Created by Watereffect.net Created by Watereffect.net

Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



BLOGUE PARADA DE AGUIAR - Mais sobre mim


Colaboradores - Clique nas fotos para aceder aos textos de cada Colaborador

ela, 2. antonio candido . 8341659518_ecc98db9f2_m . Cândida dos Reis Dias Pinto . minha foto. agostinho ribeiro . agostinho . francisco gomes .

calendário

Abril 2014

D S T Q Q S S
12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
27282930


CONTADOR DE VISITAS


contador View My Stats

página de fãs


Pesquisar

 

sitemeter


Google Maps


Ver mapa maior

PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


OS POBRES NA VIDA‏

por Francisco Gomes, Quarta-feira, 30.04.14

Sempre haverão pobres no mundo. É uma declaração do próprio Jesus Cristo: "Pobres sempre os tereis." A pobreza é uma realidade que está sempre à nossa frente. Há muitos séculos que a pobreza existe e sempre existirá. Nós somos testemunhas de que os pobres estão por todos os lugares, e a solução para este problema, jamais irá existir.

Em muitos países, inclusive o Brasil, se fazem muitas campanhas para amenizar esta questão social. Mas não será por meio de campanhas de alimentos, vestuário, remédios e etc. que este problema poderá ser resolvido. Mas, qualquer ajuda, é sempre bem vinda. É louvável qualquer tentativa de se dividir aquilo que poucos tem muito e muitos não tem nada. Mas é muito difícil, as pessoas perceberem que tem algo que pode dividir. São tão agarradas aos bens materiais, que não encontram nada que possa ser dividido. Desde cedo, as pessoas são ensinadas a multiplicar os seus haveres e a não dividir com ninguém.

Ser pobre ou ser rico, em muitos casos, é um estado de espírito. O ideal no mundo seria que cada um tivesse o essencial para  viver, mas dentro da mente humana, é muito difícil determinar esse essencial. Por isso acontecem os desequilíbrios sociais. Os pobres sempre existirão em função dos ricos. Quanto maior for a quantidade de ricos, maior será também a quantidade de pobres. Uns não existirão se não existirem os outros. Esta desigualdade, sempre vai existir. Muitas vezes, a riqueza e a pobreza, estão relacionadas a vários fatores da vida. O fator que mais concorre para a pobreza é a acomodação, as pessoas se conformam com a situação, e desistem de lutar por uma vida melhor. Por isso,  a maior pobreza que encontramos, é a pobreza mental.

A grande divisão entre riqueza e pobreza é sentida no dia-a-dia. Os ricos frequentam clubes sociais e restaurantes de luxo, os pobres frequentam bares (pés sujos) e catam em lixeiras os restos que ali são jogados.

A sociedade moderna, procura amenizar o "estado" pobreza, no entanto, abandona o homem que é pobre.

Nas principais economias do mundo, surgiu a "classe média". É ela que suporta tudo, paga impostos e garante as instituições. É esta classe que ajuda a amenizar a pobreza, porque é ela que ajuda os necessitados. Dentro da classe pobre, encontramos uma divisão. São os pobres e os miseráveis. Os pobres, às duras penas, conseguem viver. Enfrentam lutas para manterem seus status e ainda ajudarem os miseráveis, pois a classe média, é a única que ajuda os necessitados, vivendo o grande Mandamento, "amar ao próximo como a si mesmos".

Quem dá aos pobres, empresta  a Deus.

                                                 

Deus abençoe a todos

                                              

Agostinho  Gomes  Ribeiro 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

às 22:37

CONTRATOS COM EDP-RENOVÁVEIS (EÓLICAS) - EXEMPLO DE ÓBIDOS, e MALCATA

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 30.04.14
EÓLICA

Câmara de Óbidos arrenda terrenos para primeiros moinhos eólicos

 

A Câmara de Óbidos decidiu arrendar à EDP Renováveis três terrenos, com vista à ampliação dos parques eólicos da região e para instalar no concelho as primeiras torres eólicas, disse o vice-presidente da autarquia.

