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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


PARADA E OS SEUS GLORIOSOS ANTEPASSADOS: ANTÓNIO DE SOUZA MACHADO

por cunha ribeiro, Terça-feira, 26.01.10
 Casa do Cabo em Fontes - Vila Pouca de Aguiar

Autor: J. Beires    


No livro "Genealogia da Casa do Cabo em Fontes de Aguiar" de José Ernesto de Menezes e Souza de Fontes e seu irmão Guilherme Filipe de Menezes Fontes, Braga, 1969, os pais e os irmãos de Tomé de Souza, são:

I � ANTÓNIO DE SOUZA ou ANTÓNIO DE SOUZA MACHADO, Capitão-mor de Vila Pouca de Aguiar, Capitão de Ordenanças e Juiz Ordinário do mesmo Concelho. Nasceu cerca de 1595 em Parada do Corgo, na freguesia de S. Tiago de Soutelo de Aguiar e morreu depois de 1660 em Vila Meã, na freguesia de S. Martinho de Bornes, onde havia casado cerca de 1625 com CATARINA RODRIGUES, Snr.ª da Casa e Quinta de Vila Meã de Bornes.

Filhos:

II(1) ANTÓNIO DE SOUZA MACHADO, Snr. da Casa e Quinta de Vila Meã, em S. Martinho de Bornes, Capitão das Ordenanças de Vila Pouca de Aguiar, homem nobre do mesmo Concelho. Nasceu no ano de 1628 (5) na sua Casa de Vila Meã e morreu depois de 1702. Casou no ano de 1663 com FILIPA MENDES PEQUENO, que nasceu a 12.1.1640 na vila de Chaves e morreu depois de 1710 em Vila Real; filha de RICARDO MENDES DE OLIVEIRA e de sua mulher JERÓNIMA CARNEIRO DE MORAES; neta paterna de JOÃO RODRIGUES OLIVEIRA, Cavaleiro Fidalgo da Casa Real, Escrivão dos Órfãos da vila de Chaves, e de sua mulher ANA PEQUENO DE MIRANDA; neta materna de MARTIM CARNEIRO DE MORAES, homem nobre desta vila, e de sua 2ª mulher FILIPA MENDES PINTO. (Com sucessão que consta no livro)
II(2) THOMÉ DE SOUZA (17), 1º Snr. da Casa do Cabo, em Fontes de Aguiar, freguesia de S. Tiago de Soutelo, «Lavrador honrado vivendo de suas fazendas» e Juiz Ordinário de Vila Pouca de Aguiar (1670). Nasceu cerca de 1630 (1633) na Quinta de Vila Meã, em Bornes de Aguiar, e morreu a 18.4.1700, na Casa do Cabo em Fontes de Aguiar. Casou com ANA GONÇALVES, herdeira dos bens de Fontes, que nasceu em Barbadães de Baixo, na freguesia de N. Senhora da Vrea de Bornes, e morreu a 11.11.1708, na Casa do Cabo; filha de JORGE GONÇALVES, Snr. da Quinta de Barbadães e de sua mulher (c. 29.3.1626) e prima ISABEL GONÇALVES; neta paterna de PEDRO FERNANDES, de Fontes, e de sua mulher ANA GONÇALVES; neta materna de DIOGO GONÇALVES, de Fontes e de sua mulher ANA GONÇALVES. (Com sucessão que consta no livro)
II(3) P.e JOÃO DE SOUZA MACHADO, Reitor da Igreja de S. Miguel de Trêsminas. Em 5.6.1695 aparece a instituir o Património para a ordenação de seu sobrinho P.e João de Souza Carneiro de Moraes.
II(4) MARIA DE SOUZA, nasceu na Casa de Vila Meã de Bornes, foi baptizada a 16.10.1632, na Igreja de S. Martinho de Bornes e morreu em Rebordechão. Casou cerca de 1658 com ANTÓNIO JORGE, Lavrador honrado, que nasceu em Tourencinho, freguesia do Salvador de Telões e morreu na sua Casa de Rebordechão; em S. Martinho de Bornes, filho de ANTÓNIO JORGE, de Tourencinho, e de sua mulher INÊS MARTINS, de Rebordechão. (Com sucessão que consta no livro)

Nota de rodapé nº 5 - Quando serve de testemunha nas Inquirições de Genere do Padre António Rodrigues Pinto, em 1702, diz ter 74 anos (A.D.B., Maço 19).
Nota de rodapé nº 17 - Embora com inúmeras omissões de natureza biográfica e salto duma geração por lamentável lapso (pág. 568), a genealogia da Casa do Cabo vem publicada a págs. 566 e segs. do 2º volume da já referida obra «Fidalgos e Morgados de Vila Real e seu Termo», do Dr. Júlio A. Teixeira; genealogia que há, porém, que articular com a que a antecede no dito volume, embora ali se não faça qualquer referência em tal sentido.

