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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


O ANO VAI, A CRISE FICA

por Francisco Gomes, Terça-feira, 27.12.16

No ano passado, nesta data, escrevi um texto sobre a situação crítica do País. Profetizei que, talvez com a saída de um ano e a chegada de outro, as coisas melhorassem. Entramos de cabeça nas festividades e nos desligamos de tudo. Quando passou o Carnaval, que nos damos conta, a crise estava ficando cada vez pior. O interessante, é que ninguém assumiu a responsabilidade por tal situação. A Senhora Dilma, bateu asas, sofreu o “Impeachment”, o Senhor Michel Temer, vive a dar trombadas, refém do Congresso Nacional, pois quer aprovar reformas impopulares. O Senhor Renan Calheiros, presidente do Senado Federal, com processos até na ponta do nariz, vive a imaginar meios de fugir da cadeia, que suspira por ele. O Senhor Eduardo Cunha, o poderoso presidente da Câmara Federal, marcou presença na Prisão de São José dos Pinhais, na cidade de Curitiba, capital do Estado do Paraná. Vai ver que o responsável por tudo, sou eu.

Vamos acabar um ano e iniciar outro, já estou com medo da repetição, do ano passado. Lembro-me daquele “Provérbio Escatológico  Português : Nem as moscas mudaram, porque a m.... é a mesma.” O facto é que estamos a viver a pior crise de todos os tempos. Ela atinge todos os setores da sociedade. “ A política desmoralizada, a Economia rebaixada, o meio ambiente enlameado, a ética, ultrajada pela inversão de valores.” 

Com o País rachado, parado, dividido, nos meus 84 anos nunca vi uma situação semelhante. Ninguém imagina que estamos no Natal, não se vê qualquer vestígio natalino em toda a cidade. O povo não tem motivos para festejar. O funcionalismo público Estadual sem pagamento, um alto índice de desempregados. A maioria dos políticos denunciados por corrupção. O Brasil é uma “Nau” sem rumo. A população perdeu a confiança em tudo. A sensação para nós pobres mortais, diante desta deprimente situação, é um espetáculo de total confusão. Acrescente-se a isso, a resolução esdrúxula tomadas pela mais alta Corte de Justiça, e o vergonhoso bate boca entre seus Ministros.

 Para quem gosta de comparar, os anos atuais estão piores do que os anos de chumbo da Ditadura. Depois do Carnaval, quando tudo volta ao trabalho, não sabemos o que vai acontecer. O Ex Presidente Lula, já tem Oito processos contra Ele. Vive a clamar que  é tudo mentira, mas em toda a chuva de mentiras, há sempre pingos de verdade. O Povo clama: Vai 2016, mas esquece que a CRISE fica para 2017.

    

Deus abençoe a todos

        

Agostinho Gomes  Ribeiro

 

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às 22:09

A DANÇA DOS ANOS

por Francisco Gomes, Terça-feira, 27.12.16

A cada ano que se passa, um ano vai e outro vem. Sempre foi assim e sempre será enquanto o mundo durar.

Mas, cada ano que vai, corta um pedaço do nosso já curto caminho. Um ano passa para o outro um ser mais velho e mais gasto. Pois nós sempre entramos na dança dos anos, aparecerá um ano novo, que para qualquer um, é o ano final. O ano em que ficaremos parados, não no tempo, mas na morte. Os 365 dias do novo ano são para nós uma incógnita.

Quando um ano acaba, sempre fazemos uma retrospetiva de tudo o que vivemos e de tudo o que assistimos e participamos. Fazemos uma avaliação da nossa vida,  agradecemos a Deus o privilégio de estarmos vivos, quando tantos não estão mais.

Adeus 2016, estás chegando ao fim, daqui a alguns dias, serás lançado no imenso areal dos séculos, onde dormirás esquecido para a eternidade. Da minha parte, quero te agradecer porque me poupastes a vida e a saúde. Ficamos todo o tempo lado a lado, tu praticando tuas aventuras e eu assistindo e participando. Eu já sinto saudades de ti, mas muitas pessoas não podem dizer o mesmo. Se a uns concedestes a sorte benfazeja, a outros atropelastes com tragédias e desgraças. A Guerra na Síria, os atentados terroristas, os naufrágios no Mediterrâneo,  a queda de aviões, foram teus legados que para nós não vão deixar saudades.

