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BLOGUE PARADA DE AGUIAR - Mais sobre mim


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ela, 2. antonio candido . 8341659518_ecc98db9f2_m . Cândida dos Reis Dias Pinto . minha foto. agostinho ribeiro . agostinho . francisco gomes .

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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


ALMEIDA SANTOS PERDEU A RAZÃO

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 29.07.10

Almeida Santos é um veterano  da política. Parece que sempre calçou as chuteiras e vestiu a camisola do partido socialista, com "lucros e dividendos" a que milhões de portugueses ( incluindo a minha ascendência ) nunca acederam ,nem nunca poderão aceder.

Havia, há e haverá quem, provincianamente, lhe admire a verve parlamentar. Eu, muito sinceramente, depois do “fogo cruzado” ( se não estou em erro, o nome de um programa de televisão que fez com Alberto João Jardim) fiquei a achá-lo mais um político a engrossar o pelotão dos que falam, falam e não dizem nada.

Agora veio a terreiro tecer elogios desmesurados  a José Sócrates. Revelando-se quase sobrenaturalmente fascinado por um "cometa" da nossa política que, por engano evidente, alguns classificam de "estrela".

Só o seu estado de óbvia senilidade, e gritante miopia política, poderá justificar uma tal atitude que mais parece um "orgasmo metafísico" saído do fundo virtual de uma fantasia ou imaginação destemperadas. Sócrates é claramente um péssimo primeiro ministro. As pessoas que pensam, sem paixões partidárias a ofuscar-lhes o raciocínio, sabem-no bem, e muitos, sobretudo os que experimentaram na pele os efeitos dolorosos da sua política,  exprimem-no, sem ambiguidades, sempre que podem, porque acham ser um dever cívico alertar para o logro que tolhe a razão aos que votaram em Sócrates nas últimas eleições, permitindo que continue a conduzir  o país para o descarrilamento mortal.

Do mesmo modo que houve  quem acreditasse em Vale Azevedo até ao fim, sabendo-se hoje como estavam enganados,  visto o mal que fez  a uma instituição fortemente implantada na sociedade como o Benfica, também hoje temos gente como Almeida Santos pelos quatro cantos do nosso país a deificarem um simples e falível mortal como  Sócrates, porque ainda não se aperceberam do logro em que caíram e de onde ainda não souberam sair

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às 01:10

SALAZAR VISTO POR SEIXAS DA COSTA

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 28.07.10

 

Estava um dia de intenso calor. Tinha acabado de desembarcar na estação da Régua, vindo de Vila Real, pela velha linha do Corgo. Aguardava o comboio que, partido de Barca d'Alva, me levaria ao Porto. Aí apanharia a ligação para Lisboa, onde deveria chegar depois de uma viagem de cerca de 10 horas. Era assim, no Portugal de então. "A rádio está a anunciar que morreu o Salazar", disse-me o meu cunhado, que tinha ido tentar apanhar, na tabacaria, o "Diário de Lisboa" do dia anterior, que não tinha chegado a Vila Real e cuja leitura era então, para nós, "obrigatória".

Recordo-me bem de não ter tido qualquer sentimento particular perante a notícia. Salazar tinha morrido politicamente quase dois anos antes, em Setembro de 1968, quando fora substituído por Marcelo Caetano. Desde então, a decadência física do antigo ditador havia sido exposta algumas vezes à mórbida curiosidade pública, com patéticas aparições cuja mediatização quase que parecia destinada a sublinhar o deperecimento político do próprio salazarismo. Alguns, mais bem informados, conheciam o episódio caricato da entrevista ao "L'Aurore", que revelava a existência de um cenário de ilusão em S. Bento, que dava a Salazar a ideia de que ainda era chefe do governo, com a participação teatral de alguns ministros.

