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ela, 2. antonio candido . 8341659518_ecc98db9f2_m . Cândida dos Reis Dias Pinto . minha foto. agostinho ribeiro . agostinho . francisco gomes .

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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


O Mastro

por cunha ribeiro, Sábado, 30.04.11

 

 Em Parada, como se sabe, as tradições da aldeia há muito que apenas hibernam nas memórias dos mais idosos. Os jovens dos quinze aos vinte, ou mesmo trinta anos, desconhecem completamente como os seus conterrâneos antecessores de há décadas atrás ocupavam os tempos livres. Ninguém sabe o que é a macaca; o jogo do botão; etc. Não há iniciativas que façam reviver os jogos tradicionais; e as actividades que com o tempo caíram em desuso, como as desfolhadas, por exemplo ninguém as faz relembrar.

 A Associação O Prazer da Memória poderia ser a alavanca para a restauração desses costumes esquecidos pela voragem do tempo. Por isso lanço o desafio a quem queira alavancar esta ideia e pô-la em prática. Poderia ocorrer já na próxima festa da Associação a realizar em Agosto.

 Uma das tradições que caíu no olvido foi o LEVANTAMENTO DO MASTRO, que tinha lugar um mês antes da FESTA DE S. PEDRO. O LEVANTAMENTO DO MASTRO era um momento alegre, de grande entusiasmo, animação e convívio, em que ao toque da música do Pontido o mastro se ia erigindo no ar até ficar perpendicular ao solo. Na ponta do mastro, subia um soberbo bacalhau. O mastro era, em geral, um pinheiro bem alto, sem tona. Liso, completamente liso. 

 A apoteose daquele dia festivo acontecia quando dois ou mais rapazes se atiravam ao mastro com toda a garra ( e unhas) que tinham, e tentavam chegar ao desejado  troféu, que se tinha tornado um alvo difícil de atingir, por estar atado no cume do mastro.

  Alguns nem ao meio chegavam. Havia outros que alcançavam apenas o cheiro do triângulo salgado, e quase desfalecidos, escorregavam desamparados até ao chão, onde ficavam a arfar largos minutos.

 Os mais ágeis, normalmente os mais leves e despachados, trepavam como macacos, chegavam, num ápice, ao topo, arrebatavam o saboroso troféu, descendo com ele, com um intenso brilho nos olhos.

 Para quando o regresso desta bela tradição popular?

 

 Francisco Cunha Ribeiro

 

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às 22:30

Humberto Monteiro responde a Manuel Almeida e Comenta o assunto das Casas de Banho de S. Pedro

por cunha ribeiro, Sábado, 30.04.11

Humberto, deixou um comentário ao post Casa dos Ferreiros - Manuel Almeida responde a Humberto às 09:07, 2011-04-30.

Comentário:
Manuel muito bom dia
Sendo esse o fim da casa dos ferreiros terás o meu apoio, pois é de coisas assim que nos precisamos , para uma aldeia que tem muito ainda por fazer.
E porque não  fazer em qualquer ponto da aldeia um parque para as crianças brincar, coisa que em parada não houve até a data de hoje. Nem junta nem conselho directivo nem camara que tivessem pensados nas nossas crianças é nelas que temos de apostar se queremos ter uma aldeia jovem e desenvolvida fica bem e todos juntos encontraremos as melhores solusoes os probelemas de parada .
H M
Olá cunha ribeiro,

Humberto, deixou um comentário ao post Suspeita-se que neste ano da graça de 2011 haverá Urinóis em S. Pedro às 09:16, 2011-04-30.

Comentário:
sem duvida mais uma daquelas coisas que não se entende dos que se acham tão importantes como o Nelson presidente da junta há vários anos e nada fez de bom por parada. Nem WC. Mas há mais: O conselho directivo gastou uma fortuna num muro mas não sobrou nada para o WC.
H M

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às 16:55

Os Alhos e os Bugalhos do Tribunal Constitucional

por cunha ribeiro, Sábado, 30.04.11

 

 Cavaco Silva - que um dia se gabou de "nunca se enganar e raramente ter dúvidas" - teve a angustiante dúvida em subscrever uma lei que o Parlamento democraticamente aprovou com esmagadora maioria de votos.

