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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


GOUVÃES É NOTÍCIA

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 16.10.09

Ignoro quem tem governado os destinos do Partido Socialista de Vila Pouca de Aguiar, desde que cedeu o poder ao PSD. 

Mas, seja quem for, devia reflectir muito bem nos sucessivos resultados eleitorais que os têm afastado desse poder. É que já são doze anos sem "cheirar" a vitória. E doze anos é uma vida!

É óbvio que a concelhia do P.S. se deveria demitir. Mas também é evidente que terá de haver quem os substitua.

Mas quem quererá assumir o comando de um barco à deriva?

Embora o barco esteja à deriva, há, neste momento, tempo suficiente para o levar a bom porto.

Mas quem assumir o comando não pode manter o rumo que o tem feito sucessivamente encalhar.

 O rumo deve ser outro.

Caso não seja, o PS de Vila Pouca terá certamente, não uma dúzia, mas, pelo menos, dezasseis anos de abstinência.

Ou seja, um jejum nunca visto.

Quase duas décadas fora do poder, não por fatalidade, mas por teimosia, será o maior exercício de masoquismo político da história do PS de Vila Pouca.

 

Não será despiciendo aprender com aqueles que têm sucesso.

Por isso, o "Comando Geral do PS aguiarense" deveria estudar com muita atenção dois fenómenos paradigmáticos desse sucesso:

 

O de GOUVÃES DA SERRA, onde o P.S. venceu dois mandatos consecutivos e se prepara para vencer outra vez ( ou vender cara a derrota);

 

E o de TELÕES, onde o P.S. cilindrou os seus adversários, com um candidato chegado de fresco.

 

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às 22:59

MEMÓRIAS

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 16.10.09

 

A ABELHEIRA
 
Ele há sítios que só numa aldeia podem existir. São aqueles lugares que se aninharam na nossa memória, e que tempo nenhum consegue apagar.
Um desses sítios é a “Abelheira”.
Eis um nome que eu pronunciava como outro qualquer. Foi preciso que o tempo passasse para perceber que os nomes dos sítios transbordam de significado. Como este ( da Abelheira) que me faz relembrar o espaço onde, pelas ventanias do Outono, caíam muitas e magníficas castanhas.
 Mas se era um lugar de tanta castanha porque se chamava “Abelheira”!?
Abelheira teria que ser, isso sim, um sítio de muitas abelhas. Agora castanhas!
E com efeito, assim era. Nas solarengas encostas da Abelheira não havia apenas castanhas. (Ou, para ser mais preciso, nos arredores da Abelheira). É que o Sr. José da Chã, para além de bom carpinteiro e de exímio dador de injecções, também se entregava com enorme carinho à apicultura. E tinha por ali uns cortiços. E, à volta deles, enxames de abelhas esvoaçavam, na prodigiosa procura do doce dourado.
E que magnífico mel saía dali!
Ainda hoje o vejo escorrer do favo para a tigela. E sinto aquela doçura a deslizar na minha garganta! ( O sr Zé da Chã não era egoísta, e lá em casa, todos os anos havia mel oferecido por ele).
 Mas a Abelheira vem, por vezes, à minha memória por outra razão - As castanhas.
 
E quando a memória fala comigo do fundo da minha infância recorda-me esse tempo maravilhoso em que, no meio da ventania vinda de Braga, subia o velho caminho para Montenegrelo, até alcançar o Souto da Abelheira.
O vento soprava forte. E tinha razão p`ra soprar. É que, nas largas copas dos castanheiros, os ouriços gemiam de dor. Era a altura do parto. Sempre em Novembro. Os lobos uivavam na serra. A chuva caía em bátegas puxadas pelas fortes rajadas do vento.
Do ventre rasgado de inchados ouriços saíam sorridentes castanhas que eu apanhava num sopro. É que em poucos segundos, ficava um trapo devido às fortes descargas de água, em cima das costas. E guarda chuva nem vê-lo, pois já tinha voado, desfeito nas asas do vento. 
 
( continua)

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às 22:22

POLITICAMENTE INCORRECTO

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 16.10.09

 

TOCA A DANÇAR
 
 Por mim, caso Sócrates fizesse jus à sua fama de político determinado, não na decapitação da classe média, mas no combate à corrupção e ao enriquecimento sem causa, teria o meu voto daqui a quatro anos ou menos. E a maioria absoluta voltava-lhe às mãos, com toda a certeza. Bastava mudar a agulha da sua determinação concertando-a com os valores da justiça, do bom senso e da compensação do esforço honesto.
 Mas não acredito em milagres.
E já estou à espera de um Sócrates predador a atrair as presas  para as devorar.
Portas, Louçã e os outros que se ponham à defesa. Os talentos de Sócrates são dotes encantatórios Não deixem que ele pegue na flauta e comece a tocar. É que “conforme se toca assim se dança”. E Sócrates sabe tocar.
Então o que se espera de Louçã ou de Portas?
Que sejam eles os chefes de orquestra. Ou os tocadores.
Mas que toquem afinadinhos!
E Sócrates?
Sócrates que remédio terá senão pôr-se a dançar…
 

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às 09:16

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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