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Eis uma ideia que gostava ver germinar e avançar em Parada do Corgo

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 07.09.12

EMIGRANTES

Recuperar casas antigas é a nova tendência em Vila do Conde

 

Inserida na freguesia da Valoura, concelho de Vila Pouca de Aguiar, Vila do Conde praticamente triplica a população no mês de agosto. A serra pintada de verde envolve a aldeia de muitas casas de granito e de cruzes de pedra.

O presidente da junta, José Diegas, fez uma espécie de visita guiada pelas ruas da localidade que ganha, por estes dias, uma nova vida.

“Temos muitas casas antigas, mas também temos outras que já estão a ser reconstruídas. Há uns anos atrás era habitual os emigrantes fazerem casas novas, hoje já se verifica que eles estão a reconstruir as casas que eram dos seus pais e dos seus avós”, afirmou à agência Lusa.

Na década de 80 e 90 era mais usual, segundo o autarca, optaram por novas construções, tanto que foi crescendo um bairro novo numa das saídas da aldeia. “Mais ou menos a partir de 2005, verificou-se que começaram a reconstruir casas antigas.

A nova tendência da arquitetura de Vila do Conde parece estar a ser seguida tanto por emigrantes como por migrantes, que estão espalhados por Lisboa, Porto ou Aveiro.

“Alguns mantém a traça tradicional das casas, outros estão a reconstruir totalmente por causa do estado de degradação que era muito grande e já não dava para recuperar”, acrescentou José Diegas.

É natural de uma aldeia da Nazaré, mas foi na terra natal da esposa que José Ezequiel Olinda decidiu comprar uma casa para reconstruir. “Cada vez que vínhamos a Portugal tínhamos que ir para casa de familiares ou hotel, os meus cunhados ficavam zangados por não ficarmos lá em casa e então resolvemos construir aqui”, afirmou.

“São coisas antigas que temos que conservar”, salienta Fernando Cruz.

Do pequeno edifício mantiveram as paredes de pedra antiga e aproveitaram o quintal que existia para aumentar a habitação.

É para aqui que o emigrante nos Estados Unidos da América (EUA) quer regressar quando se reformar.

Maria do Carmo Ferreira, há 28 anos em França, regressa duas ou três vezes por ano. Para os filhos poderem estar mais à vontade, decidiu construir uma casa, que ergueu sobre o antigo lagar, adega e loja dos animais que era dos pais, mantendo as antigas paredes de granito.

Devido à crise que se alastrou pela Europa, esta emigrante desabafa que agora é mais complicado manter duas casas, mas garante que vai contando com a ajuda dos filhos e com o trabalho que vai tendo.

Partiu há 42 anos para Lisboa, mas todos os anos regressa três a quatro vezes, nem que seja apenas por dois dias.

Fernando Cruz herdou da mãe uma casa que foi reconstruindo “pouco a pouco”. Mais do que o aspeto material, foi o valor sentimental que o fez apostar na recuperação da habitação. “São coisas antigas que temos que conservar”, salientou.

Em Vila do Conde, há vários edifícios à venda e ainda há muitas casas que precisam de ser reconstruídas.

“Esperemos que a crise deixe os nossos emigrantes reconstruir”, sublinhou José Diegas.

Segundo dados da autarquia, cerca de 16 mil pessoas, o equivalente a 60 por cento da população de Vila Pouca de Aguiar, emigraram para países como Luxemburgo, França, Alemanha e Brasil.

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às 00:23

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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1 comentário

De agostinhorodrigues13 a 10.09.2012 às 22:17

Ora aqui está um bom incentivo como se deve fazer para que as bonitas aldeias do nosso Portugal não sejam deixadas ao abandono pelas mais diversas circunstâncias que ao longo dos anos tem permitido para que isso tenha acontecido.

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