 E qual era a grave e preocupante matéria lavrada na dita lei?

 Aenas a SUSPENSÃO da controversa avaliação  em curso dos professores, até que se legislasse sobre a matéria com mais acerto e racionalidade.  Estava em causa, portanto,  uma simples decisão preventiva, que se limitava a impedir que o cancro instalado no corpo docente deste país o consumisse ainda mais.

 Mas o Sr Presidente da República, sem experiência nem formação no mundo difícil da EDUCAÇÃO, viu-se intelectualmente perdido ao ter de lidar com o assunto. E, empurrado pela vontade de manter viva a monstruosa criatura -  dada à luz pela sua "admirada"  Ex Ministra Maria de Lurdes - achou por bem enviar o problema, que é da ciência escolar, para os domínios abstractos da ciência jurídica.

 Assim, com um assunto de "alhos" que tinha entre mãos, o Sr Presidente quis  deliberadamente tratá-lo como se fossem "bugalhos", e o resultado só podia ser este - O Tribunal Constitucional limitou-se a ver os alhos como bugalhos, retirando conclusões, doutas e sábias, sem dúvida, mas sobre bugalhos.

 

CR

 

 

 

 

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às 13:04

Casa dos Ferreiros - Agostinho Rodrigues volta ao Assunto

por cunha ribeiro, Sábado, 30.04.11

 

 

 

No dia 26-04-2011, ao abrir o Blog de Parada de Aguiar, deparei-me com um comentário do MANUEL ALMEIDA, em resposta ao HUMBERTO, onde falava na casa da escola de Parada.

 

Dizia o Manuel, que fizeram diligências junto da Câmara e Junta de freguesia, no sentido de restaurar e fazer ali a tão desejada obra em proveito da aldeia.

Segundo o Manuel, a câmara e respectiva Junta, foram unânimes em dizer que o destino da dita escola, seria para um “ALBERGUE” e, por tal motivo não chegaram a acordo, por já ter outros planos traçados para o referido local.

Até aqui tudo bem – caso toda a aldeia estivesse de acordo. Ao que parece, nem se quer contactaram os habitantes da mesma, quando deviam ser estes a pronunciar-se, visto a escola ser um imóvel pertencente à aldeia.

Como cidadão, nascido e criado em Parada de Aguiar, repudio essa ideia. Os Paradenses, devem lembrar-se que a dita escola, foi uma obra que um cidadão de bem, nascido e criado em Parada, com o nome de “COMENDADOR PEDREIRA”, a mandou construir e doou à aldeia. Logo, a aldeia, nomeadamente os seus residentes, não se deviam desfazer da mesma e, muito menos fosse a Câmara ou a Junta a decidir qual o destino a dar ao tão badalado imóvel que, desde sempre foi pertença da aldeia por mérito do Sr.” COMENDADOR PEDREIRA”, que esteja lá onde estiver, não iria ficar nada satisfeito com o destino que lhe querem dar e, muito menos serem os representantes do “POVO”, pelos quais foram eleitos, que é, zelar pelo bem-estar dos Munícipes do Concelho. Pelo contrário, deviam sim - preservar com muito carinho e estima aquilo que nos foi doado por homens com um H muito grande.

Faço votos a todos os PARADENSES que, por um motivo ou outro, se ausentaram da vossa aldeia em procura de uma vida melhor, mas que nunca se esqueceram do cantinho onde nasceram, exprimam as vossas ideias, quanto mais não seja, para dar ânimo aos residentes que não se deixem influenciar em conversas de certos senhores.

Quero que fique bem ciente que não estou contra ninguém. Simplesmente, gostaria que outras medidas fossem adoptadas. Por isso, espero que os homens de bom senso cheguem a um acordo e não estraguem aquilo que de bom nos foi deixado que, já nesses tempos passados, olhava para o futuro.

Termino com um grande abraço para todos os conterrâneos e, até uma próxima.

Agostinho Rodrigues

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às 12:31

Mas quem é que decidiu esta palermice! Ninguém vai votar por receber uma carta a pedir que o faça!

