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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


FAZER UM CAFUNÉ

por Francisco Gomes, Quinta-feira, 26.05.16

Como eu gostaria de ter alguém que passasse a mão na minha cabeça, me fizesse uma carícia, um cafuné. A vida ficou muito difícil, para mim e para muitas pessoas que estão na minha situação.  Somos muito discriminados porque somos velhos, porque o nosso tempo já passou, e as pessoas acham que não entendemos nada da vida moderna. De facto, estou convivendo com situações que jamais imaginei viver. Mas diante de tudo isto, a gente se conforma e temos pena das pessoas que vivem alienadas e presas a um modernismo sem pé e sem cabeça. Os factos da vida moderna ajudam a reavivar os nossos sentimentos e a apaziguar os acontecimentos do dia a dia.

Eu gosto de relembrar factos que foram marcantes para mim, lugares, diversões, ambientes de vida e de trabalho, passeios, lazer, momentos inesquecíveis, que recordo muito e não consigo e não quero apagar da minha memória, porque “Recordar é Viver”. Ás vezes  fico a imaginar se não sou um vagabundo. Concluo que não sou. O vagabundo não quer trabalhar, por isso nunca tem o que fazer. Eu gosto de trabalhar, tenho  que fazer, mas perco a vontade diante de tantas observações inúteis. Tenho uma ideia clara do que é ser vagabundo. Não confundo vagabundagem com ócio. Ocioso não é sinónimo de desocupado, mas uma escolha livre e prazerosa de escolher o que fazer. Não há ócio num prisioneiro e num desempregado, apenas falta de ocupação.

A finalidade principal do ocioso, não é passar o tempo ou matar o tempo. Aliás, quem pensa em matar o tempo, não é um assassino, mas um suicida, pois o tempo é quem nos mata a cada momento que passa. O turismo sempre foi uma forma de viver o ócio recreativo, mas se caracteriza como conhecimento, como intelectualidade, educando os duplos sentidos. O turismo é uma maneira genial de agradar a nós mesmos, é um afago, uma carícia, como se diz na África, é um Cafuné. A gente gosta tanto de um cafuné, que aceitamos até de um “macaco”.

 Hoje falam muito em “Qualidade de Vida”, por isso se frequentam academias, se faz muita ginástica, tudo para dar forma ao corpo e recompor as energias. No entanto, esquecem de arejar os espíritos, os principais controladores da vida. Está faltando um “Cafuné” na vida de muita gente e até na vida profissional. Os idosos estão carentes de uma passadinha de mão na cabeça, de um murmúrio ao pé do ouvido, que lhe diga: “Meu querido, meu velho, meu amigo”. Nós precisamos mais disso do que de críticas, rejeições e abandono. As pessoas precisam lembrar que hoje são novas, mas amanhã também serão velhos. “Filho és, Pai serás, o que fizeres, tua acharás”. Essa é a marcha detentora do tempo que não perdoa ninguém.

Deus abençoe a todos

           

Agostinho  Gomes  Ribeiro

 

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às 22:00

ETERNAS DÚVIDAS

por Francisco Gomes, Quinta-feira, 26.05.16

Conforme a idade vai aumentando, na mesma proporção a minha mente vai se inundando de dúvidas. Todos os dias me questiono se vale a pena todo este sacrifício para ajudar pessoas necessitadas. Sempre escuto insinuações, de que ninguém dá nada em troca de nada, se estamos ali atendendo as pessoas é porque levamos alguma vantagem. Por melhor que a gente faça nunca agrada a todo o mundo, sempre haverão os descontentes e são principalmente pessoas que não precisam.

O trabalho na farmácia da Igreja aumentou muito em virtude da situação do País, o desemprego leva muitas pessoas a recorrerem às doações, e as ofertas estão cada vez mais difíceis. Tudo o que doamos, recebemos em doações, pois a Igreja apenas nos fornece o espaço, não compra nenhum medicamento e nem teria condições para isso. Falta-nos muitos medicamentos essenciais, nós pedimos e procuramos mas as doações estão a ficar cada vez mais difíceis. Muitas pessoas pensam que os medicamentos doados, são fornecidos pela Igreja, por isso não se conformam quando informamos que não temos, acham que é má vontade de nossa parte. Todos os dias enfrentamos aborrecimentos. Poucas pessoas dão valor ao nosso trabalho.

