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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


O MEGALÓMANO

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 20.05.10

 

 Poderei estar a cometer um erro de análise, mas que estou convencido de estarmos a ser governados por um perigoso megalómano lá isso estou.

 Se a psicologia nos diz que o megalómano é todo o indivíduo que sobrestima as suas capacidades, ou que se considera  dotado de grande superioridade em relação aos demais, ou mesmo um predestinado, que é que eu devo pensar depois de ver Sócrates em palco, todo este tempo, a fazer o que faz e a dizer o que diz?

 Comecemos pelo que diz:

 

 " ... nada temo. venha o que vier... nunca será maior do que a minha alma..."

 

"Nada temo"? - percebe-se porquê. Não sabe onde está o perigo... Atravessa a estrada e nem repara se vem algum carro, como certos canídeos que morrem na estrada por causa disso...

 

"... venha o que vier..." - pode ser um kamikase? Um árabe pronto a morrer carregado de dinamite? ( talvez não...)

 

" Nunca será maior do que a minha alma?" - Que alma? Onde está ela que ninguém a viu até hoje?

 

Quem diz isto sobre a sua própria pessoa, desculpem lá, só pode estar a delirar... a julgar que é um ser superior a tudo e a todos...a autoprojectar-se para além dos limites da realidade... em suma, só pode ser megalómano.

 

 

E agora vamos ao que ele faz ( ou tem feito):

 

 

  -Fez um curso de engenharia que, enfim...;

  -Como ministro de A. Guterres destacou-se pela sua luta obstinada contra tudo e contra todos, na imposição da co-incineração...;

  - Ainda como ministro de Guterres, colaborou activamente na realização do Euro 2004 em Portugal, permitindo com isso gastos mirabolantes na edificação de estádios de futebol´completamente inúteis, por desnecessários;

  - Ganhou uma maioria absoluta que lhe caíu do céu, mas que ele interiorizou como vitória pessoal, o que lhe alterou ainda mais o estado maníaco;

  - governou quatro anos sem sentir grandes incómodos da oposição, mas que ele interpretou como incapacidade dos outros perante a sua força e capacidade pessoais;

  - Mesmo governando pessimamente, com o desgaste que teve na luta contra os professores, acabou por ganhar de novo as eleições, embora com maioria relativa. O que lhe fez crescer ainda mais a fantasia de que "é o melhor político de Portugal" ( ideia que com toda a certeza  o acompanha ).

 

 

 Ora tudo isto somado o que dá?

 

 Um homem que se  hiperdimensionou em relação aos demais. Que se julga capaz de tudo, e mesmo do impossível. Com a sua auto-estima em ascenção hiperbólica descontrolada. Um homem que deixou de poder ver a realidade através da transparência do raciocínio normal, passando a vê-la desfigurada por lentes artificiais que se lhe colaram aos olhos. Um homem vesgo que pensa que o não é, porque o espelho está desfigurado. Em suma, um homem doente, maníaco e megalómano, a olhar em frente sem se preocupar com mais nada a não ser a sua própria grandeza.

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às 22:47

COMO FAZER COMENTÁRIOS AOS TEXTOS

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 20.05.10

 

Alguns dos nossos leitores não comentam os textos porque ainda não sabem como fazê-lo o que é normalíssimo, pois tudo o que sabemos hoje, foi por nós  ignorado ontem.

Eu vou tentar, neste post, explicar o que deve fazer o leitor, quando quiser deixar um comentário no Blog.

 

Peguemos num texto ao acaso. Por exemplo, o texto seguinte:

 

O PADRINHO

 

Eu acho que certos políticos se moldam politicamente tentando ser diferentes naquilo em que um seu antecessor foi pior, ou mal sucedido.

Sócrates, por exemplo, que foi ministro de António Guterres, e, por conseguinte, o conheceu muito bem, não quis herdar do antecessor a sua "fraqueza política" mais  criticada, isto é, a sua cedência contínua aos interesses corporativos. Sucede porém que a decisão em descolar do seu (arrisco a chamar-lhe) “padrinho político” se transformou numa praxis política fortemente penalizadora para o nosso país.

