na berma da estrada, num dos seus recantos mais frescos, e fazer saltar, finalmente, a maldita rolha do garrafão.

Ninguém foi de encontro àquela vontade secreta.

Mas o Geraldo encontrou uma forma subtil de a sugerir:

- Que erva tenrinha! -Disse;  Se eu fosse burro comia  aqui já.

Gargalhada geral. Mas ninguém anuiu ao sugestivo convite. Nem um dos caminhantes lhe afagou o desejo. E a subida, quase no fim, continuou.

Eis-nos enfim no alto do monte.

Lá estava o escadario, enorme, repleto de gente. Ladeá-mo-lo e estendemos a manta e a toalha. O Geraldo pôde, finalmente, beber e comer. Nós acompanhámo-lo com a mesma voracidade.

Já bem aviados, fomos então ao encontro do Papa. A multidão apinhara-se a tempo e horas à entrada do escadario. Tivemos que inventar um acesso  mais radical do que esperávamos.

O Abílio e eu trepámos o muro já a meio do escadario. Tinha cerca de três metros de altura. O Geraldo quis seguir-nos os passos. Mas, não tinha já a destreza que certas idades permitem.  Junto do muro , havia sinais de uma recente limpeza e corte de varas de arbustos. Mas o corte oblíquo dos canos, acima do chão uns largos centímetros, tornava a superfície junto do muro um perigoso receptáculo a eventuais deslizes e quedas.

Ora, o Geraldo arriscou a subida ali mesmo, contando com a preciosa ajuda das mãos dos sobrinhos, desde a parte de cima do muro. E assim começou ele a subir com os pulsos presos pelas nossas mãos, que os apertavam como tenazes. A subida assim foi progredindo. Mas o Geraldo avisou, num tom sério e ameaçador:

- Livrai-vos de me deixar cair!  É morte certa! Olhai os tocos, parecem setas!

Ora nós, que estávamos a cumprir a nossa missão com toda a normalidade, desatámos, os dois , num súbito e imparável ataque de riso. E quanto mais o Geraldo se amedrontava, e praguejava, mais o riso nos despegava as mãos dos seus pulsos. A ponto de o termos suspenso apenas pelas pontas dos dedos, com os dois pés a abanar à procura do  muro. Perante  a iminência da queda, estancámos, finalmente, o riso, e num repelão , puxámo-lo pra junto de nós.

O Geraldo ficou uns minutos sentado, com ar de quem acabara  de ver a morte a seus pés, zangado connosco, convicto que quase o deixávamos morrer, trespassado pelos canos agudos, cortados, junto do muro, especialmente para a visita papal.

E andou meses a lembrar-nos a ocorrência, sempre em tom sério e  acusador:

- Sois uns garotos! Aquilo não se fazia nem ó pior inimigo!

O certo é que, por essa ou por outra razão, o Geraldo acabou por não ver o Papa João Paulo II, estando este a escassos metros de si.

Mas, por outro lado, teve a sorte de ter saboreado umas magníficas pataniscas de bacalhau, bem regadas pelo seu inseparável valpaços, na companhia da sua gente.

 

CR

 

-

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às 22:17

PESSOAS DE PARADA DE AGUIAR, meados do século XIX ( 1833)

por cunha ribeiro, Sábado, 30.10.10

Eis um extracto da GAZETA DE LISBOA, onde surgem alguns nomes de paradenses da época, que figuram como doadores de roupas (mantas, cobertores, etc., não sei com que objectivo). Interessante seria saber se algum dos nossos mais idosos paradenses se lembram destes nomes.Curiosamente, de Fontes aparece um doador com um nome muito conhec ido, hoje em dia ( Carujo).

 

CR

 

 

Extracto da Ordem do Dia N.' 66.

Quartel General no Paço de Braga, em 31 de

Maio de 1833.

Publtca-se áo Exercito o Avito , e Decreto

abaixo transcriptot:

1 Ilustríssimo e Excellentissimo Senhor,= EIRei Nos» o Senhor Manda temetter a V.Ex.*, para seu conhei mento, e do Exercito, a inclusa copia, assignada pe> Ofncial desta Secretaria d'£stado , António Xavier e Andrade Torrozào, do Decreto de 31 do corrente raez , pelo qual Houve por bem Nomear Seu Ajudante le Caqtpo, o Conde da Ega, Tenente de Cavallaria do ixercito. = Deos guarde a V. Ex.* Paço de Braga, m 31 de Maio de 1833. = Conde de Barhacena.— Ilustríssimo e Excellenlissimo Senhor Chefe do Estado >laior General.