O serviço que presto no Cemitério, também acontece os mesmos problemas, as pessoas acham que é obrigação e que alguém  paga pelo nosso trabalho. Estou muito desiludido com o comportamento de muitas pessoas. Minha vontade é abandonar tudo.

Muitas dúvidas  surgem no meu dia a dia. Fico a me questionar se vale a pena envelhecer lúcido e consciente de tudo, ter conhecimento dos problemas da família e da sociedade. As pessoas nos olham com desconfiança, não respeitam a nossa presença, acham que todos os idosos têm que ser alienados, alheios a tudo e a todos. Não sei até que ponto as pessoas dementes, esquecidas de tudo, são mais felizes do que nós, vivem alheios a tudo e não se sentem discriminados. Não sei se vale a pena esta lucidez, este conhecimento das situações, se tem que conviver com as desconfianças e com a rejeição.

Reconheço que pessoas na minha situação são excepção. Graças a Deus estou  ciente de tudo, consigo ler bulas de remédios sem óculos, meus ouvidos também estão razoáveis, minhas mãos estão firmes e meus passos certos. Ninguém gosta de sofrer, por isso rezo todos os dias, pedindo a Deus que me conserve assim, e que se danem quem me torna diferente.

    

Deus abençoe a todos

Agostinho Gomes  Ribeiro

 

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às 21:54

Ensino Redundante

por cunha ribeiro, Domingo, 22.05.16

 Ponto prévio: estão a ver duas árvores plantadas uma junto da outra, ainda no despontar? Qualquer observador médio saberá que o futuro das duas é o raquitismo. Não se passará o mesmo quando temos uma escola a funcionar perto de outra com a mesma oferta de ensino?

Anda por aí uma controvérsia que a meu ver deve desassossegar qualquer cidadão medianamente preocupado: a do financiamento de algumas escolas privadas pelo orçamento de Estado. Mas atenção à forma como se coloca a questão controversa. Não deve perguntar-se se o Estado deve ou não financiar o Ensino Privado. Aí, salvo opiniões mais radicais, estaremos de acordo que sim. A questão decisiva é : em que circunstâncias?

A resposta  é ( ou deveria ser) óbvia: O Estado deve fazê-lo onde a rede pública de ensino não chega.

Convenhamos que a iniciativa privada, desde que verdadeira iniciativa e cem por cento privada, não deixa de ser meritória. É socialmente positiva a decisão (iniciativa) de alguém que tendo uma boa ideia a põe em prática suando as estopinhas e, se tiver alguma ajuda, que seja a da carteira do pai ou da mãe. Que ponha em prática essa iniciativa edificando uma escola privada

Ora, lendo, sem preconceitos políticos, as informações que nos chegam, não parece ser este o caso de alguns colégios particulares do nosso país que têm engordado os proprietários, com lucros avantajados, graças ao financiamento estatal milionário, através dos famigerados contratos de associação ( parentes não muito afastados das parcerias público privadas).

A verdade é que, com esse dinheiro, alguns privados do nosso ensino obstruem a oferta pública deste sector, bem mais barata e não menos eficaz que a privada.  E fazem-no, não com o principal objectivo de melhorar o sistema educativo luso, mas essencialmente movidos pelo escopo do lucro. Ora, o resultado  de tudo isto é o esvaziamento dos cofres do Estado e o consequente enriquecimendo desmesurado de uma nova classe social  que eu designaria de "patronato do ensino redundante".

Estes empresários são, pois, tão úteis ao sistema  educativo como os parasitas ao parasitado. Aproveitam-se dele para viver. Mas, mais grave, não se limitam, como os líquens, a sobreviver encrustados no tronco. Vão à própria raiz e secam-no.

