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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


Cavaco teve de ouvir a "Internacional"

por cunha ribeiro, Domingo, 29.11.15

 

A brasa e a nossa sardinha

 

A quem não se conforma com a solução governativa de António Costa apetece dizer o seguinte: se já tivéssemos encontrado um bom governo à direita não o procuraríamos à esquerda.

Todos sabemos que é muito difícil manter o pensamento nos trilhos da  coerência. Há pessoas nas quais “contradição” e “consciência” convivem tão bem como o pecado no confessionário. Dizer a este tipo de gente que a “beira da estrada” não é a “Estrada da Beira” é chover no molhado. Por isso há que estar bem atento ao que dizem e fazem: em 2009, o ex-deputado Manuel Alegre quase escrevia uma ode triunfal à maioria relativa de Sócrates; porém, seis anos depois, o tempo ofuscou-lhe a memória e, a maioria idêntica de Passos Coelho, só lhe ocorreria escrever uma cantiga de escárnio. Cavaco Silva, que se gabava de “nunca se enganar e raramente ter dúvidas”, andou mais de um mês a ensaiar um “fado de Coimbra” (seu preferido por ser do centro …) para no-lo cantar ao som rouco e nervoso do cavaquinho, mas teve de ouvir sem querer a “Internacional”.

 

( Texto incompleto ... a sair no próximo "Notícias de Aguiar")

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às 14:33

Será que acabou a austeridade?

por cunha ribeiro, Sábado, 28.11.15

«Sempre que se despreze os que vivem com dificuldades do seu trabalho e se valorize a esperteza e o subir na vida, ainda não acabou.»

 

 

Pacheco Pereira

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às 16:37

A FRASE

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 27.11.15

« Nunca gostei de visitar casa de Granfino; para mim quanto mais simples melhor».

 

Agostinho Gomes Ribeiro

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às 16:48

UMA PORTA ABERTA‏

por Francisco Gomes, Quarta-feira, 25.11.15

Na Sexta Feira, 13 de novembro, poucas horas depois dos atentados de Paris, estava tudo ainda muito confuso, não se sabia quantas pessoas haviam morrido e quantas estavam feridas nos locais das tragédias, ninguém sabia quem foram os terroristas e onde estavam. No entanto, já podia ser sentida por todos os lados a solidariedade do povo parisiense. Por todos os lugares se viam afixados nos prédios cartazes comunicando  "Porte ouverte", que significa "Porta aberta". Os moradores da cidade, sabedores de que muitas ruas estavam a ser fechadas, que não havia como os turistas chegarem a seus Hotéis e nem outros moradores chegarem a suas casas, as moradias eram colocadas à disposição, portas eram abertas, para pessoas até desconhecidas. ​Não importava quem era ateu, católico ou muçulmano, a religião não tinha importância, o que estava em jogo era atender aos necessitados, fossem eles quem fossem. Ficou comprovado que qualquer religião leva a Deus, quando nós o amamos na figura do nosso próximo. Sabemos que muitas pessoas carecem de uma religião, não há nada errado em se amparar emocionalmente numa religião. Mas, quanto à sua atitude laica, religião pode ser: solidariedade, boa vontade, amizade, sensibilidade, ternura e comoção, nada disto está relacionado à conversão de uma doutrina. Não precisamos de líderes religiosos, de mártires ou de messias, para sermos caridosos. Pais, Mães, Tios, Avós ou até Professores, geralmente, são pessoas lúcidas, que nos podem dar boas orientações, sem necessariamente serem santos. Toda a religião começa a dar defeito quando, ao invés de ensinar um estilo de vida, envereda para a Política. Se tivermos o cuidado de olhar o "Globo Terrestre", vamos ver que em muitos lugares existem conflitos religiosos, insuflados por grupos radicais políticos. Aqui no Brasil não existe terrorismo e nem atentados terroristas, mas as pessoas morrem em assaltos, balas perdidas, delinquência juvenil e negligência das autoridades. Porém, morrer por divergências religiosas, nos deixa em estado de choque e é uma contradição. Tudo o que se relaciona com o "Divino" nunca deveria ser atrelado à covardia e à brutalidade. Devemos sempre manter a porta aberta para todos aqueles que vivem os valores humanos e não consideram como profanos o prazer e a alegria de viver. Manter a porta aberta para aqueles que respeitam a Deus e não subjugam a vida alheia, vivem os preceitos do respeito e da amizade. Manter a porta aberta para quem pede um copo de água, uma mão acolhedora, um abraço, um sorriso, um sofá para descansar, não discursos, sermões e homilias. As Igrejas são em tese grandes templos onde as portas estão abertas para todos. O atentados de Paris nos mostraram que por trás de cada porta aberta pode estar outro tipo de Igrejas, sem altares, sem imagens e sem dogmas, apenas aquele velho e valorizado amor ao próximo.                                                                         

