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ela, 2. antonio candido . 8341659518_ecc98db9f2_m . Cândida dos Reis Dias Pinto . minha foto. agostinho ribeiro . agostinho . francisco gomes .

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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


"Dois Mil Milhões" Também Não é Lá Grande Diferença

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 28.06.13

Seis mil milhões para combater o desemprego jovem ( TVI)

 

União Europeia destina pelo menos 8 mil milhões de euros ao emprego jovem ( JN)

 

Apoios ao emprego jovem na UE chegam aos oito mil milhões de euros ( Público)

 

CR

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às 10:39

Uma Ideia para um Mestrado ou Doutoramento, "sem Queijos nem Requeijões"

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 28.06.13

As rotundas são cada vez mais um “caso de estudo”. Julgo que daria um belo tema de mestrado ou doutoramento. É que as rotundas já não são apenas sítios onde se experimenta arquitectura paisagista, com plantação desordenada, e depois ordenada, de ervas e arbustos “selvagens”, ou se planeiam e executam jardins, à deriva, ou canteiros de vários formatos. As rotundas também já não se circunscrevem a vias centrípetas ou centrífugas de fim de estrada, ou de princípio de localidade, onde os automobilistas circulam e escolhem um destino, entre vários. Hoje as rotundas são muito mais do que isso.

As rotundas, hoje, são sítios estratégicos de acoitamento  de brigadas de trânsito que vivem de coimas e contravenções. Autênticas tesourarias do Ministério do Interior, onde se assalta o contribuinte-automobilista sob a forma de multa. Os nossos polícias de trânsito não são cobradores de fraque, mas não lhes ficam atrás, em eficácia.

Mas, hoje, as rotundas passaram também a assumir um relevante papel político-partidário. Sobretudo em matéria de propaganda política. É que já não temos apenas, nas nossas rotundas, surpreendentes plantações de cravos, lírios ou rosas, passamos a ter gigantescos placards publicitários, ou “outdoors”, onde sobressaem rostos esmeradamente tratados no “fotoshop”.

 Na Póvoa de Varzim, por exemplo, o candidato PSD revelou-se um verdadeiro fã de si próprio, e ei-lo a semear outdoors por tudo quanto é rotunda. Com efeito, o ilustre candidato laranja tirou uma foto de corpo inteiro, cortou-a logo abaixo dos “gêmeos”, ( quem sabe se para mostrar que “os tem no sítio”), aumentou-a até XXL,  e polvilhou as rotundas da Póvoa com a sua exclusiva e lustrosa figura.

 Nestes tempos em que o Chefe de Governo corta em tudo o que mexe, é admirável o despesismo com que os grandes partidos abordam a sua campanha eleitoral. O festival de “outdoors” nas rotundas não é, de certeza, o modo mais sério e adequado de os candidatos exporem o que mais interessa os eleitores autárquicos deste país – as suas ideias políticas.

Eu fico perplexo com o que vejo, e só me espanta que quase ninguém clame, ou ouse travar o despesismo que aí vai. Note-se porém que não sou contra existência dos outdoors, pois é necessário que o público eleitor conheça o rosto do destinatário do seu boletim. Mas não abusemos. Imagine-se que o país estava  economicamente robusto, financeiramente credor e não devedor, nesse caso, o excesso de outdoors, embora mau pela simples razão de ser excessivo, vá lá, tolerava-se. Mas a verdade é que o país está pobre, há anos que não se vê livre da tanga barrosista, que continua o único farrapo que lhe cobre as partes, e dá-se ao luxo de gastar dinheiro à toa?! O que é demais é moléstia – Diz o povo. Será que um ou dois “outdoors” numa rotunda ou duas da Póvoa não chegavam e sobravam para nos familiarizarmos com o rosto do candidato laranja? Para quê dezenas deles?! Não será isto já poluição? Que anda a fazer a ASAE que não age?!

Vá lá que a candidata do PS, na Póvoa, teve o pudor de deixar o centro das rotundas livres. Também está por todo o lado, sim senhor, mas roubou menos espaço, foi mais comedida. Talvez por a candidata ser psiquiatra não querer ser acusada de alguma doença. É que os excessos são normalmente doença. E a proliferação da sua imagem pelas rotundas da Póvoa poderia ter conotações negativas para a imagem que pretende passar.

Na minha qualidade de residente na Póvoa e natural do concelho de Vila Pouca, estou “condenado” a viajar entre rotundas. Antes da campanha, tinha, numa ponta do meu percurso, sacos de batatas, ovelhas, e alfaias agrícolas, brilhantemente talhados em pedra granítica, e na outra, um belo cedro e um pedregulho; agora, num lado, vejo um paralelepípedo de quatro faces feito de posters monumentais com a radiante figura do candidato PSD, e no outro, os dois candidatos do centrão aguiarense a dominar a paisagem, fazendo esquecer o grande monumento ao trabalhador agrícola que é a enxada. E assim, onde habitualmente sobressaíam as árvores, as plantas, ou as obras de arte, dominam  agora gigantescas imagens de candidatos do PS ou PSD ( os partidos mais subsidiados pelos impostos dos portugueses). E a comparação é inevitável:  por uma lado, lá e cá, ou cá e lá, o mesmo espalhafato, a mesma orgia auto-publicitária dos egos; por outro lado, uma pequena diferença: enquanto na Póvoa a candidata socialista está a levar um banho do PSD (que, paradoxalmente, lhe poderá trazer votos) em número e colocação estratégica de outdoors, em Vila Pouca, os dois candidatos, à semelhança dos futebolistas quando se temem uns aos outros, brindam-nos com uma espécie de marcação homem a homem, apostando no “tête à tête” de um lado e do outro de cada rotunda.

