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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


OS PERIGOS DA IRONIA

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 31.08.12

Alguém definiu  IRONIA como duas verdades contraditórias, que, unidas, formam uma nova verdade.Acho que é  uma excelente definição de ironia.Mas o uso da IRONIA pode ser perigoso se não for descoberta a mensagem subliminar. É que a Ironia, se não for bem interpretada, pode sugerir o contrário do que queremos efectivamente dizer, isto é, aquilo que aparentemente se diz. Se um judeu radical, afirmar, diante de um judeu fundamentalista : "  Maomet, esse  profeta ímpar e genial ", das duas uma:- se o Judeu fundamentalista conhece bem o Judeu radical irá interpretar bem a ironia ou seja, a mensagem subliminar que é:  MAOMET É O PIOR DOS PROFETAS; Se porém o Judeu fundamentalista não conhece bem o judeu radical poderá ler apenas a mensagem de superfície, ou seja: Que o Judeu radical quis mesmo dizer que MAOMET É O MAIOR DOS PROFETAS.Ora, imagine-se que no primeiro caso o Judeu fundamentalista também teimasse em ler da mesma maneira - isto é, pela superfície - a dita mensagem.  E os dois judeus fossem dois grandes amigos. Ou havia pancadaria, ou zanga, à certa.

 

CR

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às 21:31

Foi mais ou menos assim no Ferreirinho

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 31.08.12

 

No Ferreirinho , duas equipas de futsal defrontavam-se pela primeira vez: uma, vinha de Chaves, equipada a rigor, e habituada aos triunfos – a da Associação Traslar; a outra,- a da Associação Prazer da Memória -  feita à pressão,  entrou em campo, como touro bravo na arena, sem saber bem para onde  e como investir,trajando camisola emprestada pelo adversário, que só não ofereceu a vitória por ter muito orgulho no nome que ostenta.

De um lado jogava uma equipa oleada, que sabia o terreno onde pisava, que fluía no passe e na finta, como uma corrente  de águas profundas que acelera  onde é natural e pára onde  e quando é necessário parar.

Do outro lado, .a anarquia.:  uns corriam, outros olhavam; um chutava quando devia passar, outro passava quando devia chutar. Todos, porém, muito jeitosos no drible e na finta. Lá atrás, a guarda redes tapou o que pôde e enquanto pôde o caminho da rede.

No fim, uma vitória natural e merecida dos mais treinados, e uma grande alegria pelo convívio correcto e amigo.

Para o ano, voltaremos a repetir o convívio com toda a certeza.

Porém, iremos tentar maior equilíbrio entre os dois grupos.

 

FCR

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às 18:13

UMA OUTRA PERSPECTIVA DA FESTA DA ASSOCIAÇÃO PRAZER DA MEMÓRIA - I. Fotos - Edma Ribeiro; Comentários: C. Ribeiro

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 31.08.12









FRANCISCO CHAVES - Como é bom repisar o solo da infância! ( 1ª imagem, de cima para baixo)


CÂNDIDA DOS REIS - Mais uma vez imprescindível na ajuda ao sucesso da Festa ( 2ª e 3ª imagens, no mesmo sentido)

ZECA- O nosso novo grande "reforço" - e ALFREDO - Colaborador abnegado e  um dos grandes beneméritos da nossa associação ( 4ª imagem).

DEOLINDA CUNHA- Reencontro feliz com a família Chaves ( 5ª imagem), e a degustar o CONVÍVIO com os Primos, JOÃO e EDMA e a amiga, JESUS ( 6ª imagem)

BRUNO PIRES  -  saboreando a conversa do BELARMINO e COMPANHEIROS que saboreiam o assado (7ª imagem)

O FERNANDO, o ALFREDO e o MODESTO incansáveis nos últimos preparativos paraa festa ( 8ª imagem)

Na fila para o recheio dos pratos, o MANUEL ALMEIDA, JOÃO CHAVES e ESPOSA, em amena cavaqueira ( 9ª imagem)

Aqui os PRATOS e quem os ofereceu ( a FILHA do JOÃO FERREIRA residente em Inglaterra) são protagonistas ( 10ª imagem)

Eis a MANUELA GOMES, a FÁTIMA MONTEIRO, e a IRMÃ DO AGOSTINHO RODRIGUES atentamente à escuta do que este diz ( 11ª imagem)

