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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


O VALOR DO DINHEIRO

por Francisco Gomes, Quarta-feira, 29.06.16

O dinheiro em papel foi uma invenção, muito difícil de ser assimilada na vida moderna. Embora suas aparições sejam muito antigas, apenas a partir de 1933, no século passado, teve oficialmente seu reinado neste planeta. Foi neste ano que praticamente todas as nações importantes, passaram a criar o seu papel moeda, perdendo assim o vínculo com os metais preciosos e passou a ser um mero pedaço de papel pintado, a ter o valor dinheiro, com aceitação obrigatória fixada por lei.

Foi uma revolução,  cujas implicações, ainda que passados mais de oitenta anos, em muitos lugares ainda não foram totalmente esclarecidas. O dinheiro  migrou para os terrenos das convenções do imaterial ou do imaginário, sendo comum a designação de “moeda fiduciária”, sujeito  a confiança. O fato é que a lei passou a determinar  depois de 1933, que certos pedaços de papel, tenham aceitação em pagamentos, e com isso, os Estados Nacionais, passaram a dispor o que se pensava pertencer apenas aos “alquimistas”. Não transmutar o chumbo em ouro, mas algo parecido, dotar simples pedaços de papel pintado, num valor imensamente superior ao papel e à pintura. Para mostrar  sua validade tinha a assinatura de uma autoridade monetária.

Em 1933 aconteceu uma espécie de divórcio litigioso, entre a substância metal e a representação. Para valorizar cada pedaço de papel, marcado como dinheiro, cada Governo precisa ter em seu poder, algo que represente o valor atribuído a cada nota que passa a circular. O País se compromete perante o mundo, proclamar o valor de cada nota que é impressa.

Quando não existe valor garantia no papel moeda, ele é desvalorizado perante o mundo. O Brasil em 1933 aboliu o Mil reis e passou a circular o Cruzeiro. Daí  até hoje, o Pais já teve oito moedas.

O Cruzeiro, Cruzeiro novo, Cruzeiro, Cruzado, Cruzado Novo, Cruzeiro, Cruzeiro Real e Real. Quando comecei a trabalhar em 1950, existia o Cruzeiro,  todas as outras moedas eu vivi as transformações. A inflação que deu origem a estas moedas,  foi galopante, pois na passagem de uma moeda para a outra, acontecia uma desvalorização de mil por cento na moeda. Na passagem de Cruzeiro Real para Real, eu tinha na poupança Cem Mil e fiquei com Cem Reais.

Dizem que vai acabar o dinheiro no mundo, será tudo na base do Cartão, o dinheiro será Virtual. Só espero que não seja para mim, eu prefiro morrer com os Reais.

    

Deus abençoe a todos

 

Agostinho Gomes Ribeiro

 

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às 21:53

ILUSÕES

por cunha ribeiro, Terça-feira, 28.06.16

s pedro, fingir (1).jpg

 

 

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às 22:24

Brexit à Portuguesa

por cunha ribeiro, Terça-feira, 28.06.16

Os ingleses querem ser sozinhos. Deixá-los ser. Desde que não expulsem os nossos emigrantes, continuem a consumir vinho do porto e a calçar sapatos de Felgueiras, “All Right”.

Há várias razões para não gostarmos dos ingleses: o “Ultimato” é talvez a maior delas. O único inglês com quem convivi era um grande sacana. Egoísta acima da média, só o umbigo dele é que contava. Quando o rapaz se foi embora, não deixou saudades. Nem a mim, nem aos dois outros colegas de trabalho. No fundo, acredito tanto na solidariedade dos ingleses com os portugueses como na de Bruno de Carvalho com Luís Filipe Vieira.

Por falar de futebol, espero que não haja um “brexit” à portuguesa na comunidade futebolística europeia. E que a profecia do “regresso no último dia” seja uma feliz realidade. E que para além de jogos de futebol continuem os episódios lúdicos, como o do microfone. Perdão, do “macrofone”. Pois Ronaldo só o lançou para a água porque o Correio da Manhã falou mal “demais” da família. O craque fez bem. Quem não se sente não é filho de boa gente.

Continuando no futebol, espero que amanhã (sábado) a Croácia não se arme em Austria, Islândia ou Hungria. Nem imite a República Chega do Europeu de Inglaterra; e, já agora, que os até agora livres (in)diretos de Ronaldo passem a ser livres diretos à baliza.

Mudando de assunto, e para terminar, parece que os restaurantes se andam a esquecer que o IVA mudou. E “mutatis mutandis”, também podiam mudar os preços das refeições. É o mudas. O que vai mudar, isso sim, é o poder de compra dos donos dos ditos, e a renovação da frota automóvel será uma das consequências. Não acreditam? Esperem só mais uns mesitos.