No que aos portugueses verdadeiramente interessava, o caetanismo mostrara, nesse período, ter chegado ao limite em termos de abertura política. Uma crise académica séria atravessara o país. As eleições de 1969 haviam constituído uma enorme farsa, a política colonial mostrava-se, definitivamente, como o eixo cristalizador de um regime em que a repressão e a censura se acentuavam de novo. Sá Carneiro e a "ala liberal" iam perdendo as esperanças na propalada "primavera política".

Passam hoje 40 anos sobre esse dia, quase tantos quantos o regime autoritário dirigido por Salazar, que começou e se prolongou sob tutela militar, havia imposto a Portugal. Menos de quatro anos depois, outros militares iriam pôr termo ao que restava do salazarismo.

 

Desde então, Salazar transformou-se numa curiosidade histórica. Revindicado por saudosistas ou diabolizado pelos opositores, talvez venha a propósito lembrar que a única vez que se sujeitou a sufrágio - e foi eleito - foi durante a vilipendiada Primeira República.

 

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às 19:58

FRANCISCO JOSÉ GOMES - O PRIMEIRO ASSOCIADO A ADERIR COM TRANSFERÊNCIA BANCÁRIA

por cunha ribeiro, Terça-feira, 27.07.10

 

 O NIB, como já informei, está no canto superior direito do BLOG. Basta fazer transferência no multibanco marcando esse número. Guardar o comprovativo, e enviar ou guardar para entregar.

 

Francisco José Gomes acaba de o fazer.

 

Bem vindo, conterrâneo e amigo, Francisco.

 



Exmo(a) Sr(a)

Na sequência do pedido efectuado por FRANCISCO JOSÉ GOMES, temos o prazer de lhe enviar em anexo o comprovativo de registo da operação Transferência outros bancos com NIB, efectuada no serviço Caixadirecta on-line.

FRANCISCO JOSÉ GOMES envia-lhe ainda o seguinte comentário:
Caro amigo Francisco Cunha É com satisfação que te comunico que acabei de aderir à Associação "O PRAZER DA MEMÓRIA". Um Abraço. Fica bem. Francisco Gomes

Em caso de dúvidas ou sugestões, contacte o serviço Caixadirecta pelos telefones (24 horas por dia/todos os dias do ano):

 

Com os melhores cumprimentos,

Serviço Caixadirecta

De: FRANCISCO JOSÉ GOMES

Assunto:

Comprovativo de operações Caixadirecta

Comentário: Caro amigo Francisco Cunha É com satisfação que te comunico que acabei de aderir à Associação "O

PRAZER DA MEMÓRIA". Um Abraço. Fica bem. Francisco Gomes

O Serviço

Caixadirecta registou a operação - Transferência outros bancos com NIB -

com os seguintes dados:

Conta destino

0076 0000 44001457101 96

Preço

0,00 EUR

Montante

20,00 EUR

Descrição

ASSOC PRAZER DA MEMOR

Data

27-07-2010 09:51

Serviço

on-line

Estado

Enviada SIBS

Informação processada pelo serviço

Caixa

directa em 27-07-2010 às 09:56:41 (hora Portugal Continental) - ID: 1033001653

 

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às 15:03

OS DOIS "AMIGOS"

por cunha ribeiro, Terça-feira, 27.07.10

 

 

 São os dois de Parada de Aguiar. Os dois têm tido responsabilidades no que de bom ou mau se tem feito na aldeia. Parecem amigos, mas tenho  dúvidas q.b. que o sejam deveras.

 Um dia, a propósito de alguém que já cá não está, e de quem os dois pareciam amigos,   disse-me um deles: "ele  queria fazer a casa dele aqui em Parada, em tal sítio, mas fulano ( o tal "amigo"), também tem interesse naquele terreno e desencorajou-o...

 Não dei grande importância ao que me foi dito, naquela altura. Mas hoje, relembrando este episódio ,  fico a perceber muito melhor o comportamento das duas pessoas em causa.

