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ela, 2. antonio candido . 8341659518_ecc98db9f2_m . Cândida dos Reis Dias Pinto . minha foto. agostinho ribeiro . agostinho . francisco gomes .

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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


Se fosse o PS a tomar esta medida também estaria de acordo com ela

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 31.08.11

 

 Ora aí está uma provável explicação para o meu actual estado de inércia no domínio da crítica política nacional. Desta vez, a classe média foi mui justamente poupada. Só quem ganha mais de 150.000,euros por ano será taxado em sede de IRS em mais 2,5 %.

 Tenho de estar de acordo com esta medida. Ela é justa, obrigando a uma pequenina redistribuição da riqueza. Vale mais pouco que nada como até agora.

 

CR

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às 22:40

Estarei anestesiado?

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 31.08.11

 

Não me tenho indignado tanto com a política e com os políticos. Estarei anestesiado? Ter-me-ão drogado? A verdade é que ando a concordar bastante com o que nos andam a fazer. Que não é bom! Estarei errado, mas é o que se passa agora comigo. Sei muito bem que continuam a apertar-me o cinto a contragosto. Mas pelo menos já não sou só eu e o meu colega de escola... Ora isto assim é mais aceitável... Perdão, um pouco mais aceitável...

 

CR

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às 21:31

... Em Parada do Corgo é o que se vê...

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 31.08.11

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às 17:00

Na Lixa recupera-se e restaura-se o património...

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 31.08.11
03-08-2011
Património..
Património rural devolvido à comunidade

Um fontanário que data de 1957 e uma antiga pia que estavam enterrados, num largo da Lixa do Alvão que está com obras de requalificação, foram recuperados numa obra conjunta da Câmara Municipal e da Junta de Freguesia de Lixa do Alvão.

No decorrer das obras do Largo da Capela onde também será implementada uma casa mortuária, descobriram-se os equipamentos de património rural, que estão agora em funcionamento noutra área do largo juntamente com um novo tanque, dado que também a água foi recuperada (vem de uma nascente do Alto da Lixa, directamente para o bebedouro).

Entretanto, foi também recuperada uma pequena fonte que advém da Capela da Lixa e que está em pleno funcionamento (com água da rede), sobre o passeio do largo. Os trabalhos desta requalificação ficaram a cargo dos trabalhadores municipais em parceria com a freguesia local.
Património
Património.

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às 16:54

Deixemo-nos de hipocrisias

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 31.08.11

 

  Sou de opinião que os políticos em Portugal são mal remunerados. Um Presidente de Câmara devia ganhar mais dinheiro, e não ter motorista. Um presidente de junta devia ganhar um ordenado compatível com as funções que desempenha, ou deveria desempenhar. Pelo menos, 1.000,00 euros. Mas estar na função a tempo inteiro.

 

 Esta reflexão vem a propósito do que eu sinto como dirigente da Associação Prazer da Memória. Sinto que não tenho tempo suficiente para lhe poder dedicar mais atenção, como ela merece.

 

 Ou se tem alguém muito disponível para levar a água ao moinho, a tempo e horas, ou o trigo tem que esperar para ser moído.

 

 Por isso, meus caros associados do PRAZER DA MEMÓRIA, não quero ser remunerado por esta função, quero só que compreendam que a minha vida é mais do que isto, que é muito importante - note-se, mas que estou a assumir com as limitações de tempo que são muito óbvias.

 

Francisco Cunha Ribeiro

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às 16:02

O Paraíso Gay do Futuro

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 31.08.11

Brasil não terá mulheres no ano 5000, diz estudo de fertilidade

noticias.terra.com.br

A revista americana The Economist divulgou uma previsão de quantos anos levará para o fim da raça humana, tendo chegado a esta conclusão.

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às 15:06

Uma Sede para a nossa Associação

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 31.08.11

 

 A nossa Associação, O PRAZER DA MEMÓRIA, está devidamente registada na repartição de finanças de Vila Pouca de Aguiar. Foi fundada dentro da legalidade. E já anda de pé.

