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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


ALGUÉM EM VILA POUCA SE LEMBRA?

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 25.11.09
história local > personalidades > José Brenha, Padre
José Brenha, Padre [15/03/1867 - 11/01/1942]

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toponímia ]

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+ personalidades ]

 
biografia
O Padre José Brenha nasceu na Póvoa de Varzim a 15 de Março de 1867 e faleceu com 74 anos de idade em 11 de Janeiro de 1942, em Vila Pouca de Aguiar.
Era filho do antigo negociante Isidro Brenha, oriundo da Galiza, e de sua segunda esposa, D. Rita Rosa de Jesus, da família Miroma.
Foi ordenado sacerdote, em Braga, foi professor dos Colégios de S. Luís, na mesma cidade e de S. Joaquim em Chaves, e ainda do Seminário de Vila Real.
Pessoa simples, modesta e bondosa, tinha inclinação nata para as ciências naturais, tendo sido um apaixonado cultor da zoologia, da mineralogia e da física. Foi etnógrafo e arqueólogo apaixonado, tendo colaborado nas revistas A Portugália e Arqueólogo Português. Aqui, na Póvoa, fundou um Museu nos baixos da casa de seu pai (onde está a relojoaria Mendonça), que depois passou para o rés-do-chão da sua residência, na rua Direita (actual Manuel Silva), nº 28.
Ainda chegamos a conhecer o Museu Brenha, com as suas colecções variadas dispostas por secções: mineralógica, etnográfica, numismática, zoológica, etc. Referimos, também, as citações ao Museu Brenha, deixadas por Cândido Landolt, Dr. José Leite de Vasconcelos, professor Dr. Joaquim Pires de Lima e Viriato Barbosa. Estudioso, autodidacta, de espírito engenhoso e de uma habilidade extraordinária, ele próprio embalsamava (e muitíssimo bem) os animais que, depois, expunha no seu Museu, devidamente classificados até ao género, espécie e variedade, acrescentando o nome vulgar.
Quando o Rei D. Carlos I, veraneante nas Pedras Salgadas (local que o Padre Brenha paroquiava), se deslocava à serra de Bornes, era acompanhado pelo Padre Brenha, então Reitor de S. Martinho, daqui nascendo uma certa intimidade e convivência entre ambos.
O Padre José Brenha escreveu A Póvoa foi romana, na Estrella Povoense de 2 de Outubro de 1898; e, da sua colaboração na Portugália destacamos: Dolmens ou Antas no Concelho de Villa Pouca de Aguiar (Trás-os-Montes) – I, págs. 691-706 e As Necrópoles Dolménicas de Trás-os- Montes – I, pág. 687.
O Padre José Brenha, pela sua dedicação à arqueologia, foi nomeado sócio correspondente da Real Associação dos Arquitectos portugueses, em sessão de 02 de Outubro de 1892.
Ainda na Póvoa, foi o Padre Brenha um dos reorganizadores da Real Associação dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Varzim, em 06.01.1982 (Associação que havia fundado em 01.10.1877, com o nome e Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Varzim).

BARBOSA, Jorge – Toponímia da Póvoa de Varzim. Póvoa de Varzim Boletim Cultural. Póvoa de Varzim: Câmara Municipal, Vol. XIII, nº1 (1974), p. 118.



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às 23:33

PESSOAS DO CONCELHO DE AGUIAR

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 25.11.09

Vila Pouca!

 ENCONTREI, AO ACASO, ESTA FOTO, E TEXTO,  SOBRE ALGUÉM DE VILA POUCA QUE JÁ FALECEU. QUEM SERÁ? O BLOG ONDE A ENCONTREI TEM O NOME DE "TERCEIRA COMPANHIA DE FUZILEIROS"



"Na passada quinta-feira passei por cima do viaduto da A24 que atravessa todo o vale transmontano na zona de Vila Pouca de Aguiar. Veio-me à memória o recado que recebi sobre o falecimento do nosso camarada Augusto Leal Aguiar, em 15 de Março de 2006. Gostaria de ter parado e dar uma espreitadela no cemitério lá da terra, e ver se encontrava a sua sepultura, mas era tarde e não era eu o dono do volante, por isso não foi possível. De qualquer modo, nem tão pouco sei se ele está lá sepultado, mas era uma tentativa de o descobrir. Não está nada perdido, hei-de ter outras oportunidades para o fazer e com mais tempo para tratar do assunto com a calma que ele merece."