Guterres, de temperamento sensível e mole, deixou-se cair nas mãos das corporações e do seu próprio aparelho político. A sua campanha eleitoral, para o primeiro mandato, tinha um ideário (um conjunto de ideias) correcto para cumprir , caso fosse ele, o eleito. Essas ideias eram autênticos desígnios nacionais: a aposta forte na Educação, como uma mais valia a médio e a longo prazo, para o país, e o ataque cerrado à corrupção, através da decapitação das nomeações partidárias ( alguém se lembra da frase “ no jobs for de boys”, que ele tão bem popularizou?).

Todavia, a sua boa vontade e inteligência políticas esbarraram contra as divergentes formas de estar na política e na vida dos seus supostos correligionários. Estes, sem a estatura moral e ideológica do mestre, remeteram-se à pura agiotagem do orçamento comum, servindo os seus próprios interesses, remando sempre para o lado contrário daquele que estava na mente sã do seu chefe.

E foi assim, preso no espaço apertado do seu ideal, abandonado logo após as eleições pelos seus pseudo-seguidores, que Guterres foi sufocando perante os interesses sucessivos das corporações e dos lobbys.

Que havia, pois, de fazer um homem abandonado e só? Nada. Apenas ceder até não aguentar mais o fiasco político das reformas que queria introduzir e desenvolver.

Acresce que, no meio da seita esbanjadora, havia alguém muito atento a aprender com o seu primeiro ministro. Nada mais nada menos que o ministro do ambiente, José Sócrates.

Ora, este ministro de A. Guterres enquanto ia ajudando à “desleitação” financeira e económica do país, ia aprendendo a lição. E terá cogitado com os seus botões: “ Bem, Zé, se um dia fores primeiro ministro – como desejas – já sabes que não podes fazer como Ele…”.

E não fez.

Fez-se, sim, de homem duro, implacável; blindou-se o mais que pôde contra as corporações, centrando o seu esforço na luta sem tréguas contra aquela que o seu “padrinho político” tinha escolhido como alavanca de progresso social e económico – os professores.

E foi assim que o auto-projectado antípoda político de António Guterres, começou a (des)governar o país.

Resultado: Se Guterres “conduziu” o país ao estado de “tanga” desmascarado por Durão Barroso ( e que ninguém contraditou); Sócrates arrastou-o para um dos maiores descalabros que lhe conhecemos na história contemporânea.

Mas há esta diferença de vulto entre os dois:

Guterres gastou demais, mas distribuiu por muitos aquilo que pôde, e mesmo o que não pôde; Sócrates esbanjou tudo o que confiscou aos que trabalham, e entregou o país aos poderes hetero-fágicos ( e egoístas) da “grande e bondosa” Europa, que sempre se preocupou com a fome dos seus vizinhos, embora depois de ter o seu próprio celeiro a abarrotar.

 

Ora, por baixo do texto de um post aparece sempre, mais ou menos,

ISTO:


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às 20:05

AGOSTINHO RODRIGUES ESCREVE SOBRE " O ÚLTIMO TANGO EM LISBOA" ( DANÇADO PELO PAR: SÓCRATES / PASSOS COELHO )

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 20.05.10

A comunicação Social, através dos seus meios, informou o ZÉ POVINHO, que o Dr. Passos Coelho, se ia reunir esta semana com o Sr. 1º. MINISTRO, Eng. Sócrates, quais as medidas a tomar sob o aumento de impostos, cortes no 13º. Mês e outras medidas mais. Por sua vez o P.S.D. já reuniu o seu Estado Maior e diz que só cede se o GOVERNO, cortar 2,09% nos Srs. GESTORES e Srs. POLÍTICOS. A conversa está a ficar boa. Vamos esperar para ver o que sai das cabecinhas pensadoras desses Srs. Bem. Enquanto for assim nada mal. Nada mal, em comparação com a nossa vizinha Espanha. Aí, os cortes vão ser 5% já a partir do próximo mês “JUNHO”, segundo o Sr. 1º. Ministro ZAPATERO. Só com uma pequena diferença. È que os salários lá são bastante mais altos dos que se auferem aqui em Portugal. Isto dos funcionários públicos e trabalhadores em geral. Porque os vencimentos dos Srs. Políticos lá, senão me engano, até são mais baixos do que aqueles que os nossos auferem cá neste Portugal das Maravilhas. É que neste Portugal das Maravilhas, houve uns Srs. Que ao tempo com bastantes responsabilidades na governação do País, se lembraram que estavam a ganhar muito pouco em relação aos seus colegas de outros Países e, vai daí, há que fazer um reajustamento aos seus vencimentos “GANANCIOSOS”, mandando ao mesmo tempo apertar o cinto às massas. Agora digam-me lá se podemos acreditar nestes Srs. Tal vai a conversa, não é que mais uma vez vão mexer no bolso do ZÉ POVINHO. Era de estranhar se isso não acontecesse.