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às 01:01

PAULO PORTAS A TOCAR A NOTA CERTA ( CORREIO DA MANHÃ)

por cunha ribeiro, Terça-feira, 27.07.10

"Com este primeiro-ministro não vamos lá"

O líder do CDS-PP, Paulo Portas, reiterou esta segunda-feira que a solução para o País passa por um acordo entre PS, PSD e centristas para governar o País nos próximos três anoPor:Cristina Rita

 

"Com este primeiro-ministro não vamos lá", explicou Portas, insistindo que José Sócrates não tem um projecto nacional para Portugal e tal entendimento seria uma "solução responsável".

Estes argumentos voltaram a ser defendidos pelo líder do CDS em entrevista à 'SIC Notícias'. Portas já tinha pedido ao primeiro-ministro para se demitir no debate do 'Estado da Nação'.
 
Questionado se o acordo não era um "arranjinho", como frisou, então, José Sócrates, Portas argumentou: "Para mim é uma solução para resolver um impasse."

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às 00:44

RUA DR ABÍLIO RIBEIRO, METADE ALCATRÃO, METADE POLÉMICA

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 26.07.10

 

 

 Ainda bem que se vão ouvindo vozes como esta deste "anónimo", CAMPOS, que toda a gente conhece.

A prova de que havia gente a favor da minha tese ( e já agora da tese do Asdrúbal que deixou calar a sua ideia permitindo que  outros interesses vencessem).

 

 

Anónimo, deixou um comentário ao post MANUEL ALMEIDA ESCLARECE UM POUCO MAIS O ASSUNTO "CASA DO ADRO" às 17:44, 2010-07-26.

Caso pretenda responder a este comentário, poderá fazê-lo, usando este link.

Comentário:
Já agora, Sr. Manuel Almeida, com certeza queria se referir a ADRO e não ARDO.
Quanto ao caminho privado Rª  Dr. Abílio Ribeiro só foi construido , melhor alcatroado para satisfazer as necessidades de alguns ilustres moradores dessa aldeia que tambem considero minha,pois um caminho que não cabe nem uma carrinha para passar para o centro da aldeia não merecia ser alcatroado enquanto para o caminho principal que serve toda a aldeia continua a maior parte em paralelo gasto velho sujeito a acidentes no inverno rigoroso como é o de Parada do Corgo,mas a estes compadrios já estamos nos todos habituados,pelo menos os que não são beneficiados com eles é que dão mais conta.Pois um dinheiro que é para o bem da aldeia ser gasto só para beneficio de alguns? Democracia?Volta Salazar......
 

 

Campos (?)

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às 19:23

MAIS UM TEXTO MAGNÍFICO DO EMBAIXADOR SEIXAS DA COSTA

por cunha ribeiro, Domingo, 25.07.10
 
Eis mais uma pérola narrativa de Seixas da Costa, nosso embaixador em Paris. Quando leio Seixas da Costa vem-me à memória outro português, também ilustre,também diplomata, também em Paris, também um excelente e consagrado escritor. Chamava-se Eça de Queirós.

 

domingo, 25 de julho de 2010

Personalidade

Quando o embaixador pediu ao motorista para parar o carro, aí a uns 500 metros do hotel para onde se dirigiam para almoçar, o jovem diplomata que o acompanhava ficou um tanto surpreendido. Estavam alguns graus negativos, o caminho tinha muita neve e, na realidade, não havia nenhuma justificação para que a viatura oficial os não deixasse, confortavelmente, à porta do hotel. Porquê ficar àquela distância? Atendendo, porém, ao facto de que o seu recém-chegado chefe estava a ser pródigo em atitudes algo bizarras, o nosso jovem já nem reagiu. "Vamos a pé", comandou o embaixador, levantando a gola e arrancando, sob o vento e a neve, para o distante hotel. 