Decreto.

Hei por bem , que o Conde da Ega , Tenente da Caallaria do Exercito , passe para o Meu Estado Maior ia qualidade de Meu Ajudante de Campo- O Conselho le Guerra o tenha assim entendido, efaça executar com >s Despachos necessários. Paço cm Braga, em trinta e Mim de Maio de mil nutocentos trinta e três. = Com a Rubrica de SUJ MAGESTADE.

Secretaria d'Estado dos Negócios da Guerra , em 21 le Maio de 1833. — Na ausência do Conselheiro Omcial rfaior, António Xavier de Andrade Torrosáo

.! < ■■ Ministério Dos Negócios Da Guerra.


Relação dai roupas, que para o Exercito tem (da Comarca de Villa Real) sido remet tidas pelo Doutor Corregedor do mesma Comarca, Albano Atitonio Rd? beiro de Sousa Almeida e Vasconccllos, por Donativos, que o mesmo Ministro conseguio dos Povos da dita Comarcai • . • 1 . i '■ ..i.i f >*• !.

■Villa Real. -** O Doutor Corre/redeor da Comarca 1 cobertor e 1 manta. Francisco José do Rego 1 cobertor. António Thomás de Benevides I manta. António Silvério Vieira de Sousa Pinto G varas de saragoça. José Pereira Pinto de Azevedo 1 manta. António de Queiroz 1 manta» Bertholdo José Fernandes 1 manta. João Baptista Pereira Coelho Monteiro 6 varas de saragoça. António Corrêa de Mesquita 3 mantas. Francisco Gomos Car». neiro 1 cobertor. António Teixeira Pinto l dito D. Rosa Rilta Barboza 1 dito. Francisco Pereira de Figueiredo 6 varas de saragoça. Francisco Rodrigues Cardozo 1 manta. Francisco Pereira Cardozo 1 dita. Jôsc Gomes Carneiro 1 dita. Lourenço Botelho Corrêa 6 varas de saragoça. Maria do Carmo Barboza 1 cobertor. Francisca Thereza Carneira 1 dito. Luiz Augusto Pinto 1 dito. Camillo de Araújo 1 manta. João Rodrigues Cardozo 1 dita. Manoel Peixoto da Silva 1 dita. Ignacio Botelho Silva de Barboza 1 cobertor. António Lopes 1 manta. António José' Ramiro e Rocha G varas de saragoça. Francisco António Teixeira Imanta. Joaquim Machado e Silva l cobertor. Thomás Pereira 1 dito. António Teixeira Pinto Machado 1 manta. Joanna Flabia 1 dita. D. Maiionna Antónia Figueiredo e Rocha ldita. Joaquim Maria Botelho de Lacerda 1 cobertor. José Gomes Corrêa 1 manta. João Pinto Corrêa da CoUa 1 dita. D. Maria Bragança 1 cobertor. António JoséDuarte 1 manta. José Luiz Caor-llo 1 cobertor. D. Luiza Teixeira de Carvalho ldito. Manoel Joaquim Alves Teixeira 1 dito; Gaspar António 1 manta. Jerónimo Botelho Machado Queiroz 1 cobertor. Braz G' nçalves Pt» reira 2 ditos. Francisco José da Silva Gomes 6 varas de saragoça. João Baptista Pinto de Azevedo 7 ditas. Martinianno Thomás Rodrigues 6 ditas. João Berpaido Al

vão 6 ditas. João da Costa Rebello 1 manta. Luiz Antonio <le JVIfi^.iIliãt*> o d11os. António Jacinto Alves Nunes 1 dita. Fianoisc»'Lencadia -1 dit-i. Maria doCarm© Rodrigues l cobertor. "MuriaTft» Carmo Barras .1 idilo. J<>âo Alves Hibeiro 2 mantas. Maria do Cartrro Caroeiro 2 ditas. Thereza de Bessa Leite Mourão 1 dita. D, Anna Lmilia 1 dita. José António Nunes da Cruz 1 dita. António Machado é Silva 1 cobeitor. Rafael José Teixeira da Costa 1 manta. António de Mello Vaz de Sampaio 3 dijas. jtoãe Tajjteira ^Je-Corvajbo 1 cobertor. Tlioinás |lnioiyo 4e Moraes 1 iWinta. José António 1 dita» i)uà^e Teixeira fCarneiro d* Fontoura 4 oobertores. Jori^tiina^Angelica de Araújo T manta. Filippe de Sousa Faria 1 dita. José Aljres_da_Npbrega 1 cobertor. José Carlos de Sousa 1 dito. António Teixeira de Azevedo Cabral 2 mantas. D. Antónia Rubiòa 1 dita,. Manoel Machado de Sousa 1 cobeitor. Fructuoso José dos lieis 1 mau: a. José Corrêa de Almeida 1 dita/.,.João da Mattos Rebello 1 cobertor, c 2 mantas. Maria Nunes 1 munia. José Alves Corrêa 1 cobertor. D.Maria José de Carvalha 1 ditoi, Domingos Marinho de Queiroz 1 manto. José Alves da Fraga 1 dita. Sebastião Maria da Nóbrega 2 ditas. José Paolo de Figueiredo 1 ditas. Manoel de Freitas (JoeUio 1 dita. José António Teixeira de Mel* lo e Niza 1 cobertor. A viuva de Joaquim Corrêa Nunes í manta. Os Religiosos de S. Francisco 1 cobertor, e 3 mantas. '" • | •