Bem-vindo 2017, ainda não nos conhecemos, não sabemos o que nos reservas. Sabemos que carregas em teu bojo, dois grandes acontecimentos, que fortalecerão a nossa fé. O Centenário das Aparições em Fátima, Portugal, e os  trezentos anos de Nossa Senhora Aparecida, no Brasil. Será um lenitivo para muitas pessoas, que no ano velho sofreram muito, pelos erros e paixões dos homens.

Assim como no ano que se vai, também no Novo ano que chega, todos somos convidados a viver intensamente o amor  uns aos outros. O ano sempre deixará saudades, a quem de boa vontade amou o seu próximo. Todos precisam mostrar que somos imagem e semelhança de Deus. Quem não puder ser uma árvore frondosa, seja um pequeno arbusto.

Que o Novo Ano seja para todos, brasileiros e portugueses, um ano de muito progresso e de muita Paz.

   

Deus abençoe a todos

       

Agostinho  Gomes  Ribeiro  

 

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às 22:05

Faleceu o António

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 26.12.16

Chamavam-lhe "Geraldo". Acho que tinha orgulho no nome. Era um bom vizinho. Prestável. Sinto que a minha vizinhança na aldeia  ficou mais vazia, pois o António tinha uma forma de ser muito própria e era amigo de casa e meu amigo.

Partiu o António Geraldo. Tenho pena que tenha partido antes de tempo. 

Paz à sua alma.

 

FCR

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às 01:01

A MINHA IDADE

por Francisco Gomes, Quarta-feira, 21.12.16

Não me perguntem  quantos anos tenho. Perguntem antes, quantas cartas recebi e quantas respondi. Se mais velho ou mais  jovem, o que importa são os sonhos da juventude, que ainda fervilham em mim. Não carrego comigo, o fardo de uma esperança já morta.

 

Não me perguntem quantos anos tenho.

Perguntem quantos beijos de amor eu dei e quantos recebi. Se a juventude dentro de mim ainda é uma festa, se aproveito cada momento. Se beber a vida gota a gota, então, pouco me importa a gota que resta.

 

 Não me perguntem quantos anos tenho.

Perguntem se criei bem os meus filhos. Queiram saber quantas pessoas ajudei as obras que realizei, todo o bem que eu fiz e se fiz alguém feliz.

 

Não me perguntem quantos anos tenho.

Perguntem quantos livros li, quantos textos escrevi. Os lugares por onde andei as histórias que contei os sonetos que escrevi e os versos que cantei.

Assim e somente assim, todos vocês saberão, por mais brancos que estejam meus cabelos, por mais rugas que tenham meu rosto, terão vontade de se dirigir a mim, dizendo: Oi Moço!!!

E ao me verem passar, por aqui e por ali, não saberão a minha idade, mas saberão com certeza, que muito já vivi. Não me recuso a revelar meus anos, tenho imenso orgulho de dizer, faço 84 bem vividos. Sem receio da velhice, aceito com amor as limitações, são produto da minha idade, não sinto, porém tristeza, mas sinto muita saudade.

Trabalhei muito na vida, ajudei mais do que fui ajudado, ainda trabalho hoje. Tenho pena de muitas pessoas, bem mais novas e conservadas, na vida estão muito estressadas, tomam drogas pesadas e por mim são animadas.

Dia 23 de dezembro de 1932, numa  pequena aldeia encostada na Serra da Padrela, chamada Parada do Corgo, no seio de uma família humilde nasceu um individuo do sexo masculino, que na Igreja de Soutelo, recebeu o nome de Agostinho Gomes Ribeiro.  Construí minha pequena Família no Brasil, Onde ainda hoje vejo passar mais um dia na minha vida. O que me deixa muito orgulhoso, é a quantidade de amigos que encontrei que são a causa da minha felicidade.