Se eu, com o smoking de empreendedor, fosse ao banco pedir o necessário para construir um colégio particular, levando na pasta a garantia de um contrato milionário com o Estado, e uma despesa mínima baseada em salários baixos aos professores e restantes funcionários, é óbvio que, ao fim de algum tempo, poderia, sem grande exagero, comprar um ferrari e abrir uma conta no Panamá. E tudo isto sem acrescentar quaisquer especial mais valia ao sector do ensino.

Mais grave seria ainda, se, enquanto eu fosse cevando a minha conta bancária, ao lado do meu estabelecimento, existisse uma escola pública cheia de salas vazias, por minha causa: visto, com o auxílio do Estado, eu ter  desviado da dita as turmas que as poderiam ocupar. Nesse caso, em vez de um grande empreendedor, eu seria um grandecíssimo ladrão. 

Todos sabemos, graças à recente polémica, que o ensino público é mais barato que o privado, seja para os pais dos alunos, seja para o Estado que o paga. Com efeito, pela mesma turma, o Estado passa um cheque de 54.000 €, ao público,   e um  de 80.000€ ao privado ! Esta aberração existe entre nós, e o governo anterior não só pactuou com ela como também a incentivou, enquanto reduzia salários, pensões e prestações sociais!

A verdade é que o festim dos privados pretende continuar a encher os cofres de uns quantos que, com o beneplácito do statu quo e o apoio expresso da Igreja, lá vão levando a água ao seu moinho. 

Ao governo só fica bem enfrentar, sem cedências, esta leviandade que vem anafando as contas bancárias dos promotores da escola privada  - os mesmos que fazem tudo pela proletarização dos agentes do ensino público, nomeadamente os diretores, os professores, e auxiliares.

Esta luta do Ministro da Educação contra os interesses do ensino privado, esteja ou não aliada às reivindicações da FENPROF, é justa. Muito mais justa, no plano ético, pedagógico e económico,  que outra , de má memória, levada a efeito por um outro governo socialista contra a Escola Pública, nos anos negros de Maria de Lurdes Rodrigues.

Esta - a de agora -  é uma luta que só traz vantagens ao país, não só porque poderá economizar recursos financeiros, sem prejudicar os alunos, mas também porque pode distribuir melhor os recursos que assim se consomem.

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às 00:21

UM ASSÉDIO MORAL

por Francisco Gomes, Quarta-feira, 18.05.16

Nem sempre a violência física é a responsável pelos maus tratos infringidos a alguém. Em sã consciência, não podemos aceitar qualquer tipo de violência na vida das pessoas. Ao machucar alguém em seus sentimentos, o sarcasmo, os xingamentos, a supressão da liberdade e o isolamento psicológico, também são formas de violência.

Em minha vida particular, o que mais me entristece é o abandono mental e psicológico a que sou relegado. Muitas pessoas, não acreditam  que eu esteja perfeitamente dentro das minhas faculdades mentais e com perfeito raciocínio, para entender os problemas da vida moderna. Por isso, escondem de mim os acontecimentos, silenciam os factos, não me contam nada, sempre sou o último, a saber, às vezes até por terceiros, o que se passou e o que pensam  realizar.

Eu chamo a isto de “assédio moral”, pois nunca em minha vida, estive tão lúcido,  tão normal e  tão apto a ajudar na solução dos problemas do dia a dia. Por isso fico constrangido, quando não respeitam a minha mente e me olham como um imbecil, um retardado. As pessoas que se dizem modernas, são muito carentes de conhecimentos, necessários à evolução da vida, pensam que sabem muito, mas não sabem nada. Não recorrem à sabedoria dos antigos, acham-nos superados pela idade. Já se foi aquele tempo em que antiguidade era privilégio.

Esse comportamento torna-se prejudicial á vida, pois acarreta o isolamento das pessoas e transforma os idosos em pessoas individualistas, passam a não se preocupar com vida de ninguém. Não é esse o meu caso. Embora reconheça que  escondem de mim os problemas, me acham incapaz de ajudar em qualquer situação, isso não me preocupa, deixam-me mais livre para viver minha vida. Procuro não me envolver em problemas dos outros. Procuro viver minha vida, preserva-la, pois só tenho esta  se ela acabar, não me restará mais nada.

