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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


OS CANASTROS

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 14.12.09

Eu sou de opinião que os canastros de Parada ( todos eles) fossem devidamente restaurados. Não tenho dúvidas que a aldeia ficava a ganhar com esse restauro. Como? Os proprietários faziam um esforço; o Conselho Directivo dos Baldios também; e a junta de freguesia ajudava com o que faltasse.

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às 23:50

PESSOAS DA ALDEIA: Avelina Cunha, Arlindo Ribeiro, Cândida Machado, Maria Gonçalves

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 14.12.09

Enquanto vou esperando ( sentado....) que me enviem outras fotos de outras gentes da aldeia, vou postando as que, obviamente, estão para já ao meu alcance. ( Só espero que não me acusem de postar apenas as de algumas famílias, esquecendo as outras...).

Esta foto, se não me engano, foi tirada em 1980. Ainda o Sr da garrafa ( meu pai) estava na vida a cem por cento... ( o que hoje, infelizmente, não acontece...) E A Sra ao seu lado esquerdo, a mãe do João Ribeiro, Cândida Machado, estava numa alegre visita pela terra onde nasceu, mas onde infelizmente não pôde morrer...

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às 23:37

MARIO CRESPO ESCREVEU SOBRE "O PALHAÇO"

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 14.12.09

EU  QUERO SUBLINHAR QUE COMPREENDO MUITO BEM  MARIO CRESPO. QUE É UM JORNALISTA SENSATO. TÃO SENSATO QUE É CAPAZ DE ESCREVER TEXTOS QUE NÃO PARECEM NADA SENSATOS, MAS QUE O SÃO EM ABSOLUTO. SÓ NÃO SEI ONDE ESTÃO AS PESSOAS DE BEM DESTE PAÍS ! QUE NÃO SE ACOBARDAM COMO O FAZ MÁRIO CRESPO...

O TEXTO DE MÁRIO CRESPO VAI PASSAR PARA AQUI. PORQUE O ASSINO POR BAIXO. PORQUE GOSTAVA DE TER SIDO  EU A ESCREVÊ-LO.

O QUE É QUE SE PASSA NESTE PAÍS? ESTÁ TUDO CEGO? ESTÁ TUDO SURDO? EStÁ TUDO MUDO?

QUEM AINDA NÃO PERCEBEU QUE ISTO NÃO PODE CONTINUAR COMO ESTÁ?

 

Eis o Fabuloso texto de Mário Crespo:

 

 
 
O palhaço
 

O palhaço

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O palhaço compra empresas de alta tecnologia em Puerto Rico por milhões, vende-as em Marrocos por uma caixa de robalos e fica com o troco. E diz que não fez nada. O palhaço compra acções não cotadas e num ano consegue que rendam 147,5 por cento. E acha bem.

O palhaço escuta as conversas dos outros e diz que está a ser escutado. O palhaço é um mentiroso. O palhaço quer sempre maiorias. Absolutas. O palhaço é absoluto. O palhaço é quem nos faz abster. Ou votar em branco. Ou escrever no boletim de voto que não gostamos de palhaços. O palhaço coloca notícias nos jornais. O palhaço torna-nos descrentes. Um palhaço é igual a outro palhaço. E a outro. E são iguais entre si. O palhaço mete medo. Porque está em todo o lado. E ataca sempre que pode. E ataca sempre que o mandam. Sempre às escondidas. Seja a dar pontapés nas costas de agricultores de milho transgénico seja a desviar as atenções para os ruídos de fundo. Seja a instaurar processos. Seja a arquivar processos. Porque o palhaço é só ruído de fundo. Pagam-lhe para ser isso com fundos públicos. E ele vende-se por isso. Por qualquer preço. O palhaço é cobarde. É um cobarde impiedoso. É sempre desalmado quando espuma ofensas ou quando tapa a cara e ataca agricultores. Depois diz que não fez nada. Ou pede desculpa. O palhaço não tem vergonha. O palhaço está em comissões que tiram conclusões. Depois diz que não concluiu. E esconde-se atrás dos outros vociferando insultos. O palhaço porta-se como um labrego no Parlamento, como um boçal nos conselhos de administração e é grosseiro nas entrevistas. O palhaço está nas escolas a ensinar palhaçadas. E nos tribunais. Também. O palhaço não tem género. Por isso, para ele, o género não conta. Tem o género que o mandam ter. Ou que lhe convém. Por isso pode casar com qualquer género. E fingir que tem género. Ou que não o tem. O palhaço faz mal orçamentos. E depois rectifica-os. E diz que não dá dinheiro para desvarios. E depois dá. Porque o mandaram dar. E o palhaço cumpre. E o palhaço nacionaliza bancos e fica com o dinheiro dos depositantes. Mas deixa depositantes na rua. Sem dinheiro. A fazerem figura de palhaços pobres. O palhaço rouba. Dinheiro público. E quando se vê que roubou, quer que se diga que não roubou. Quer que se finja que não se viu nada.