Humberto Marques, vice-presidente da autarquia, afirmou que o executivo municipal aprovou entregar à EDP Renováveis os terrenos por ter sido a única entidade a participar na hasta pública lançada pelo município e por ser a empresa que explora os parques eólicos do Bombarral e de Peniche, na fronteira com o concelho de Óbidos.

O autarca, citado no portal Notícias ao Minuto, adiantou que vão ser arrendados três terrenos, com uma área de 1,5 hectares, suficientes para a instalação de dois a três aerogeradores, os primeiros do concelho.

Nos primeiros três anos, enquanto decorrerem estudos de viabilidade para a ampliação dos parques, a EDP Renováveis paga apenas a renda dos terrenos, mas, a partir desse período, a autarquia passa a receber uma receita de 2,5 por cento sobre os lucros de produção da energia, equivalente a cerca de 70 mil euros anuais.

A câmara já tinha lançado antes uma primeira hasta pública, também com vista ao arrendamento dos terrenos, mas ficou vazia.

"Havia limitações sobre achados arqueológicos que poderão existir no local, o perímetro de proteção dos achados era superior à área a arrendar, a câmara veio a reduzir o perímetro e lançou uma nova hasta pública, obrigando o promotor a ter acompanhamento arqueológico durante a instalação dos aerogeradores", explicou Humberto Marques.

O município estima que existe um potencial eólico em todo o concelho que poderá levar à instalação de 30 aerogeradores no futuro.

 

 

 

 

A ENERGIA EÓLICA É UM NEGÓCIO.




UM BOM NEGÓCIO APETECÍVEL E LUCRATIVO PARA QUEM?




Os contratos para a cedência dos terrenos envolvem montantes elevados pela cedência de áreas destinadas à implantação de parques eólicos. E alguns municípios, veêm nestes parques o modo de priveligiar uma certa área do concelho em prejuizo dos lugares que a compõe, muitas vezes esquecendo ou alterando os Planos de Ordenamento do Território.




Para além das compensações negociadas baseadas na legislação existente, as autarquias têm assegurado outra receita permanente que incide sobre a facturação mensal a pagar pela entidade receptora da energia produzida, fixada pelo nº 33(AnexoII)do decreto-lei nº 339-C/2001, "é devida aos municípios, pelas empresas detentoras das licenças de exploração de parques eólicos, uma renda de 2,5% sobre o pagamento mensal feito pela entidade receptora da energia eléctrica produzida, em cada instalação .







Os proprietários que venham a alienar (arrendar) áreas para a instalação de torres eólicas( parque eólico), devem ter em atenção:




1 - Para além das áreas para a movimentação das pás dos aerogeradores impõe obrigatoriamente uma zona de protecção à sua volta numa faixa cerca de 250 metros para a circulação do vento necessário à sua movimentação. Neste espaço de protecção o proprietário fica impedido de construir ou reflorestar devendo ter em atenção quando assina qualquer contrato para cedência do terreno que não é só o espaço das torres que vai ficar alienado.

 

2 - Os negociadores que lhe baterem à porta, como é que se identificam? Muitas vezes como funcionários de uma Empresa de Mediação Imobiliária, interessados em alienar áreas destinadas a instalação de Parque Eólico e o restante destinado a grupo de celulose para reflorestação quando, para além da sua ligação a tais empresas, são funcionários da empresa titular dos direitos para construção do parque eólico.

 

3 - Nos seus primeiros contactos ficam a saber se os proprietários são idosos, onde residem ou se são emigrantes. Assim, com estas informações, avaliam a capacidade de conhecimento dos valores a propor para criar alguma estupefacção, são portadores de certidões e plaantas dos prédios pretendidos, começando por insinuar tratar-se de prédios de origem baldio por esse motivo, podem ficar sem eles.