Deus abençoe a todos                                                                       

Agostinho Gomes Ribeiro

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às 22:12

COMEÇAM AS HISTÓRIAS

por Francisco Gomes, Quarta-feira, 25.11.15

Da família Ribeiro, que eu me lembro, a história começa com minha tia, Maria da Glória Lourenço Ribeiro. Ela foi a primeira de quatro irmãos, três mulheres e um homem. Era a único Lourenço, o sobrenome da Mãe, que naquele tempo, só o primeiro filho devia ter. Não conheci o marido dela. Ela morava perto da Capela do Santo. Quando comecei a entender a vida, ela morava com o neto Abílio, ainda solteiro. Lembro do casamento dele com uma filha do Senhor José Machado, a Cândida. Sabia que ela tinha três filhos no Brasil, mas eu não os conhecia. Já me disseram que existiu um quarto, chamado António, mas eu não lembro e nem conheci. Soube que o Abílio era seu neto, filho do Senhor José Ribeiro e da Senhora Deolinda Pires. Soube também o motivo pelo qual o Abílio era criado pela Avó e não pela Mãe. A tia Maria da  Glória era uma mulher alta e forte. Convivi pouco com ela, pois teve um derrame cerebral, ficou paralítica, presa à cama, eu acho que nunca fui visitá-la. Ela faleceu no dia seis de janeiro de 1947, no dia seguinte ao casamento do meu irmão António. Era uma segunda feira estava uma nevada muito grande. Eu tinha 14 anos e fui até Afonsim, pisando neve, para avisar o Padre João, que ficou responsável pela freguesia de Soutelo, na ausência do Padre Paulino. Os filhos dela, eu vim conhecê-los no Brasil. O mais velho, Senhor José Ribeiro, que eu aprendi a chamar de tio. A primeira vez que o vi, fiquei muito impressionado, dada à semelhança dele com meu Pai. Por isso, me agarrei muito com ele. Ele morava na companhia de uma Senhora escura, a Dona Maria, que me recebia como se fosse minha Mãe. Moravam na Rua Babilônia na Tijuca, sempre que os visitava, era recebido com muito carinho. Senti muito a morte da Dona Maria. Por fim o Tio José mandou vir a tia Deolinda, terminou seus dias junto dela.

Outro filho era o João. Convivi muito pouco com ele, não sei o que ele fazia e nem conheci nada dele.

O terceiro filho era o Joaquim. Quando o conheci estava rico e tinha o apelido de “Doutor”. Conheci uma única filha e a esposa, mas nunca estive em casa deles. Eram muito amigos da minha tia Maria Teresa, tudo o que conheço deles me foi narrada por ela. Mas eu lembro ele ir a Portugal, chegou junto ao Santo de carro, a mãe dele veio falar com ele no carro, não foi em sua casa e nem falou com pessoa alguma da aldeia, nem com meu Pai que era tio dele. Ficaram todos dececionados com esse “brasileiro”. A tia Maria Teresa, me contou como ele ficara rico. A única filha era casada com um Coronel, chefe da Casa Militar do Presidente Getúlio Vargas, que governou como Ditador, de 1930 até 1945. Foi deposto e voltou eleito pelo povo em l950. O Coronel, genro do Joaquim, soube no Palácio que o Governo ia mandar arrancar e queimar todos os pés de café do País. Aconselhou o sogro a estocar café em grão, porque o café ia faltar no País. O Joaquim empregou tudo o que tinha no estoque de café. Com isso ficou

rico. Acredito nesta história. Falei com ele duas vezes na casa da minha tia. Achei-o muito “convencido”, nunca fui a casa dele e não convivi com eles. Dos três, só o tio José, eu gostava e visitava. Nunca gostei de visitar casa de granfino. Para mim, quanto mais simples, melhor.

                                  

Deus abençoe a todos

                                

Agostinho Gomes Ribeiro   

 

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às 21:59

NUNCA MAIS

por Francisco Gomes, Quarta-feira, 25.11.15

 Desde 1950 até 2008, isto  é, durante 58 anos, estive longe da minha terra, sem ver aquele lugar que me viu nascer. Por isso, quando cheguei ao alto da Silveira, que vi minha aldeia com suas casas brancas, encostada na Serra da Padrela, a brilhar por entre as árvores, foi um momento de muita emoção.  Na medida em que descia para Vila Pouca, fui observando muitas coisas  novas, que nunca tinha visto, mas também senti falta de muitas outras que deixei quando parti, que nunca mais voltarei a vê-las.

 Vi aquelas enormes ventarolas a rodar no alto da serra, a gerar energia para o conforto das pessoas. Vi aquela estrada a descer pela serra e a mergulhar naquele imenso viaduto, que mais parece um “monstro” de concreto. Vi o progresso e o desenvolvimento por todo o Vale de Aguiar.

