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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


o problema das nomeações

por cunha ribeiro, Terça-feira, 31.01.12

 Sejamos claros: 

  Nenhum político abdica de  usar a sua influência para que um seu familiar ou amigo venha a ser nomeado para um cargo apetecível da administração pública.

  Imaginem -, note-se que  estamos apenas a imaginar - que alguém com poder de nomear ( por hipótese, a sra ministra Assunção Cristas ) escolhe uma arquitecta (por exemplo, a irmã de uma colega de governo ) em vez de outras com currículo semelhante.

  Acham mesmo que procederia mal se o fizesse?

  Eu cá acho que não. Aliás, faria exactamente o mesmo, ou pior ( se tivesse um filho arquitecto, nomeava o meu próprio filho).

Então como se corrigem estes procedimentos, que todos acham errados, mas, tendo o poder nas mãos, fariam exactamente o que criticam nos outros?

Muito simplesmente, acabando com as NOMEAÇÕES, minha gente. E, no seu lugar, instituir os CONCURSOS.

 

CR

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às 19:26

Não deve ser irmã. Talvez apenas cunhada. Ou nem isso.

por cunha ribeiro, Terça-feira, 31.01.12

Irmã de ministra no Ambiente

A nova sub-directora geral do ambiente e ordenamento do território é , pelo que diz o C M, irmã da Ministra da Justiça. 

 

CR

 

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às 04:21

Salários dos gestores - Atenção ao último parágrafo do texto

por cunha ribeiro, Terça-feira, 31.01.12

Salário de gestores públicos dividiu Governo

 

 30 de Janeiro, 2012por Helena Pereira

 

Os novos salários dos gestores públicos já foram discutidos em três reuniões do Conselho de Ministros e têm sido motivo de discórdia. O decreto-lei, publicado em Diário da República há duas semanas, foi aprovado em Novembro. Na altura, o ministro da Saúde, Paulo Macedo, foi um dos que manifestou reservas em relação aos limites que as novas regras impõem: ninguém pode ganhar mais do que o primeiro-ministro, com excepção dos gestores das empresas do Estado que actuem em regime de concorrência.

Na semana passada, porém, o assunto voltou à mesa dos ministros, onde ficou decidido fazer uma rectificação, que saiu esta quarta-feira em Diário da República. Para que o novo regime não seja tão restritivo, foi acrescentado um ponto que determina que qualquer gestor público pode optar pela remuneração do lugar de origem, desde que não ultrapasse a do primeiro-ministro. Segundo fonte da Presidência do Conselho de Ministros (PCM), este ponto é «igual» ao que já consta no Estatuto do Pessoal Dirigente da Administração Pública e que, «por lapso» foi omitido do decreto-lei original publicado na semana passada. Foi, aliás, ao abrigo deste artigo que Paulo Macedo manteve o seu salário ‘milionário’ do BCP quando foi nomeado director-geral de Contribuições e Impostos, em 2002. O Governo nega qualquer irregularidade na rectificação do decreto-lei, assinada pelo centro jurídico da PCM, garantindo que «foi feita concertadamente» com Belém.

Ontem, o Conselho de Ministros começou a discutir a resolução que falta para dar cumprimento às novas regras dos salários. Essa resolução vai estabelecer as remunerações dos gestores consoante as áreas de actividade. Essa lista promete ser complexa, pois os critérios para agrupar os gestores têm a ver com volume de negócios da empresa, activos e empregos a cargo. Fonte do Governo adianta que a resolução deverá ser aprovada no próximo Conselho de Ministros, ou seja, a tempo de os vencimentos dos gestores públicos serem actualizados na folha de ordenados de Fevereiro.

No início de 2011, ainda na oposição, o CDS apresentou uma proposta de lei no Parlamento no sentido de limitar os salários dos gestores, que contou com a oposição do PSD. Este partido foi sempre reticente a este tipo de medidas, por considerar que as pessoas não podem ser prejudicadas na sua carreira por irem trabalhar para o sector público.

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às 00:52

O ENVELHECIMENTO HUMANO

por Francisco Gomes, Segunda-feira, 30.01.12

 

O envelhecimento humano é um dos grandes desafios da sociedade moderna e tem se manifestado sob diversas formas, segundo os diversos contextos culturais.