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 29.04.11

Administração Eleitoral gasta 310 mil euros em correio

A Administração Eleitoral está a enviar a todos os eleitores correspondência para recordar o escrutínio para a Legislativas a realizar-se a 5 de Junho. Uma campanha de informação sem precedentes sobre as eleições, que custará 310.000 euros aos cofres do Estado.

 

 

Comentário:

 Querem mais gente a votar? Mudem de candidatos! Ou então tornem o voto obrigatório. Contudo, a minha intuição é que vamos ter em Junho a menor abstenção de sempre. Mas não será por causa desta campanha absurda de gastar dinheiro em cartas que vão acabar no lixo sem que alguém as leia.

 

CR

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às 22:21

Solidão

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 29.04.11

Vi o Sol vi o Luar
Vi o doce amanhecer
Mais tarde já dei por mim
A ver o entardecer

O Sol brilhava tão belo
Numa luz incandescente
Nesse lindo fim de tarde
No alto daquela serra.

Logo depois vem as nuvens 
Seu lindo brilho esconder
Então ai vem a noite
Noite longa noite triste.

Noite que não mais tem fim
E que deixa impotente
Quem vive na solidão
Perante tal escuridão.

O tempo custa a passar
Horas, minutos, instantes
Espera-se a madrugada
Que vai rompendo da serra.

Ao nascer o novo dia
A esperança renasce
O coração tem mais vida
Quando a manhã dá bom dia.


Fátima Monteiro

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às 21:30

A Forma e o Conteúdo: Para o Tribunal Constitucional, se o Parlamento decidiu com Bom Senso não interessa para Nada. O que interessa é que quem decide não é o Parlamento.

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 29.04.11
 O Tribunal Constitucional justificou hoje a declaração de inconstitucionalidade da revogação da avaliação de desempenho dos professores, aprovada pela oposição, com a "violação do princípio da separação e interdependência dos órgãos de soberania”.

Tribunal Constitucional justifica decisão com "violação do princípio da separação e interdependência” dos órgãos de soberania.

 

Comentário: Por outras palavras, o Tribunal Constitucional age como a autoridade fiscalizadora das águas que vai ver por onde ela corre, mas não verifica se está contaminada.

 

CR

 



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às 15:46

Visto de Fora Será Mais Convincente

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 29.04.11

 

