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viveiro em 1987


A DIVISÃO DO MUNDO

por Francisco Gomes, Quarta-feira, 23.08.17

Num passado muito recente, historiadores, geógrafos e economistas, dividiam os países do mundo em: primeiro mundo, segundo mundo e terceiro mundo. Recentemente, convencionou-se dividir o mundo em países desenvolvidos (ou ricos), países pobres (ou dependentes da ajuda dos ricos) e países em desenvolvimento. O Brasil recebeu a promoção de uma economia intermediária, assim como a  Rússia, a Índia, a China e a África do Sul. Foi criado o BRICS.

Essa promoção foi explorada pelos últimos governos, como se já estivéssemos prestes a integrar a elite privilegiada.  Mas os indicadores económicos recentes estão a mostrar que foi comemorada cedo demais esta promoção. A inflação latente voltou violentamente, a queima de reservas monetárias internacionais e o fraco crescimento, assombram de novo, como já aconteceu a duas décadas passadas. A economia brasileira está muito fragilizada e  sujeita a turbulências externas.

A distância dos países desenvolvidos, que já era grande, aumentou ainda mais, por causa da perda do poder aquisitivo do povo. A inflação volta a ser a grande vilã, pois castiga a população de renda mais baixa, enfraquece cada vez mais a política de redução da desigualdade. O governo tem necessidade de maiores arrecadações, com isso enfraquecem os investimentos e a produção. Com menos investimentos, diminui a oferta de produtos, provocando mais pressão sobre os preços, alimentando a inflação.

 Este cenário afugenta as moedas estrangeiras, eleva o câmbio e aumenta mais a inflação e o desemprego. O país já atingiu a triste marca de treze milhões de desempregados.  Para contornar esta situação, o governo precisa gerar riquezas, mas estas só acontecem com a poupança e o débito fiscal já atingiu a cifra de cento e cinquenta e nove bilhões, tudo indica que a moeda vai ser mais desvalorizada. Não é fácil incentivar as pessoas à poupança, quando é preciso se gastar mais para se manter o padrão de vida.

O governo anterior lançou o programa da primeira casa, do primeiro automóvel, do primeiro electrodoméstico, com isso a população ficou endividada. Ainda com a derrocada do Estado do Rio que deve três meses de salário ao funcionalismo, colocou a economia num verdadeiro caos. Aliados a isto, têm a Corrupção gigante que desviou para o estrangeiro, bilhões de dólares, dinheiro que está a fazer falta a economia do País.

    

Deus abençoe a todos

          

Agostinho Gomes Ribeiro

 

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às 21:31

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