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ela, 2. antonio candido . 8341659518_ecc98db9f2_m . Cândida dos Reis Dias Pinto . minha foto. agostinho ribeiro . agostinho . francisco gomes .

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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


DOMINGO, REUNIÃO EM PARADA COM OS CANDIDATOS SOCIALISTAS À CÂMARA E À JUNTA DE FREGUESIA

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 31.05.13

 

Julgo que é a segunda vez na história da nossa aldeia que temos dois candidatos às autárquicas, nascidos nela.  Ora, os dois candidatos vão estar em Parada, Domingo à tarde, a fim de  auscultarem os paradenses que aparecerem.

Essa auscultação, em meu entender, não será apenas (podendo ser também) para dar palmadinhas nas costas dos dois candidatos. Terá como escopo principal ouvir quem se quiser exprimir sobre as necessidades mais prementes e necessárias da nossa aldeia, e do concelho em geral.

Como não vou poder estar presente, o que lamento, pois gostava de estar, vou aqui deixar a minha opinião sobre o que os candidatos, sendo eleitos, poderão fazer na nossa aldeia, tentando para o efeito, e na minha opinião, ter-se em consideração prioritária  o interesse da comunidade, optando-se pelo mais útil e necessário, no princípio do elenco ou lista das prioridades que seleccionarmos.

 

É claro que já escrevi sobre isto algumas vezes. Mas, nenhum responsável autárquico "ligou patavina ao que escrevi", como de outro modo, e com pertinência,  o exprimiu já o nosso conterrâneo, Humberto Monteiro.

 

Aqui vai pois um pequeno elenco das intervenções que mais necessárias me parecem, em Parada de Aguiar.

 

1.º  Envidar todos os esforços para que se conclua o mais breve possível a obra social que o Conselho Directivo dos Baldios deseja edificar em Parada;

2.º  Pavimentar devidamente os caminhos ou largos  pior calcetados ou ainda não calcetados. Tentar neste domínio fazer o que se faz no saneamento. Chegar a todos os lugares onde existam casas e acessos humanos a elas.

3.º  Ampliar o Largo da Capela, absorvendo a casa do Aníbal e Guiomar,  colocando no seu lugar um pequeno espaço de lazer para as crianças, bancos e árvores.

4.º Colaborar com a Associação Prazer da Memória na construção/aquisição de uma Sede para  melhor garantir a prossecução dos seus objectivos culturais e recreativos.

 

FCR

 

P.S.: Gostaria que por agora apenas auscultassem as opiniões das pessoas, pois não será o momento de fazer promessas que depois poderão não ser realizáveis. E ao nível das obras ou intervenções  a efectura, eu teria sempre em consideração os seguintes critérios de orientação:

 

- CRITÉRIO DA NECESSIDADE:  Deve realizar-se primeiro  o que é mais necessário e útil.

- CRITÉRIO DA URGÊNCIA: Dentro das mais necessárias, começar pelas mais urgentes;

- CRITÉRIO DO NÚMERO: De entre as mais necessárias e mais urgentes, as que beneficiam o maior número de pessoas;

- CRITÉRIO DA ESTÉTICA E DA CENTRALIDADE: Uma obra que revitalize e torne mais belo o centro urbano da Aldeia/Vila, e outra a ser feita na periferia, optar pelo centro urbano que é o lugar onde a história da aldeia/Vila foi acontecendo.

 

MUITO IMPORTANTE: Tentar reaver para a população de Parada o seu maior emblema cultural - a Ex- Escola Primária.

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às 13:43

Parada de Aguiar Volta a Estar de Luto

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 30.05.13

 

 Chegou a hora da mãe da Fátima Monteiro. A Ti Ana Rei acaba, infelizmente, de falecer.  Uma Senhora de bem, muito respeitada. Da família nuclear da Fátima, quatro já estão do lado de lá. Relembremos os seus nomes: o Adérito, o primeiro; seguiu-se o Ti Alfredo Monteiro; a seguir, o Otílio ( a morte mais trágica).  E agora, a Ti Ana Rei. Deus os tenhaa todos junto de si.