Procuro viver minha fé, solucionar meus problemas, faço o que estiver ao meu alcance e adoto o mesmo critério: se escondem tudo de mim, eu também escondo tudo dos outros. Cada um vai vivendo sua vida como Deus quer e consente. Tenho meus programas de ajuda aos mais necessitados, vou vivê-los enquanto a vida me permitir. Não quero saber dos problemas de ninguém. Muitas vezes procuro ajudar no anonimato. Mas tenho muita pena das pessoas que se julgam sábias e modernas, mas que têm uma mentalidade  da  era da “pedra lascada”.

  

Deus abençoe a todos

        

Agostinho Gomes  Ribeiro

 

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às 21:06

A PARTE QUE NOS CABE

por Francisco Gomes, Quarta-feira, 18.05.16

O sistema de vida está em risco no Planeta Terra. Varias espécies, incluindo a espécie humana, adquiriram uma modificação tão catastrófica que entrou no maléfico território do “Biocídio”. Biocídio, é a eliminação de variadas formas  de vida, inclusive a humana. A extinção em massa, a abreviação das condições de vida, estão a colocar em risco o futuro do Planeta.

 Há 150 anos, a maior floresta de pinheiros do mundo, ficava no Brasil, nos Estados do Paraná e de Santa Catarina. Uma paisagem deslumbrante, árvores frondosas, sementes deliciosas, (os pinhões),que cosidos, faziam parte da gastronomia Paranaense.  (A Araucária Angustifólia) conseguiu sobreviver à Era Glacial, (era do gelo), sobreviveu exuberante, por mais de 1.500 anos. As florestas de Araucária, no Brasil, hoje, não chegam a 4% do que já foi antes. O que a Era Glacial, não destruiu em milhões de anos, o homem espécie predatória, conseguiu destruir, num século e meio. Isto é a soberba daqueles que se arvoram “proprietários” do Planeta, quando na realidade, somos apenas usuários.

Há uma regra básica num sistema de vida, é a “Simbiose”, a vida junto à “Biodiversidade” A nossa arrogância é tamanha, que agora estamos vivendo à sombra do derretimento veloz das calotas polares. As alterações oriundas do aquecimento global, a desertificação das florestas, a contaminação dos rios e dos mares, geram um conceito de que a vida está a correr perigo no Planeta Terra.

Naturalmente a vida no Planeta não será extinta, pois ela é anterior á vida humana, mas a espécie humana, assim como outras espécies, com certeza entrará na aventura “Biocida” Não haverá uma catástrofe de novo, o tempo se encarregará de promover os acontecimentos. Afinal, qual a gota que fará o copo transbordar, a primeira ou a última? É claro que será qualquer uma delas. Se retirarmos uma a uma todas as gotas, o copo jamais transbordará.

É urgente tomar as providências necessárias, para evitar a falência total da vida. Não é uma obrigação apenas dos governos ou dos “gigantes econômicos”, mas de cada um de nós. A todos cabe a participação na luta, afim de ser encontrada uma solução, para a grave crise em que vive o Planeta, a Casa Comum de todos nós.

   

Deus abençoe a todos

        

Agostinho  Gomes  Ribeiro

 

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às 21:03

Ensino Público, Pecados Privados

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 12.05.16

A iniciativa privada, desde que verdadeira iniciativa e cem por cento privada, não deixa de ser meritória. Simplificando, falo, obviamente, da iniciativa de alguém que tendo uma boa ideia a põe em prática suando as estopinhas e, se tiver alguma ajuda, que seja a da carteira do pai ou da mãe.

Ora, lendo, com olho apartidário, as informações que nos chegam, não parece ser este o caso de alguns colégios particulares do nosso país que têm engordado os proprietários, com lucros avantajados, graças ao financiamento estatal milionário, através dos famigerados contratos de associação.

