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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


Diretamente do Jardim Zoológico para uma Escola de Braga

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 31.01.14

 

 Duas "manadas" de rapazolas dos CEFS confrontaram-se ao coice e ao pontapé numa escola de Braga. As causas do incidente ainda estão por apurar. Há, no entanto, quem insinue que a razão fundamental  de tão grave acontecimento se deve à política educartiva dos dois últimos governos.  E acrescentam:   "obrigam seres irracionais a frequentar pequenos recintos fechados onde se ensina  a álgebra, a arte e a filosofia, quando o normal seria levá-los ao pasto pela manhã e trazê-los do pasto ao fim da tarde."

 

Repórter D.

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às 22:20

Viva a Retoma

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 31.01.14

Um sinal de êxito macro-económico -  " o da prestação da casa subir 5 euros nos contratos a rever em Fevereiro" - é, afinal, uma má notícia para a maioria dos portugueses, pois isto deve-se, não à subida do nível de vida dos trabalhadores portugueses,  mas sim, notem bem: à expectativa de recuperação das economias da zona euro, que  gerou subida das taxas Euribor em Janeiro.

 

E esta hein?

 

CR

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às 22:07

Da "Cuadoção"

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 30.01.14

 Filho de uma "p...a", sim; Filho de um Gay, não

 

Se por azar do destino eu estivesse numa instituição social para ser adotado, e viesse um tipo de gesto delicado, aos tremeliques, buscar-me para me adotar, não era o filho da minha mãe, mesmo desconhecida, que se deixaria levar por um larila. Dir-lhe-ia, sem papas na língua: “ Vai adotar mas é  o ca...lho”. O que talvez nem fosse insulto por aí além para o visado. Mas quase garanto que o mariconço me viraria logo o traseiro, e voava, qual borboleta ameaçada.  

 Por que é que esta gente não adota um ser da mesma espécie, um(a) bicho(a) qualquer, sei lá, por exemplo um "veado"?

Com que direito, alguém que nunca faria nada, nem com prazer, nem com sacríficio, para que eu viesse ao mundo, por falta de ... vontade própria, me levaria pra casa dele?

Os perigos que eu correria! As ideias trocadas! As confusões! Não, eu não quero correr o risco de ser eletrocutado num interruptor, por não perceber que qualquer ligação normal exige macho e fêmea.

 Aliás, não seria absurdo que devido a educação tão larila, eu viesse a trocar as funções aos meus amigos e amigas de juventude: “ Ó João, os meus pais vão estar fora este fim de semana, o quarto deles está livre, que tal se…”; ou: “ Joana, vamos jogar “ragueby”, domingo à tarde?”.

Pior: Imaginemos que um dia eles, os meus hipotéticos ( só hipotéticos!) adotantes, convidavam um Casal de fufas. A minha expetativa seria, finalmente, não assistir àquela enfadonha ficção, àquele  filme pós-moderno "sempre igual", mas a um "reality show", uma pequena casa dos segredos, com pessoas aparentemente normais,  de sexos bem definidos, mesmo que no fim acabasse tudo à chapada.

 

 

A.V.

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às 21:51

Nem Tudo Acaba

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 30.01.14

Sim, os nossos dedos, as nossas mãos, os nossos braços irão desaparecer…

Mas as nossas carícias, os nossos apertos de mão, os nossos abraços

O invisível caminho das nossas lembranças …

Dos nossos sonhos comuns,

Jamais iremos esquecer.

 

Sim, os nossos pés deixarão de existir…

Mas os passeios que fizemos juntos,

As nossa corridas por puro prazer,

Os passos das nossas valsas imaginadas,

Os nossos encontros e reencontros,

Jamais se irão apagar,

 

Sim, os nossos rostos terão seu fim…

E os nossos lábios, e os nossos ouvidos, e os nossos olhos…

Mas nem os sorrisos, nem as  conversas, nem os olhares,

Que nós tivemos, que nós trocámos,

Alguma vez poderão enterrar.