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às 23:00

QUE BELA EQUIPA!

por cunha ribeiro, Terça-feira, 26.01.10

 
 

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às 22:33

AINDA O QUINTO PODER

por cunha ribeiro, Terça-feira, 26.01.10

 

SECÇÃO: Opinião

O QUINTO PODER ( II)

O poder económico é tão hábil e diplomático que atravessa com enorme à vontade os átrios dos tribunais, “invadindo” processos para alterar decisões; é tão astuto e manhoso que “se instala”, com permanente desfaçatez, nas poltronas dos gabinetes da Assembleia Legislativa; é tão ardiloso e matreiro que , prestavelmente, “colabora”com os deputados no fabrico interesseiro de certas leis ou decretos.
Já poucos duvidam que ele penetra, como em sua própria casa, nos gabinetes dos ministérios, pedindo a chancela dos Srs Ministros ( e/ou secretários de Estado), para que o “diploma”seja assinado depressa.
E em Belém? Que faz o poder económico quando precisa de persuadir o Sr Presidente?
Serão os seus “aposentos” inacessíveis ao poder económico? Um pouco mais difícil, talvez. Agora impossível, é que não. Mais difícil, porque o Presidente da República é bem mais escrutinável. Basta que se traduzam bem as suas atitudes para se perceber se ele está a favorecer alguém, ou quem está a favorecer.
E a verdade é que não é necessário recuar muito tempo para surpreendermos o poder económico em flagrante delito, junto da instância maior da Nação.
Jorge Sampaio, que deixou Belém com imagem de “santo”, devia, antes, ter saído com imagem de “anjinho”. Muito provavelmente terá sido o poder económico-financeiro, através do seu máximo representante, João Salgueiro, que lhe terá dito ao ouvido:
“ Sr Presidente, é a única saída… Com “ Santana” no poder, é a nossa desgraça…”.
E, já com Sampaio semi-convencido, o último, e decisivo, argumento:
“…É a bancarrota!”.
Poucos anos mais tarde vimos o que aconteceu com os bancos… Sem Santana no poder…
E foi assim, liminarmente assim, que Jorge Sampaio ( depois de uma pequena lavagem ao cérebro feita pelo patrão da finança) mandou Santana para casa, sem o deixar aquecer o lugar.
Ora, se Sampaio, em vez de ouvir os patrões da alta finança, ouvisse os donos do saber e do bom senso, talvez não precipitasse a queda do governo PSD/CDS que, por mais que se especule, nunca se provou estar a afundar o país. ( Crise se a houve, foi agora com Sócrates).
Ora, é justamente para resolver problemas de má governação ( levada a cabo por governos corruptos e irresponsáveis) que o Quinto poder faz falta ao sistema político. Um órgão plural que tenha, ele sim, ao seu alcance, essa bomba atómica chamada “dissolução da Assembleia”. E não um homem só ( o Presidente da República) facilmente influenciável por uma corporação ou duas… Como se viu.
Num país com cerca de dez milhões de pessoas, parece provável que exista, pelo menos, meia dúzia de cidadãos, não apenas competentes, nas várias árias do saber, mas também rigorosos no cumprimento dos valores sociais indiscutíveis, como o da justiça e equidade.
E que órgão seria esse? Mais um conjunto de vaidades a exercer um poder oligárquico? Um grupo de anciãos reformados, ou amigos dos donos dos outros poderes, género “conselheiros de estado”?
Não. Seria um órgão composto de figuras que pela vida fora se revelaram indiscutível e consensualmente competentes nas várias áreas que formam a estrutura dos vários poderes. Portanto os mais capazes cientificamente, mas também os melhores na aplicação prática desses saberes. Mas seria sobretudo um órgão moralmente sem mácula. Não se pretende com isto dizer que tivéssemos de os ter visto ir à missa e à comunhão ao domingo. Mas sim que essas pessoas seriam donas de um historial de defesa intransigente das medidas sociais mais justas e coerentes; de um bom senso à prova de bala; e de uma incontestabilidade nacional quase unânime.
Lembrava aqui pessoas como João Cravinho e Guilherme de Oliveira Martins. Mas há mais gente desta envergadura

