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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


Mais um atentado à igualdade de direitos e deveres

por cunha ribeiro, Sábado, 31.01.15

Vereadores vão ser proibidos de exercer advocacia. Deputados não. Alguma diferença substantiva entre uns e outros?  No que diz respeito aos interesses e à promiscuidade entre eventuais negócios e poder de decisão a coisa ainda parece mais perigosa ao nível dos deputados. Enfim, politiquices...

 

CR

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às 16:33

...

por Francisco Gomes, Sexta-feira, 30.01.15

Todos nós sabemos o que devemos fazer, mas as tempestades do comodismo desabam sobre nós, ficamos acovardados e fugimos da realidade, vamos nos esconder como "pintinhos", debaixo das asas de nossa mãe. Nós sabemos que não podemos desanimar, ainda que as circunstâncias da vida nos digam que estamos a perder o nosso tempo. Sabemos que não podemos parar, ainda que o tédio e o cansaço queiram nos impedir de fazer aquilo que temos obrigação de fazer. Sabemos que precisamos sorrir para a vida, ainda que as tristezas tentem nos sufocar. Sabemos que devemos estar sempre disponíveis, ainda que a flor da incompreensão tente desabrochar em nossos sentidos. Sabemos que precisamos  confiar em nossos irmãos, ainda que os ventos da desconfiança soprem sobre o nosso amor. Sabemos que precisamos lutar contra os reveses da vida, ainda que o sol da covardia, nos mande fugir das responsabilidades.

Sabemos que devemos ser leais e sinceros com todos, ainda que a mentira seja uma boa saída, para não nos comprometermos com ninguém. Sabemos que o amor é essencial, mas deixamo-nos levar pelo orgulho e pelo egoísmo e colocamos os ressentimentos em evidência. Sabemos que devemos olhar o mundo com os olhos da alma, pois os olhos do corpo jamais nos permitirão ver a beleza dos nossos irmãos. Sabemos que devemos sonhar como Cristo sonhou, com um amanhã radiante de felicidade, que a paz e a alegria seja constante na vida de todos os nossos amigos. Sabemos que podemos imaginar um amanhã sem viciados, drogados, prostituição e violência, acreditar que os homens se unirão nas lutas contra as incertezas.

Sabemos que podemos olhar o futuro com esperanças renovadas, ainda que as nuvens surjam carregadas de incertezas. Manter viva a fé, para que todos os que vierem depois de nós, encontrem nossos  rastos marcados no chão da esperança. E que sejamos incentivados a lutar por um mundo mais irmão e melhor. Sabemos o que devemos fazer, mas realmente, ainda não fizemos nada, ficamos muito tempo à beira do caminho, vendo a caravana da vida passar, levando para longe os momentos e as oportunidades de sermos úteis aos nossos irmãos necessitados. Reconhecemos que nossa vida tem sido um deserto, árida de amor pelos nossos irmãos. Sabemos que existem doentes abandonados, sentindo fome de comida e fome de Deus. Crianças perambulando pelas ruas, famintas e maltrapilhas, se alimentando de drogas e assaltando para ter o dinheiro para comprá-las.

Até hoje nada fizemos porque nada sentimos. Deus mora em cada criatura, tão real e perfeito como mora em cada um de nós. Um dia Ele nos pedirá "Contas". O que iremos responder? Cada um que pense na sua resposta.

                                                                    

Deus abençoe a todos

                                                                

Agostinho  Gomes  Ribeiro 

 

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às 21:42

Há erros e erros. Há muitos ou poucos. Já houve poucos; agora há muitos.

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 30.01.15

Vinte erros numa Frase pode não ser tão mau como parece

 
 

Em primeiro lugar, depende dos erros; em segundo lugar, depende da frase.

Há frases nas quais nem sequer é possível dar dois erros, quanto mais vinte. Por exemplo, nesta: " Olá!". Nesta frase só é possível um erro.

Não venham dizer que "Olá!" não é uma frase, sob pena de termos de pedir aos "deuses" do Olimpo gramatical (professores catedráticos) que nos expliquem por que razão "Olá!" é uma frase.

Há erros de palmatória. E basta  por vezes um (erro) para todo um texto (quanto mais uma frase) ficar irremediavelmente aniquilado, ou votado ao ridículo. Pensem por exemplo numa redação em que a "Maria" começa o seu texto assim: " No dia do meu aniversário deram-me várias quecas...".