Porém, procurei mas não achei os campos cultivados como outrora, hoje, aqueles belos campos, são só mato. O Vale de Aguiar que já foi um celeiro, hoje virou pasto de animais. Nunca mais verei um carro de bois e nem escutarei o seu chiado, as pessoas a ceifar o centeio, as segadas, no mês de junho, as malhadas, as desfolhadas, nunca mais verei um canastro cheio de espigas de milho. Nunca mais vi aquelas nascentes de água cristalina a descer pelos regatos, rumo às poças de cima e às poças de baixo, que todas as manhãs eram abertas para regarem os campos cultivados. Nunca mais verei as represas no rio Corgo, onde se tomava banho no verão, de onde motores hidráulicos retiravam água para regar os campos marginais. Nunca mais verei o rio a transbordar, a água a chegar à linha do comboio. Por falar em comboio, nunca mais vamos vê-lo a surgir por de trás das montanhas na Ribeira, ou por de trás de Vila Pouca. Nunca mais vamos escutar seus silvos e nem ver sua fumaça a subir para o Céu. Nunca mais teremos o apeadeiro, para embarcar ou desembarcar, esperar os viajantes, colocar nossas cartas no correio, ou comprar nosso jornal.

 Nunca mais veremos o salgueiro, aquele imenso jardim, nem a serra coberta de pinheiros, nem a Chã de Vales toda plantada de batatas. Nunca mais veremos aqueles rebanhos de ovelhas pretas e brancas, os pastores por cima das fragas, vigiam o rebanho e apreciam a beleza do Vale. Aqueles carros, no seu vai e vem, desde o Covêlo até Vila Pouca. Nunca mais vamos ouvir o sino da Igreja de Soutelo a dobrar, avisando que alguém na freguesia entregou a alma ao Criador, nós retiramos nosso chapéu e rezamos, não importa quem seja, todos somos irmãos, filhos do mesmo Pai.

 Nunca mais teremos uma feira no Toural, onde bois e porcos eram expostos e negociados. Nunca mais o nosso vale de Aguiar será calmo e pacato, como era antigamente. Nunca mais teremos a Escola de Parada, aquele prédio tão aconchegante, de todos os cantos surgia o saber. Temos um albergue de São Tiago. A mentalidade dos homens encolheu, e querem mostrar ao mundo um tipo de caridade, que por ali nunca existiu.

 

Deus abençoe a todos

 

Agostinho   Gomes  Ribeiro               

 

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às 21:45

ALGUÉM PODERÁ INFORMAR O SR. IVAN CHAVES?

por cunha ribeiro, Domingo, 22.11.15

DE IVAN ESDRAS CHAVES A 21.11.2015 ÀS 22:52


sr

descobri a pouco este blog, e como tenho muitas curiosidades sobre meus antepassados escrevo esta meu avo Edurado Chaves minha avo Ana Chaves , vieram para o brasil  nordeste no fim do seculo passado, gostaria de saber  se pode me dar algumas noticias , em fevereiro ultimo fui visitar portugal, procurei um pouco mas nada achei , sou empresario moro em Indaiatuba, no estado de são paulo.

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às 15:50

O MUNDO FICOU MAIS PEQUENO

por Francisco Gomes, Sexta-feira, 20.11.15

Desde que o mundo existe, sempre houve os grandes amigos e as sinceras amizades, sempre existiu o desejo de uma comunicação mais objetiva. A gente somente se via quando era possível o encontro, não havia comunicação como a de hoje. Os telefones que existem eram aqueles que hoje estão decadentes, na maioria das residências, funcionam quase que como enfeites. Lembro que trabalhava no Viveiro, olhava espantado o Senhor Francisco Ferreiro, girar uma manivela e saudar o Engenheiro em Vila Pouca, tendo o cuidado de tirar o chapéu. Em Parada, assim como em qualquer outro lugar, não havia telefones. Só no correio geral em Vila Pouca existia aquele aparelho pendurado na parede, que a gente chegava a duvidar que falasse alguma coisa. Vim para o Brasil, aqui já existiam muitos telefones automáticos. Na casa dos meus tios onde eu morava, já existia um, porém, eu raramente falava por ele. No trabalho, eu atendia muitos telefonemas. Escutava falar que inventariam um telefone televisão, não esperava que fosse no meu tempo. O povo era tão carente de comunicação à distância, que por volta de 1955, eu trabalhava no aeroporto Santos Dumont e comprei um pequeno rádio de pilha, vindo do Japão, de um tripulante. Tirava a maior “onda” a desfilar pela rua com os headfones nos ouvidos, as pessoas paravam para olhar para mim. Certa vez, num autocarro, um homem ao meu lado disse: “duvido que estejas a escutar alguma coisa nessa pequenina caixa”. Tirei uma ponta do “egoísta” do meu ouvido, coloquei no dele. O homem quase desmaiou de emoção.

