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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


Os verdadeiros analfabetos são os que aprenderam a ler e não lêem

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 31.10.13

 

 Completamente de acordo com Mário Quintana. Infelizmente muita gente ainda hoje não lê - não por não ter aprendido  ler - mas por não ter aprendido a gostar de ler.

 

CR

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às 22:18

EM PORTUGAL NADA FUNCIONA E NINGUÉM SABE PORQUÊ

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 31.10.13

 Sempre parti do princípio que, pelo menos  em teoria, os governos eram formados por gente responsável  e inteligente, que colocava o bem comum como meta da sua ação. Enquanto pensava assim, era um governado tranquilo, pois, de boa fé, confiava em quem exercía os poderes. Descobri, no entanto, com frustrante  inquietação, que na prática não é assim. 

 Gostaria muito que os governos quando exercem essa nobre função de governar, agissem com o desígnio de melhorar cada vez mais a vida das comunidades e das pessoas que as formam. Quanto mais não fosse por estas lhes terem endossado um autêntico  cheque em branco  a ser preenchido durante a governação. Esta descoberta dos males do poder faz-me agora desconfiar de tudo o que qualquer governante diz. Ou seja, nenhuma teoria por mais lógica que pareça me convence plenamente. Ou seja, entre a atitude de S. Tomé e a minha a diferença não é quase nenhuma, só muda o objeto de crença, porque a falta de fé é idêntica.

Alguns governos  estão sempre tão longe de fazer o que dizem, que era muito melhor nem dizer o que fazem.  Ser melhores na prática do que na teoria eis um bom caminho para os governantes.  É que há grandes teorias que na prática não funcionam, e há práticas que funcionam sem que ninguém saiba porquê.

Em Portugal, penso que estas duas realidades se conjugam de uma forma que nos é fatal:

Nada funciona e ninguém sabe porquê.

 

CR

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às 21:04

DESDE QUE NOS COMEÇARAM A ESPREMER OS VENCIMENTOS

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 31.10.13

 

 - PELO MENOS - NÃO ENTENDO COMO AS AUTARQUIAS TEIMAM, APESAR DISSO, EM ESBANJAR DINHEIRO COMO SE FOSSEM RAINHAS DE INGLATERRA. E AINDA ENTENDO MENOS COMO VOCÊ, LEITOR,  NÂO SE PREOCUPA EM ANALISAR E PERCEBER OS MOTIVOS DOS  GASTOS COMO OS QUE VOU EXPOR DURANTE ALGUNS DIAS, DA RESPONSABILIDADE DIRETA DA CÂMARA MUNICIPAL DE VILA POUCA DE AGUIAR:

 

1º EXEMPLO:


FESTAS DE VILA POUCA:

 


Detalhe do Contrato

DATA DE PUBLICAÇÃO NO

BASE 29-07-2013

 

 

TIPO(S) DE CONTRATO - Aquisição de serviços;

TIPO DE PROCEDIMENTO - Ajuste directo;

DESCRIÇÃO - Festas da Vila e do Concelho de Vila Pouca de Aguiar em Honra do

Divino Salvador do Mundo;

 

FUNDAMENTAÇÃO - Artigo 20.º, n.º 1, alínea a) do Código dos Contratos Públicos;

FUNDAMENTAÇÃO DA

NECESSIDADE DE RECURSO

AO AJUSTE DIRETO (SE APLICÁVEL) -

ausência de recursos próprios;

ENTIDADE ADJUDICANTE NOME,

NIF MUNICÍPIO DE VILA POUCA DE AGUIAR (506810267) - QUEM PAGOU

ENTIDADE ADJUDICATÁRIA NOME,

NIF

COMISSÃO DE FESTAS DA VILA E DO CONCELHO DE VILA POUCA DE AGUIAR- QUEM RECEBEU

(506239977)

OBJETO DO CONTRATO

Festas da Vila e do Concelho de Vila Pouca de Aguiar em Honra do

Divino Salvador do Mundo

CPV 92340000-6, Serviços de espectáculos recreativos e de dança

DATA DE CELEBRAÇÃO DO

CONTRATO 29-07-2013

PREÇO CONTRATUAL 75.000,00 € - QUANTO FOI PAGO

PRAZO DE EXECUÇÃO 4 dias (4 dias)

LOCAL DE EXECUÇÃO -PAÍS,

DISTRITO, CONCELHO Portugal, Vila Real, Vila Pouca de Aguiar

Pesquisa de Contratos Ajuste directo (758865) Ajuste directo (802458)

http://www.base.gov.pt/base2/html/pesquisas/contratos.shtml

22-10-2013

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às 18:48

DIVULGUEMOS O QUE AINDA HÁ DE BOM

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 30.10.13

Taxista devolve 250 mil euros a casal na Alemanha

Homem afirma que nunca pensou em ficar com o dinheiro

 

Um taxista encontrou uma mala com 250 mil euros esquecida por um casal no seu carro, na região de Würzburg, Baviera, Alemanha. Thomas Günter, o taxista, contou a um jornal alemão que foi buscar o casal de idosos a um banco, deixou-os depois em casa e foi aí que reparou que estes se teriam esquecido da mala no táxi.