          Ao analisar o processo de envelhecimento, devemos levar em consideração a interação de vários fatores, entre eles, o estilo de vida e a visão que a sociedade  tem da velhice, nas diversas culturas e momentos históricos. Ao se comparar a idade cronológica com a idade biológica de certas pessoas, constatamos que elas nunca se apresentam no mesmo patamar. Podemos distinguir o envelhecimento normal e patológico, em razão de determinadas afecções que normalmente acometem os idosos.

          Ao analisar a população de idosos em todas as partes do mundo, constatou-se que em1991, o número de pessoas acima de 65 anos, era de 5,21% de mulheres e de 4,4% de homens. Para 2020, está projetado que haverão no mundo, 8,86% de mulheres e 6,76% de homens com idade acima de 65 anos.

         O grande crescimento da população de idosos, aponta para  grandes problemas: O crescimento de doenças crónicas, próprias da idade, e a saturação do mercado de trabalho, já que muitos idosos continuam nos seus empregos, mesmo depois da aposentadoria, para recompor o salário mensal, uma vez que os salários dos aposentados, são sempre menores que na ativa.

Muitos idosos que não continuam no mercado de trabalho, correm o risco de verem seus vencimentos desfasados.

         O outro grande problema é o descontrole social, provocado pelo aumento de gastos com a Previdênca, a queda na arrecadação, provocado pelo desemprego e pelo alto índice de informalidade. Isto acarreta o descontrole financeiro de muitos países. Temos vários exemplos em muitos países da Europa, que na luta contra o déficit público, são obrigados a tomarem medidas impopulares, acarretando várias crises sociais.

          Muitos idosos passam a sofrer de demência física, com ela vem as doenças de Alzeimar e Parkinson e não raro, problemas de prostat. Os idosos também estão sujeitos a quedas, por causa do equilíbrio comprometido. Com isso, vemos muitos idosos terminarem seus dias, imobilizados pela quebra do fémur, osso principal da estrutura física.

          Na sociedade moderna, encontramos idosos e velhos. Idosos, são aqueles que esquecem os anos vividos, lutam por um ideal, sonham com o progresso e nunca se entregam. Os velhos são aqueles que já não sonham, não lutam, vivem esperando a morte chegar. Graças a Deus, eu já sou um idoso, mas jamais quero ser velho.

          Jesus Cristo disse: No meu Reino só entram crianças: Crianças de cabelos brancos, corcundas, com muletas ou Cadeira de rodas, mas crianças, somente crianças.

 

 Pretendo ser  uma eterna criança!   

 

Agostinho Gomes Ribeiro

 

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às 21:39

Associações de ideias

por cunha ribeiro, Domingo, 29.01.12

 

 Não sou detective. Mas há associações de ideias estranhas... Predador sexual... Paris...

Bem. É melhor parar por aqui, senão...

 

CR

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às 23:58

Fadista

por cunha ribeiro, Domingo, 29.01.12

 Como surgiu lá em casa. Não sei. Sei que não foi obra da minha mãe (que o ia aturando à vergastada). Seguramente o meu pai que adorava a bicharada. Sei que o primeiro dia que o lá vi, ainda cachorro, fiz-lhe umas festas, ele reagiu com meiguice, e logo ficámos amigos.

O fadista era branco e tinha manchas de um beje-amarelado por todo o corpo.

Para além de meigo, afável, e bonito, o fadista não deixava de pôr em prática a sua natureza canina: ladrava e mordia.

Não ladrava demais, só o estritamente necessário; nem mordia por aí além, só quando lhe trepavam os calos.

O fadista era, acima de tudo, um bom companheiro. Ia comigo pra todo o lado. Só não ia para a escola. Mas se fosse, era cãozinho para aprender alguma coisa. Quanto mais não fosse a estar sentadinho e calado.

Um dia, o fadista andava a cirandar no meio das giestas e das carquejas do ribeiro côvo. Cheirava aqui, cheirava ali; subia, descia; não parava, o raio do bicho.

Era uma tarde quente de Julho. O sol abrasava a fraga onde eu me sentara. Ouvia-se ao longe, por detrás dos pinheirais,  o chocalhar de um rebanho.