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às 22:46

PARA ALÉM DO QUARTO PODER

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 25.11.09

 

NOVAS FORMAS DE FAZER POLÍTICA
 
 “Quem manda obedece”
 
 
Quando pensamos no poder e nas formas de o atingir e exercer, devemos questionarmo-nos sobre o tipo de democracia que queremos e sobre as relações entre ética e política.
O objectivo de quem se dedica à política deveria ser o de fazer da política uma actividade nobre que busca o bem-estar de todos.
Face ao arrivismo político ( daqueles que entram na política não por mérito, mas pela mão dos “compadres”) e à corrupção galopante que têm vindo a desfigurar a democracia, é urgente pôr em prática o princípio de que “quem manda obedece”, o qual se traduz numa série de atitudes que poderíamos organizar em antíteses, como estas:
 Quem atinge o poder deve servir em vez de servir-se; representar em vez de representar-se ( abusando da representação); construir em vez de destruir; propor em vez de impor; convencer em vez de vencer; sugerir em vez de impingir;
Esta atitude parece-me a mais indicada para se construírem organizações políticas abertas, horizontais ( onde todos mandam e obedecem) e acolhedoras.
Como construir então um PODER DIFERENTE daquele que nos vem governando e do qual a grande maioria está descontente?
Um dos caminhos será o de admitir que o poder deve estar presente em toda a sociedade.
O exercício do poder tem-se restringido à esfera do Estado, do governo, do edifício da Câmara, ou da Sede de Junta de Freguesia.
Ora, se o poder for deslocado para a sociedade em geral permitir-se-á que surjam alguns contrapesos que limitam esse poder abusivo e usurpador que tem sido o poder tradicional.
Por exemplo, condicionar a grande maioria das decisões mais importantes a referendos claros e explícitos será uma excelente forma de pôr em prática a ideia de mandar, obedecendo.
Ilustrando melhor:
Se numa aldeia o presidente da junta receia “mudar um tanque” de um lugar para outro, por haver meia dúzia de pessoas que se opõem veementemente a essa alteração, porque não se questiona a aldeia no seu todo, decidindo por maioria?
Será uma forma de reorientar a política para a transparência de processos, alicerçando-a em princípios claros e insofismáveis.
Não será esta a melhor forma de construir um espaço de liberdade em que as pessoas assumem uma vontade abrangente e mais democrática para tomar decisões?
Claro que iniciativas como esta podem não gerar unanimidade na tomada de decisões; mas permitem que todos, sem excepção, exprimam a sua vontade. Ninguém fica excluído.
Mas ainda antes da proposta de decisão e da decisão, porque não se organizam as pessoas num “espaço” comum  em que se coloquem as questões de interesse geral à consideração de todos? Onde as pessoas estejam atentas aos seus problemas mas também sejam convidadas a entender os problemas dos outros?
Note-se que não se fala aqui de um espaço seleccionado ( ou VIP) onde só possam entrar algumas pessoas. Não se trata disso. Trata-se, isso sim, de um espaço em que todos possam mostrar e demonstrar aquilo que sabem, porque todos têm conhecimentos que podem partilhar; de um espaço de igualdade (parlamentar, pelo menos) entre cultos e menos cultos, ricos e pobres, homens e mulheres, jovens e adultos.
Dir-me-ão: isso é tudo muito bonito, mas não se pode aplicar nem num concelho, nem num país!”
A objecção tem sentido. Mas numa aldeia tudo o que disse é exequível. Isto é:  a criação de um espaço, onde todos possam entrar livremente, e que funcione como uma  espécie de laboratório de ideias e de projectos, onde se poderá definir uma nova e melhor relação do homem com a sociedade e com o meio envolvente; e também um lugar de   tomadas de decisão racionais e objectivas, amplamente discutidas, a serem assumidas por maioria.
Quanto à implementação do que foi dito ao nível mais abrangente que são os concelhos e até o país, há soluções.
Mas dessas falarei a seguir.
 
(Cont.)
 
 
 

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às 19:40

NO ALTAR DO CABRITO ASSADO

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 25.11.09

 

O “REPENTINA”
 
COMO CHEGAR A ESTE PRODÍGIO GASTRONÓMICO JUNTO DO BERÇO DE MIGUEL TORGA
[P7210029.JPG]
 
 
 
O REPENTINA é, hoje em dia, um Santuário gastronómico único em Portugal: E o cabrito , o arroz  e as batatas assados no forno são ali um autêntico banquete dos deuses.
 