 

C.R.

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às 22:12

Sobre a Festa de S. Pedro, em Parada de Aguiar

por cunha ribeiro, Terça-feira, 28.06.16

 O que eu tinha que dizer sobre  a Festa de S. Pedro não cabia em um, nem em dois ou três posts. Vou por isso espremer o texto. Assim:

A Festa de S. Pedro era uma festa muito bonita. Só isto.

 

FCR

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às 11:23

A SIMBIOLOGIA DA VIDA

por Francisco Gomes, Sábado, 25.06.16

A Natureza é a obra mais perfeita do Criador, dotou-a de Três Reinos, que se auxiliam uns aos outros. O Reino Animal e o Reino Vegetal dependem da água que pertence ao Reino Mineral. Os Três Reinos nos colocam em contato direto com a Espiritualidade. A água representa a vida, sem ela a vida não existe. O número Sete é considerado um número perfeito. Ele representa os quatro elementos fundamentais da Vida, que aliados á Trindade, formam o Universo. A Terra, o Ar, a Água e a Luz, formam a matéria, o Pai, o Filho e o Espírito Santo, os Sete, formam a natureza, fonte da nossa vida.

Em todos os tempos, o homem procurou viver a sua fé, usando na espiritualidade os elementos da matéria. A Água é a fonte da Vida Material e Espiritual é ela que batiza em nome da Trindade. A Terra é o local onde se desenvolve a vida. O Ar é essencial à vida, sem ele é impossível viver. A Luz é a ligação entre Deus e os Homens, por isso Jesus Cristo disse: “ Eu sou a Luz do mundo, quem me segue não anda nas trevas.”

Vários animais são introduzidos na fé, para simbolizar a Vida em Deus. A Codorna, símbolo da fidelidade e da fartura. O macho e a fêmea, são totalmente fiéis um ao outro até á morte. Mesmo que um deles morra, o outro continua fiel. Foram enviadas por Deus para matar a fome dos Hebreus em sua peregrinação pelo Deserto. A Perdiz, é parenta da Codorna, mas é o símbolo da falsidade, da esperteza enganadora. Na fé, representa o demônio. Existe uma lenda de que a perdiz rouba os ovos de outra perdiz, para chocá-los. Mas os perdigotos quando nascem, reconhecem a verdadeira Mãe e abandonam a ladra. Na fé, a Perdiz  simboliza o demônio, porque rouba os filhos da Mãe Igreja. Mas os filhos conhecem a voz da verdadeira Mãe e retornam para ela. O Profeta Jeremias dizia: chocar os ovos que não pôs, é como juntar riqueza com o trabalho alheio.

Na vida Vegetal, a árvore também simboliza a vida, o amor e a união. Ela dá os frutos, a sombra e o hidrogênio, sem nada receber em troca. Acolhe os ninhos das aves e serve de palco para eles alegrarem a nossa vida. A árvore representa Jesus Cristo a árvore da vida. Nós somos os ramos, que só produziremos frutos ligados á árvore Mãe.

No Reino Mineral, circula a vida e o progresso. Além da água, temos o ferro, o petróleo, fonte de energia e ainda muitos outros metais preciosos. Existem muitas indústrias que operam com o Reino Mineral, mas que são os responsáveis pelos mais altos índices de poluição, que assola o Planeta. Tivemos recentemente em Mariana, Minas Gerais, o rompimento de uma barragem de lama tóxica. Contaminou rios, córregos, até os oceanos. Destruiu um bairro inteiro. O Planeta que outrora era um imenso jardim, hoje é um perigoso barril de pólvora.

                                                                 

Deus abençoe a todo

                                                              

Agostinho Gomes Ribeiro

 

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às 17:30

A ARMADILHA

por Francisco Gomes, Sábado, 25.06.16

Nos meus tempos de criança lembro-me das “armadilhas” que os caçadores  usavam para caçarem coelhos e perdizes. Armavam estas arapucas que eram proibidas, no meio das plantações, durante a noite, no dia seguinte logo de manhã iam procurar o fruto da sua aventura. Existia uma armadilha muito curiosa, que o caçador usava durante o dia. Era uma caixa de aproximadamente um metro por um metro, era especial para apanhar perdizes. Era totalmente fechada, uma das testeiras era móvel. Era levantada por uma escora, presa a um cordão. O caçador colocava comida dento dela e por uma trilha a certa distância. Ficava escondido um pouco afastado, segurando a ponta do cordão. Quando as aves estavam dentro da caixa para comer, ele puxava o cordão e a portinhola se fechava, pegava as aves vivas. Quase sempre esta artimanha dava certo.