Se neste primeiro contacto não resultar, voltam a segunda vez para empolar os seus objectivos, fazendo-se acompanhar de um administrador da concessionária que reforça e sustenta o aliciamento e, se necessário, diz que está ligado a um certo grupo de celolose citando até o seu Presidente do Conselho de Administração.

 

Se nem com esta intervenção não forem alcançados os seus intentos, os primeiros negociadores não desistem, por vezes, escorraçados pelas pessoas contactadas, dadas as suas insistências, procuram saber de pessoas influentes junto do proprietário contactado, oferecem luvas de montante significativo( pela porta de um já passou uma de três mil contos) para estar calado e convencer determinado proprietário a assinar o contrato.



Em Malcata, ainda não tenho conhecimento de situações destas. Mas em conversas tidas com algumas pessoas cheguei a ouvir..."alguém está a ganhar muito dinheiro com a historia destes contratos. Por que não há mais transparência e modos de convencer um humilde agricultor, proprietário de algum terreno, a quem agora muitos lhe dizem para deixar "pôr lá a cravela", pois, ao menos vai tirar algum rendimento daquilo...e o pobre homem vai para casa com a minuta do contrato, depois de conversar com a sua mulher, pega nos papeis e gaveta com eles. Um dia, um dia se "eles" quiserem lá pôr a "cravela" logo vêm falar connosco e logo se vê".

 

 

Relativamente aos prazos de alienação, a minuta que tive oportunidade de consultar, referia 20 anos, que parece ser um prazo razoável. Cuidado com o que está escrito quanto ao prazo, pois, há minutas que referem 30 anos ou então "perpetuamente". Estes prazos já não são aceites e o "perpetuamente" é o mesmo que estar a vender o terreno. O prazo de 20 anos já se aceita, é um tempo razoável e normal para, de acordo com o nível de rentabilidade e inflação ocorrida neste espaço de tempo, o proprietário tem a possibilidade de exigir compensações razoáveis o que, em princípio, serão aceites, visto que uma não aceitação significa a anulação do contrato e a consequente desmontagem de todas as infra-estruturas entretanto construidas, com custos elevadissimos para a empresa.

 

Aconselho aos produtores florestais, em especial aos mais idosos e mais pequenos, quando forem convidados a assinar contratos ou escrituras se façam acompanhar por um Advogado, porque os intermediários e as empresas negociadoras têm o apoio de consultores jurídicos que aparecem sempre para outorgar as escrituras. Por isso, recomendo o máximo cuidado, pode estar a assinar um arrendamento diferente daquele que lhe falaram.

 

Eu nada tenho contra os intermediários, desde que trabalhem com honestidade, com transparência e que abram o jogo sem terem medo ou receio de não assinar um contrato. O trabalho dignifica o homem. As grandes empresas necessitam destes intermediários e são eles muitas vezes o rosto visível dessas grandes organizações. Mas quando vão a uma aldeia tentar convencer um idoso a ceder o seu terreno, dando-lhe para as mãos uma minuta de um contrato e lhe falam de vir a receber 2.715€/ano, por um terreno que fica longe de casa, já não cultiva e a idade não perdoa...a tentação será assinar. Há que ter calma e se for preciso levar esses papeis a alguém que os entenda, uma pessoa da aldeia de confiança, mas o mais aconselhável é um advogado. Sei que em Malcata existe a Associação dos Compartes de Malcata. Penso que esta associação podia ajudar a tirar muitas dúvidas e a esclarecer quem necessita.

 

Um alerta também para "vozes" conselheiras e cujo objectivo é influenciar a decisão em determinado sentido, visto conhecerem melhor o proprietário, mas que recebem luvas elevadas para se manterem calados e não serem conhecidos como interessados na assinatura do contrato.

 

Lá diz o povo: "Amigos, amigos mas negócios à parte!"