 

Afonso Valtique

 

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às 16:49

VÍDEO DA VITAGUIAR PROMOVE OS ALBERGUES DO CONCELHO, MAS SÓ VEMOS O DE PARADA DE AGUIAR

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 30.01.14

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às 13:34

SINAIS DOS TEMPOS - OS GALÕES DA TERCEIRA IDADE

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 30.01.14

 

A Velhice que, no meu tempo de juventude, era um posto, vai-se tornando um fardo cada vez mais pesado para a governança. Ideologicamente desnorteada e moralmente abandalhada, a governança anda à nora. Ou à volta dela, e só mete água. Por isso vai decidindo sobre vidas de pessoas, colocando a idade no prato de uma balança para  que o o peso dela decida despedimentos fundados na arbitrariedade de avaliações injustas por serem subjetivas . E assim se amesquinha, se desmoraliza e abandalha a sociedade.

 

CR

__________

 

Os parceiros sociais estiveram ontem a debater na concertação social os novos critérios para o despedimento por extinção do posto de trabalho.

Esta foi uma questão que o Tribunal Constitucional chumbou na nova lei laboral.

Os juízes do Palácio Ratton consideraram que os critérios para a selecção do trabalhador a despedir eram demasiado vagos. O Governo tenta resolver essa questão fixando agora critérios mais objectivos que se aplicam por uma ordem concreta.

O primeiro de todos é a avaliação de desempenho e depois aplicam-se outros métodos de selecção

como por exemplo a formação académica ou o salário. Os patrões estão basicamente de acordo e os sindicatos, como é hábito, estão contra. Ainda assim, a proposta do ministro Pedro Mota Soares é um avanço relativamente aos critérios da anterior lei. Antes a antiguidade era um posto. Ou seja, os trabalhadores mais jovens eram sempre os primeiros a sair. Era isto que dizia a lei e há que concordar que, embora seja uma forma de selecção clara e objectiva, não faz muito sentido. Não é uma forma racional de gestão de recursos humanos e penaliza sempre os mais jovens, dificultando a renovação dos trabalhadores nas empresas.

A escolha a partir da avaliação de desempenho parece mais justa para os trabalhadores, porque defende a meritocracia, e para a empresa porque permite que fique com os melhores. No entanto, não é fácil de aplicar. Vai obrigar a que as empresas façam um longo caminho com os seus colaboradores para melhorarem os métodos de avaliação.

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às 08:41

Deve haver erro: Cavaco não é homem para dizer coisas destas

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 29.01.14

Cavaco: «Chegámos ao momento das grandes opções»

 

( Quererá Cavaco dizer que chegou o momento de ele optar por cavar de Belém? Se sim, óptimo, seria uma GRANDE opção, mas... honestamente, não acredito)

«É agora, neste ano de 2014, sem mais adiamentos ou hesitações...»

 

( Sem mais adiamentos?!... Até parece que o homem tem andado a adiar alguma coisa... Que coisa será?...

 «nem hesitações» - diz Cavaco. (...KKKKK. Desculpem, mas tenho que rir...Como se hesitar não fosse a sua essência, a sua marca pessoal e política...)

 

«... que teremos de escolher os nossos caminhos do futuro», defendeu o presidente na cerimónia de abertura do ano judicial.

( Bem, desisto... Senão...).

 

CR

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às 22:35

Panteão

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 29.01.14

 

 Talvez esta consciência aguda da brevidade da vida explique a minha simpatia por essa criação humana originariamente imaginada para albergar os deuses do Olimpo.Com efeito, esses seres mágicos que “mandavam” no céu e na terra pareciam ser dignos de uma morada sólida, imponente e eterna como o Panteão. Mas devo dizer que simpatizo ainda mais com a mudança de “inquilinos” superveniente, ocorrida com a clarificação científica de que o Olimpo era mais imaginação popular do que realidade palpável, pois ninguém foi capaz, nem mesmo Camões, de fazer prova inequívoca de um único gesto carnal que envolvesse um qualquer ser humano e a deusa do amor – Vénus.