Depois diz que quem viu o insulta. Porque viu o que não devia ver.

O palhaço é ruído de fundo que há-de acabar como todo o mal. Mas antes ainda vai viabilizar orçamentos e centros comerciais em cima de reservas da natureza, ocupar bancos e construir comboios que ninguém quer. Vai destruir estádios que construiu e que afinal ninguém queria. E vai fazer muito barulho com as suas pandeiretas digitais saracoteando-se em palhaçadas por comissões parlamentares, comarcas, ordens, jornais, gabinetes e presidências, conselhos e igrejas, escolas e asilos, roubando e violando porque acha que o pode fazer. Porque acha que é regimental e normal agredir violar e roubar.

E com isto o palhaço tem vindo a crescer e a ocupar espaço e a perder cada vez mais vergonha. O palhaço é inimputável. Porque não lhe tem acontecido nada desde que conseguiu uma passagem administrativa ou aprendeu o inglês dos técnicos e se tornou político. Este é o país do palhaço. Nós é que estamos a mais. E continuaremos a mais enquanto o deixarmos cá estar. A escolha é simples.

Ou nós, ou o palhaço.

 

 

 

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às 22:57

EM VILA POUCA O ORÇAMENTO TAMBÉM DEVIA SER DISCUTIDO PELO POVO - Mais um exemplo de como o orçamento pode e deve ser PARTICIPADO por todos

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 14.12.09

 

AGORA O EXEMPLO DE UMA FREGUESIA - CARNIDE, LISBOA

 

O envolvimento da população faz-se na altura de preparar o orçamento, com sessões públicas e inquéritos, reuniões específicas com idosos e crianças, mas sobretudo ao longo do ano, com uma prestação permanente de contas, ( "nada comum entre os aguiarenses"...) contou à Lusa o presidente da Junta de Freguesia de Carnide, Paulo Quaresma (CDU).

Numa altura em que a Câmara Municipal de Lisboa iniciou o seu primeiro orçamento participativo, Paulo Quaresma alertou para o perigo de se «brincar à participação« e diz que na sua freguesia já se colhem os frutos daquela medida, por exemplo, nos níveis de abstenção que se situam entre «5 a 7 por cento abaixo da média da cidade».

«O apelo permanente à participação das pessoas faz com que elas não se alheiem», defendeu.

Na próxima semana, o exemplo de Carnide será analisado num seminário internacional em Paris sobre orçamentos participativos, instrumentos que nasceram na cidade brasileira de Porto Alegre, tendo como referência na Europa o caso de Sevilha, e tiveram a sua primeira expressão em Portugal na Câmara de Palmela.

«Há crianças que pedem um MacDonald's. Então, temos que lhes explicar as competências da junta. Por isso é que este é um processo com uma grande vertente pedagógica», afirmou Paulo Quaresma.

O autarca passou a semana a discutir opções para o orçamento com crianças de três, quatro e cinco anos, que falam do que consideram mais importante para a sua «escola, bairro e freguesia» e depois organizam-se em pequenas «assembleias plenárias».