 

 

 

 



Autoria e outros dados (tags, etc)

às 11:35

Top Páginas - Ontem (29/04/2014)

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 30.04.14

Autoria e outros dados (tags, etc)

às 09:06

LAR DE TOURENCINHO - QUEM AINDA NÃO CONHECE?

por cunha ribeiro, Terça-feira, 29.04.14




Autoria e outros dados (tags, etc)

às 23:06

FILIPE SANTOS - O CONCERTINISTA QUE NOS VAI ANIMAR ATÉ FÁTMA

por cunha ribeiro, Terça-feira, 29.04.14

Autoria e outros dados (tags, etc)

às 19:10

Chá das Duas

por cunha ribeiro, Terça-feira, 29.04.14

 

 

Tia Joaquina: Ó Esmeralda! Atão tu num bais ó paxeio a Fátima?

Esmeralda: A Fátima? Se lá estibexe binha-me logo imbora!

Tia Joaquina: Eu bem gostaba d`ir, mas o meu ZEI num está p`raí birado.

Esmeralda: Olha, eu num bou proque num quero.  Inda pro xima, o meu Manel num gosta lá daquela coija da Memória... Ó lá qui éi...

 

 

 

Geraldo de Sá

Autoria e outros dados (tags, etc)

às 17:53

Nesta Reunião da CMVPA Chamo a atenção para a Delegação de Competências daquela nas Freguesias

por cunha ribeiro, Terça-feira, 29.04.14

 

 

MUNICÍPIO DE VILA POUCA DE AGUIAR
CÂMARA MUNICIPAL


Resumo das deliberações tomadas na reunião ordinária da Câmara Municipal de 10 de abril de 2014:


DIVISÃO ADMINISTRATIVA E JURÍDICA/APOIO AOS ORGÃOS MUNICIPAIS:


Ata da reunião ordinária de 27 de março de 2014 – Aprovada por unanimidade.


DIVISÃO ADMINISTRATIVA E JURÍDICA/TAXAS E LICENÇAS:
Regulamento de Liquidação e Cobrança de Taxas Municipais - Alteração à Tabela de Taxas – Aprovada por unanimidade.


DIVISÃO ADMINISTRATIVA E JURÍDICA:
Projeto de Regulamento Municipal de Comércio a Retalho não Sedentário e venda Ambulante – Aprovado, com as abstenções dos Senhores Vereadores, José Carlos Rendeiro, Manuel Chaves e Maria João Santa.


DIVISÃO ADMINISTRATIVA E JURÍDICA/APOIO JURÍDICO E CONTENCIOSO:
Resolução do Pedido de Declaração de Utilidade Pública para expropriação de uma parcela de terreno com vista à Requalificação das Margens do Rio Avelâmes, em Pedras Salgadas – Aprovado, com as abstenções dos Senhores Vereadores, José Carlos Rendeiro, Manuel Chaves e Maria João Santa.


DIVISÃO E AMBIENTE E URBANISMO/PLANEAMENTO E ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO:
Constituição de equipa de projeto para a elaboração dos planos de pormenor para as Unidades Operativas de Planeamento e Gestão (UOPG) identificadas e delimi-tadas na Planta de Ordenamento do Plano Diretor Municipal de Vila Pouca de Aguiar – Aprovada por unanimidade.


ADMINISTRAÇÃO GERAL:


Juntas de Freguesia de Alfarela de Jales, Alvão, Bornes de Aguiar, Bragado, Cape-ludos, União das Freguesia de Pensalvos e Parada de Monteiros, Sabroso de Aguiar, Soutelo de Aguiar, Telões, Tresminas, Valoura, Vreia de Bornes e Vreia de Jales - Acordos de execução de delegação de competências – Aprovados por unanimidade.


Câmara de Comércio e Indústria Franco-Portuguesa - Proposta de Protocolo de Colaboração – Aprovada por unanimidade.