Uma só letra mal escolhida ( "q" em vez de "c") viraria esta frase de pantanas. E exporia a "rapariga" à chacota ...

Porém, imaginem a mesma frase escrita de outra maneira: " No meu aniverssario dero-me varias cuecas...". Esta frase, apesar de estar carregada de erros ( 50%), é perfeitamente compreensível.

Eu queria dizer que a minha luta contra o erro já vem da Escola Primária. Perdão: não apenas minha, mas da minha professora primária que tinha a "mania" de nos obrigar a fazer ditados quase todos os dias.

Lembro-me muito bem como aquilo começou: os erros eram tantos como os piolhos na cabeça da garotada mais desleixada. Mas a coisa ia melhorando com dois tipos de terapia: Lia-se várias vezes o texto antes de ser ditado, e, depois, entregue o ditado com erros, estes eram rigorosamente revistos, corrigidos, e  reescritos correta e reiteradamente até afinar.

Mas depois, ao longo do Liceu e da Universidade a luta anti-erro continuou. Lia-se, escrevia-se, usava-se a gramática, folheava-se o dicionário.

O erro ortográfico é dos mais difíceis de eliminar. Há sempre aqui ou ali uma dúvida que não se desfez. E com os acordos ortográficos a coisa ainda piora. São novos erros que se acrescentam aos anteriores.

Há erros e erros. Há muitos ou poucos. Já houve poucos; agora há muitos. De quem é a culpa? Não é apenas dos professores. É muito mais dos políticos e das políticas que em vez de educar, deseducam,  e em vez de ensinar, embrutecem.

 

 

CR

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às 17:19

Top Páginas (ontem - 29/01/2015 )

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 30.01.15

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às 16:40

O mais certo é que um dia destes se venha a contradizer

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 30.01.15

Primeiro-ministro fecha a porta à proposta do novo governo grego para uma iniciativa europeia sobre o tema da dívida. Catarina Martins (BE) diz que opção revela quais são "os compromissos" do governo.

Pedro Passos Coelho deixou esta sexta-feira bem claro que não apoiará a iniciativa do novo governo grego para a realização de uma conferência europeia para a renegociação da dívida, em resposta à porta-voz do BE, Catarina Martins.

"Não estarei do lado de nenhuma conferência que seja para perdoar a dívida ou reestruturar a dívida à custa dos povos europeus. Isso é claro, muito claro", retorquiu o primeiro-ministro no debate quinzenal, no Parlamento.

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às 12:58

Convívio de Páscoa "Prazer da Memória"

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 30.01.15

Caros associados "Prazer da Memória",

 

O ano passado o nosso Convívio "de Páscoa" foi em Fátima. Está na hora de decidirmos onde nos iremos encontrar este ano para mais um saboroso convívio.

Até porque, tal como o fiz o ano passado, tenho de formalizar o pedido do Autocarro à Câmara Municipal de Vila Pouca de Aguiar. O ano passado a resposta do Sr Presidente da Câmara foi positiva. Este ano tenho fé que também o será.

 

Por isso, fico a partir de hoje a aguaradar a vossa participação respondendo às seguintes questões:

1. Qual será, em vossa opinião, a melhor data para a realização do evento?

2. Em que local preferem que a mesma se realize este ano?

 

Podem enviar as vossas propostas por comentário ao fundo do Post.

 

FCR

 

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às 08:22

Portugal em Paris

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 29.01.15

 

 

Solitário

por entre a gente eu vi o meu país

era um perfil

de sal

e abril

era um puro país azul e proletário

anónimo passava por entre a gente e solitário

nas ruas de paris

vi minha pátria derramada

na Gare de Austerlitz eram cestos

 e cestos pelo chão, pedaços,

braços.

MInha pátria sem nada

Despejada nas ruas de Paris

E o Trigo

E o Mar

Foi a terra que não te quis

Ou alguém que roubou as flores

Os olhos longe

Eramos cem mil

E caminhavamos 

Meu Portugal nas ruas de Paris.