ftíta Pouca d' Aguiar. — José de Sousa Carvalho e Faria 4 m-amta, O Reverendo Luiz António de Sousa 1 manta. José Miguel Borges Imanta. Francisco José Gome» de GarVottò 1 mnntn. ÍGervazio Joaquim de Sonso 1 manta. Henrique Manoel Ferreira 1 manta. Maneei António de Medeiros 1 manta. José Balthazar Diniz 1 mania. António José de Sousa Abreu 1 manta. António Joaquim de Sousa 1 manta. Manoel Joaquim Moraes 1 monta. José Manoel -Taveira 1 manta. Domingos Fernandes 1 mania. António Jo*é de Miranda 1 manta. Francisco-Bernardo da Costa 1 manta. Miguel Joaquim Machado 1 manta. Balthazar Borges de Sousa 1 mania. Leonardo Manoel de Sousa 1 manta. Isabel Joanna Guedes viuva'i manta. Isabel Joanna Borges 1 num ta. Caetano José Igreja 1 manta. O Reverendo Domingos José Fernandes 1 manta. Francisco José Teixeira 1 manta. -AriUmio José de Sousa Azinheira 1 mania. O Reverendo Francisco Joté de Sousa 1 manta. Domingos José de Sousa Azinheira 1 manta. Margarida viuva 1 manta. -António . Martins de Condado 1 manta. José António 'Machado- Pinto 1 inania. André Machado 1 manta. Manoel José cia Costa I muniu. Bernardo José Fatie 1 manta. ■ ■ • i.v •■ - i ■ •

Parada da Corgo.. — José Caetano Gonçalves Roza 1 manta. Domingos José de Sousa 1 manta. João Machado Moreno 1 manta. Anna Ludovina viuva 1 manta. José Joaquim dois Santos 1 manta. José Manoel Castiço 1 manta. José António Dias 1 monta. José Joaquim Pereira 1 manta. Rodrigo Manoel de Sousa 1 manta. Maria José Pimenta viuva 1 nannla. Domingos José Ribeiro I manta. José Joaquim Ferreira 1 manta. ■ Fontes.— António José do Sousa Carujo 1 manta. Jo>é Caetano Dias 1 manto.. José Maria Monteiro 1 manta. Bento António de Sousa 1 manta. . ,■ •

Sovteilo. — Francisco de Paula e Sousa 1 manta. Francisco Pereira 1 manto. António Ballhaznr Rodridrigues Pereira 1 manta. Balthazar Caetuno de Carvalho 1 manta. Domingos Pinto 1 manta. O Reverendo •José Barrozo Pereira 1 manta. Francisco José Ferreira Soares 1 manta. Rodrigo Gonçalves 1 manta. .António ■ José Pereira da Silva 1 manta.

• . Pontido.—O Padre Francisco de Mattos 1 manta. •João Monteiro 1 manta. Manoel Luiz de Sousa 1 manta. António Luiz Borges Imanta. José António Barreiro

• 1 manta. José Luiz Machado 1 monta. Domingos Le,d 1 monto. Anna Mana viuva l manta. . : . .;: J

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às 01:18

HELENA SACADURA CABRAL, uma distinta senhora

por cunha ribeiro, Sábado, 30.10.10
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Helena Sacadura Cabral tem 75 anos e é sobrinha do comandante e aviador Sacadura Cabra
destaque
Helena Sacadura Cabral: "Tive a minha dose de amor" (com fotogaleria)
29-10-2010

Helena Sacadura Cabral, economista, mãe de Paulo Portas (líder do CDS-PP) e de Miguel Portas (deputado europeu do Bloco de Esquerda), lançou um novo livro: "Mulheres Que Amaram Demais", onde fala de nove mulheres que amaram homens, as suas profissões e ajudaram a construír países.

