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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


INCENDIO EM CASA RECÉM-RESTAURADA DO DR. JUIZ BRÁULIO, DE SABROSO DE AGUIAR,

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 14.01.10

O DR BRÁULIO, JUIZ NA COMARCA DE CHAVES, RESIGENTE EM SABROSO DE AGUIAR, É, PARA ALÉM DE UM JUIZ EXEMPLAR, UM SER HUMANO FANTÁSTICO. A RECONSTRUÇAO DE UM SOLAR QUE ELE TANTO ESTIMAVA, FOI PARA ELE SEGURAMENTE UM SONHO DE HÁ MUITO. E A VERDADE É QUE ESSE SONHO ACABAVA DE SER REALIZADO. MAS... SURGIU ESTE MALDITO INCENDIO... ( E AQUI ESTÁ MAIS UM EXEMPLO DE COMO A VIDA É TAO ABSURDA E CONTRADITORIA, E MADRASTA...É QUE O DR BRÁULIO NAO MERECIA ESTA PARTIDA DO DESTINO...

Chamas terão deflagrado no sótão - Solar de juiz destruído por incêndio

No passado domingo à noite, em Sabroso de Aguiar,

https://1.bp.blogspot.com/_gmxNG6iGg3k/SSixHN4rsuI/AAAAAAAAB6I/3pVnRfC_VU8/s200/CIMG3284.JPG

um incêndio destruiu o interior de um solar com cerca de duzentos anos, que pertence ao juiz desembargador Braulio Martins. O incêndio terá começado no sótão da habitação junto à conduta da lareira. (Semanário Transmontano)

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às 22:34

O QUINTO PODER

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 14.01.10

 

SECÇÃO: Opinião



Com tantos exemplos de mau exercício dos vários poderes a sucederem-se no dia a dia noticioso, fácil é demonstrar que faz falta um “quinto poder”, no sistema político, para que este país possa ser melhor governado.
Como se tem constatado, não fosse o chamado “quarto poder” (jornais, rádio e televisão – mas sobretudo os primeiros), investigar e publicar alguns dos desmandos dos poderosos do nosso país, o povo nunca viria a saber metade da missa.
Os actos censuráveis desses “senhores” ficariam para sempre arquivados na gaveta comum do esquecimento.
O mesmo é dizer que nenhum crime cometido por essa “espécie protegida” de gente viria a ser descoberto, porque quem os poderia revelar pertence à mesma seita criminosa ( E as “comadres” raramente se zangam … quando as mãos se sujaram na mesma lama…).
Mas, os crimes, esses desconhecidos, lá se vão descobrindo, graças ao labor de um fragmento mais irrequieto do quarto poder.
E, quando os criminosos são obrigados a sair da “toca”, perseguidos pela “imprensa doninha” ( o sector mais acutilante da imprensa), é curioso ver os criminosos suspeitos com aquele rosto (que é, afinal, uma máscara) de angélicas criaturas, moralmente exemplares, distintas e honradas. ( Alguns chegam mesmo a jurar, chorando, que nada fizeram de criminoso…).
E se os seus parceiros os vêem chorar, vêm logo dizer que é perseguição política; que a justiça exagera; que os códigos estão todos errados; que urge mudá-los de fio a pavio.
E o povo, que leva com os códigos todos os dias, nos pés, no “lombo” ou na cabeça, fica a ouvir a “sarjeta moral do país” a palrar.
E só não interrompem porque ainda acreditam que a honra é irmã do poder e da glória…
Porém, não sendo punidos, os criminosos sentem-se livres e chafurdam cada vez mais na lama do crime.
E, embora isto pareça um problema exclusivo de tribunais, ou de justiça, em boa verdade, não o tem sido. Como todos vamos sabendo, os tribunais, nuns casos não podem, e noutros, não querem resolver os grandes problemas criados pelas grandes personalidades do grande poder.
O que isto revela é que os poderes ( inscritos na Constituição da República) não estão, há muito, a funcionar como devem.
A engrenagem está gasta ou mal oleada.
E a verdade é que é no seio desses poderes que os maiores criminosos têm crescido, por aí encontrarem o alimento alarve da sua cobiça; é, justamente, aí que eles semeiam e colhem os frutos do crime económico, da corrupção e do tráfico de influências.
Muito embora me esforce, por norma, a resistir aos cantos de sereia das utopias, julgo que o “quinto poder” não é nenhuma quimera, porque é um sonho cuja realização é plausível, e praticável.
Devo esclarecer que não concebo o “quinto poder”, como alguns o concebem, descrevendo-o como a expressão tentacular do “poder económico”.
E portanto como um poder que ensombra os outros poderes.
É que, a meu ver, o poder económico não é um contra-poder, como o era, na sua pureza original, o poder da comunicação social.
Um poder que possa ser contrapeso dos excessos dos poderes previstos na constituição.
O poder económico, o que é se não um poder cada vez mais asfixiante nas sociedades modernas?
Um poder maligno e prejudicial? Um poder que se intromete nos outros poderes para os desfigurar, adulterando a sua missão? E o pior é que o poder económico aperfeiçoou o uso da máscara para atingir os seus objectivos.
Se lhe abrem a porta, ele entra, pedindo licença, de forma muito polida… mas nunca mais dali sai.
É que o poder económico parece tão cavalheiro que engana o mais prevenido anfitrião.
O poder económico não é bruto. É até muito ( por vezes exageradamente) “bem-educado”,insinuante e malabarista. Por isso não arromba as portas para penetrar nos gabinetes dos poderosos.
Prefere substituí-las, a expensas próprias, tirar um cópia da chave, antes de entregar o original, para, quando for oportuno, entrar livremente, sem ter de sacudir os pés no tapete.
( Continua)

( cunharibeiro267@hotmail.com)

 

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às 20:06

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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