Autoria e outros dados (tags, etc)

às 17:40

EM PARADA DE AGUIAR, NENHUM APOIO. PORQUÊ?

por cunha ribeiro, Terça-feira, 29.04.14
Talvez o Viveiro merecesse. E ainda antes do Viveiro o Santuário do "Iteiro"
Visita a equipamentos com apoios comunitários
Visita a equipamentos com apoios comunitários

Dez equipamentos turísticos comparticipados pelo programa ON2, através do Programa de Valorização dos Recursos Endógenos (Provere), foram analisados por uma comitiva de responsáveis regionais que integrou elementos da CCDRN – Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, João Marrana, Helena Teles e Armando Oliveira e o representante da ADRAT – Associação de Desenvolvimento Regional do alto Tâmega, António Montalvão Machado.

 

Tendo como anfitrião o presidente da Câmara Municipal, Alberto Machado, a comitiva deslocou-se, a 28 de abril, a vários pontos do concelho para averiguar as empreitadas comparticipadas por fundos comunitários, analisando os projetos e as obras em curso, tendo ainda visitado sítios emblemáticos do concelho como, por exemplo, o parque termal e o parque arqueológico de Tresminas.

 

Aldeia Rural e Parque de Campismo, Albergue de Afonsim, Centro Hípico de Pedras Salgadas, Academia de Golf, Requalificação das Margens do Rio Avelâmes, Ecopista e Ciclovia do Corgo, Tresminas (Polo II), Estalagem do Parque Florestal, o Parque e a Mata da Carvalhada, e o percurso de Zimão à Falperra foram os equipamentos verificados pelos representantes das entidades públicas que, no final da jornada, reuniram nos paços do concelho para estabelecerem o ponto de situação dos projetos envolvidos.

Autoria e outros dados (tags, etc)

às 17:27

Um Dia o António José Tocará Numa Festa do Prazer da Memória

por cunha ribeiro, Terça-feira, 29.04.14

Autoria e outros dados (tags, etc)

às 14:06

Paula Vaz

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 28.04.14

 

 Quando não conhecemos as pessoas pessoalmente não deixamos, apesar disso,  de fazer os nossos juizos sobre elas. Fui sempre dos que  evitei fazer juizos apriorísticos, ou precipitados, sobre pessoas que não conheço.  É aí que o benefício da dúvida deverá ter o seu devido uso.  É nesses casos que costumo aplicar esse princípio que é filho legítimo do que se chama bom senso. 

 Eu não conheço pessoalmente a Dona Paula Vaz. Só sei que é funcionária da Câmara Municipal de Vila Pouca de Aguiar. Porém, nos contactos que tenho vindo a estabelecer com a Câmara, no âmbito da Associação Prazer da Memória, pude constatar que se trata de uma funcionária atenta e de resposta pronta aos pedidos de informação solicitados.

 Em jeito de obrigado por sempre me ter  até ao momento facilitado a vida neste vai-vem comunicativo,  quero aqui, se tal me é permitido,  prestar esta pequena e sincera homenagem à Dona Paula Vaz.

 

 

Francisco Cunha Ribeiro

Autoria e outros dados (tags, etc)

às 23:51

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


Created by Watereffect.net
Created by Watereffect.net


Comentários recentes

  • cunha ribeiro

    Absolutamente de acordo!

  • Cláudio Dias Aguiar

    Sou Cláudio Dias Aguiar, único filho do casal Raim...

  • mami

    domingo gordo é mesmo para enfardar :D :D :D

  • Anónimo

    Os meus pesames a familia.

  • Ebe Taveira

    Como assim??

  • cheia

    Muitos parabéns pelas suas oitenta e quatro Primav...

  • cunha ribeiro

    À Emília e ao Orlando Branco, filhos da Dona Alice...

  • cheia

    Já não bastava  as agencias de rating conside...

  • cunha ribeiro

    Grande texto sr Agostinho Gomes Ribeiro. Partilho-...

  • João Ribeiro

    Parabéns primo Agostinho pelo belo texto sobre a S...




IMAGENS DA NOSSA TERRA

CLIQUE NA FOTO PARA ACEDER À GALERIA DE IMAGENS DE PARADA DE AGUIAR parada em ponto grande para imagem de fundo.

GENTE DA NOSSA TERRA

minha imagem para.jpg


subscrever feeds



Pág. 1/16