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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


S. PEDRO, UMA PEQUENA GRANDE FESTA EM PARADA DE AGUIAR

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 10.05.10

 

 A festa de S. Pedro pode ser pequenina. Mas é a NOSSA festa!

 

 Foi a festa dos nossos antepassados, que não chegámos a conhecer pessoalmente.

 Foi a festa dos nossos avós que ainda conhecemos em vida.

 Foi e é a festa dos nossos pais.

 

 É a festa de todos nós.

 Vai ser a festa dos nossos filhos, dos nossos netos, e de todos os nossos familiares  que nos vão levar  o sangue até à eternidade.

 A festa de S. Pedro é uma aldeia que vibra em gerações de famílias provindas da mesma única família - A família com o nome comum de PARADA DO CORGO E DE AGUIAR.

 

Uma festa não é apenas foguetes, animação, música, baile.

Uma festa é a lembrança do avô e da avó; do Pai e da mãe; do Tio e da Tia; do irmão e da Irmã. Daquela procissão em que nos vestiram de anjinho; da primeira vez que comemos arroz do forno e cabrito assado.

A festa de S. Pedro é isso. E também: : a mesa cheia de amigos e familiares; a música do pontido a tocar; os largos da aldeia cheios de gente a dançar ( novos, velhos e crianças, tudo a dançar). E é também o alti-falante da Carva; os andores; a procissão. E. para não dizerem que sou um hereje, o Padre Amaro a rezar.

A festa de S. Pedro é  Parada, Soutelo, Fontes e Montenegrelo mais unidos, mais freguesia naquele dia.

A festa de S. Pedro é o Ti Augusto a lançar foguetes de lágrimas da fraga do "Outeiro". E a criançada a perder o medo da escuridão à procura das canas.

A festa de S. Pedro é um dia que se repete até à eternidade.

 

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às 21:26

GALPÍRIA, A PROSTITUTA

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 10.05.10

 

 

Ela vende o seu corpo à beira das estradas e auto-estradas de Portugal. Encontramo-la, vistosa, perfumada, nas áreas de serviço, país além.  O perfume que usa exala essências de vegetais liquefeitos, como se na sua composição entrassem moléculas de gasolina, ou gasóleo. O hálito é explosivo e parece sair da boca de uma botija de gás.

A vida tem sido atribulada devido às exigências alarves do  “proxeneta”. De toda a receita cobrada à vasta clientela que tem, o “chulo” apanha-lhe cerca de 70%.

Por via disso quem sofre são todos os que vão à procura dos prazeres do seu corpo. Largam couro e cabelo, e lá vão semi-consolados pra suas casas. Só vende o corpo a quem anda de carro. E quanto mais cilindrada , mais caro paga.

Por isso ela consegue viver muito bem, mesmo dando ao “canalha”o balúrdio que dá.

O “Chulo”, porém, para poder sugar à vontade, vai repartindo a grossa maquia  pela “família chulista”.

Não há prostituta em Portugal que ganhe tanto dinheiro como esta “madona” da estrada.

Dizem que é por ser especialista em marketing. E eu acredito.

É que a “gaja” é tão sabidona que oferece aos clientes uns pontos (ou uns descontos) pra estes acumularem. Mas sempre à espera que os pacóvios se esqueçam da data em que podem usá-los, no super-mercado.

É que a prostituta tem concorrentes!

Mas a espertalhona deve ter estudado economia e finanças. Por isso se concertou com as colegas “da vida” pra estas também se fazerem “caras”.

E as charlatonas das concorrentes cumprem à risca o compromisso!

Assim, todas têm dinheiro para o mais caro bâton, para os melhores cabeleireiros e esteticistas, e até para o botox renovador, mantendo o corpinho atraente, embora cada vez mais longe do natural.

Mas que interessa isso se a clientela continua a crescer, mesmo com o vencimento a diminuir?