O nosso FERNANDO RIBEIRO, vindo de Chaves, apronta-se para saborear a feijoada ( 12ª imagem)

A MARIA DE JESUS GOMES e o HEITOR GOMES junto da restante família GOMES ( 13ª imagem)

Aqui o protagonismo vai todo para uma menina que espero um dia irá recordar com agrado este acontecimento ( 14ª imagem)

A ANDRÉIA e a JESUS em novo contexto ( 15 ª imagem )

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às 15:40

É Filho de Parada do Corgo. O seu Avô tinha o seu nome. E tem um espírito poético extraordinário

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 31.08.12

Caros paradenses e leitores deste Blog,permitam que lhes apresente ERNESTO RIBEIRO, filho de José Ribeiro, e neto da Tia Soledade. Leiam este texto, e comentem, por favor.
Ernesto Ribeiro
Terça-feira, 6 de Março de 2012 às 14:02 ·

   

 

Sonho com lobos, montanhas e vales. Sonho com a minha infância. Sonho com a longitude da minha infância, com os momentos de frescura e limpidez que me calcorreavam o espírito nessas montanhas da minha origem. Sonho com o vento na cara, com as águas frias daquele rio cheio de trutas, galhos e pedras. Sonho com os cavalos que montava em pêlo e corda, a galope por lameiros e montes, com os ramos das árvores que se partiam na minha cara enquanto desbravava os caminhos da minha existência. Era uma criança audaz, que vivia em sonho, uma infância incrivelmente única, num cenário de cor e textura absolutamente perfeitos!Uma infância de paixão vivida no meu ambiente natural, ainda que a espaços entrecortada com a minha existência citadina. Era um miúdo da montanha ainda que a minha residência formal fosse na cidade, por isso a minha revelação projectava-se nessas montanhas onde o lobo era ainda uma figura de referência: física e imaginária!Por isso sou tão lobo. O animal sempre esteve presente nas minhas fantasias e imaginário, como esteve presente nos momentos e locais que calcorreei no meu percurso montanhoso. O Lobo, símbolo de uma infância solta e "selvagem", de uma vivência invadida por mistérios, fábulas e contos de província, de histórias fantásticas, de medos irreais e sentimentos irracionais, fizeram com que esses momentos fossem mágicos na minha vida. A magia do lobo transportou-me por esses vales e montes da minha infância, onde tudo era simples e composto na absoluta perfeição, onde a interacção homem/natureza se revelava na mais profunda das minhas emoções: o sentimento de pertença.Se existe proximidade com Deus nesta vida, ela expressa-se manifestamente na nossa interacção com a natureza, apreendendo a singeleza e perfeição de cada um dos seus actos e sentido a imensa energia transbordante que dela brota. Essa era a energia que me alimentava continuamente na minha alienação por esse mundo das árvores, das águas puras, dos animais selvagens, do céu sem limite que cruzava o deslumbramento do meu olhar. Nesses momentos ele sempre esteve presente, o Lobo, simples manifestação divina, cruzava os mesmos recantos que eu ainda que nunca lhe tivesse fixado o olhar. Sentia-lhe o rasto, a presença energética, a identidade entre seres que se sentem pertença de um mesmo mundo, de um mesmo espaço cósmico...Recordo-me, neste sonho real, das longas viagens nos comboios à "Far-a-West" com assentos de madeira e longas chaminés que brotavam contínuas nuvens de carvão negro, das conquistas das primas donzelas no sopé dos seus varandins, das amizades e rivalidades conquistadas no carácter, dos bailaricos e namoricos de província, da luz da aurora, do entardecer irreal, a noite escura abrilhantada pelas luz das estrelas e da lua, a voz da minha avó e dos meus tios sempre a tentarem chamar-me à "razão", as histórias que se contavam à noite num qualquer vão de escada e que me faziam estremecer de ansiedade e medo, dos intermináveis jogos de cartas, das visitas às lojas e tabernas do passado com as suas figuras inamovíveis, mas doces...Lembro-me, ainda, das paisagens verdejantes, das fragas, dos rochedos, das árvores, daquele castanheiro semi-aberto por um raio de luz no esplendor de uma trovoada, da apanha da batata, das merendas no descanso, das cabras e ovelhas que finjia pastar, do carros de bois chiar na manhã, dos cães sempre fieis, das mãos de trabalho daquele gente de raça, da sua força e determinação, do seu espírito solidário e amigo...