Não sei quanto tempo me resta viver, mas, no dia da minha convocação,  levarei todos os meus amigos, dentro do meu coração.

    

Deus abençoe a todos

                                      

Agostinho Gomes Ribeiro

 

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às 21:11

O QUE É O NATAL

por Francisco Gomes, Quarta-feira, 21.12.16

O Natal é renovação. A própria natureza tem o seu Natal, depois da solidão do inverno, em que tudo dorme embalado pelo frio do tempo, acontece o despertar da natureza, tudo se renova, é o Natal que surge na vida do mundo. Deus não é algo levado pelo tempo, ele se renova da mesma forma que a natureza, reaparece a cada ano, na forma de uma criança, símbolo do rejuvenescimento humano.

Assim como uma família se prepara para achegada de um novo ser, a humanidade também se prepara para festejar a novidade que vai chegar. Árvores coloridas, pequenas lâmpadas piscando, ruas repletas de pessoas, lojas e shopings adornadas de  presentes e de luzes, oferecem aos visitantes a magia do Natal. Todos querem participar da renovação que se aproxima é hora de preparar a Belém da  nossa vida, para que o Cristo possa nascer em nossos corações.

As pessoas preparam suas mesas com iguarias raras, convidam-se os amigos para comer e beber, mas ninguém se lembra dos Cristos mendigos, que precisam matar a fome, mas não tem o que comer. Não existe disponibilidade para irmãos carentes, desempregados, cheios de dívidas e preocupações, porque  o Cristo não vai nascer em suas casas e em seus ambientes familiares. Ali não haverá Natal, porque também não existe a mentalidade da ajuda mútua. Não haverá uma gruta nem uma manjedoura, os Reis Magos também não vão aparecer, porque não existe um verdadeiro amor ao próximo.

Nos países Ocidentais onde predomina o Cristianismo, o Natal é festejado no dia 25 de dezembro, mas ninguém sabe ao certo o dia do nascimento de Jesus. Na  idade antiga, nos primeiros séculos do Cristianismo, quando os cristãos eram perseguidos e viviam nas “Catacumbas”, este dia foi escolhido porque os romanos festejavam neste dia o Sol. Em virtude da festa pagã, não havia perseguição, por isso foi escolhido este dia e passou para a posteridade.

Passaram a usar a festividade do Sol, para também festejar o Cristo, o  Sol que aquece a nossa Fé e ilumina a nossa Esperança. Por isso o Natal é tempo de renovar a fé e fortalecer a esperança. O Cristo é o  Sol da vida de todos os que creem nele.

Parabéns a todos os meus amigos, desejo um  Natal repleto de felicidade e um Novo Ano de muita prosperidade  são os Votos de

 

Agostinho  Gomes  Ribeiro 

 

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às 21:06

Desfabulações

por cunha ribeiro, Terça-feira, 20.12.16

 

  Nome, Reputação e Carácter.

 

" Ter nome" é uma expressão ambígua. Pode significar ter um nome qualquer, ter um nome conhecido,  ou ter um nome prestigiado. Separo "conhecido" de "prestigiado" porque a divisão conceptual existe de facto. Há quem "tenha nome" por ser conhecido devido a comportamentos negativos ( veja-se Hitler, Estaline, ou outros ditadores sanguinários), ou por ser conhecido devido a motivos honrosos ( veja-se Madre Teresa, João Paulo II, etc ....). Os primeiros têm um nome conhecido (famoso), mas desprestigiado; os segundos, têm um nome conhecido (famoso), e prestigiado.

 Para certas pessoas, o nome que têm é um fardo que carregam ao longo da vida. Imagino a desilusão da adolescente que chega à escola e começa a ouvir professores e colegas chamarem-lhe Capitulina, Inácia, ou Mijardina,  ou, se for rapaz, Manuel Sovaco,  Necrotério, ou Lindolfo! Não somos responsáveis pelo nome que temos. Os pais, apesar de gostarem muito dos filhos, influenciados ou não pela "entourage", vão ao conservador, soletram-lhe um nome e já está. Quando damos por ela, chamam-nos pelo dito, gostemos ou não. No dia da nossa maioridade, além de podermos comprar ou vender uma casa em nosso nome, também devíamos poder mudar, sem dificuldade, o nome no Registo Civil. 