Um dia um caçador armou a arapuca e foi se esconder no meio dos arbustos. Como as perdizes andam aos bandos, ele ficou espantado ao ver um bando de perdizes se aproximando da caixa, eram um total de doze. Onze entraram na caixa para comerem. Ele pensou: vou esperar um pouquinho que entre a última e assim pego as doze. Enquanto esperava, três saíram, ficaram oito lá dentro. Ele se lamentou, mas pensou: fora a comida acabou, mas dentro da caixa ainda tem muita comida. Vou esperar um pouco que as quatro  que estão fora vão entrar. Mas enquanto esperava mais cinco saíram, só ficaram três lá dentro. Lá dentro ainda tem comida, vou esperar que elas entrem de novo. Enquanto isso saíram mais duas, ficou lá dentro somente uma. O caçador ficou paralisado, cheio de remorsos por não haver puxado o cordão  quando tinham onze lá dentro. Enquanto se lamentava, a última também saiu e o bando foi-se embora depois de ter comido a comida da arapuca.

O caçador ficou triste e pesaroso, cheio de vergonha. Ninguém  iria acreditar que ele tivera à sua disposição onze perdizes, e por causa de uma, não apanhou nenhuma. Existe um ditado muito certo: “ quem tudo quer, tudo perde”. É por isso que os maiores mentirosos são os pescadores e os caçadores.

Eu tinha um vizinho que todos os fins de semana saía para pescar, sempre chegava a casa carregando algum peixe. A esposa falava para as amigas que ele era um excelente pescador. Um dia que ele não estava em casa, foi lá o dono da peixaria, cobrar o peixe que ele apanhara no sábado anterior e ficara devendo.

   

Deus abençoe a todos

          

Agostinho Gomes  Ribeiro   

 

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às 17:26

Lista dos corpos sociais da Associação "O Prazer da Memória" para o triénio 2016/17/18

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 24.06.16

Mesa de Assembleia Geral

 Presidente - António Cândido Alves Cunha

1º.Secretário - José Fernandes Couto

2º.Secretário-Bruno Pires

Direção

Presidente - Francisco da Cunha Ribeiro

Vice-Presidente - José Portelinha

Vice-Presidente - Fátima Monteiro

Secretário - João Batista Machado Ribeiro

Tesoureiro - João de Sousa Ferreira

Vogal - Manuela de Jesus Gomes

Vogal - Cândida de Jesus Reis Dias Pinto

 Conselho Fiscal

Presidente - João Manuel Gaspar Pinto

Secretário - Agostinha Cunha

Relator - Manuel Agostinho Campos

1º.Suplente - Manuel Pinto

2º. Suplente - Agostinha Nunes dos Reis

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às 14:36

Inscrições para o Convívio Prazer da Memória a realizar no dia 07 de agosto de 2016

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 23.06.16

  1. Manuel Augusto Pereira Pinto

  2. Emília Rodrigues Gonçalves Pinto

  3. João Manuel Pinto

  4. Cândida dos Reis Pinto

  5. José Benjamim  Gomes

  6. Deolinda Cunha Gomes

  7. Francisco da Cunha Ribeiro

  8. Célia Carlota Ribeiro

  9. João Pedro Ribeiro

  10. Abílio José Ribeiro

  11. Belarmino Campos

  12. Fátima Monteiro

  13. João Batista Machado Ribeiro

  14. Edma Ribeiro

  15. João Pedro Machado Ribeiro

  16. João de Sousa Ferreira

  17. Edite Couto Ferreira

  18. António Cândido Alves Cunha

  19. Agostinha Cunha

  20. Agostinho Rodrigues

  21. Manuela Gomes

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às 19:47

A ARTE DE SOFRER

por Francisco Gomes, Segunda-feira, 20.06.16

Ninguém gosta de sofrer, o próprio Jesus Cristo, no auge da sua Paixão, pedia ao Pai que afastasse dele o sofrimento, mas logo refletia e dizia: “ não se faça a minha vontade, porém a Tua.”

Outro dia fui visitar um amigo no hospital, seu estado é bastante delicado. Diante do seu sofrimento, dei-lhe vários conselhos, todos válidos para amenizar seus sofrimentos, principalmente, aquele que o induzia a sofrer com resignação, como Cristo sofrera. No entanto, certo dia, acordei de manhã com uma forte gripe, estava até com febre alta. Imediatamente, fui ao médico que me receitou alguns remédios, e recomendou-me bastante repouso. Só porque tinha que ficar alguns dias de cama, fiquei nervoso e perdi a calma, aquilo que havia aconselhado o meu amigo. O sofrimento deve ser suportado com resignação, mas pelos outros.