Thomas Günter conta que abriu a mala e viu 250 mil euros em notas de 50 e nunca pensou em ficar com o dinheiro pois “provavelmente isso seria a ruína do casal de idosos”, disse. O dinheiro foi devolvido 30 minutos depois. O taxista afirma que a dona da mala ficou "branca como um lençol" e que disse que lhes salvou a vida.

Pergunta CM
Já perdeu alguma coisa num táxi?

Quando recebeu o dinheiro de volta, o casal quis recompensar o taxista, mas este apenas aceitou o valor da viagem do serviço que fez, uma quantia de 12,50 euros.

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às 23:49

ALGUÉM SE LEMBRA DO NOME QUE TINHA ESTE JOGO?

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 30.10.13

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às 23:19

NINGUÉM DIZ O QUE PENSA DO "GUIÃO"?

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 30.10.13

 

Eu penso que é a prova evidente de  quem está de facto a governar o País - o CDS.

 

CR

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às 23:00

ELAS ESTÃO A CHEGAR

por Francisco Gomes, Quarta-feira, 30.10.13

Novembro, mês das castanhas: para o nosso lugar, é a última dádiva da natureza para o ano que começa a se extinguir, para outros lugares, ainda existem as azeitonas.

Tenho muitas recordações do tempo das castanhas. Às vezes, as minhas irmãs iam para Carrazedo Montenegro, o mês inteiro apanhar castanhas, era um meio de se ganhar algum dinheiro para o Natal que se aproxima.

Quando ia para a Serra guardar as ovelhas e as cabras, no tempo das castanhas, precisava ter muito cuidado, pois quando o rebanho chegava a Ribeiro Côvo  ou à Veiguinha, os animais fugiam em disparada, para a Corte do Pereira, para um souto que ali existia com muitos castanheiros, que não tinha paredes e nem muros. Hoje não lembro a quem pertencia esse souto. Mas era difícil conter os animais, pois a gente cercava por um  lado, eles fugiam pelo outro.

Uma vez por outra,  a gente deixava o rebanho e  procurava um castanheiro mais próximo para apanhar castanhas para um "magusto." Depois a gente apanhava alguma lenha, colocava as castanhas de preferência em cima de uma laje e acendia uma fogueira em cima delas, para assa-las. Depois fazíamos um buraco no chão e enterravamos as castanhas assadas, para ficarem bem moles. Às vezes o dono pegava a gente em flagrante, tínhamos que fugir, para não levar uns cascudos e ficar sem as castanhas que haviam apanhado.

Quando começava o mês, a gente tinha que ir todos os dias, debaixo dos castanheiros. Era preciso juntar castanhas para o "Magusto" da aldeia, dia  onze de novembro, dia de São Martinho. Neste dia, se fechava o Vinho. Os homens andavam pelas casas que colhiam vinho para provar. Quem não tinha vinho, tinha que entrar com as castanhas, para serem assadas e acompanhar  na visita ao vinho.

Tinha dias que não caia nada. Os castanheiros estavam carregados de ouriços cheios de castanhas, mas ficavam arreganhados, lá no alto e as castanhas a rirem de nós. Para que caíssem, era preciso chover, então os ouriços ficavam moles e as castanhas caíam todas. Era a "anta", a gente enchia sacos de castanhas.

Minha família tinha quatro castanheiros na Cantoila e cinco nas Barrias. Mas as castanhas que a gente colhiam eram para nosso consumo, não vendia nenhuma.

Nós moleques, quando íamos apanhar castanhas, sempre apanhávamos algumas "bonecas". Á noite, quando as mulheres se juntavam em volta do braseiro a fiar em suas rocas, a gente às escondidas enterrava algumas " bonecas" nas brasas. Logo explodiam e espalhavam brasas pelas pernas das mulheres. A gente fazia isto e depois tinha que fugir, senão levava porrada.