 Por isso, nós que a damos à Luz, a aleitamos, e  a colocamos na vertical, temos a obrigação , agora, de lhe encontrar um abrigo, onde possa crescer e socializar-se. É que a nossa Associação, infelizmente, ainda vive em casa emprestada.

 É nosso propósito, pois, encontrar residência efectiva para o "Prazer da Memória". E sendo esta Associação legítima representante da nossa aldeia, não vemos razão para que os poderes que governam Parada não devam dar uma ajuda.

 Que ajuda, perguntam vocês?

 Podia ser mais difícil. Não haver dinheiro, nem casa apropriada. Mas há dinheiro, e há casa apropriada. O Conselho Directivo do Baldio dispõe de dinheiro; e a Junta dispõe de casa.

 E qual é, para já, o caminho mais célere, e adequado,  que nos leve a poder dar cama e dormida  à nossa Associação?

 Para mim, a casa que foi dos Valoutas, que agora pertençe à Junta, deveria ser a SEDE actual da Associação PRAZER DA MEMÓRIA.

 Porquê?

 Primeiro, pelo que já foi dito atrás, isto é, por se tratar de uma Associação que representa a aldeia e a quer promover culturalmente;

 Segundo, por ser a opção mais fácil de se concretizar no imediato;

 Terceiro, por a casa estar livre e desaproveitada, servindo apenas de WC, por ocasião das festas de S. Pedro.

 

 Tenho, pois, a intenção de formalizar um pedido ao sr. Presidente da Junta, Nelson Dias. Entretanto, espero que comentem este texto, dizendo se concordam, ou não com esta ideia.

 

Francisco da Cunha Ribeiro

 

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às 14:32

Fernando Ribeiro, O Comboio da Minha Memória

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 31.08.11
 
Em memória do velho texas e da linha do Corgo em Chaves - Portugal

 

 

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A saudade e a memória andam quase sempre de braço dado, pois assim seja. Hoje é por aí que vou: Saudade e Memória de um comboio que carinhosamente lhe chamávamos Texas.


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Quase desde bebé  e até que o velho Texas (já a diesel) deixou de existir retenho na memória largas dezenas, talvez centenas, de viagens que fiz por essa linha do corgo fora. Partidas desde Chaves até Parada do Corgo (terra do meu pai) e vice versam, eram frequentes, várias vezes por ano. Até à Régua (e vice-versa), entre algumas, retenho a grande viagem que fiz pela segunda vez com 7 anos de idade. Até Vila Real, algumas viagens semanais durante o tempo de tropa. Tantas, que o Texas quase fazia parte da minha vida das pequenas viagens deste Trás-os-Montes.


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Conhecia de cor as passagens de nível sem guarda, com guarda, as travessias das estradas, onde metia água, onde descansava, onde metia e deixava gente… eu sei lá!


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Foi durante poucos anos, já na sua morte anunciada, o meu despertar ou embalar do sono nas partidas das 5H30 (são da manhã as horas).

 

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Alegrias e desgraças (também as houve) o Texas fazia parte da vida flaviense. Era o nosso Texas, final de linha, que trazia até nós gentes de fora, gentes de cá, militares, mercadorias e até malucos que diziam embarcarem no Porto tipo encomenda para desaguavam em Chaves.


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Pouca-terra-pouca-terra, truz-truz seguido de apitos estridentes a fazer-se anunciar enquanto semeava faúlhas de fogo e fumo espesso por todo o lado, faziam do Texas as delícias de turistas e não só, de um acompanhar a paisagem à varanda e, descidas e subidas em todas as estações… Saudades e memórias de todo um Texas que durante anos a fio fez o transporte, delícias e ligação até (o então) nosso Portugal.


