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ela, 2. antonio candido . 8341659518_ecc98db9f2_m . Cândida dos Reis Dias Pinto . minha foto. agostinho ribeiro . agostinho . francisco gomes .

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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


MAU TEMPO NO HEMICICLO

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 31.10.14

Vi um um político que já devia estar reformado a "ejacular" o nome de Sócrates no Parlamento.  Portugal não ganha juizo.

 

CR

 

 

 

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às 19:58

QUE SUSTO!

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 31.10.14

Sr Primeiro Ministro, Passos Coelho, deixe que lhe confesse: V. Exª pregou-me um  susto daqueles! Depois de o ter visto ler, sem gaguejar, um texto onde V. Exª (ou um assessor de V. Exª) escreveu, preto no branco, que "me" ia devolver o corte do "meu" salário, integralmente, em 2016, nem tive tempo pra raciocinar que podia haver lapso (um lapsus linguae, sr P.M.). É que V. Ex.ª estava a ler um texto. Não estava a falar. E como sabe quando escrevemos pensamos melhor no que dizemos. 

Eu entendi-o bem. E bem vi que o Sr Primeiro Ministro estava a ler um papel. Se o papel não era de V. Exª isso já me ultrapassa. E digo-lhe mais: Ouvi-o tão bem, que até já o estava a ver com outros olhos (Disse pra mim:  raios, o homem até é boa pessoa ... até é sensível, e cumpridor, ...). Palavra de honra que afastei logo uma imagem de Sócrates que tinha posto junto da de V. Exª devido a certas semelhanças que fui encontrando ...

Mas, eis que o sr P.M., vem, pouco depois, DESDIZER, oralmente, o que escrevera e lera. Agora apenas da boca pra fora, sem o sustentáculo da escrita, mas, pelos vistos, exprimindo  desta feita o que realmente queria dizer. Dizia, pois, V. Exª,  que "não senhor, que, afinal, não devolvia todo o corte salarial dos funcionários públicos em 2016, mas que o iria devolver às pinguinhas nos anos seguintes! ( À razão de 20% por ano!). Relembro-lhe que sou funcionário público, Sr PM, e não um F.P. qualquer.

Permita-me que termine com esta pergunta: V. Exª não terá imaginado a possibilidade de um duplo anúncio tão contraditório, transmitido num intervalo tão curto de tempo, sobre assunto tão sério como o dos salários,  poder vir a  ser causa de síncope?  E quem seria o responsável no caso de, por esse país além, tombarem de ataque cardíaco centenas, senão milhares, de funcionários públicos?  V. Exª, estou certo, iria logo escrever e ler  um comunicado jurando que " sim senhor, o Estado tinha a obrigação moral de indemnizar as famílias das vítimas". O pior é que ninguém me garante que, logo a seguir, V. Exª não viesse dizer, oralmente, que não...

 

CR

 

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às 18:26

Quando Somos Crianças

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 31.10.14

Quando somos crianças vemos os fenómenos da existência com um olhar especial. Costuma dizer-se que a criança é ingénua e pura. Mas não é só de ingenuidade e pureza que o nosso olhar infantil é feito. Há outras coisas.  Há por exemplo a curiosidade no seu estado de alerta máximo, que nos acompanha de olho vivo pra todo o lado. E fazendo dupla com a curiosidade, o prazer pessoal da criança, que às vezes parece tão exigente que mais se parece com egoísmo.

Há misturas de sensações que refletem o peculiar olhar infantil. A minha experiência enquanto criança sobre o fenómeno da morte, por exemplo, revelou-me não o luto negro, real e trágico como era descrito pelos adultos, mas o luto vestido de branco, com asas de anjo,  tornando-o assim menos dramático. Lembro-me ter visto apenas dois ou três defuntos na minha pequena infância. Na retina ficaram-me essencialmente dois deles, e curiosamente, muito vizinhos: o ti Aníbal Cunha e uma Senhora, cujo nome não me ficou, que vivia na casa do lado oposto à dele, onde julgo que terá morado a tia Eusébia.

Quanto ao ti Aníbal, não foi o corpo frio e imóvel do defunto, nem o caixão, que vincaram a minha memória. O que me ficou para sempre, como um carimbo indelével, foi assistir cheio de curiosidade ao sofrimento espelhado no rosto do filho mais novo do ti Aníbal. Lembro-me de o ver sentado, só, numa divisória pequena, à entrada, do lado direito. O olhar vagamente compenetrado, o rosto espelhando uma profunda angústia e tristeza, embora sem verter uma lágrima. E aquela imagem tocou-me profundamente. Esse rapaz é hoje um homem, e faz o favor de ser meu amigo.  Falo do António Cândido, um dos fundadores da Prazer da Memória. Julgo que já lhe falei desta minha experiência. Uma experiência que parece vulgar, mas que para mim não o foi,  por me ter sulcado a memória e convivido comigo todos estes anos de vida sem se apagar.