 O Panteão, como aquele lugar de excelência onde repousam para a eternidade as personalidades que mais se destacam ou destacaram no engrandecimento pátrio, é, em minha opinião, uma ideia magnífica. Na Grécia, onde germinou essa ideia, só os deuses tinham acesso ao glorioso "túmulo".

 Em Portugal, o Panteão é uma ideia republicana dada à luz em 1916. A quinhentista Igreja de Stª Ingrácia, em Lisboa, passou, então, a ter esse estatuto. Mas só em 1966 (por sinal, uma data que a história do Panteão poderá vir a registar por via de Eusébio) foram concluídas as obras do Panteão ( as tão populares “obras de Sta Ingrácia”).

Se quisermos ser rigorosos, teremos de concordar que o Panteão nacional mais parece um museu do que um túmulo de personalidades reconhecidamente invulgares. Num museu cabe tradicionalmente tudo o que é velho, antigo, e que às vezes, chega a ter muito valor. Porém o que é valioso para uns não o é para outros. Um quadro de Dali pode ser uma obra extraordinária para algumas dezenas de admiradores e simultaneamente uma “borrada” para milhares. Num museu, antigo, ou moderno, tudo o que lá está tem, portanto, valor relativo. No panteão é diferente. Isto é, devia ser diferente. O que lá está deveria ter sempre um valor elevado, isto é, mais próximo do absoluto que do relativo.

As personalidades que até agora lograram entrar no Panteão Nacional são nomes antigos que no seu tempo foram importantes, mas faltou-lhes alma, faltou-lhes o gérmen da eternidade, faltou o que sobra àqueles  que “pelas suas obras valerosas da lei da morte se vão libertando", para citar alguém que lá devia estar há muito tempo.

 O Panteão português tem sido, infelizmente, até hoje, um lugar onde se tem celebrado a pseudo-importância humana decretada por amizades político- palacianas. Um lugar onde se têm elevado ao estatuto de heróis, artistas, prestidigitadores, ou habilidosos de circunstância. Em suma, o Panteão resume-se a isto: um areópago onde convivem alguns medíocres com duas ou três personalidades realmente dignas e gloriosas.

Soa por aí agora que Eusébio merece honras de Panteão. Se me chamassem para votar em tal honraria não hesitaria um segundo. Aliás, para mim, o acesso ao Panteão deveria ser considerado um assunto sério. Por isso, não deveria ser discutido e decidido por meia dúzia de opinadores, por mais cotados que sejam, por mais representatividade formal que pareçam ter. É aliás um assunto tão grave e sério que, se alguém me dissesse tratar-se de assunto de Estado eu não concordaria. A meu ver, este não é  de facto um Assunto de Estado, pois nós sabemos como os assuntos de Estado, por vezes, se tratam. O acesso de alguém ao Panteão Nacional é, muito mais que “de Estado”, um assunto Nacional. Por isso deveria ser, não a Assembleia da República, mas a Nação a decidir. E como decidiria a Nação? Naturalmente por referendo.

Diz-se que há uma senhora, poetisa, que já terá o seu lugar garantido no Panteão. Ouvida a opinião fervorosa da filha, logo se concluiu que a dita Senhora tem mérito, pois escreveu versos sublimes sobre o 25 de Abril. Será que a ilustre Senhora alcança o Panteão por influência de opiniões como esta, tão subjectiva, tão filial? Só espero que o outro garboso filho, Miguel Sousa Tavares, homem influente no meio, não escreva um panegírico a elogiar “Mater” Sophia ( de Mello B. Anderson), que aí sim, as portas abrem-se no dia a seguir.