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Ficou velho, velhote, ultrapassado, nem o diesel foi a sua salvação e à boa moda que hoje ainda se pratica, em vez de se modernizar e adaptar aos novos tempos, ditou-se a sua morte e aos poucos,  o encerramento da linha do Corgo. O seu carrasco tem nome e hoje até é Presidente da República que dá pelo nome de Aníbal Cavaco Silva, mas não é o único, pois também o poder local por essa linha do Corgo acima (ou abaixo) não mexeu uma palha para manter e fazer força para modernizar a linha e o comboio, aliado a outros lobbies (que os houve pela certa) dos transportes e transportadores por estrada. Com uma decisão de Lisboa, ainda por cima de Economista que até ensinava na universidades, acabou-se com aquele que está provado ser o melhor meio de transporte de pessoas e mercadorias. Começou aí o desprezo pelo interior  norte transmontano que se viria a repetir noutras linhas com o fecho sucessivo de vários troços até à morte final e noutros encerramentos vitais para o viver democraticamente em igualdade.


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Hoje fala-se em TGV e, por muita crise que haja não se prescinde dele. Ilusões e a mania de parecer-mos e queremos ser grandes, mesmo que esteja provado que é para dar prejuízo e contribuir para a nossa desgraça, mas insiste-se no TGV, talvez para levar a Inês de Medeiros até Paris e outros políticos que tais pagos por todos nós, enquanto que o interior norte, desgraçado, já sem pérolas e anéis nos dedos, cada vez mais é saqueado nos recursos que temos (vêm aí as barragens para sugar e matar o Tâmega) enquanto esquecidos e desprezados em termos de saúde, ensino, cultura,  agricultura e sobretudo, futuro, mesmo que,  aqueles que nos deveriam defender em Lisboa, como a Srª Deputada flaviense (!?) e o Pavão de Castelões,  digam que tudo vai bem no reino da Tamagânia…. com a qual fazem inchar o seu ego e vão vivendo com os dividendos e mordomias do poder à custa dos papalvos da paróquia…


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Pois hoje proponho-vos uma viagem não possível e sem qualquer partida ou regresso pela linha do Corgo acima/abaixo, ou o que resta dela, onde a custo ainda se consegue adivinhar ou rebuscar na memória que por aqui existiu um comboio, onde, com excepção para a estação de Curalha (Tâmega) que graças a um particular amante do Comboio preserva a sua memória, o comboio parece nunca ter existido e o que resta da sua memória está tristemente abandonado à espera que as intempéries acabem de vez com a memória do comboio no concelho de Chaves, nem para a preservação das antigas estações e apeadeiros há ou é demonstrado qualquer interesse. Dizem querer fazer da velha linha uma ciclovia como se a brincar com bicicletas de meia dúzia de adeptos se fizesse a memória de um comboio, quando, ainda é possível, senão termos de volta o comboio (bem  é possível, assim haja interesse e inteligência de Lisboa) pelo menos termos uma linha turística com o velho Texas a carvão de regresso, para fazer a delícia de muita gente. Imaginação e inteligência, pouca que seja, precisa-se!


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Loivos, Oura, Salus, Vidago, Campilho,  Vilarinho das Paranheiras, Vilela do Tâmega (em Moure), Curalha (Tâmega), Fonte Nova e Chaves, um troço de linha que tanto custou a fazer (em tempo e dinheiro) para o Sr. Aníbal numa decisão leviana com desprezo pelas gentes do interior,  tomada comodamente em 1989 desde S.Bento, no palácio do poder em Lisboa dizer: Feche-se!

Nunca esqueço quem nos faz bem, mas também não esqueço que nos faz mal. Mas a seguir a ele (Anibal) outros lhe seguiriam os passos, o último, chama-se Sócrates, para dar mais que razão à bocarra de “Portugal é Lisboa e o resto é paisagem”, principalmente Trás-os-Montes…


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Pois hoje em imagens, fica o que resta da nossa antiga linha do Corgo, os seus apeadeiros e estações (quase todos a caminho da ruína, nem a dignidade e memória do seu passado persiste), e à excepção da estação de Loivos, pois não sei nem nunca soube como lá chegar sem ser por comboio, uma estação, diga-se a verdade (pois tudo leva a crer tal) que foi construída graças a uma boa cunha, pois durante todo o meu tempo de utente da linha (praí 19 anos), o comboio fazia sempre a cerimónia de lá parar, mas nunca vi um único passageiro subir ou descer naquela paragem e, sempre mostrou o seu aspecto de abandono sem alma viva no edifício da estação. Coisas de cunhas, que os políticos tão bem conhecem para os da sua cor e que não são de hoje, pois sempre existiram, mas antes, estava instituída pelo alinhados ao regime, eram (digamos) legais, e hoje, embora oficialmente não exista e se repudie, quem não  tiver cartão do partido e não abanar a bandeirinha (seja qual for a cor), está tramado, é mais um a fazer número de percentagem no desemprego e do desespero.