 

continua

 

( Texto completo no Notícias de Aguiar)

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às 22:00

UM REI PODEROSO

por Francisco Gomes, Quinta-feira, 12.05.16

No mundo de hoje existem poucos Reis. Resta na nossa imaginação, os reis do passado, nas monarquias poderosas, pessoas a viverem no luxo, em suntuosos Palácios, vestes exóticas e fantásticas, cercados de atenções e mordomias por todos os lados. Os poucos reis que existem hoje, a maioria pertencem a  Monarquias Parlamentaristas, como acontece na Inglaterra, na Espanha e outros.

Jesus Cristo foi um grande Rei, veio a este mundo numa época em que havia muitos reis, principalmente no mundo conhecido naquele tempo. Roma não era governada por Reis, mas por Imperadores vistos e venerados como deuses. Os Césares romanos, eram figuras muito despóticas, violentas, condenavam à morte  sem dó e nem piedade. Jesus Cristo foi um Rei poderoso, porém pobre e miserável. Nasceu num estábulo, teve por berço uma manjedoura. Seus palácios foram os lugares por onde passava e atendia aos necessitados. Seu trono foi uma Cruz. Os algozes romanos condenaram esse Rei à Morte numa Cruz.

Existe a Bíblia Sagrada, o Livro mais importante da humanidade, foi organizada por influência do Império Romano, pelos setenta e dois sábios mandados a Alexandria no Egito, onde estavam guardados todos os documentos referentes á Vida, Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo. Foi a partir da Ressurreição, que foi composta toda a Bíblia Cristã. No entanto, a Bíblia monopolizou todos os documentos, para apresentar Jesus como uma figura espiritual, não deixando meios de se propalar o Jesus Histórico. Todos sabem que Jesus foi uma figura da história, pois a dividiu em duas partes. Mas não existem elementos que possam apresentar Jesus como uma figura Histórica.

Esta elaboração da Bíblia foi para inocentar os romanos e culpar os judeus pela morte de Jesus Cristo. Por isso não se encontra na Bíblia qualquer espaço para o Cristo Histórico, pois revelaria o contrário. Quem matou Jesus Cristo, crucificando-o numa Cruz, foram os romanos, não os judeus. O tipo de castigo era típico dos romanos, não dos judeus.

No livro do escritor Reza Aslan, que é do Iran, ele afirma que todos os fragmentos usados para fazer a Bíblia, só apontam para a inocência dos Romanos. Até a cena do Pretório Romano, que o povo invadiu pedindo a crucificação de Cristo, é imaginária, não existiu. Pilatos jamais deixaria um judeu sequer entrar em seu palácio, quanto mais o povo. A troca de Jesus por Barrabás, também não existiu. Tudo foi feito para colocar a culpa da Morte de Jesus, nos judeus e não nos Romanos. Os romanos mataram Jesus Cristo, porque viram nele um perigo.

Os judeus carregaram e carregam a culpa pela morte de Jesus, quando ela foi praticada pelos Romanos. Todas as cenas do diálogo de Pilatos com o povo judeu, não existiu. Pilatos odiava os judeus e não falava com nenhum, nunca permitiria que eles entrassem no Pretório, a sua residência, para pedir a crucificação de Jesus.

     

Deus abençoe a todos

           

Agostinho  Gomes  Ribeiro

 

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às 21:37

UM NOVO TEMPO

por Francisco Gomes, Quinta-feira, 12.05.16

Levantemos os olhos, pois um novo tempo se aproxima. Estamos caminhando para a Páscoa, que é a libertação de tudo o que sobrecarrega a nossa vida. Estamos no  primeiro trimestre de 2016. O que mais nos assusta são as escolhas que precisamos fazer, na construção da nossa eternidade, que está a bater à nossa porta, ainda que tentemos ignora-la. Vida! Vida! Olha o que restou de ti. Isto não são frases de arrependimento, mas de consciência crítica. É preciso não descuidar da nossa fragilidade e nem abandonar a atenção que precisamos dar ao pouco tempo que nos resta viver.