 

À Fátima e restante família quero aqui expressar os meus sentimentos pela perda do ente querido.

 

 

FCR

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às 18:15

DEUS, MISTÉRIO DE AMOR

por Francisco Gomes, Terça-feira, 28.05.13

          Antoine de Saint Exupéry, o autor do livro o Pequeno  Príncipe, disse: "O Mistério não é um muro, mas um horizonte. O maior Mistério de Amor que se conhece é Deus. Mas o Amor, por si mesmo, é difusivo. Não podemos confundir o verdadeiro amor, com o amor egoísta. É bem verdade que amar-se a si mesmo é uma virtude, o amor passa a ser egoísta, quando não se espalha, fica retido em nós. Não podemos esquecer o Mandamento: amar ao próximo como a si mesmo, mas o  Amor, no entanto, só se realiza plenamente quando se difunde, quando aquele que ama sai de si mesmo, para amar o irmão e também ser amado.

         Deus é o Mistério do Eterno Amor, assim sendo, não poderia começar a amar a partir da  criação do ser humano. Como nos diz a Ciência, o homem, criado à Imagem e Semelhança de Deus,  surgiu no mundo, somente há algumas  centenas de milhares de anos. Também não podemos imaginar que Deus começou a amar após a criação do Universo que, tem sua origem há uns 15 Bilhões de anos. É evidente que muito antes da criação do mundo, Deus já era um Puro Amor.

          A Ciência nos ensina que houve o "Big Ben", isto é, a "explosão" de uma nebulosa, de onde surgiram essa infinita quantidade de Galáxias e Sistemas Planetários, como o nosso.

           A Bíblia nos diz que Deus se bastava a si mesmo, mas numa "explosão" de Amor, criou o Universo com tudo o que nele existe. Se é verdade que a criação é objeto de Amor, o homem e a mulher foram criados por Amor, para que vivessem no Amor.

          Porém, Deus deu ao homem quatro dons muito importantes: a Inteligência, para que ele determinasse os seus caminhos, soubesse o que é bem e o que é mal, o que é certo e o que é errado. Deu-lhe a Liberdade "ou livre arbítrio", exercer livremente  sua atuação. Deu-lhe a capacidade de amar e de odiar. Deu-lhe por fim, o poder de criar. Não precisa dizer que o homem, abusando da liberdade, criou essa situação que aí está, muitas vezes já tentou destruir aquilo que não criou e que não lhe pertence.

          O homem nunca mereceu essa maravilha da natureza que Deus criou para ele. Esse Mistério Insondável que é o Universo. Um grande filósofo do século passado, Gustav Thibon, encontrou Deus na imensidão do Universo. Era chamado de o filósofo camponês. Diante de tanta beleza, ele se converteu. Dizia sempre: " O Grande Mistério que é Deus, não é um muro onde esbarra a inteligência, mas um imenso Oceano onde ela mergulha"                                                                          

 

Abraços para todos.

                                                                     

Agostinho  Gomes Ribeiro

 

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às 22:39

Enquanto a Vida For Vida

por cunha ribeiro, Terça-feira, 28.05.13

Por Fátima Monteiro

 

 

Enquanto a vida for vida.

Quando vejo um velhinho

Sem forças pra caminhar,

doi-me a alma, o coração

pois não o posso ajudar.`

 

Aquele olhar meigo e doce

Que tudo diz, sem dizer

Aquele corpo curvado

Aquelas mãos a tremer

Aquela mente inda lúcida

Só esperam algum carinho,

afecto, ternura, abraços

Só esperam que o Destino

Lhes traga um sorriso nos braços.

 

Mas após tal sofrimento

Ter ainda que sofrer,

Faz pena a qualquer um

Não dá para entender.

 

Amemos os nossos velhinhos

Como se fossem crianças

Eles não são pequeninos

Mas são-no nas suas lembranças. 

Dêmos-lhe com muito amor

Muita ternura e carinho

Aqueçamos-lhe a velhice

Como se fossem meninos.