Leia a entrevista na edição de sábado do Co

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às 00:00

QUEM /O QUÊ EU GOSTAVA MESMO DE SER

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 29.10.10

 

Se há ideal que eu alimente é o de um dia poder vir a ser o "Orçamento de Estado"! Era tão bom ser o Orçamento de estado!

Um disparate, este meu ideal?

Não, não me parece nenhum disparate. Basta pensar que toda a gente se preocupava comigo. Até os mais importantes marajás da nação se preocupavam comigo. Desde o Primeiro Ministro ao Presidente da República, passando pelo chefe da oposição, e todos os marajazecos que vivem essencialmente à custa de mim!

Eu seria uma espécie de príncipe que toda ou quase toda a gente admiraria e respeitaria.

E depois, já imaginaram o dinheiro que eu teria? Muito dinheiro! Eu sei que a maior parte era emprestado. Mas que importava, se me emprestavam era porque confiavam em mim. E mesmo que, do pé para a mão, pela má gestão que pudessem fazer do meu dinheiro ( portanto da minha pessoa ) me viesse a faltar algum, tinha uns amigos que me safariam, pela certa, a minha pele. É que há sempre uns fundos ( de maneio ) aqui ou acolá. Quando as falhas começassem a ser muitas, esses meus amigos obrigariam o povo a pagar mais impostos e  lá voltava eu a ter a carteira a abarrotar.

E mesmo que um dia acontecesse um desastre qualquer. Por exemplo uma escorregadela ao comprido nalgum casino, e gastasse a massinha toda no jogo,  não haveria qualquer problema! Chamavam um tipo riquíssimo, chamado FMI, ele vinha de imediato com uma mala cheia de massa, despejava-a na minha carteira, e pronto, lá estava eu, outra vez, rico, despreocupado, e feliz.

Dizem  que esse tipo da massa tem a mania de mandar. Mas desde que não mandasse directamente  na minha pessoa, tudo bem, que fizesse o que lhe desse na real gana...

 

CR

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às 22:36

PREVIA SETENTA E CINCO MIL PARA O NATAL

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 29.10.10

 

Mas pelo andar da carruagem iremos ter mais uns milhares de visitantes, pois neste momento já ultrapassámos SETENTA MIL. E não temos tido as visitas do nosso bem conhecido ANTÓNIO CASTANHEIRA... Será que os seus colegas de partido o desviaram da nossa companhia? Não, não acredito... CASTANHEIRA tem a coluna na vertical, e não se deixaria intimidar por ninguém.


CR

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às 17:25

O LAVRADOR SANTOS TEIXEIRA

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 29.10.10

Teixeira dos Santos, com aquele nome ( Santos )  e aquela cara (de "lavrador" em paz com o dono) , confunde o mais atento analista de caracteres.

Eu próprio ( que me gabo de ter descoberto o grande Mourinho, quase ao mesmo tempo que Vale Azevedo ) confesso a minha derrota analítica no caso concreto.

É que o homem parecia o único governante sério no núcleo da corte Socrática.

Todavia, verifico, com mágoa, que esta é mais uma desilusão. Afinal o "Lavrador Santos Teixeira" é apenas mais um sósia psíquico  de Sócrates. Pois tal como este, diz e desdiz com facilidade; inventa, erra e disfarça, sempre com a mesma fivela na cara.

Em síntese, o Lavrador Santos Teixeira é como Sócrates dos pés à cabeça. Com a única excepção de "já não vestir o mesmo número de calças de quando tinha dezoito anos".

 

CR

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às 09:40

Outro paradense a viver em Lisboa - O MANUEL

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 28.10.10

 

 

Ali pela Costa da Caparica reside o MANUEL, irmão do António Cândido.

Recordo-me um dia, aliás, uma noite, atravessar a PONTE SALAZAR ( Perdão, VINTE E CINCO DE ABRIL) com o Manuel à nossa frente ( minha e do meu irmão) na direcção de Lisboa.

Não sei se o Manuel se recordará. Eu lembro-me como se fosse ontem...

 

CR

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às 22:31

O ALVES (quem será o Alves?) tem toda a razão

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 28.10.10

 

Este comentador achou - e achou muito bem -  que havia discurso a mais, no Post sobre a candidatura de CAVACO SILVA. Por isso ( e sendo, como efectivamente sou, um rapaz bem mandado) resolvi amputar o dito discurso, reduzindo-o a menos de um terço.

 

CR

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às 20:50

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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