 

 

 

 

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às 18:48

ET PLURIBUS UNUM ( UM POR TODOS TODOS POR UM)

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 10.05.10


 

 

M.A. queixou-se-me, designando-me por “moderador”, que enviou via email um comentário mais completo do que aquele que aparecia ao fundo do texto “Madre Emilinha”.

A verdade é que tal comentário não me chegou pelo email que consulto diariamente ( cunharibeiro267arrobahotmail.com).

O que me chegou a esse endereço foi o mesmíssimo comentário que ficou registado ao fundo do dito texto do blog, e que é EXACTAMENTE o mesmo que aquele.

 

Para que não restem dúvidas, irei, a seguir, reproduzir tais comentários, na íntegra ( os quais são, como disse, iguais):

 

  1. I. Comentário escrito e registado sob o texto "Madre Emilinha", escrito no BLOG:

 

De Anónimo a 8 de Maio de 2010 às 23:50

Pelo que eu sei não foi só horta que cedeu em benefício da aldeia, a estradão de acesso ao viveiro foi construído em grande parte nos seus terrenos.

Devia-se fazer uma homenagem póstuma e si a sua família, dar a conhecer ao mais jovens da nossa aldeia  as virtudes da família chaves.

Mas temos uma junta que apenas serve para …. Nada

Cumprs

MA

 

2.  Comentário que veio ter ao meu EMAIL PESSOAL ( cunharibeiro267arrobahotmail.com):

 

 

Olá cunha ribeiro,

Anónimo, deixou um comentário ao post PESSOAS DA NOSSA MEMÓRIA - A MADRE EMILINHA às 23:50, 2010-05-08.

Caso pretenda responder a este comentário, poderá fazê-lo, usando este link.

Comentário:
Pelo que eu sei não foi só horta que cedeu em benefício da aldeia, a estradão de acesso ao viveiro foi construído em grande parte nos seus terrenos.

Devia-se fazer uma homenagem póstuma e si a sua família, dar a conhecer ao mais jovens da nossa aldeia  as virtudes da família chaves.

Mas temos uma junta que apenas serve para …. Nada

Cumprs

MA

 

 

Como se pode verificar, um e outro dos comentários apenas se distinguem, na parte em que a letra está mais carregada, num deles. Fora isso, o conteúdo é o mesmo.


 

Porém, após receber o EMAIL que a seguir vou transcrever, também sem qualquer corte, fiquei a perceber que o tal EMAIL me tinha sido enviado para o endereçoda caixa de correio do BLOG ( parada.aguiararrobaymail.com) o qual eu raramente vou visitar.

Mas, depois de me aperceber dessa possibilidade, lá fui consultar a dita caixa de correio (DO BLOG )- a qual é comum aos autores. Na verdade, lá estava o EMAIL do nosso conterrâneo MANUEL ALMEIDA, ainda e apenas com a identificação MA.

Eis, então, o EMAIL do Manuel, que estava na Caixa de correio do Blog - parada.aguiararrobaymail.com:


podes publicar no teu blog, eu não consigo enviar o mesmo, diz-me que tem caracteres a mais..
pura aselhice...

Caro Amigo Francisco
Como prometi vou estar atento as notícias do teu... nosso Blog da Aldeia de Parada de Aguiar.
Em relação a menina Emilinha (Emília)   tive o privilégio de a conhecer nas suas visitas a aldeia.
Era um figura severa com ar de anjo, gostava de nós juntar na igreja pregava-nos cada seca (na altura) hoje reconhece que os seus ensinamentos serviram para a minha vida.
Pelo que eu sei não foi só horta que cedeu em benefício da aldeia, a estradão de acesso ao viveiro foi construído em grande parte nos seus terrenos.
Devia-se fazer uma homenagem póstuma e si a sua família, dar a conhecer ao mais jovens da nossa aldeia  as virtudes da família chaves.
Mas temos uma junta que apenas serve para .... Nada
Cumprs
MA

 

“De MA a 10 de Maio de 2010 às 11:44

 

Portanto, meu caro amigo e conterrâneo, Manuel Almeida, estiveste apenas semi-identificado até hoje, altura em que reagiste ( como é natural) aos comentários que, quer eu, quer o João e a Cândida fizemos , ontem.