Mas nem só o nome escapa ao nosso control, a reputação também. Um homem bem pode ser culto, estudioso, diplomado...  mas se não usa fato e gravata não é doutor; uma mulher anda anos e anos  a ser boa mãe e esposa fiel, basta uma amizade fortuita com uma amiga mais libertina, aqui del rei que não passa de uma galdéria! Um homem bom, sem bens materias, além de pobre é um pobre homem; mas se foge aos impostos, é usurário e come com o poder, é um grande homem; um indivíduo rouba uma pasta de dentes no super mercado, é ladrão, se compra o supermercado com dinheiro roubado, é um senhor respeitável.

O carácter, esse,  é muito mais nosso. E é mais nosso porque ninguém decide por nós sobre ele, pois não está sob a alçada de outras vontades, nem à mercê de catálogos feitos à pressa por "malfeitores" de carácter.

Alguém com um bom carácter pode ter má reputação? Pode. Há quem tenha reputação de "filho da mãe" apenas por criticar frontalmente uma ou duas pessoas. Mesmo que a crítica seja justa e certeira.

O que verdadeiramente importa é o carácter não é a reputação. A reputação é aquilo que dizem de nós as más línguas, o carácter é o que as más línguas evitam dizer sobre nós; a reputação é o que nos colam na testa, o caráter é a testa;  a reputação é um acidente de percurso, o caráter é o percurso; a reputação é sermos ricos  por termos muito dinheiro; o carácter é sermos ricos, sem termos muito dinheiro; a reputação é estarmos contentes ou tristes, o carácter é sermos felizes ou infelizes;  ou , como diria o cronista Jabor:  “ a reputação é o que os homens dizem de nós junto à sepultura. O caráter é o que os anjos dizem de nós diante de Deus”.

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às 13:56

VOTOS DE BOAS FESTAS PARA OS ASSOCIADOS E AMIGOS DA "A.PRAZER DA MEMÓRIA"

por cunha ribeiro, Terça-feira, 20.12.16

A direção e todos os órgãos da Associação Prazer da Memória  desejam aos seus associados e amigos um Natal Feliz e 2017 cheio de saúde, paz e alegria.

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às 13:55

«Parada está de Luto»

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 15.12.16


 

É com muito pesar que hoje soube do falecimento da Sra.Alice Branco, uma Sra. centenária de nossa aldeia, que descanse em paz, aos familiares nós do Prazer da Memoria deixamos as nossas sinceras condolências.

 

João Ribeiro

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às 19:52

AUTO ESTIMA É SAÚDE

por Francisco Gomes, Terça-feira, 13.12.16

Antes de pensarmos em gostar dos outros, devemos pensar em gostar de nós mesmos. A auto estima é aquilo que somos e pensamos sobre nós mesmos. A nossa auto estima, pode ser positiva ou negativa. É positiva quando nos valorizamos, é negativa quando nos depreciamos.  Sempre construímos nossa imagem através dos nossos pensamentos ou das nossas atitudes: “penso, logo existo.” ou “somos aquilo que pensamos.”

A auto estima elevada, é um fator importante na nossa saúde mental e sempre nos coloca em destaque no seio da sociedade. A nossa auto estima precisa vir do nosso interior, para ser firme e não desmoronar diante dos acontecimentos da vida. Quando nos sentimos capazes de satisfazer a nossa própria vontade, assumir plenamente as nossas escolhas, realizar todos os projetos que idealizamos, podemos nos considerar com nossa auto estima equilibrada e saudável. “Mente sã, corpo são”.

Uma auto estima muito baixa está relacionado ao humor negativo, perceção de incapacidade e depressão social. As pessoas com baixa estima veem tudo no sentido negativo e distorcem os pensamentos. São pessoas angustiadas, irritadas e ansiosas, com sentimento de culpa, excesso de autocrítica, para eles nada tem valor, nem a própria vida. Com isso encontram dificuldades nos relacionamentos, no sucesso profissional e no convívio social.