O secretário de embaixada seguiu-o, naturalmente. A passada do embaixador começou, contudo, a acelerar, assumindo quase um ritmo idêntico ao dos corredores da marcha olímpica. O jovem diplomata ainda o acompanhou por algumas dezenas de metros mas, a certo ponto - o que é demais é erro! -, decidiu ir ao seu próprio ritmo, sem seguir aquela passada sem sentido, cansativa e desnecessária. Quando, por fim, chegou à porta do hotel, o embaixador esperava-o, há quase um minuto, com um sorriso leve. E foram almoçar.

Passou um ano. As relações entre o embaixador e o seu secretário estabilizaram num bom ambiente, com as manias do primeiro a serem aceites, já sem surpresas, pelo segundo. A certo ponto de uma conversa, o embaixador perguntou: "Você lembra-se, um dia, de eu ter acelerado muito o passo, numa ida a um restaurante, tendo você ficado para trás?". Claro que o secretário se lembrava desse episódio, nunca tento tido a ousadia de o referir. "Você marcou pontos nessa ocasião", disse o embaixador. "É que aquilo foi um teste. Eu tinha acabado de chegar, não o conhecia bem. Tomei essa atitude para o experimentar. Se você me tivesse seguido, no ritmo exagerado de passada que eu utilizei, isso significava que você era uma pessoa fraca. Como não me acompanhou, mantendo o seu próprio ritmo, percebi que você tinha personalidade e vontade própria. Passou no teste".
Esta é uma história verdadeira. As pequenas embaixadas são microcosmos onde se potenciam as idiossincrasias, onde por vezes se agudizam gratuitamente tensões e onde o isolamento faz vir ao de cima traços insuspeitados de caráter, às vezes mesquinhos e autoritários, outras vezes surpreendentemente generosos e delicados. São "caixas de Pandora" da personalidade de cada um, mas onde nem sempre as surpresas são as melhores. Como Salazar dizia das pessoas que trabalhavam num certo departamento do Ministério dos Negócios Estrangeiros, às vezes fico sem saber se há alguns que vão para a carreira diplomática porque são assim ou se ficam assim por terem ido para a carreira diplomática...

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às 18:59

ALTERAÇÃO DA DATA DO CONVÍVIO DA ASSOCIAÇÃO " O PRAZER DA MEMÓRIA"

por cunha ribeiro, Domingo, 25.07.10

Não gosto nada de anunciar para uma data determinado acontecimento, e a seguir, alterá-lo para data diversa.

Todavia, depois de algumas trocas de opiniões, decidi - ou melhor, decidimos - mudar a data do convívio da Associação "O Prazer da Memória" para sábado, dia 7 de Agosto, ou Domingo, dia 8 de Agosto.

 Esperamos que não cause transtorno a ninguém. Mas se causar pedimos desde já as nossas desculpas.

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às 18:42

ABSOLUTAMENTE DE ACORDO COM FRANCISCO JOSÉ VIEGAS

por cunha ribeiro, Sábado, 24.07.10

Toponímia.

 

 

 

O nome das ruas é um assunto tremendo e as comissões de toponímia deviam ser mais escutadas e mais bem preparadas. E também devia ser estudada a quantidade de ruas que muda de nome consoante as mudanças na política. No Porto, o executivo da Câmara não atendeu uma proposta para atribuir o nome de José Saramago a uma rua da cidade (não sei qual). À partida, a decisão é má. Se Saramago fosse propriedade de um partido político, compreendia-se; mas trata-se do nosso Nobel da literatura, e provavelmente irá ficar na história com mais justiça do que qualquer um dos políticos vivos que já têm o nome inscrito na toponímia nacional. Requer-se um certo distanciamento. Não só de tempo. Também de juízo crítico. Eu também não gosto muito de Manuel Fernandes Tomás, mas é a vida.

 

F. J. Viegas

 

[Na coluna do Correio da Manhã.]