Convidei o fadista a sentar-se ali ao meu lado. Veio, meio contrariado. Estava irrequieto, nervoso. Parecia farejar uma aventura qualquer. Cumpriu alguns segundos com o seu dever de cachorro fiel ao seu dono, mas logo se esgueirou para o meio do giestal. Começou então um contínuo vai-vem de lá para cá, e da cá para lá. “ Estará a cheirar o rasto de algum coelho?” – pensei.

Entretanto, desviei o olhar na direcção  da serra, frondosamente vestida de verde pinho. Ali em frente, um renque de canacipes subiam juntos pelo regato das pias.

De repente, oiço por cima de mim, a escassos metros, um latido de dor lancinante.  Levanto-me, volto-me, e vejo o fadista a combater com bravura as investidas de uma serpente. Primeiro em avanços e recuos medrosos. Agora, atacando-a de frente, com heroísmo. Eis senão quando, o fadista salta pra trás, e ladra como se fosse mordido. Mas o réptil lá estava a dar as últimas, à beira de um tojo seco.

Dei-lhe os parabéns pela proeza. E logo a seguir, descemos o monte de regresso à aldeia.

Foi já em casa que percebi o lado negro da aventura: o fadista tinha o pescoço a inchar.

Corri a pedir socorro para o fadista.

A minha avó receitou sebo de porco. “Salva-se ou não?” – Perguntei.

Nenhuma resposta como eu desejava. A avó pegou então no remédio caseiro “ e esfregou o pescoço ao fadista até o sebo acabar.

Ficámos à espera do ansiado milagre. “Talvez a noite faça bem ao fadista e amanhã já esteja melhor”- disse a avó.

No dia seguinte, manhã cedo, levantei-me. No armazém, onde habitualmente dormia, lá estava o fadista deitado. Estaria a dormir?

Aproximo-me. Olho. O pescoço do fadista parecia uma bola. Os olhos já não olhavam, o corpo já não se mexia.

Estremeci. Depois, chorei - diante do  corpo envenenado, e frio -  a primeira morte da minha vida.

 

CR

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às 23:51

O Blog " Correntes" em primeiro lugar no sector EDUCAÇÃO - Parabéns, Paulo Prudêncio!

por cunha ribeiro, Domingo, 29.01.12

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às 22:00

Aldeias de sonho

por cunha ribeiro, Domingo, 29.01.12

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às 21:52

O Manuel Almeida pediu...

por cunha ribeiro, Domingo, 29.01.12
Uma reportagem publicada no passado fim-de-semana pelo Expresso sobre a vida privada de José Sócrates em Paris fez disparar as reacções dos que, em Lisboa, o acompanharam mais de perto durante os anos de liderança do PS e do Governo.

Nos dias imediatos, foram vários os que saíram em defesa do ex-primeiro-ministro nas redes sociais, alguns mesmo com recados directos à actual liderança – tornando ainda mais visível o descontentamento da linha socrática com a condução política de António José Seguro.

Augusto Santos Silva foi o primeiro a reagir: «Tenho pena, tenho sinceramente pena, do jornalista que se propôs, ou se prestou, ou foi mandado fazer e aceitou fazer este ‘trabalho’» Em apenas um dia, o ex-ministro coleccionou ‘likes’ (gosto) ao comentário.

Mais incisivo ainda, Renato Sampaio – amigo pessoal de Sócrates – mostrou que a alma do antigo líder está viva em Lisboa e que tem quem lute pela sua imagem. «Hoje vi um ataque vil e infame a um amigo. Sinto-me ofendido quando ofendem um amigo que considero», escreveu o deputado socialista, acrescentando que «não é tolerável que se coloque em causa a honorabilidade de alguém que se não conhece ou se lancem insinuações torpes».

Mas não ficou por aqui – e resolveu deixar, na íntegra, o depoimento que fez quando José Sócrates se candidatou pela primeira vez a líder do PS. O recado para Seguro é indirecto («apoio José Sócrates porque o PS terá que se apresentar aos portugueses como uma oposição enérgica e responsável, combativa e determinada»). Mas num comentário a reacções que recebeu, o recado ficou claro. «Sabemos que esta direita tem medo ‘do brilho das luzes’ que vem de Paris! Mas também há um ‘certo PS’ que vive ofuscado e ressabiado ‘com o fantasma de Paris’».