 

 

Poema selecionado por ANDREIA GOMES

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às 21:15

ESTE DIÁLOGO TRAVADO NO FACEBOOK ENTRE MIM E O ERNESTO DIZ TUDO SOBRE FRONTALIDADE E RESPEITO MÚTUO, NAS DISCUSSÕES. ASSISTAM

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 29.01.15







. Ernesto Ribeiro Vinte erros numa frase, vindos de um PROFESSOR, é pior do que parece, Francisco! Muito pior, convenhamos, e indesculpável1 h · Gosto Francisco Da Cunha Ribeiro Ernesto, você parece estar a gostar de me contradizer...kkk1 h · Gosto · 1 Ernesto Ribeiro Noto-lho, sem dúvida, preceitos de bom causídico, Francisco. E se o contradigo, no essencial, é porque só um grande Advogado se propõe defender causas impossíveis. É o seu caso. Isabel Silva Erros com acordo ou sem acordo ortográfico?! Francisco Da Cunha Ribeiro Acho que com acordo, Isabel, só pode, Francisco Da Cunha Ribeiro Obrigado pelo elogio Ernesto; salvo as causas impossíveis, pois D. Quixote só houve um e não passou de re- criação literária...Ernesto Ribeiro D. Quixote é uma franca alegoria da condição humana, e muitas vezes é de quem menos se espera que se encontram as coisas mais grandiosas. Sancho Pança, pelo contrário, é fonte do conformismo e irredentismo na nossa capacidade de sonhar. Muito aprecio q...Ver mais Francisco Da Cunha Ribeiro Ainda bem que fala de Miguel de Cervantes para eu recordar o MIGUEL DE CERVA, ANTES Francisco Da Cunha Ribeiro O Miguel de Cerva é mais realista e acha normal que alguns professores escrevam com erros assim como outros licenciados deste paísErnesto Ribeiro O problema não está no erro pois "Errare humanam est". O problema é a reincidência no erro, condição apenas ao alcance dos actuais dignatários de Sancho Pança... Ernesto Ribeiro É pois um problema filosófico pelo que denoto. Na perspectiva realista é normal dar-se erros, de palmatória quiçá, seja por professores ou outros licenciados neste país, enquanto que outros, porventura mais idealistas, acham que 20 erros numa frase, vindos de um professor, só pode significar uma coisa: mesmo para se ser quixotesco há que fazer (correcto) uso da língua! Ernesto Ribeiro Mais, se para Pessoa a sua pátria era a língua Portuguesa, só posso deduzir que os professores que dão 20 erros numa frase, devem querer escrever Finlandês.. Francisco Da Cunha Ribeiro Está a ver , Ernesto, "correcto", por exemplo já não é "correto Francisco Da Cunha Ribeiro Segundo o Acordês Ernesto Ribeiro Francisco, quando queremos aflorar a semântica, qualquer erro, por acordo ou não, se revela sempre desajustado. O problema não é o erro, como disse, é sim a consciência do ERRO! Francisco Da Cunha Ribeiro Finlandês... Olhe não me importava de o ser e de o escrever...« Ernesto Ribeiro Eu não, confesso-lhe. Podemos não ter tanto dinheiro, e ter mais Sanchos Pança por metro quadrado, mas o que nos sobra de melanina!? Francisco Da Cunha Ribeiro Aliás, Consciência e Inconsciência leva-nos de novo a Fernando Pessoa... Ernesto Ribeiro Claro. E a muitos outros lugares.. Francisco Da Cunha Ribeiro E pessoas...kk Ernesto Ribeiro Sim, porque Pessoa não é só a pessoa... Francisco Da Cunha Ribeiro Mas essa da MELANINA foi boa, Ernesto... E que tal ANGOLAFrancisco Da Cunha Ribeiro Angolanos e tal  Ernesto Ribeiro Dispenso o sol de Angola, Francisco...Francisco Da Cunha Ribeiro Muito mais melanina... Francisco Da Cunha Ribeiro Bem, deixemo-nos de coisas levesFrancisco Da Cunha Ribeiro Isto começou por eu ter feito um comentário q você não gostou sobre a TAP.. Ernesto Ribeiro Não, não gostei, confesso. Foi ligeiro da sua parte, que tenho por uma pessoa bem informada. Fazer passar a ideia que os seus impostos têm alguma coisa a ver com a privatização, é uma ideia forjada na mente de pessoas que não se informam devidamente, o que não é o seu caso... Francisco Da Cunha Ribeiro Faltou dizer, na altura, que tudo o que fosse feito deveria ter em consideração a manutenção dos postos de trabalho. Para mim o valor TRABALHO está acima de muitos outros Francisco Da Cunha Ribeiro Estamos melhor  Ernesto Ribeiro Acho bem. Eu também, ou não tivesse sido sindicalista no passado. Tenho uma ideologia liberal e acredito na iniciativa privada, num enquadramento devido de Estado Social, com a salvaguarda da Lei e do Direito. Nunca estivemos mal Francisco Da Cunha Ribeiro Pronto, aquele abraço. Francisco Da Cunha Ribeiro E o Blog Parada de Aguiar continua *a espera dos seus textos. Que eu aprecio, devo confessar  Ernesto Ribeiro Sou uma pessoa de convicções, e acima de tudo frontal, goste-se ou não se goste. Não fujo, nunca, a uma boa discussão, onde se atente na liberdade e no respeito mútuo. Você merece-me essa consideração, por isso me sinto na liberdade de aqui escrever o ...Ver mai  Ernesto Ribeiro Terei todo o gosto, mas não sei o que escrever. Tem que me dar um enquadramento.. Francisco Da Cunha Ribeiro Política, poesia, pequenas narrativas: de viagens, ou outras