Hoje, identificaste-te com todas as letras do teu nome, ou seja MANUEL ALMEIDA.

Portanto, desfeito que está o equívoco do "anonimato" ( que para o Manuel, já não o seria), convém dizer o seguinte:

  1. A reacção da Cândida e do João são naturais, já que asseguram ter sido f eles que “doaram ao povo” a faixa de terreno que foi necessária para o caminho em causa. Chegam mesmo a identificar as três pessoas que lhes foram pedir.
  2. O comentário do MANUEL também se poderá entender, caso vejamos nele (como eu vejo) apenas e só uma informação colhida de outra(s) pessoa(s) da aldeia, que poderiam não estar bem dentro do assunto.
  3. Já agora gostava que o Manuel explicasse melhor ( caso assim o entenda) como lhe chegou a informação de que foi a Madre Emilinha que doou, e assim ficavam as coisas melhor esclarecidas.
  4. Este BLOG aceita a polémica, desde que feita dentro dos limites da razoabilidade. Pensamos que essa razoabilidade ainda não foi violada.Por isso  trouxe a polémica para a “primeira página” do Blog. Esperando que as pessoas se expliquem até que a verdade venha à superfície.
  5. O ideal dos autores deste Blog é conseguir unir as pessoas a quem o blog possa dizer alguma coisa. E tanto a Cândida como o João, assim como o Manuel estou certo que querem ver este blog progredir, servindo da melhor forma que se conseguir os desígnios da nossa aldeia. Por isso espera-se que todos os paradenses comunguem do mesmo espírito, embora com ideias que podem ser diferentes. Isto porque acreditamos no ditado que diz: A UNIÃO FAZ A FORÇA, e a desunião a fraqueza.
  6. Assim, pedia às partes, aparentemente em oposição, que não extremem as suas razões de forma emotiva. Mas racionalizem e relativizem as coisas de modo a chegarem à conclusão que, sendo da mesma terra, têm interesses comuns que devem prevalecer.

 

O comentário a seguir, o último até agora feito pelo Manuel,  já devidamente identificado com o seu nome, como  disse, embora denote alguma efervescência do seu autor, visto a uma nova luz, deverá ser lido com esse espírito do ET PLURIBUS UNUM ( já que estamos num clima de comunhão benfiquista), ou seja do:

UM POR TODOS E TODOS POR UM.

 

Diz, então, o Manuel Almeida:

 

Um comentário não deixa de ser um comentário.

 

O meu comentário a ilustre e distinta figura da “Madre Emilinha” não esta completo, o moderador deste fórum, tem em seu poder o comentário na integra, onde consta a minha identificação, após o envio acidental do comentário enviei por e-mail o mesmo completo.

 

  

 

Só não percebo o comentário do moderador.

 

“E já agora, com a devida vénia, caro M.A., enfrente o "boi pelos cornos". Quando temos razão até os "bois" fogem de nós”

 

  

 

Mas esquecendo essa parte, nunca tive medo de ninguém e coragem não me falta para falar seja com quem for “nada devo nada temo”, no que respeita a enfrentar os  “bois”  não faz parte do meu modo de vida porque sempre fui amigo dos animais, não os enfrento mas sim acarinho.

 

Quanto a eu estar mal informado, ainda bem que existem pessoas bem informadas para ensinar e esclarecer aqueles que estão mal informados.

 

  

 

Em relação ao nome  “ESTRADÃO DO VIVEIRO” sempre foi conhecido por este nome,  as modernices é que lhe vieram dar outro nome “RUA DO VIVEIRO”

 

  

 

Quanto ao dar, talvez não existe ninguém na aldeia que não tenha dado, mas para dar também foram servidos.

 

  

 

No que toca as provas escritas, entregue-as ao moderador deste blog e ele que as publique.

 

  

 

Cumprs

 

MA

 

(Manuel Almeida)

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às 16:42

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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