Parafraseando Eça, “não se ganha a admiração universal só com ter propósito nas ruas e pagar lealmente ao padeiro. São qualidades excelentes, mas insuficientes. Requer-se mais: requer-se forte cultura, fecunda elevação de espírito, fina educação do gosto, e elevada ciência e arte”

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às 11:15

O DESAPEGO AO DINHEIRO‏

por Francisco Gomes, Terça-feira, 28.01.14

Um dos ídolos de todos os tempos, que iludiu e continua a iludir muitas pessoas, é o dinheiro. Ganhar dinheiro, ter dinheiro, é visto como um dever, uma obrigação, uma honra, uma distinção. Ter dinheiro é sempre apontado como uma prova insofismável de inteligência. Ocorre que, o dinheiro não garante a vida de ninguém, chegada a hora de morrer, o dinheiro, não vai impedir, a morte não se corrompe. E ninguém  vai levar consigo o dinheiro, pois seria um desperdício, iria apodrecer junto com os restos mortais do seu possuidor. Isto se não fosse roubado da própria  Tumba.

O dinheiro geralmente, anda sempre acompanhado da ganância e da usura, por  isso é o motivo de muitos crimes e agressões, inimizades, trapaças e subornos. Mas será que o dinheiro é tão poderoso assim? Um jovem acercou-se de Jesus Cristo e perguntou: Mestre, que devo fazer para ganhar a  Vida Eterna? Jesus respondeu-lhe: Conheces os Mandamentos, não matarás, não cometerás adultério, não roubarás, não difamarás a honra de ninguém, respeitas teu Pai e tua Mãe? Todos esses preceitos eu tenho  respeitado desde criança. Jesus então  lhe disse: falta-te apenas uma coisa. Vai, vende todos os teus bens, reparte com os pobres e depois terás um tesouro no Céu. Ouvindo isto, o jovem se afastou muito triste, pois era muito rico. Jesus então teve pena dele e disse: Como é difícil um rico  entrar no Reino do Céu.

O apego ao dinheiro não depende de status social. Há ricos que moram em mansões e vivem como pobres, no entanto há pobres que moram em palafitas e são usurários e gananciosos. Onde está o nosso Tesouro, estará o nosso coração, por isso, o rico que vive ancorado no dinheiro, não tem paz. Quem confia toda a sua segurança ao dinheiro, é digno de pena. Quem ajunta dinheiro usando de furto, corrupção, chantagem, fraudes, exploração dos  pobres e dos fracos, comércio de Drogas e prostituição, seria melhor que lhe amarrassem uma pedra ao pescoço e o jogassem no fundo do mar.

Andar mal vestido, sujo e mal apresentado, não é sinal de pobreza, é muitas vezes falta de educação e de higiene. Jesus Cristo nunca andava mal vestido. Suas roupas eram tão boas que mereceram a cobiça de seus algozes, pois  foram sorteadas no Monte Calvário.

Certa vez, perguntaram a Madre Teresa de Calcutá, onde estavam os tesouros da Igreja, já que é considerada muito rica. Ela mostrou leprosários, asilos para velhos, orfanatos para crianças abandonadas, tudo mantido pela caridade de quem não é rico. Todo aquele que tem muito dinheiro, deve saber que é apenas um  depositário, pois um dia deverá prestar contas de tudo o que recebeu.

" A quem muito foi dado, muito será pedido."       

                                                                            

Deus abençoe a  todos

                                                                      

Agostinho  Gomes   Ribeiro

 

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às 21:33

Estava lá o Zorrinho?!

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 27.01.14

Depois de um primeiro debate dedicado à governação, em que a limitação de mandatos e redução do número de deputados voltou a estar em cima da mesa, o PS prepara-se para debater a forma de motivar a função pública e a sua gestão mais eficaz. Sobre a redução do número de deputados, a ideia já foi lançada pelo líder do partido, António José Seguro, em 2012, com a promessa de um projeto.

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às 22:32

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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