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às 22:21

COMO UM PEREGRINO A SANTIAGO VIU A SUA PASSAGEM PELO CONCELHO AGUIARENSE

por cunha ribeiro, Terça-feira, 26.01.10

 

08-09-2007:Vila Real – Vidago (45,5 km)
 
 
2 Meses e 7 dias depois estávamos de volta ao Caminho! Depois da já habitual rotina de sair de Nisa de véspera, pernoitámos na Casa da Juventude de Vila Real. No dia seguinte começámos, pelas 07h20, aquela que viria a ser a maior etapa do Caminho, efectuada numa única jornada: 45,5 km! Contrariamente ao que tinha sido a última etapa, esta percorreu terrenos bem mais planos, tornando a marcha mais fácil e por conseguinte mais produtiva em termos de rendimento. Voltámos a passar por locais que ainda hoje nos estão na memória: Calçada, Gravelos, Escariz, Benagouro e Vilarinho da Samardã, onde tomámos o pequeno-almoço. Depois Côvelo, Vila Chã, Carriça e Vila Pouca de Aguiar, onde uma vez mais contámos com os préstimos do dono de um restaurante que nos deixou literalmente abancar à sombrinha do seu estabelecimento para desfrutarmos do nosso farnel e ganharmos forças para a 2ª fase da jornada.
Em boa hora decidimos acatar as dicas de um habitante local, no sentido de seguirmos por uma antiga linha de comboio que tinha sido reaproveitada e transformada num circuito pedonal, com cerca de 6 km, e que nos levaria até Pedras Salgadas, pois foi um troço bastante relaxante, muito interessante do ponto de vista paisagístico, com árvores bastante frondosas, que permitiu que caminhássemos quase sempre à sombra, estávamos no inicio de Setembro, o calor ainda persistia. Já nas Pedras Salgadas, tempo ainda para apreciarmos também o excelente reaproveitamento dado à antiga estação de comboios, onde foram instaladas pequenas lojas. A parte restante da etapa foi realizada por estrada, Sabroso de Aguiar, Oura e por fim Vidago, eram 18h50. O “descanso dos guerreiros” ocorreu na Residencial e Restaurante “O Resineiro”, onde por valores muito acessíveis, nos proporcionou “barriga dura”, dormida, água quente e um espaço para viatura de apoio! O que se poderia pedir mais!
 
 

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às 19:50

ASSOCIAÇÕES AGUIARENSES ( FALTA AQUI A NOSSA : "O PRAZER DA MEMÓRIA")

por cunha ribeiro, Terça-feira, 26.01.10
Associações Desportivas e Recreativas

 


Moto Club do Corgo
Estrada Nacional nº 2
5450-020 Vila Pouca de Aguiar

Juventude de Pedras Salgadas
Pedras Salgadas
5450- 140 Bornes de Aguiar

Sport Clube de Vila Pouca de Aguiar
Rua Duque D`Ávila e Bolama
5450-030 Vila Pouca de Aguiar

Sabroso Sport Clube
Sabroso de Aguiar
5450-365 Sabroso de Aguiar

Associação Desportiva Recreativa e Cultural de Campo de Jales
Campo de Jales
5450-341 Vreia de Jales

Associação Vale de Aguiar
Ferreirinho
5450-283 Telões

Drible – Ocupação Formação Desportiva de Jovens
Apartado 9
5450-020 Vila Pouca de Aguiar

C.T.M. Centro de Treinos Municipal
Pavilhão Desportivo Dr. Francisco Gomes da Costa
5450-003 Vila Pouca de Aguiar

Associação Pedras D´Água
Pedras Salgadas
5450-140 Bornes de Aguiar

Grupo Desportivo e Cultural de Vilarelho
Vilarelho
5450-298 Tresminas

Associação Desportiva, Cultural, Recreativa e Social da Freguesia de Tresminas
Tresminas
5450-296 Tresminas