Hoje existem muitos tratamentos psicológicos para acompanhar a auto estima, existe tratamento em grupos, que dispensa uma ajuda valiosa, às pessoas necessitadas. O processo terapêutico é importante, quando se tem conhecimento, assim pode corrigir sua conduta e leva-lo a construir um conceito valioso de si mesmo e passar a acreditar na sua capacidade e no valor de sua presença no mundo.

Cada ser humano que veio ao mundo, veio para ser feliz, saudável e vitorioso. Não pode deixar se levar pela auto estima negativa, caminhando para a falta de interesse pela vida e por tudo o que ela tem de belo. É triste encontrar pessoas novas, cheias de projetos e sonhos, serem levadas até a desistir da própria vida, julgando-se trastes sem valor. É preciso lutar contra a grande doença do século, a depressão. Uma das consequências é a auto estima negativa.

                            

Deus abençoe a todos

                             

Agostinho  Gomes  Ribeiro

 

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às 23:17

NEM TODOS NO MUNDO

por Francisco Gomes, Terça-feira, 13.12.16

A população do mundo, hoje gira em torno de sete bilhões de almas. Existe, portanto, uma grande diversidade de gostos, opiniões e procedimentos. Ninguém pode acreditar que possa haver um senso comum, neste universo, onde os pensamentos diferem e existe uma forma de viver própria de cada um. Nem todos no mundo, são regidos pelo dinheiro, mas todos carecem dele para viver. O dinheiro é sempre bom, é necessário, e quanto mais, melhor. Mas  este “mais”, não obceca a todos. “Há quem troque o “mais dinheiro” por “ mais sossego”, por “mais tempo livre” para viver. Não tem sentido, matar-se com trabalho, prejudicar sua tranquilidade, quando já se tem o suficiente para  uma vida digna e confortável. Um dos enigmas do ser humano, é que ele sacrifica a saúde para ganhar mais dinheiro, depois gasta tudo o que ganhou e não consegue recuperar a saúde. Mas nem todos pensam assim. Nem todos no mundo preferem morar numa enorme mansão, com dezenas de cômodos, as pessoas se perdem lá dentro, os familiares nem se veem uns aos outros, vivem como se estivessem em um grande hotel. Geralmente, as pessoas preferem moradas menores e mais aconchegantes, que as  pessoas estejam mais próximas umas das outras. Nem todos no mundo preferem mulheres com rosto de boneca e corpos de modelo, ou então homens com rostos de galãs e físico de atletas. A maioria preferem o aspeto jovial e simpático dos seres humanos. Numa casa, quanto mais notados forem seus moradores, melhor será o ambiente e a felicidade. Nem todos no mundo gostam de bichos em casa, de comer doces, de ir à praia, fazer festas, ver televisão, assistir filmes ou jogos. Nem todos gostam de jogar. Cada um, deve ter suas preferências e não devem censurar os outros, ainda que alguém tenha um comportamento fora do catálogo da moralidade. Cada um tem o direito de ser o que quiser. Nem todos gostam de política, religião, achar que a sua é melhor do que a dos outros. Nem todos vieram ao mundo para brigar, para discutir, para reclamar, fofocar, agredir ou difamar. Ninguém tem o direito de atrapalhar a vida de ninguém. Cada um veio ao mundo para ser aquilo que é, não para ser melhor que ninguém. Ninguém é igual. Uns preferem chamar atenção com boas obras, outros por meio de crimes e perdição. Nem todos no mundo gostam de casar, ter filhos, estudar, fazer faculdade, ser médico ou advogado, ou então professor para morrer de fome. No entanto, muitos desejam viver em paz, viver a vida que Deus lhe deu, não aquela que o mundo quer para ele. Se todos fossem iguais, este mundo seria um “saco”.

                                                           

Deus abençoe a todos

                                    

Agostinho  Gomes  Ribeiro

 

 

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às 23:11

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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