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ela, 2. antonio candido . 8341659518_ecc98db9f2_m . Cândida dos Reis Dias Pinto . minha foto. agostinho ribeiro . agostinho . francisco gomes .

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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


NOS ESTADOS UNIDOS TÊM-NOS LIDO

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 25.09.09

... E nós gostávamos de saber quem nos visita lá pelas américas... Quem será? Essa pessoa podia deixar uma referência a sua identidade...

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às 19:06

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por cunha ribeiro, Sexta-feira, 25.09.09

V

 

DO MOINHO A BALTIQUE
 
 
Após esta autêntica revelação, de como há 50 anos atrás, as pessoas obtinham a matéria prima com que  coziam o pão, já pode prosseguir o passeio.
E, já agora que descobriu o moinho, experimente os caminhos e carreiros que a burra ou o burro, o homem ou a mulher, o rapaz ou a rapariga calcorreavam de saco de milho ( ou centeio e farinha) às costas.
( Cerca de três quilómetros, era a distância da aldeia ao moinho! É obra!)
Pois bem, está a ver este estreito carreiro que a natureza invadiu aqui e ali?
De um lado, troncos de frondosos carvalhos decorados de musgo; do outro lado,  pinheiros e giestas. De quando em vez, copas largas de castanheiros já velhos. Ouve-se o surdo esvoaçar de melros apressados; os sons agudos de campainhas trazidos nas asas do vento, anunciando ovelhas e cabras que pastam, ao longe,  nos “coalhais”. E os ares que respira são frescos e fazem-lhe festas no rosto. E entram-lhe pelas narinas, rejuvenescendo-lhe a alma.
Chegou ao “baltique”.
( Ou muito me engano ou este nome terá esta "biografia":  entre a pequena elevação dos “espasadouros” e o lombo irregular do “tojal”, aninhou-se um pequeno “vale”, ou regato, escavado por um estreito ribeiro. À palavra “vale” - que, entretanto, poderá ter evoluído foneticamente para “bale” -  ter-se-á juntado o sufixo diminutivo “tique”, originando a definitiva designação de “baltique”. E, assim, “baltique” será o pequeno vale que ali se encontra.).
Então já que está num fresco e pequeno vale mesmo no limiar da aldeia, aproveite para se despedir da montanha. Sente-se naquele  “banco” de pedra que a chuva, a neve e o vento, talharam na fraga que separa o baltique da "traganhela", quem sabe se a pensar em si. E no seu descanso fugaz.
 (cont.)
 

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às 18:28

REFLECTINDO, Cunha Ribeiro

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 25.09.09

 

 

TER CONFIANÇA
 
 
Quando o ser humano sai do meio da nebulosa da infância e adolescência, já é um produto da ideia que faz dele mesmo.
Temos duas espécies de progenitores: os nossos pais biológicos, a quem devemos os genes do nosso corpo e do nosso carácter; e os nossos “pais sociológicos” ( o meio social em que vivemos) que nos estimulam o carácter e ajudam a construir a personalidade.
 Se um indivíduo se habituar à ideia que é inteligente, não é por assim pensar que vai acrescentar mais inteligência à que já tem. Mas tirará mais proveito da inteligência que tem, pensando ser inteligente, do que se pensasse ser estúpido. A este processo acima descrito chama-se “ter confiança em si próprio”.
Mas atenção, para que, pela confiança que temos nas nossas capacidades, consigamos ser mais capazes, é necessário que exista um mínimo de capacidade dentro de nós. Caso contrário, em vez de nos tornarmos mais capazes, tornamo-nos, porventura, ridículos.
E isto que acabo de expor encaixa, a meu ver, com alguma lógica, em duas personagens políticas da nossa praça: Cavaco Silva e José Sócrates.
Cavaco usou muito bem a confiança que tinha nas suas capacidades para ser um Primeiro Ministro relativamente bem sucedido e ascender ao cargo de Presidente da república.. Mas isso só foi possível porque Cavaco explorou a preceito aquilo que tinha, isto é, uma inteligência um pouco acima da média, muito bem vigiada pelo bom-senso.
Sócrates, apesar de também poder ser possuidor de uma inteligência acima da média ( do que duvido), não tem, no entanto, o bom-senso que existe em cavaco. Por isso confiou demais na inteligência que efectivamente terá, não fazendo uso de qualquer bom-senso, porque efectivamente o não tem. E agiu, ao longo do seu mandato, de forma tão desajustada e caricatural que o resultado foi absurdo e ridículo.
 

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às 14:59

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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