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às 20:15

Vinte erros numa Frase pode não ser tão mau como parece

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 29.01.15

Em primeiro lugar, depende dos erros; em segundo lugar, depende da frase.

Há frases nas quais nem sequer é possível dar dois erros, quanto mais vinte. Por exemplo, nesta: " Olá!". Nesta frase só é possível um erro.

Não venham dizer que "Olá!" não é uma frase, sob pena de termos de pedir aos "deuses" do Olimpo gramatical (professores catedráticos) que nos expliquem por que razão "Olá!" é uma frase.

Há erros de palmatória. E basta  por vezes um (erro) para todo um texto (quanto mais uma frase) ficar irremediavelmente aniquilado, ou votado ao ridículo. Pensem por exemplo numa redação em que a "Maria" começa o seu texto assim: " No dia do meu aniversário deram-me várias quecas...".

Uma só letra mal escolhida ( "q" em vez de "c") viraria esta frase de pantanas. E exporia a "rapariga" à chacota ...

Porém, imaginem a mesma frase escrita de outra maneira: " No meu aniverssario dero-me varias cuecas...". Esta frase, apesar de estar carregada de erros ( 50%), é perfeitamente compreensível.

Eu queria dizer que a minha luta contra o erro já vem da Escola Primária. Perdão: não apenas minha, mas da minha professora primária que tinha a "mania" de nos obrigar a fazer ditados quase todos os dias.

Lembro-me muito bem como aquilo começou: os erros eram tantos como os piolhos na cabeça da garotada mais desleixada. Mas a coisa ia melhorando com dois tipos de terapia: Lia-se várias vezes o texto antes de ser ditado, e, depois, entregue o ditado com erros, estes eram rigorosamente revistos, corrigidos, e  reescritos correta e reiteradamente até afinar.

Mas depois, ao longo do Liceu e da Universidade a luta anti-erro continuava. Lia-se, escrevia-se, usava-se a gramática, folheava-se o dicionário.

O erro ortográfico é dos mais difíceis de eliminar. Há sempre aqui ou ali uma dúvida que não se desfez. E com os acordos ortográficos a coisa ainda piora. São novos erros que se acrescentam aos anteriores.

Volto a dizer: há erros e erros. Há muitos ou poucos. Já houve poucos; agora há muitos. DE quem é a culpa? Não é apenas dos professores. É muito mais dos políticos e das políticas que em vez de educar, deseducam,  e em vez de ensinar, embrutecem.

 

 

CR

 

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às 14:38

FRASES EM DESTAQUE

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 29.01.15

« É recordando o passado que vivemos o presente e preparamos o futuro. É isso que as pessoas precisam entender. Um povo sem "Memória" é um povo sem identidade.»

 

Agostinho Gomes Ribeiro

 

 

«Viver unidos, lutar pelos mesmos ideais, parece que não interessa a algumas pessoas. Só sabem criticar,  mas se convocados, não saberão fazer melhor.»

 

Agostinho Gomes Ribeiro

 

 

«o mundo não é só dos vivos, ele é dos mais vivos.»

 

Agostinho Gomes Ribeiro

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às 13:55

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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