JAQUES AMAURY - UMA VISÃO DO EXTERIOR DA CRISE PORTUGUESA

Este conhecido sociólogo e filosofo francês, Jaques Amaury, professor na Universidade de Estrasburgo, publicou recentemente um estudo sobre “A crise Portuguesa”, onde elenca alguns caminhos, tendentes a soluciona – la.
“Portugal atravessa um dos momentos mais difíceis da sua história que terá que resolver com urgência, sob o perigo de deflagrar crescentes tensões e consequentes convulsões sociais.
Importa em primeiro lugar averiguar as causas. Devem – se sobretudo à má aplicação dos dinheiros emprestados pela CE para o esforço de adesão e adaptação às exigências da união.
Foi o país onde mais a CE investiu “per capita” e o que menos proveito retirou. Não se actualizou, não melhorou as classes laborais, regrediu na qualidade da educação, vendeu ou privatizou a esmo actividades primordiais e património que poderiam hoje ser um sustentáculo.
Os dinheiros foram encaminhados para auto estradas, estádios de futebol, constituição de centenas de instituições publico - privadas, fundações e institutos, de duvidosa utilidade, auxílios financeiros a empresas que os reverteram em seu exclusivo benefício, pagamento a agricultores para deixarem os campos e aos pescadores para venderem as embarcações, apoios estrategicamente endereçados a elementos ou a próximos deles, nos principais partidos, elevados vencimentos nas classes superiores da administração publica, o tácito desinteresse da Justiça, frente à corrupção galopante e um desinteresse quase total das Finanças no que respeita à cobrança na riqueza, na Banca, na especulação, nos grandes negócios, desenvolvendo, em contrário, uma atenção especialmente persecutória junto dos pequenos comerciantes e população mais pobre.
A política lusa é um campo escorregadio onde os mais hábeis e corajosos penetram, já que os partidos cada vez mais desacreditados, funcionam essencialmente como agências de emprego que admitem os mais corruptos e incapazes, permitindo que com as alterações governativas permaneçam, transformando – se num enorme peso bruto e parasitário. Assim, a monstruosa Função Publica, ao lado da classe dos professores, assessoradas por sindicatos aguerridos, de umas Forças Armadas dispendiosas e caducas, tornaram – se não uma solução, mas um factor de peso nos problemas do país.
Não existe partido de centro já que as diferenças são apenas de retórica, entre o PS (Partido Socialista) que está no Governo e o PSD (Partido Social Democrata), de direita, agora mais conservador ainda, com a inclusão de um novo líder, que tem um suporte estratégico no PR e no tecido empresarial abastado. Mais à direita, o CDS (Partido Popular), com uma actividade assinalável, mas com telhados de vidro e linguagem publica, diametralmente oposta ao que os seus princípios recomendam e praticarão na primeira oportunidade. À esquerda, o BE (Bloco de Esquerda), com tantos adeptos como o anterior, mas igualmente com uma linguagem difícil de se encaixar nas recomendações ao Governo, que manifesta um horror atávico à esquerda, tal como a população em geral, laboriosamente formatada para o mesmo receio. Mais à esquerda, o PC (Partido comunista) vilipendiado pela comunicação social, que o coloca sempre como um perigo latente e uma extensão inspirada na União Soviética, oportunamente extinta, e portanto longe das realidades actuais.
Assim, não se encontrando forças capazes de alterar o status, parece que a democracia pré – fabricada não encontra novos instrumentos.
Contudo, na génese deste beco sem aparente saída, está a impreparação, ou melhor, a ignorância de uma população deixada ao abandono, nesse fulcral e determinante aspecto. Mal preparada nos bancos das escolas, no secundário e nas faculdades, não tem capacidade de decisão, a não ser a que lhe é oferecida pelos órgãos de Comunicação. Ora e aqui está o grande problema deste pequeno país; as TVs as Rádios e os Jornais, são na sua totalidade, pertença de privados ligados à alta finança, à industria e comercio, à banca e com infiltrações accionistas de vários países.
Ora, é bem de ver que com este caldo, não se pode cozinhar uma alimentação saudável, mas apenas os pratos que o “chefe” recomenda. Daí a estagnação que tem sido cómoda para a crescente distância entre ricos e pobres.
A RTP, a estação que agora engloba a Rádio e Tv oficiais, está dominada por elementos dos dois partidos principais, com notório assento dos sociais democratas, especialistas em silenciar posições esclarecedoras e calar quem lenta o mínimo problema ou dúvida. A selecção dos gestores, dos directores e dos principais jornalistas é feita exclusivamente por via partidária. Os jovens jornalistas, são condicionados pelos problemas já descritos e ainda pelos contratos a prazo determinantes para o posto de trabalho enquanto, o afastamento dos jornalistas seniores, a quem é mais difícil formatar o processo a pôr em prática, está a chegar ao fim. A deserção destes, foi notória.
Não há um único meio ao alcance das pessoas mais esclarecidas e por isso, “non gratas” pelo establishment, onde possam dar luz a novas ideias e à realidade do seu país, envolto no conveniente manto diáfano que apenas deixa ver os vendedores de ideias já feitas e as cenas recomendáveis para a manutenção da sensação de liberdade e da prática da apregoada democracia.
Só uma comunicação não vendida e alienante, pode ajudar a população, a fugir da banca, o cancro endémico de que padece, a exigir uma justiça mais célere e justa, umas finanças atentas e cumpridoras, enfim, a ganhar consciência e lucidez sobre os seus 
Do Blog: DEMOCRACIA PARTICIPATIVA

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às 11:34

Frases de Campanha

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 29.04.11

 

Quem vota em Sócrates de novo, não é amigo do povo.

 

 

De Sócrates não tenhas dó, faz dele o que fazes ao pó.

 

 

Se a Sócrates deres a vitória, é porque perdeste a memória.

 

 

Com Sócrates no poder,  vai todo o povo sofrer.

 

 

 No dia das eleições, não votes em aldrabões.

 

 

 

 

 

CR

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às 11:06

Votar nos Socráticos é insistir nos Pneus Carecas

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 28.04.11

 Ora, eu quero segurança, não quero mais acidentes. Vou mudar os pneus. Já têm  seis anos ...

 

 

CR

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às 23:07

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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