«Surpreende-nos muito o grau de maturidade que eles revelam»,
acrescentou. Em vez dos inquéritos que os pais recebem na caixa do correio, convidando-os a contribuir para o orçamento da freguesia, as crianças escrevem ou desenham «cartas de desejos».

Estas formas específicas de participação dos meninos de Carnide inserem-se na vontade do executivo de ter a contribuição «daqueles que normalmente não participam, porque não estão organizados», como os idosos.

Para os idosos, há sessões próprias ( admirável!) dada a dificuldade que alguns revelam em sair de casa ao fim da tarde ou há noite, quando se realizam as reuniões gerais sobre o orçamento.

Inicialmente, eram os homens quem mais participavam nestas sessões, até que a junta organizou uma espécie de baby-sitting, actividades lúdicas para as crianças durante as reuniões, e começou a haver paridade de géneros.

Além das sessões e dos inquéritos, para «picar as pessoas» afirmou Paulo Quaresma, a junta de freguesia concebeu e distribuiu «notas de 95 euros», o valor que cada morador teria para gastar se o orçamento fosse dividido por todos.

A ideia é pôr os moradores de Carnide a pensar onde gastariam os seus 95 euros.

Para que o processo não esmoreça, todos os meses, no boletim da freguesia ( Soutelo, e outras não têm Boletim, julgo eu...) são prestadas contas e feito o ponto da situação sobre as opções escolhidas em orçamento participativo, além de funcionarem todo o ano "conselhos consultivos" em diferentes áreas.

No início, o executivo liderado por Paulo Quaresma tirou partido do «bairrismo» de Carnide.

«A primeira discussão é aquela em que as pessoas olham apenas para o seu umbigo, para a sua rua e para o seu bairro. Depois, apercebem-se dos problemas das outras ruas, dos outros bairros», contou.

Este é um processo «didáctico» defendeu Paulo Quaresma, em que as pessoas ficam conscientes das competências e das verbas que a junta dispõe, mas também da forma como podem ser parte da solução.

«O problema da recolha de lixo na Quinta da Luz foi resolvido porque as pessoas apresentaram uma fórmula para se resolver», ilustrou.

«Às vezes é apenas uma questão de pedir um estudo. Há vários anos que se falava em mais um mercado na freguesia. Pediu-se um estudo à Câmara que mostrou que isso não era viável. As pessoas entenderam» acrescentou.

No entanto, Paulo Quaresma disse que o orçamento participativo «não é uma forma de desresponsabilização» dos eleitos.

«O facto de eu discutir com as pessoas até me dá mais responsabilidades. As pessoas exigem mais porque sabem que eu não posso alegar desconhecimento de causa», afirmou.

O autarca defende que o orçamento participativo não é um «muro das lamentações», como o que considera terem sido das três sessões promovidas pela Câmara para ouvir as populações sobre o orçamento de 2008.

«Ali não se está a promover participação nenhuma. A Câmara decidiu ouvir as populações, o que é legítimo e louvável, mas não é um orçamento participativo», critica.

Segundo Paulo Quaresma, o que a autarquia lisboeta fez foi «pedir aos mesmos de sempre, àqueles que normalmente já participam para participarem», referindo-se às sessões organizadas para ouvir comissões de moradores, associações de pais, conselhos executivos, juntas de freguesias e colectividades.

«A população em geral, que não está organizada nem quer estar organizada, mas tem uma opinião, não é chamada a participar neste orçamento. Desde logo porque as sessões que se fizeram foram muito mal divulgadas até para aqueles que foram convidados, quanto mais para a população em geral» argumentou.

Para o autarca, «corre-se o risco de brincar à participação e hipotecar-se um processo que é nobre porque se lhe retira toda a credibilidade».

O orçamento participativo da Câmara de Lisboa foi lançado a partir de uma proposta do vereador do Bloco de Esquerda, José Sá Fernandes, e segundo o presidente, António Costa (PS), tem um primeiro ensaio na escolha das opções para 2008 mas deverá concretizar-se em pleno quando for discutido o orçamento para 2009.

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às 17:11

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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