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às 16:33

A Minha Primeira Vez

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 27.05.13

 

Descíamos os quatro - dois cavalheiros e duas donzelas - num 405, Peugeot, pelo flanco norte dos cerros de entre a Ribeira e o Arco.  Eu, o mais novo, deixava, pela primeira vez, para trás, os rochedos de Trás-Os-Montes e galgava na direcção de um mundo novo - a Praia de Matosinhos.

Mais habituado às curvas das veredas serranas, do que às do macadam, um pouco depois de Ribeira de Pena já o meu estômago andara às voltas uma porrada de vezes. O certo é que um pouco antes  do Tâmega, não longe da ponte de Cabês, percebi, pela primeira vez na minha vida, o inferno que é  o enjôo estradal.  Atento, o homem do "leme" percebeu a iminência da "explosão visceral", e parou na berma  da estrada, a  tempo de eu devolver à urze , que medrava à beira de uma ravina, todo o sustento daquela manhã.

Foi um alívio. De estômago leve, voltei à vida, e, então sim, pude desfrutar todo o esplendor do percurso minhoto, desde Cabês a Famalicão, passando por entre as verduras de Fafe.

 Em Areosa, à beira da Invicta, entrei, pela primeira vez, num restaurante, onde, pela primeira vez, provei as afamadas tripas à moda do Porto. Depois, foi só descer a Circunvalação até Matosinhos, e deitar, pela primeira vez, o corpo descolorido na areia branca da Praia.

 O meu amigo "choffeur", " qui ne s`exprimait qu`en français",  não se fez rogado e aproveitou muito bem a frescura da água e a doçura dos lábios da namorada, bem servida de peito pela mãe natureza.  Eu, ainda imberbe e inexperiente, olhava à minha volta com a curiosidade nos olhos e a vontade engelhada pela vergonha e pelo pudor provincianos. A vedade é que me esforcei por deixar de pensar em "porcarias", e em vez de me entusiasmar inutilmente com a erótica envolvência da praia, lancei um olhar o mais espiritual possível à minha volta. Entretanto ia percebendo pelo contraste ali experimentado, a  gigantesca distância  entre a mundividência de um transmontano e a de um citadino, mesmo  nascido nas arribas pobres de Matosinhos. Trás-Os-Montes e o Douro Litoral - constatava-o ali - eram naturezas opostas, vivências inconciliáveis, antónimos tão expressivos como o caldo e a sopa.

Porém não era tanto a distância geográfica que ali estava em causa, que essa, mais enjôo menos enjôo, em cima de quatro rodas, depressa se esvanecia. Era a distância entre vidas, entre formas de estar e de ser. Entre a timidez aldeã e o à vontade citadino. Entre o meu  espanto perante o comportamento livre e descomplexado dos pares de namorados à minha volta, e a minha impossibilidade de estar assim, mesmo que numa manta de areia à beira do Corgo. 

 A Província retarda, resguarda o instinto; a cidade deixa-o livre a cavalgar a aventura. Foi isto que naquela tarde de Agosto senti, vestindo a pele branca e natural de um transmontano distante da liberdade física do instinto, mas profundamente entranhado da liberdade espiritual que lhe dá  asas e o deixa voar acima do que é pequeno e vulgar.

Tudo isto eu senti, sentado no areal de Matosinhos,  pela primeira vez, na minha vida.

 

FCR

 

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às 22:50

"Gemia O Vento lá Fora" - Excelente interpretação da nossa grande fadista, Fátima Monteiro

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 27.05.13

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às 19:52

A DOR DE CONGELAR A ALEGRIA

por cunha ribeiro, Domingo, 26.05.13

 

 Bastou um fim de semana para Jesus perder a santidade, virando Diabo.

 O que fica mais fresco na memória dos adeptos é este intrigante falhanço nos momentos chave em que os adeptos precisavam de exultar  com  a vitória, e acabam por ter de congelar dolorosamente a alegria.