A indignação de Renato Sampaio teve direito a 150 ‘like’ e cerca de 50 comentários. Entre eles, actuais deputados do PS e ex-governantes, de Isabel Santos a Hortense Martins, passando por Maria Manuel Leitão Marques. E a onda prosseguiu – com André Figueiredo (chefe de gabinete de Sócrates no PS) a escrever vários textos lembrando frases do ex-PM, José Lello a irritar-se com um colunista do Público que criticou Sócrates («Por amor de Deus, deixem o homem em paz!»).

Nas hostes socialistas, há mesmo quem já fale do regresso de Sócrates à vida política nacional, até mesmo colocando a hipótese de uma candidatura à liderança lá para 2013. É claro que poucos levam esta tese a sério, mas ninguém ignora os sinais de que o socratismo está bem vivo.

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às 16:23

Manuel Almeida reage ao meu artigo " Emigrante de Luxo"

por cunha ribeiro, Domingo, 29.01.12



Manuel Almeida, deixou um comentário ao post Emigrante de Luxo às 15:05, 2012-01-29.

Comentário:
Caro amigo agradeço que publiques na intrega do Jornal sol realizada pelos jornalistas, David Dinis e Susete Francisco Uma reportagem publicada no passado fim-de-semana pelo Expresso sobre a vida privada de José Sócrates em Paris fez disparar as reacções dos que, em Lisboa, o acompanharam mais de perto durante os anos de liderança do PS e do Governo. Nos dias imediatos, foram vários os que saíram em defesa do ex-primeiro-ministro nas redes sociais, alguns mesmo com recados directos à actual liderança – tornando ainda mais visível o descontentamento da linha socrática com a condução política de António José Seguro. Augusto Santos Silva foi o primeiro a reagir: «Tenho pena, tenho sinceramente pena, do jornalista que se propôs, ou se prestou, ou foi mandado fazer e aceitou fazer este ‘trabalho’» Em apenas um dia, o ex-ministro coleccionou ‘likes’ (gosto) ao comentário. Mais incisivo ainda, Renato Sampaio – amigo pessoal de Sócrates – mostrou que a alma do antigo líder está viva em Lisboa e que tem quem lute pela sua imagem. «Hoje vi um ataque vil e infame a um amigo. Sinto-me ofendido quando ofendem um amigo que considero», escreveu o deputado socialista, acrescentando que «não é tolerável que se coloque em causa a honorabilidade de alguém que se não conhece ou se lancem insinuações torpes». Mas não ficou por aqui – e resolveu deixar, na íntegra, o depoimento que fez quando José Sócrates se candidatou pela primeira vez a líder do PS. O recado para Seguro é indirecto («apoio José Sócrates porque o PS terá que se apresentar aos portugueses como uma oposição enérgica e responsável, combativa e determinada»). Mas num comentário a reacções que recebeu, o recado ficou claro. «Sabemos que esta direita tem medo ‘do brilho das luzes’ que vem de Paris! Mas também há um ‘certo PS’ que vive ofuscado e ressabiado ‘com o fantasma de Paris’». A indignação de Renato Sampaio teve direito a 150 ‘like’ e cerca de 50 comentários. Entre eles, actuais deputados do PS e ex-governantes, de Isabel Santos a Hortense Martins, passando por Maria Manuel Leitão Marques. E a onda prosseguiu – com André Figueiredo (chefe de gabinete de Sócrates no PS) a escrever vários textos lembrando frases do ex-PM, José Lello a irritar-se com um colunista do Público que criticou Sócrates («Por amor de Deus, deixem o homem em paz!»). Nas hostes socialistas, há mesmo quem já fale do regresso de Sócrates à vida política nacional, até mesmo colocando a hipótese de uma candidatura à liderança lá para 2013. É claro que poucos levam esta tese a sério, mas ninguém ignora os sinais de que o socratismo está bem vivo ou seja já há quem tenha saudades de Socrates e daqui a 3 anos se quiser voltara a ganhar se,Portugal ainda existir, pelo andar da carruagem seremos uma colonia da Alemanha que é para isso que o Passos Coelho trabalha arduamente. Saudações

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às 15:36

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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