Associação Cultural e Desportiva de Vila Meã
Rua da Escola
Vila Meã
5450-169 Bornes de Aguiar

Grupo Desportivo, Recreativo e Cultural de Raíz do Monte
Raíz do Monte
5450-344 Vreia de Jales

ACREPES- Associação Cultural Recreativa Estudantil de Pedras Salgadas
Rua Ernesto Paralelo
Pedras Salgadas
5450-157 Bornes de Aguiar

Clube de Taekwondo de Vila Pouca de Aguiar
Vila Meã
5450-169 Bornes de Aguiar

Associação Cultural e Recreativa de Souto e Outeiro
Souto
5450-284 Telões

Banda Musical do Pontido
Pontido
5450-282 Telões

Associação Cultural e Recreativa “Tourencius dos Xudreiros”
Rua do Redondo, nº 6
Tourencinho
5450-287 Telões
www.tourencinho.com.sapo.pt

Jales Rock – Associação Cultural
Campo de Jales
5450-341 Vreia de Jales

ACAR - Associação Cultural Assistencial e Recreativa dos Trabalhadores da Câmara Municipal de Vila Pouca de Aguiar
Rua Comendador Silva
5450-020 Vila Pouca de Aguiar

Associação Rotura – Grupo de Acção e Produção de Eventos
Rua António José D` Avila, nº 16
5450-019 Vila Pouca de Aguiar

ADDANTA - Associação de Defesa dos Direitos dos Animais e da Natureza
Edifício da Delegação Escolar
Rua Comendador Silva
5450-020 Vila Pouca de Aguiar

ACDAR – Associação Cultural Desportiva Assistencial e Recreativa de Vila Chã
Vila Chã
5450-286 Telões

Associação de Caçadores de Santo Humberto
Rua Imperador Teodósio
5450- 022 Vila Pouca de Aguiar

Clube de Caça e Pesca de Vila Pouca de Aguiar
Rua Imperador Teodósio
5450-022 Vila Pouca de Aguiar

Clube de Caça e Pesca de Pedras Salgadas
Pedras Salgadas
5450-140 Bornes de Aguiar

Associação de Caça e Pesca de Vreia de Bornes
Barbadães de Baixo
5450-320 Vreia de Bornes

Grupo Desportivo de Caça e Pesca de Cidadelhe de Aguiar
Cidadelhe de Aguiar
5450-Vila Pouca de Aguiar

AguiarFloresta – Associação Florestal e Ambiental de Vila Pouca de Aguiar
Central de Camionagem
5450-020 Vila Pouca de Aguiar

DIAFRAGA . Associação de Fotografia de Trás - os - Montes
Praça de Camões, nº 2 a 8
5450-016 Vila Pouca de Aguiar

Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vila Pouca de Aguiar
Rua Dr. Henrique Botelho
5450-027 Vila Pouca de Aguiar

Associação Cultural Recreativa e Social do Alvão
Bairro da Coutada
5450-266 Lixa do Alvão

Associação Desportiva, Recreativa, Assistencial e Cultural de Parada do Corgo
Rua Comendador Silva
Edifício do Banco Millenium, nº 1
5450-020 Vila Pouca de Aguiar

Centro Cultural e Recreativo de Bornes de Aguiar
Rua Central
5450-130 Bornes de Aguiar


Rancho Folclórico da Junta de Freguesia de Vila Pouca de Aguiar
Rua Eng. Fernando Seixas
5450-031 Vila Pouca de Aguiar

Rancho Folclórico de Sabroso de Aguiar
Rua Nova nº 273 A
5450-370 Sabroso de Aguiar

Ancabra – Associação Nacional de Criadores de Cabra Bravia
Rua Dr. Francisco Gomes da Costa, Bloco 4, R/C Esq.
5450-005 Vila Pouca de Aguiar

AIGRA – Associação de Industriais do Granito
Centro de Serviços Públicos de Pedras Salgadas
Pedras Salgadas
5450-156 Bornes de Aguiar 

Associação de São Tomé da Gralheira
Gralheira
5450-281 Telões

Orfeão Terras de Aguiar
Bairro de Mariais, nº6
5450-083 Vila Pouca de Aguiar

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às 13:08

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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