Hoje dia 13-05-2010, depois de tanto se ter comentado e falado sob a tal reunião entre o Sr. 1º. MINISTRO e o Sr. D. PASSOS COELHO, aí estão os frutos dessa mesma reunião que logo o Sr. 1. MINISTRO, veio dar em notícia de 1ª. Mão aos PORTUGUESES, esperando e fazendo votos que estes compreendessem a razão pela qual, quer o GOVERNO, quer o maior partido da oposição as tinham de tomar e, que seriam as mais justas para todos. Para todos nós, ponto e vírgula. É que ganhar milhões, não é o mesmo que ganhar dezenas, centenas ou milhares. A prova disso, é que nesse mesmo dia, depois do noticiário das 20H00 em entrevista feita aos Srs. D.Basílio Horta e João Salgueiro, o Sr. D. Basílio foi o próprio a dizer que ganham mais alguns GESTORES num dia do que ele ganha num mês e, isto é o Sr. D. Basílio que tem um lugar de destaque neste PAÍS. Por aqui, pode-se ver as diferenças que existem na nossa sociedade. Isto torna-se vergonhoso. Para quem tem uns aninhos e não tem a memória curta, foi no fascismo e é na democracia. Só mudam os nomes das coisas para inglês ver, mas o cheiro é o mesmo, como diz o compadre alentejano, mudaram-te o nome, mas eu bem te conheço.

Agora eu pergunto: - Porque é que estes Srs. Que fizeram esta reunião, não tiveram a ousadia e coragem de irem buscar 20% aos que ganham milhões, na vez de 5% e deixassem os pobres em paz para comer a sopinha descansados. Mesmo assim, estes Srs. Ainda ficavam com 80%, o que ainda dá muito dinheiro ao fim do ano. Mas como eles “POLÍTICOS”, estudam todos a mesma cartilha, quer sejam de Esq. Ou Dt.ª, eis os resultados que temos.

 

 

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às 19:57

É "ÓBVIO" QUE LULA TEM TEORICAMENTE RAZÃO - MAS SERÁ QUE PRATICA?

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 20.05.10
Se os políticos deixassem «de inventar» era mais fácil governar o mundo, diz Lula da Silva

«Se nós, como políticos, fizéssemos apenas o óptimo e não tentássemos inventar tanto seria muito mais fácil governar o mundo. É uma palavra pequena mas muito necessária na arte de governar. Tudo fica menos complicado quando se pratica o óbvio», afirmou o presidente brasileiro, num seminário sobre a economia brasileira em Madrid.

«Um inventor pode inventar o que quiser, mas um governante tem que fazer o óbvio», insistiu.

Recordando os seus quase oito anos à frente da presidência brasileira, Lula da Silva insistiu que esta vontade de Governar deve ser o fio condutor da acção dos líderes: «Não é complicado governar. Complicado é não governar», disse.

Num discurso de mais de 45 minutos, o presidente brasileiro – que hoje visita Portugal – defendeu o realismo na economia e medidas que são «óbvias», mas que muitos consideram complexas de implementar.

«Temos que aplicar o que Henry Ford dizia: pagar salários que permitam aos trabalhadores da Ford comprar os carros que produziam», disse.

E num momento de falta de confiança, de receio sobre a situação económica global, Lula da Silva reiterou um dos elementos centrais da sua governação: «ajudar os brasileiros a gostar de si próprios, a ter auto-estima».

«O brasileiro é um povo que esteve séculos à espera de uma oportunidade. Aprendeu os seus modos por doutrina, por termos sido colónia, por considerarmos que éramos insignificantes e que tudo o que vinha de fora era melhor. Que se fosse dos EUA ou de alguns países europeus então era 'top'», afirmou.

«Não nos respeitávamos e achávamo-nos de segunda categoria. Por isso fiz a campanha ‘eu sou brasileiro e não desisto nunca’, porque nenhuma nação vai para a frente se não acreditar em si própria», insistiu.

O resultado foi criar uma sociedade que é hoje «orgulhosa», cujos embaixadores «andam de cabeça erguida» e cujos representantes sabem que «são levados a sério nos países onde estão».

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às 00:09

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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