Mas que podemos nós retirar deste aparato? Que ideias? Que políticas? Que mudanças?

Confesso que tenho olhado sempre que passo, mas não vejo senão rostos,  paisagem, e despesa pública.


FCR

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às 08:41

NOSTALGIAS - A FESTA DE S. PEDRO

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 27.06.13

REVIVER O S. PEDRO, EM PARADA DO CORGO

 

 A Festa de S. Pedro, em Parada de Aguiar, é um momento sempre presente no meu curtíssimo calendário de festas. Só dois motivos até agora, me forçaram a estar ausente: a minha estadia em Paris, e certos exames da faculdade. De resto, sempre presente.

 Claro que já não é um momento de emoções fortes como era outrora.  Aquele estremecimento interior, aquela esfusiante alegria que raiava no exacto momento em que estoirava o primeiro morteiro da madrugada,  e apenas morria com o último morteiro da noite, são águas infelizmente passadas. 

 O S. Pedro presente é para mim uma viagem interior ao passado. Um momento de nostalgia que entristece e alegra ao mesmo tempo. Um refresco que se bebe pelos lábios da alma; uma ameixa com o sumo a escorrer pelo queixo; um relógio com pulseira de elástico; uma corrida pelos campos à cata da cana de um foguete; um arroz assado no forno; uma costela de cabrito; um disco pedido; um som de altifalante;um andor enorme quase a tocar na ramada; o ecoar de uma música tocada pela banda do Pontido; um vai-vem incansável entre a aldeia e S. Pedro.

 Tudo isto, todas estas recordações,  se cruzam na minha memória, lembrando  uma festa que o tempo não apagará.


FCR

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às 18:40

TOTAL DE INSCRITOS, NESTE MOMENTO, PARA A FESTA DA ASSOCIAÇÃO

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 27.06.13

 

Estão até ao momento inscritos para a Festa da Associação TRINTA E SETE PESSOAS.

 

FCR

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às 14:15

Da Família Alves Cunha, inscreveram-se:

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 27.06.13

1. António Cândido Cunha;

2. Agostinha Cunha;

3. Adelaide Cunha;

4. Joaquim

 

FCR

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às 14:09

Da Família Campos, os inscritos são:

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 27.06.13

 

1. Fátima Monteiro Campos;

2. Belarmino Campos.

 

FCR

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às 14:08

Da Família Reis Dias, Inscreveram-se:

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 27.06.13

 

1. Cândida Dias Pinto;

2. João Pinto;

 

 

FCR

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às 14:06

Da Família Ribeiro os Inscritos, até ao momente, São:

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 27.06.13

 

1. Francisco Cunha Ribeiro;

2. João Pedro Marques Ribeiro;

3. Abílio Marques Ribeiro;

4. Célia Marques Ribeiro;

5. Deolinda Cunha Pires Gomes;

6. Andréia Gomes;

7. José Gomes;

8. João Baptista M. Ribeiro;

9. João Pedro Ribeiro;

10. Edma Ribeiro

 

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às 13:58

Da Família Gomes Já se Inscreveram

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 27.06.13

 

Para a Festa da Associação:

 

1. Manuela Gomes Rodrigues;

2. Agostinho Rodrigues;

3. Francisco José Gomes;

4. Olímpia Gomes

 

FCR

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às 13:38

Afinal a Selvajaria Humana Ainda Está na Idade Média

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 27.06.13
Por Jornal i publicado em 27 Jun 2013 - 13:15
// 
Portugal

Morreu José Mária Cortes. Forcado não resistiu aos ferimentos provocados por desacato em Alcácer
      
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José Maria Cortes de 29 anos não resistiu aos ferimentos provocados por um desacato

em Alcácer do Sal, ocorrido na madrugada de domingo e, acabou por falecer no hospital

de Santa Maria, apurou o i.

Recorde-se que, a Polícia Judiciária já está a investigar os factos e as circunstâncias

 que provocaram este desacato e que envolveram mais de 60 pessoas, resultando

dois feridos graves, um deles o forcado José Maria Cortes.  

José Maria Cortes foi esfaqueado e, ainda no domingo foi operado no Hospital do Litoral

Alentejano (Santiago do Cacém), tendo sido transferido no dia seguinte para o Hospital

de Santa Maria, em Lisboa, onde acabou por falecer.

O porta-voz do CDS, João de Almeida já lamentou na morte do forcado na sua página

de facebook. "A minha homenagem ao Zé Maria Cortes. Um valente, que tantas vezes

 vi mostrar coragem. Perdeu, numa luta que era desigual. Perdemos todos,

principalmente a sua família, amigos e o GFA de Montemor. A todos o meu abraço e

solidariedade. Que o Zé Maria descanse em paz".

Também na sua página de facebook, o ex-Adjunto para comunicação do secretário

de Estado da Cultura, Francisco José Viegas escreveu " a morte de José Maria Cortes

é profundamente estúpida e resultado de um acto sanguinário".

É de referir que, na altura, fonte da GNR explicou à Lusa que os desacatos, cuja origem

 as autoridades desconhecem, começaram cerca das 05:45 de domingo, após uma garraiada,

 e alastrou a vários pontos do recinto da feira, envolvendo mais de 60 pessoas, incluindo

 forcados e populares. Dos oito feridos ligeiros, um era militar da GNR.

A normalidade só foi restabelecida cerca das 07:00 pela GNR.

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às 13:34

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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