 Por volta da década de 70 surgiu o computador, era tão complicado, e tantas caixas, que enchiam uma sala. Por esse tempo entrou em cena a famosa “Era Tecnológica” e não perdeu tempo. A coisa evoluiu de tal modo que o computador hoje cabe até no bolso. Por volta do inicio de 90 começaram a aparecer os telefones móveis. Lembro que em l991 almoçava no centro da cidade com um amigo que já tinha telefone móvel. Este tocou, todas as pessoas ficaram a olharem espantadas para o meu amigo a falar ao telefone.  Hoje o telefone móvel virou epidemia. Com o advento da internet, o mundo ficou menor. Hoje acompanhamos os passos dos nossos amigos ou familiares através do telefone. Nós sabemos tudo e podemos falar com quem quisermos, estejam eles onde estiverem. Pelo computador ou pelo telefone os amigos estão na palma da mão, sabemos o que fazem e não raro o que pensam. Com isso, o mundo ficou menor, cabe até no bolso das pessoas. A quantidade de telefones ligados à Internet é três vezes maior do que a população do mundo, cada pessoa tem dois aparelhos ou mais.

 As informações que recebemos são sempre atualizadas, se dependesse de nós e de nossos amigos o mundo seria um Paraíso, pois somos pacíficos, não praticamos atentados, não somos corruptos, somos amorosos e cuidadosos uns com os outros. Seria muito bom se as nossas qualidades tomassem conta do mundo.

           

Agostinho Gomes Ribeiro

 

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às 22:11

NEM TODOS NO MUNDO

por Francisco Gomes, Sexta-feira, 20.11.15

 A população do mundo hoje gira em torno de sete bilhões de almas. Existe, portanto, uma grande diversidade de gostos, opiniões e procedimentos. Ninguém pode acreditar que possa haver um senso comum, neste universo, onde os pensamentos diferem e existe uma forma de viver própria de cada um. Nem todos no mundo são regidos pelo dinheiro, mas todos carecem dele para viver. O dinheiro é sempre bom, é necessário, e quanto mais, melhor. Mas  este “mais”, não obceca a todos. Há quem troque o “mais dinheiro” por “ mais sossego”, por “mais tempo livre” para viver. Não tem sentido matar-se com trabalho, prejudicar sua tranquilidade, quando já se tem o suficiente para  uma vida digna e confortável. Um dos enigmas do ser humano é que ele sacrifica a saúde para ganhar mais dinheiro, depois gasta tudo o que ganhou e não consegue recuperar a saúde. Mas nem todos pensam assim. Nem todos no mundo preferem morar numa enorme mansão, com dezenas de cômodos, as pessoas se perdem lá dentro, os familiares nem se vêm uns aos outros, vivem como se estivessem em um grande hotel. Geralmente, as pessoas preferem moradas menores e mais aconchegantes, que as  pessoas estejam mais próximas umas das outras. Nem todos no mundo preferem mulheres com rosto de boneca e corpos de modelo, ou então homens com rostos de galãs e físico de atletas. A maioria preferem o aspeto jovial e simpático dos seres humanos. Numa casa, quanto mais notados forem seus moradores, melhor será o ambiente e a felicidade. Nem todos no mundo gostam de bichos em casa, de comer doces, de ir à praia, fazer festas, ver televisão, assistir filmes ou jogos. Nem todos gostam de jogar. Cada um deve ter suas preferências e não deve censurar os outros, ainda que alguém tenha um comportamento fora do catálogo da moralidade. Cada um tem o direito de ser o que quiser. Nem todos gostam de política, religião, achar que a sua é melhor do que a dos outros. Nem todos vieram ao mundo para brigar, para discutir, para reclamar, fofocar, agredir ou difamar. Ninguém tem o direito de atrapalhar a vida de ninguém. Cada um veio ao mundo para ser aquilo que é, não para ser melhor que ninguém. Ninguém é igual. Uns preferem chamar atenção com boas obras, outros por meio de crimes e perdição. Nem todos no mundo gostam de casar, ter filhos, estudar, fazer faculdade, ser médico ou advogado, ou então professor para morrer de fome. No entanto, muitos desejam viver em paz, viver a vida que Deus lhe deu, não aquela que o mundo quer para ele. Se todos fossem iguais este mundo seria um “saco”.

 

Deus abençoe a todos

 

AGOSTINHO  GOMES  RIBEIRO

 

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às 22:10

O BLOG DA FREGUESIA DE CAMARATE - do nosso conterrâneo António Cândido

por cunha ribeiro, Terça-feira, 17.11.15

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às 16:27

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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