A gente fazia estas brincadeiras sem medo de ser feliz.

                                                                   

Deus abençoe  a todos

                                                                

Agostinho  Gomes  Ribeiro

 

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às 22:44

QUEM DEVIA LEVAR COM "ELA" ERA O BLATTER

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 30.10.13

 

Esta estátua grotesca revela a natureza de quem a comprou. Vá lá, o alcorão desta vez foi bem interpretado, e mandaram-na retirar.

 

CR

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às 18:48

BONS PRINCÍPIOS - BOAS INTENÇÕES

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 30.10.13
        É QUE "REVITALIZAR" TANTO PODE SER UM VERBO DE ACÇÃO, COMO UM "VERBO  DE ENCHER". AGUARDEMOS.
 
Reunião entre Câmara e Juntas    

O Presidente da Câmara Municipal de Vila Pouca de Aguiar, Alberto Machado reuniu pela primeira vez com os presidentes das Juntas de Freguesia, tendo anunciado aos autarcas medidas estratégicas para a revitalização rural nas 14 freguesias do concelho.

 

Na reunião de apresentação e cumprimentos entre autarcas, que decorreu a 29 de outubro no salão nobre dos Paços do Concelho, Alberto Machado avançou que irá concretizar várias medidas estratégicas para a revitalização rural que decorrem de «compromissos eleitorais assumidos».

 

Com este primeiro encontro, o novo presidente da Câmara quis declarar o objetivo de ter uma «relação de proximidade» com os presidentes de Junta, criando parcerias para a resolução de diversas situações, tendo sido citados vários exemplos: acessibilidades, limpezas, áreas de lazer, transportes escolares e planos de pormenor. Uma das primeiras medidas é, a partir de 2 de novembro, visitar as freguesias de comum acordo entre Câmara e respetiva Junta.

 

Alberto Machado vai ainda estabelecer parcerias com outras entidades locais, como sejam conselhos diretivos e associações recreativas e culturais.

       

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às 13:35

SURREALMENTE

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 30.10.13

 

 Bate-me à porta uma espécie de vagueação nocturna a que vulgarmente se dá o nome de sonho. O cenário é Lisboa. Vejo-me, ao acaso, palmilhando uma rua sombria nos arredores de S. Bento, e, eis senão quando, a curta distância, esbarro com uma voz quase agressiva. Olho. O ar encrespado e a postura franca de quem tem carradas de razão, sugeriram-me um funcionário público a ralhar com quem lhe ande a moer o juízo. Aproximei-me. O visado era um homem magro, bem vestido, aprumado, gesto medido, que tentava a todo o transe defender-se da argumentação poderosa do seu interlocutor. O funcionário público, esse, de dedo em riste, despejava uma série de argumentos que deixavam o homem magro de boca entreaberta, à cata de um pequeno silêncio para poder retorquir. Pus-me à escuta:

 " … Sr Primeiro Ministro, pare de esmagar os vencimentos dos funcionários públicos! Olhe que os desgraçados estão  à beirinha do osso. E a culpa é vossa, dos vossos sucessivos golpes, a que V. Exª chama cortes, “na disfarça”. Aliás, já antes, o seu cúmplice, Cavaco, tinha usado o cutelo e golpeado o que pôde, sem ninguém dar por ela. Chamou-lhe reforma fiscal. Mas foi outra coisa: uma espécie de arrolamento dos vencimentos, que, a partir daí ficaram no cadastro individual sujeitos a IRS, ou seja aos inevitáveis descontos, ou cortes. Um desses cortes (descontos), como o Sr Primeiro Ministro bem sabe, sai, desde essa altura, direitinho, do vencimento para o “porco” do estado. O Sr Primeiro Ministro não fuja… agora vai-me ouvir até ao fim. Depois, os Srs vieram com esta série infindável de golpes, cada vez mais fundos e triturantes, da troika: um para saldar as dívidas do BPN; outro para cobrir as do  BPP; outro para solver as das câmaras municipais; outro para pagar os lucros das parcerias público privadas; outro para encher os cofres vazios da banca;  outro para subsidiar as fundações; outro para solver a dívida da Madeira; outro para pagar as subvenções dos políticos; outro para ... Bem, acho que basta de cortes, Sr Primeiro Ministro... A não ser que queira também cortar nas unhas dos nossos pés – essa réstia de sobrevivência do corpo exangue dos funcionários públicos deste país”…

Entretanto, acordo. Olho, não vejo ninguém. O Primeiro Ministro evaporara. A Troika esperava-o de cutelo na mão.

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às 09:19

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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