Tenho muito medo das doenças, me preocupa se um dia eu adoecer, talvez imóvel, sentir dores, se isso acontecer, não sei qual será o meu comportamento. Mas, uma coisa é certa: nunca será como aconselhei ao meu amigo. Reconheço que sou hipócrita, gosto de receitar para o outro aquilo que eu não suporto. Reconheço que estou errado, preciso me corrigir, antes que seja tarde. Nós, realmente, devemos ser imitadores de Cristo, sofrer com resignação os reveses da vida. Reconhecer que diante do desespero, o sofrimento pode aumentar.

Nesta vida todos estão sujeitos ao sofrimento, uns sofrem mais e outros menos, mas ninguém está imune ao sofrimento, pois ele existe desde que o mundo existe. Se a gente conseguir unir nosso sofrimento aos sofrimentos de Cristo, já estaríamos a caminho da Salvação. Cada um tem que carregar sua Cruz, não adianta fugir dela, quanto mais tentamos fugir, mais pesada ela se tornará. Quem procura sofrer com resignação, seu sofrimento é mais suave. No mundo existe um batalhão de Santos e Santas, povoando os nossos altares, cujas vidas são exemplos de como suportar os sofrimentos da vida.

Santa Terezinha do Menino Jesus, a Santinha de Lesieaux, morreu tuberculosa aos 24 anos de idade. Esta doença matou muitas pessoas no século XIX e grande parte do século XX. Santa Teresinha em seus colóquios com Jesus Cristo, perguntou-lhe: “ Senhor, eu mereço estes sofrimentos? “ Ao que Jesus Cristo respondeu: “ E Eu, merecia?” Para que se tenha  uma noção do sofrimento, precisamos nos colocar no lugar daquele que sofre.

 

Deus abençoe a todos

 

Agostinho Gomes  Ribeiro

 

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às 20:52

APROVEITAR O TEMPO

por Francisco Gomes, Quinta-feira, 16.06.16

Nunca devemos desperdiçar o tempo que Deus nos concede para viver. A nossa irritação jamais vai nos ajudar a resolver qualquer problema. As nossas contrariedades não vão alterar a natureza dos acontecimentos. Os nossos desapontamentos nunca vão fazer aquilo que só o tempo consegue fazer. O nosso mau humor, jamais vai modificar a nossa vida. As nossas dores e os nossos ressentimentos não vão impedir que o sol brilhe a cada dia, sobre todos os nossos irmãos de caminhada. A nossa tristeza nunca iluminará nossos caminhos, porque tristeza é escuridão e não luz para a nossa vida.

O nosso desânimo não vai conseguir edificar coisa alguma. As nossas lágrimas nunca vão substituir o suor que virá da luta em beneficio do nosso progresso. As inúmeras reclamações, ainda que afetivas, não vão acrescentar um grama de simpatia daqueles que convivem connosco. Nunca devemos desperdiçar nossos dias, mas vivê-los com sabedoria, construindo a cada momento a nossa felicidade. Não é quem fala muito que está certo em tudo. Diz até um velho ditado: “quem muito fala, muito erra.” Numa escala de valores, em primeiro lugar vem a Oração, em segundo lugar, o Sacrifício, em terceiro lugar o Exemplo, e em quarto lugar a Palavra. Se a palavra é de prata, o silêncio é de ouro. Mas a palavra é um grande dom de Deus. É por meio da palavra, que podemos espalhar felicidade ou semear tristeza. A Palavra é o melhor meio de comunicação que existe, é importante para justificar o amor ou  espalhar o ódio.

É preciso aproveitar sempre bem o tempo. As pessoas que nunca desperdiçam o tempo e sabem aproveita-lo sempre bem, têm muitas probabilidades em aumentar seus haveres, por isso, os ingleses dizem que o tempo é dinheiro. Nós sempre fazemos bom uso do tempo, quando vivemos com amor e pelo amor. O mundo de hoje desperdiça muito o tempo, e ele é tão precioso, que passa sem a gente sentir. Muitas pessoas, a viver na ociosidade, dizem que estão a matar o tempo.

Vida,  Vida, tu deixastes em minha alma, uma dor que seguirá sempre comigo. O nosso tempo é tão curto e tão precioso, e, no entanto, muitas vezes o desperdiçamos em brigas e em mal entendidos.  Quatro situações não têm volta em nossa vida. As palavras depois de proferidas. A pedra depois de arremessada, A água depois que passa e o tempo depois de vivido.

                                                  

Deus abençoe a todos

                                            

Agostinho  Gomes  Ribeiro

 

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às 21:04

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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