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Fiquem então com aquilo que resta da memória de um comboio que existiu na linha do Corgo e que tinha fim de linha em Chaves, na estação, onde hoje se faz cultura com rapazes da Venda Nova e concertinas. Não sei porquê, mas preferia o meu velho Texas à cultura que lá se pratica…


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Para terminar. Sei que existe um Museu (armazém) do comboio, é certo, mas para uma cidade que gasta tanto com a imagem, festimagens e outros devaneios, um museu digno do comboio precisa-se, pois a grande maioria dos flavienses (já nem falo dos turistas) nem sequer sabem que existe um armazém do comboio.


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É tudo por hoje, aproveito esta última imagem para enviar uma carta a quem queira entender ou saiba ler aquilo que por aqui se escreve  com votos que passem bem o que resta deste fim-de-semana, pois amanhã  há mais!

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às 12:23

Frase do Dia

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 31.08.11

 

Esposa é aquela amiga e companheira que está sempre ao teu lado, para te ajudar a resolver aqueles grandes problemas que não terias caso fosses solteiro...

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às 10:50

HISTÓRIAS DO SÃO PEDRO

por Francisco Gomes, Quarta-feira, 31.08.11

 

A festa de São Pedro, sempre foi o principal acontecimento da aldeia, por isso, fatos que aconteceram nessa festa, a gente nunca esquece.

 Neste ano de 1947, a festa pertencia a Parada. No dia 27 de Junho, à tarde, uma mulher de Soutelo, chamada Delmina, que vendia sardinhas pelas portas, cometeu o suicídio, atirou-se à frente da locomotiva, na passagem da estrada no apeadeiro. Era o comboio das seis da tarde que seguia para a Régua. Foi retirado o corpo que estava debaixo da locomotiva e o comboio seguiu viagem.

O corpo ficou ali durante a noite, ao lado da linha, coberto com  um lençol. Algumas pessoas ficaram lá durante a noite.

No dia seguinte, 28 de Junho, por volta das dez horas, veio a Justiça de Vila Pouca, liberou o corpo e mandou sepultar. As pessoas se movimentaram, chegou um caixão, colocaram o corpo e levaram para o Cemitério em Soutelo. O Cemitério era administrado pela Igreja, o coveiro, era o Sacristão. O Padre Paulino, não deixou abrir o Cemitério, disse que essa mulher estava com o diabo e não podia ser sepultada junto aos outros mortos. Meu Pai, que era o Zelador da aldeia, foi a Vila Pouca saber o que deveria fazer. As autoridades mandaram que pulassem o muro, passasse o caixão por cima, fizessem uma cova em qualquer lugar do Cemitério e enterrasse a mulher. E assim foi feito.

À noite, teve a procissão de velas, formou-se no Santo, junto à Capela de Cima, e seguiu para São Pedro. O Padre Paulino estava  lá a acompanhar a procissão. Chegado a São Pedro, acabou a procissão, o Padre montou na sua égua e seguiu para Soutelo. Ao atravessar a linha, a égua tropeçou no trilho, caiu e arremessou o Padre de encontro à parede, quebrando-se todo. A coisa foi feia, ele teve que ser levado para o Hospital em Vila Real. No dia seguinte, o Padre Agostinho de Vila Pouca, veio comandar a festa.

 O povo como nunca perdoa, falava que fora uma vingança do "espírito" daquela mulher, que derrubou o Padre no chão.

Ainda tenho outras histórias que ficarão para depois.

 

Abraços para todos

 

Agostinho Gomes Ribeiro      

 

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às 09:31
editado por cunha ribeiro às 10:28

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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