 

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às 12:59

MANUEL ALMEIDA ESCLARECE UM POUCO MAIS O ASSUNTO "CASA DO ADRO"

por cunha ribeiro, Sábado, 24.07.10

O Manuel Almeida está a demonstrar que o que se faz na aldeia com dinheiro do povo ( seja via Conselho Directivo, seja via Junta de Freguesia ) merece pelo menos ser debatido, ou explicado. E está a dar um contributo muito positivo para esse esclarecimento. Pena é que todos aqueles que sabem e podem esclarecer não o façam a não ser em conversas de rua ou de café. É que, fazendo-o aqui no BLOG fica o registo inequívoco do que se diz. O que é o melhor caminho para a VERDADE que penso, todos deverão desejar.

Apenas um pequeno reparo ao Manuel Almeida:

Não me parece bem a introdução que faz a alguns textos " Vou voltar a explicar...etc...", dando a ideia que já não valeria a pena esclarecer o que já estaria esclarecido.

Caro Manuel Almeida:  Há muita gente, entre os quais eu me incluo, que pouco sabem destes assuntos, e quererão certamente saber. Por isso, o que tens feito é tão importante.

E os paradenses saberão agradecer... Penso eu... ( mas não: "de que", como o outro...).

 

 

CASA DO ADRO

 

 

Caros  Paradenses:


Vou voltar a explicar aquilo que já foi mais que explicado e esclarecido.

Em relação a casa de S.Pedro  “Pois bem, a dita SEDE era, nem mas nem menos, a CASA de S. PEDRO que a Junta comprou” a casa foi comprada pelo conselho directivos dos baldios de Parada de Aguiar no ano de 1993 ou 1994  se não me falha a memória era eu Presidente do conselho directivo e Presidente da Assembleia de Freguesia.

Fazia parte do conselho directivo comigo o Serafim Pipa e o falecido Arnaldo, mais tarde o Sr. Domingos  da Almerinda e o Sr Armando cunhado do Arnaldo.

O negócio da Casa foi feito com o António Balouta que tinha uma procuração da Irmã Ermelinda (proprietários da casa) e o Sr. Fausto de Telões, custou 600/650 contos é compra foi feita para o Conselho directivo, que julgo, foi cedida no mesmo ano o direito a junta de freguesia sempre com a condição de na altura das festas ser utilizada pelas comissões, se não me engano esta em acta da assembleia de Freguesia de Soutelo de Aguiar esta decisão.

Quanto a dita rua " Rua do Bairro de Trás do Iteiro" se os paradanses se recordam era um caminho de gado, não me recordo quem procedeu ao alargamento mas recordo-me quem o calcetou ou mandou calcetar.

Esta rua tem uma toponímia decidida em Assembleia de Freguesia “+- 1995” está em acta “ Rua Dr. Abílio Ribeiro”, e foi feito um protocolo com a Câmara que cedeu os paralelos e o Conselho directivo pagou a mão-de-obra, se não me engano foram 750 contos, pagos ao Raul de Cidadelha e ao José António Rodrigues, um Paradense radicado em Lisboa.

Só não percebo como veu a baila um compromisso de 10.000 euros.

Alguma coisa esta errada, quem era Presidente do conselho directivo na altura da alteração do paralelo para o alcatrão era o Irmão do presidente da Junta o Ramiro Dias, nunca ouvi falar de tal negocio, mas de facto cheira-me a esturro.

Eu explico;

A junta de freguesia recebeu das eólicas 100.000 para gastar na aldeia, pelo que eu ouvi foi para alcatroar o Rua Dr. Abilio Ribeiro e o ardo de S.Pedro e construir um mamarracho no ardo de S. Pedro.

Mas pergunto, a Rua Dr. Abílio Ribeiro não devia ter sido feita pelo Arménio Gonçalves, já que foi ele que a destrui com a passagem do saneamento…. Foi feito o acerto de contas com ele, foram lhe descontados os metros de calceta que ele deveria fazer e não fez..

Quanto as promessas “ cada um tem o que merece” ….


Manuel  Almeida

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às 12:08

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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