 

 

FCR

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às 21:07

Não Há Duas sem Três

por cunha ribeiro, Domingo, 26.05.13

 

 

Se o Benfica tivesse ganho as duas finais anteriores ganhava esta. Porquê? Porque não há duas sem três.

 Tendo perdido as duas anteriores, fatalmente iria também perder esta.

 

Assim falou Zaratustra

 

FCR

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às 19:41

Para Quem Necessitar Eis o Endereço

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 24.05.13

 

Do

Centro Social Nossa Senhora Do Extremo

 

Morada:
Rua Dos Xudreiros N.º 10
5450-287 Vila Pouca De Aguiar

Proprietário: Centro Social Nossa Senhora Do Extremo

Telefone: 259 46802

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às 16:02

Não Conheço Rui Santos para o poder Defender, mas louvo-lhe a Frontalidade

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 23.05.13

Calúnias

ruisantossemgA alguma experiência que já vou tendo nestas andanças da política permitem-me, entre outras coisas, já não ficar demasiadamente surpreendido com determinadas atuações. Por muito que me custe dizê-lo, são até bastante previsíveis. Refiro-me concretamente à opção por “campanhas negras” de ataque pessoal e de caráter, numa altura em que se deveriam discutir propostas e ideias para Vila Real.

Fiz inúmeros apelos à elevação na intervenção política, à importância de nos respeitarmos pessoalmente num quadro de divergência ideológica, à evidência de sermos cidadãos com vida familiar e social, para além da condição pontual de adversários políticos. Penso ainda que quem me conhece, ou até quem apenas me acompanhe nestes meus escritos, concordará que é precisamente assim que balizo a minha intervenção. É por isso que me entristece ser vítima de um comportamento contrário a este. Não tanto por mim, que infelizmente já conheço estas estratégias baixas, mas pelos meus filhos, família, amigos, que são confrontados com mentiras descaradas e espalhadas a coberto do anonimato. Não sou perfeito, evidentemente. Dificilmente alguém poderá afirmar isso sobre si próprio. Mas sou um cidadão comum, com virtudes e defeitos, que procura levar a sua vida assente em pilares éticos e morais, cuja consciência lhe permite viver uma vida de cabeça erguida.

 

Neste momento, em que me disponho a ser candidato a Presidente da Câmara Municipal de Vila Real, recomeçam a circular as tais informações anónimas. Para aqueles cujos emails ainda não foram brindados com tão pertinentes informações, deixo um sintético apanhado:

Que trato muito mal os meus filhos e que tentei assassinar a minha mulher; que tinha em 2009 uma empresa de segurança que usei em contratos na UTAD; que enquanto Presidente da AAUTAD tinha colocado uma fatura em pagamento, referente a clips, no valor de milhares de euros; que o agora meu mandatário só o é porque o ajudei a branquear um problema de um milhão de euros na gestão da UTAD; que tenho dívidas pessoais de milhares de euros; que não pago a prestação de minha casa e por isso ela foi penhorada; que foi investigado pela Polícia Judiciária e condenado por dolo e peculato; que tenho empresas de construção, entre outras, que pretendo pôr ao serviço do município; que não pago a pensão de alimentos ao meu filho; que tenho na minha posse um conjunto de documentos comprometedores para o Eng. Madeira Pinto e que foi por isso ele não foi candidato; que os meus apoiantes têm interesses nisto e naquilo; que sou má pessoa e vou despedir funcionários da Câmara Municipal!

Estas foram apenas algumas daquelas de que tomei conhecimento. São mentiras, evidentemente. Não é difícil concluir que, se alguma destas alegações fosse verdade, a única candidatura que eu protagonizaria era a residente num estabelecimento prisional! E outra conclusão é também óbvia: só quem não tem ideias e uma estratégia para o concelho de Vila Real, prefere usar a calúnia para o combate político. Para aqueles que gostam de se entreter com este tipo de criações deixo uma frase, cujo autor desconheço, mas que acho bastante divertida: “Se forem falar mal de mim chamem-me! Sei coisas terríveis a meu respeito…”

 

Rui Santos

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às 13:56

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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