É necessário viver bem, não usar de ostentação e nem acumular futilidades, viver com humildade e dignidade. Precisamos estar em paz com os amigos e com todos aqueles que nos cercam evitar atritos. Cultivar a Paz interior, ter a prazerosa sensação do dever cumprido. Não podemos permitir que as aflições perturbem o que resta da nossa existência. É importante apreciar tudo o que existe de belo na natureza, o brilho do luar, o cintilar das estrelas, o verde das matas, a beleza dos jardins e o perfume das flores. Músicas suaves que acalmem e repousem as mentes, dando mais vida à nossa vida.

Diante do impacto do que foi a nossa vida, aquilo que fizemos dela, não devemos nos perturbar, pois tudo é passado e não podemos modificar. Procuremos viver a vida, pois não temos mais tempo para modificações. É preciso evitar a “vida vazia” e os momentos que fizeram dela um passa tempo. A nossa vida é um eterno  pisca, pisca. Nascemos, começamos a piscar, piscamos a todo o momento, se deixamos de piscar, é porque já chegou a morte.  Viver é isso,  é um abrir e fechar os olhos, um dormir e acordar, até que dorme e não acorda mais.

A nossa vida é um rosário de piscadas, cada piscada representa um tempo em nossa vida. O ser humano, pisca e mama, pisca e brinca,   pisca e estuda, pisca e ama, pisca e sente dores de reumatismo. Pisca a última vez e morre. O que fica depois? A saudade foi-se embora, mas a tristeza no meu peito ainda mora.

  

Deus abençoe a todos

  

Agostinho  Gomes  Ribeiro

 

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às 21:34

EDITAL

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 11.05.16

Informação, ato eleitoral.jpg

 

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às 19:11

Feira deTransferências

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 11.05.16

Trinta cinco milhões de euros trocados por um jogador que acerta nove passes em dez parece-me um disparate; a mesma quantia oferecida por um rapaz que erra oito passes em dez só pode ser um absurdo.

No mundo do futebol, que em boa verdade não pertence ao comum dos mortais, jogadores e treinadores são mercadoria com a qual já nem o petróleo pode rivalizar. Com efeito, se o Bayern pagasse em crude a transferência de Renato Sanches não haveria barris que chegassem, e só um oceano repleto de petroleiros poderia transportar os biliões de quilolitros necessários para o efeito.

Sendo o mercado do futebol a extravagância que é deveria indignar toda a gente (menos, obviamente, a minoria que vive dele). Porém, o que sucede é o contrário, continuando a ser a mais consumida droga do povo.

Mas já que a realidade do futebol parece uma barreira instramponível ao livre e certeiro bom senso, por que não apontar para outras balizas e marcar golos mais valiosos, em benefício da sociedade.

Por exemplo, se adoptássemos o sistema de transferências do futebol na atividade política, que, até agora, só tem imitado o futebol no capítulo da corrupção, poder-se-iam optimizar os governos nacionais e/ou locais com excelentes vais valias. 

Como é sabido, no futebol, de clube ou de seleção,  o amor à camisola já era. Jesus, de benfiquista à prova de bala, passou a Leão inveterado, e não estará longe de se transformar num portista fanático; e Pepe defende a seleção portuguesa como se fosse a brasileira.

Por isso, não viria mal ao mundo se Portugal fosse ao mercado de transferências, internacional, contratar um bom primeiro ministro. Temos de admitir que que nos dias que correm não há grandes craques a governar; basta ver o que se passa em França, onde Hollande e um clown quase já não se distinguem, e, em Espanha, onde não há governo há meses, para se perceber que, em parte, assim é; acresce que Obama jamais  estaria ao alcance do Banco de Portugal, e Angela Merkel não deixaria o seu lugar de Keiser para se transferir para S. Bento, sobretudo sabendo ela como esse lugar se banalizou com Sócrates e Passos Coelho.

Todavia, com os milhões a acenar, e com a motivação que isso daria, não faltariam bons candidatos à contratação.

Há que tentar.

 

CR

 

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às 17:16

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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