Quem não sabe ainda que na simples e romântica Poiares da Régua se come o mais delicioso e original cabrito assado de Portugal ?
Você que conhece o Camelo da Apúlia ou o Leiriense Tromba Rija, pensa que já não há mais e melhor?
 Desengane-se e siga este destino reservado aos que gostam de desvendar os segredos da natureza, nos sítios onde ela é mais modesta, mais humana, mais rica e mais profunda.
Pois foi esse tesouro escondido que, num belo dia de sol, tive a felicidade, e até o orgulho, de descobrir.
Depois de provar este repasto de sonho, a fumegar secretos incensos numa dança dionisíaca com um tinto caseiro de paladar anónimo, mas digno e universal, nado e criado nos terraços xistosos do Douro, você  será mais um fiel peregrino, a sentir o irresistível apelo de revisitar o Santuário gastronómico “ REPENTINA” que se ergueu, na sua humilde majestade, mesmo junto da terra onde esse exímio e universal contador de histórias nasceu.
 Então venha daí, você que é de Viana, Porto, Braga ou Chaves. Tire o carro da garagem, neste domingo de sol, e chegue, num instante,  a Vila Pouca de Aguiar, onde, já se insinuam, no ar límpido da serra, saborosas inalações a cabrito.
Aí chegado, afeiçoe a sua marcha a toda a beleza das serras, dos montes e dos vales e aproveite os inesperados miradouros da estrada, para, das alturas, se regalar, olhando, em atordoado êxtase, a envolvente e vigorosa montanha que deslumbra e desperta o mais sonolento viajante.
O enorme viaduto que. à beira de Vila Pouca, o transporta, num pulo, desde a Serra do Alvão até à da Padrela, oferece-lhe o privilégio único de uma vista fantástica e arrebatadora sobre o majestoso vale de Aguiar,
IMG_0540.jpg image by rpc08 
que você pode ir desfrutando enquanto não atinge os píncaros da serra, onde, em dias de Invero, o vento sopra e os lobos uivam.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Mais à frente, a linda princesa do Corgo ( essa Cidade com nome de Vila - Real), é agora o seu destino.
E  com a real cidade à vista, 
 
 vilareal.jpg image by jani1
 abandone a Auto-estrada, à segunda possibilidade. Vire agora para a estrada que o leva à Régua – por - Poiares, e percorra, enquanto regala a vista, à esquerda e à direita, as sinuosas curvas que o levarão a Poiares, enquanto vai percebendo, pelas paredes de xisto e pelos vinhedos rasteiros e regulares, que o Douro por ali deve estar  no seu leito fundo e  milenar.
Aí está você mesmo à entrada de Poiares. E já à direita, eis o restaurante Repentina, tão estranhamente simples e tão simplesmente estranho na sua humilde beleza. E as inalações que andam no ar são já o prenúncio do tenro e gostoso cabrito que acaba de sair do forno. Entre, que  a Senhora “ Repentina” quer dar - lhe as boas vindas com sorriso amigo e familiar, como se recebesse primos ou primas, no conforto da sua casa.  Mas antes, não esqueça de sentir o enleio da atmosfera limpa e silenciosa, amplamente arborizada, onde só ouve, de quando em vez, o surdo ondular do melro ou o doce chilrear do pardal. Deixe aí mesmo o seu carro a descansar, à sombra fresca do ramalhal.
 Lá dentro, na grande sala rectangular, sente-se bem junto a uma das janelas da luminosa marquise . Assim poderá juntar a uma delícia – a do saboroso cabrito – outra delícia ainda maior: a visão soberba do soberbo verde do Marão que lhe entra pela janela como se reclamasse a alma daquele (cabrito) que as suas ervas criaram nas fraldas relvadas dos seus ermos.
Mas você que vive em Lisboa, Leiria , Coimbra ou Viseu, não fique desiludido. O deleitoso repasto do Repentina está também ao seu alcance.
O caminho?
 É simples:
 A1 até Coimbra. Um salto de Coimbra até Viseu, enquanto espreita o Mondego e se inebria no aroma dionisíaco das encostas do Dão. Ladeando Castro de Aire, atravesse o planalto castrense que o leva até Lamego. Desça vertiginosamente do planalto até à Régua, e olhe o Douro, tão barrento , tão largo, tão cheio de cruzeiros romanescos! Está já nos socalcos do Peso da Régua. Não saia da auto-estrada, deixe-se guindar por ela ao cerro coberto de vinhas . Saia em Vila Real , na 1ª saída. O resto já você conhece.
Por isso, instantes depois, estacionou o seu carro à sombra fresca do ramalhal; por isso, escolheu ficar ali no cantinho do miradouro, de onde se vê o Marão. E, enquanto espera o inefável cabrito, vai venerando a imponente paisagem duriense, vista desde a confortável mesa de um restaurante, cujo nome jamais olvidará, por REPENTINAMENTE lhe vir à memória “o espantoso e único paladar daquele cabrito”.
 
 
 
 

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às 18:35

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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