 

Lisboa, 2007

 

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às 12:40

COMEÇOU A TOCAR O SINO ELEITORALISTA

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 31.08.12

Descentralização nas Freguesias

Foram celebrados protocolos entre a Câmara Municipal e as Juntas de Freguesia para a delegação de competências com transferência de verbas para a conservação e reparação de pavimentações nas localidades da Freguesia.

Neste sentido, a Câmara Municipal transfere cerca de 160 mil euros do seu orçamento para as freguesias do concelho, de acordo com os critérios já definidos, e aprovados em reunião de Câmara. Após os relatórios semestrais, serão transferidos as respetivas prestações que vão permitir amortizar as atividades e obras que decorre da delegação de competências entre as autarquias.

Este protocolo entre a Câmara Municipal e as Juntas de Freguesia para a delegação de competências é anual, tendo sido aprovado em reunião de Câmara e Assemblei e em sede de cada Assembleia de Freguesia.

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às 00:33

Um pequeno regresso à política

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 31.08.12

 

PONTO OITO - Junta de Freguesia da Lixa do Alvão - Proposta de comparticipa-
ção financeira para construção de casa mortuária - Apreciação e deliberação. --------
----------------------------------------------------------------------------------------------------------
Considerando que a aldeia de Lixa do Alvão não dispõe de Casa Mortuária e tratando-se de
uma infraestrutura básica há muito reivindicada pela população, pela sua demonstrada
necessidade, existe interesse público consubstanciado em realizar as obras de execução da
Casa Mortuária. ---------------------------------------------------------------------------------------------
Assim, nos termos da alínea b) do n.º 6 do artigo 64.º da Lei 169/99, de 18 de Setembro, na
redação dada pela Lei 5-A/2002, de 11 de Janeiro, é presente uma proposta do Senhor Presidente da Câmara Municipal, no sentido de ser aprovada a atribuição, de uma verba de
3.000,00 Euros (três mil euros), à Junta de Freguesia de Lixa do Alvão, visando subsidiar a

construção da referida Casa Mortuária.-----------------------------------------------------------------

---------------------

 

NOTA: Nada me move contra a Lixa ou seus naturais e residentes. Quero mesmo que a Lixa seja feliz ( na Terra, ou a caminho do Céu). O que me parece mal é que haja dinheiro no orçamento camarário para construir uma casa mortuária, e não haja dinheiro no mesmo orçamento para pavimentar ruas degradadas em Parada de Aguiar, e noutros locais do concelho aguiarense. Isto é, a ordem de prioridades da Câmara parece virada ao avesso: assoalhar as casas dos mortos, primeiro;  assoalhar os caminhos dos vivos, depois.

 

CR

 

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às 00:02

PEDIR DESCULPA - O QUE É?

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 30.08.12

 

Vejo o acto de pedir desculpa a alguém como um acto de humildade que nos torna mais humanos e mais verdadeiros. Como a evidência da nossa humana fragilidade, porque andamos sembre à beira do erro. Como a expressão da nossa vontade de nos levantarmos do chão onde caímos por via do erro. Como o salto que damos em frente depois de tropeçarmos por erro. Como um acreditar em nós próprios por percebermos os contornos do erro. Como a vontade de não nos perdermos no labirinto do erro. Como um desfazer e voltar a fazer por causa do erro. Como um deixar de ter depois de ter tido em consequência do erro. Como um voltar a ser feliz, depois de ter sido infeliz por causa do erro.

 

CR

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às 22:12

Parada vista da Traganhela - ou o regresso de uma certa"peregrinação" aos Picôtos

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 30.08.12
Parada de Aguiar (377 de 383)

 

Parada de Aguiar (377 de 383)

Vista privilegiada do fundo do povo, onde se destacam as casas do António Cândido e Agostinha, e  da Adelaide Cunha e Joaquim

 

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às 17:17

O Jogo da malha, no dia da festa da Associação Prazer da Memória

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 30.08.12
Parada de Aguiar (379 de 383)

 

Parada de Aguiar (378 de 383)

 

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às 17:11

Teresinha Chaves - Doces recordações

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 30.08.12
Parada de Aguiar (1 de 383)

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às 17:08

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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