A segunda experiência é uma vivência que nos foi comum a todos nós, que viajamos entre os quarenta e sessenta, quando éramos moços. Lembro-me, como se fosse ontem: a excitação de faltar à escola com o único motivo de vestir uma opa e, juntamente com alguns catraios da minha idade, acompanhar, pela primeira vez, em procissão, um defunto até à Cruz. A sensação era nova e invulgar, daí ter resistido até hoje à passagem do tempo. Era ainda um pirralho, mas ia já participar numa cerimónia adulta de grande circunspeção e respeito. Percorrer as ruas da aldeia a reluzir na brancura de uma opa, ainda por cima bordada, não era pois nenhum sacrifício, era uma alegria. E não deixa de ser paradoxal poder sentir essa alegria num momento trágico de morte. Claro que se dava o facto de a defunta já ter muita idade. E quando assim é a resignação é de todos, e até a própria família não sofre tanto. Intimamente pensava: Se fosse o meu pai ou minha mãe não teria coragem. Mas a interrogação ficava-se por aí. Era preciso viver alegremente a experiência.  E  vivi.

 

A.V.

 

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às 09:35

Top Páginas (ontem)

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 31.10.14

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às 08:42

OUTONO

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 30.10.14

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Na monotonia da penumbra outonal
Em breve o tempo irá arrefecer
Aos poucos, os dias  serão mais  curtos
Cada vez mais cedo irá  anoitecer. 
 
As árvores irão-se  despir 
Quando as folhas secas começarem a cair
No chão andarão a saltitar
Até que um dia se vão acabar.
 
Cai a chuva de mansinho
Desce por serras e montes 
Prosseguindo o seu caminho
E levar a água à fonte.
 
Os pássaros são poucos
Andam ali feitos loucos
Já não cantam ,piam 
Já não voam rodopiam.
 
E na essência mais pura
Entre as neblinas matinais 
Chegam as gotas de orvalho 
Que são puras e reais.
 
Cai do céu cinzento a chuva 
Sempre tem razão de ser
Vem a noite atrás  do dia 
Logo é amanhecer!
 
30/  10/14
Fátima Monteiro.
 

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às 21:16

Retrato Impressionista de Parada do Corgo

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 30.10.14

 

As restantes aldeias do concelho aguiarense poderão ser melhores ou piores, mas igual a Parada do Corgo não há nenhuma.

Da minha longa aprendizagem como cidadão nascido, crescido e atento à evolução de Parada do Corgo, devo dizer com toda a vibração da  minha alma , mas também com toda a distância e frieza de espírito que, hoje, Parada  é uma aldeia onde é difícil coexistir com a sinceridade e com a amizade. Falar ou escrever sobre Parada de Aguiar é um exercício que obriga a ser tão ágil como o trapezista e mais safado que o palhaço de circo.

Fica então o leitor  prevenido para o risco que correremos os dois ao ler estas linhas. Se as quiser interpretar à sua maneira poderá errar na leitura e o que eu quis dizer poderá perder-se na falsidade da sua interpretação.  Se tentar chegar onde eu quis alcançará a mensagem profunda  que é, essa sim, a verdadeira.

Parada, aquela de que vou falar, é uma comunidade de grupos que ora se unem no interesse, ora se dividem na intriga.  Julgo que já ninguém ousa contradizer este facto - em Parada do Corgo houve , de facto, um fortíssimo espírito comunitátio cujo símblo maior foi o seu rebanho comum - a viseira. A pastorícia comum,  as desfolhadas,  as malhadas e outras formas de estar em comunidade morreram e levaram com elas o espírito comunitário e fraterno das gentes. O que resta de comunitário na aldeia reduziu-se ao tamanho do grupo e do subgrupo. O que vemos hoje em Parada são grupelhos de amigos que se entretêm a correr atrás do interesse individual e depois comum do seu grupo. Quanto mais se pode distribuir dentro do grupo mais coeso se torna.  Os grupos que partilham os poderes, por pequenos que sejam, fazem tudo por tudo para não ser perturbados, ou obrigados a alterar comportamentos. Quem não partilha tais comportamentos ou atitudes é obrigado a formar o seu grupo, e  lutar, como pode, contra aqueles. Mas dentro do grupo que se revolta, ainda existem os que lutam com frontalidade, e há os que tentam os caminhos da maciez persuasiva. Entre os dois lados, à volta, e no meio, vão existindo os que nunca atravessam a ponte. 

Parada, apesar disso, lá vai sobrevivendo. Vai valendo para o efeito o sentimento de pertença à terra. Não fora isso e a aldeia perderia ainda mais a identidade, e algumas raízes secavam de vez. Apesar de tudo ainda temos em abundância água fresca,  que ainda nasce na serra pura, mas já muito próximo dos gazes da auto-estrada;

Parada é um paradoxo civilizado:

Uma aldeia fraterna:

 A melhor escola de todo o concelho é paradense mas quem a desfruta é de fora. É como se a nossa mulher nos traísse e nós ficássemos de braços cruzados sem reação. Os paradenses que se sentem bem com o destino dado à sua escola ou são liberais, ou são  cornos. A expressão é dura mas é realista. Imagine o leitor que é dono de uma quinta e quem a explora e habita sem pagar nada  é o rendeiro. Entretanto você vai existindo numa espelunca. Meu caro, é isto que se passa. Não adianta argumentar que  assim a escola está restaurada, mais bonita, patati, patatá.  Esse lugar onde gerações de paradenses aprenderam a escrever e a ler é hoje um cemitério de memórias, onde nem uma flor se pode levar.   É certo que agora nenhum paradense precisa da sua escola para aprender a usar a caneta. Mas dar-lhe-ia jeito pra outras finalidades. Por exemplo, para não haver necessidade de reunir o povo na rua, ou o Conselho Diretivo no restaurante. Ainda bem que o dinheiro sobra para o Conselho Diretivo reunir no restaurante.  Embora pareça que o povo se está nas tintas por viver privado da escola, a verdade é que essa abdicação lhe deve custar a engolir.  É que está ali um edifício belo e moderno e não lhes serve de nada. Ninguém contesta a evidência de a Escola de Parada do Corgo ter sido restaurada por iniciativa e à custa da Câmara Municipal, mas isso não lhe conferia o direito de a retirar aos paradenses. Foi recuperada, valorizada, embelezada? E isso que importa se os portões se fecharam?  Que fique ao menos a ideia que os paradenses são um povo solidário e fraterno, que oferece os seus melhores aposentos às gentes de fora, completamente de graça.

Uma aldeia histórica:

Existe em Parada um magnífico fontenário  restaurado há pouco, mas ninguém sabe  em que ano ou em que século o fizeram, nem querem saber;  existe  um santuário,  medieval, mas votado ao abandono;  existem vários moinhos, mas ninguém os recupera, ninguém  os tira da sua agoniante ruína. 

 

Uma aldeia educada

 

Os paradenses, aqueles que vão partilhando o poder, são educados, portam-se bem, mas desprezam quem não concorda com eles, quem não lhes diz: "fizeste muito bem, continua , é assim mesmo, faz o que puderes aos  amigos, eu sou teu amigo mas não te importes, põe-me de parte, não faças caso de mim, despreza-me que eu sou masoquista".

 

Uma aldeia economicamente forte e com futuro

Finalmente, Parada é uma aldeia muito rica e produtiva:  em pastorícia e pecuária é muito forte.  Mas de há uns tempos a esta parte a sua grande riqueza passou a ser a energia eólica. Estranha-se que sendo o vento a fonte de tanta riqueza, em vez de a espalhar por todos os paradenses, a junte nuns sítios ( poucos) e a varra de outros (muitos).

 

 

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às 20:02

VISÕES DO CREPÚSCULO

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 30.10.14

Tenho este feeling:

Daqui a meio século os offshores vão ser considerados "meios auxiliares" do crime económico e será decretada a sua extinção. Os jogadores de futebol e os gestores das grandes empresas, incluindo os banqueiros, vão estar subordinados a um teto salarial ou salário máximo nacional, abaixo dos principais governantes do  Estado; e os professores (previsão mais arriscada ...) serão a classe melhor remunerada a seguir aos médicos e aos magistrados.

Infelizmente já cá não vou estar para o confirmar, pois o elixir da juventude ainda nem estará a ser testado nos ratos...

 

CR

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às 12:50

AFINAL EM QUE FICAMOS?

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 30.10.14

A ASSOCIAÇÃO COM O NOME "PARADA DO CORGO", QUE APARECEU NO SITE DA JUNTA DE FREGUESIA DE SOUTELO UNS DIAS DEPOIS DE AQUI TERMOS  REVELADO O  SURGIMENTO DO DITO SITE, ONDE FIGURAVA  APENAS A "PRAZER DA MEMÓRIA", É UMA ASSOCIAÇÃO "FANTASMA", QUE SURGIU POR UMA QUESTÃO REVANCHISTA, OU É A QUE JÁ EXISTIA ANTES DA "PRAZER DA MEMÒRIA" COM QUASE NENHUMA ATIVIDADE, E QUE FOI REGISTADA COM O NOME QUE SEGUE?

 

Associação Desportiva, Recreativa, Assistencial e Cultural de Parada do Corgo
Rua Comendador Silva
Edifício do Banco Millenium, nº 1
5450-020 Vila Pouca de Aguiar

 

QUEM SOUBER QUE RESPONDA.

 

CR

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às 09:30

Top Páginas (ontem)

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 30.10.14

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às 08:28

O NOSSO ASSOCIADO E GRANDE COLABORADOR, JOÃO FERREIRA

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 29.10.14
PUBLICOU NA PÁGINA DO FACEBOOK DO BLOG PARADA DE AGUIAR ESTE PEQUENO TEXTO QUE AGRADECEMOS:

As gentes da nossa aldeia, têm por norma de não serem alegres e pouco comunicativas, (isto já vem de longe), mas quando se unem por um ideal comum, evocando acima de tudo o Bom nome de Parada, ultrapassam os limites do impossível, sempre com o sinal V de vitória. Parabéns a todos os participantes, pelo seu esforço e boa vontade do memorável dia 10 de Agosto de 2014, que ajudaram a escrever mais uma linda página da nossa Associação, no dia do seu Aniversário.

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às 21:41

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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