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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


Freeport - um "Espírito" que paira no Ar

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 04.08.10

 

O Freeport já tinha morrido. Quiseram ressuscitá-lo. Agora é apenas um espírito que paira no ar.

Por isso não estranhem o facto de o Ministério Público andar tanto tempo a investigar e nada ter encontrado. É que o FREEPORT é do domínio do além,  um fenómeno espiritual. Por isso, entreguem a investigação a quem entende de fantasmas, de espíritos, ou lobisomens, nunca aos Procuradores, que têm os olhos bastante fechados... para os espíritos.

Se querem descobrir alguma coisa sobre o FREEPORT contratem um padre ou um bruxo. É a única forma de se sair deste imbróglio.

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às 12:47

Mas, Caro Francisco J. Viegas, infelizmente Mário Bettencourt Resendes já não é Director do DN

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 04.08.10

 


Terça-feira, 03.08.10


Lembro-me de Mário Bettencourt Resendes nesta semana de morte. Não sei se a vida tem um preço, mas creio que não – ou porque o seu é demasiado elevado ou porque a vida não está à venda. Mas lembro-me de alguns gestos seus no velho jornal da Av. da Liberdade. E lembro-me de como mencionou que o diretor de um jornal nunca precisava de deixar de ser um cavalheiro. De como o diretor de um jornal devia defender a liberdade de Imprensa, fosse qual fosse o governo. De como devia ser culto. De como devia ser honrado. De como devia manter a sua independência. De como devia ser tolerante. De como devia ser inteligente. À sua maneira, tentou que o ‘Diário de Notícias’ fosse um espelho de tudo isso. Eu gostava do Mário Bettencourt. Era um ‘gentleman’, o que diz quase tudo.

 

Do Blog de Francisco José Viegas, "A Origem das Espécies"


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às 12:39

Faço "meos" os Argumentos de Seixas da Costa

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 04.08.10

 

Uma delícia este relato do Embaixador Seixas da Costa sobre certos procedimentos que temos em certos serviços de certas empresas.

 

Meo


Há dias, tive a infeliz ideia de procurar obter o serviço televisivo da Meo, uma espécie de heterónimo em que a PT se desdobra. Ingénuo, liguei para o número indicado no folheto. Fui atendido por uma "Marta" qualquer, que me falava um delicioso "tecniquês". Como estava com tempo, comecei por ter alguma paciência. Ao final de uns minutos, durante os quais procurei traduzir em linguagem para leigos as questões que me eram colocadas (entremeadas com o nº do contribuinte, BI e outras especificações cumulativas), foi-me dito que tinha uma conta em débito, de 50 e tal euros, já de Março de ano passado, e que, antes de poder ter o serviço Meo, teria de a pagar.

 

Fiquei surpreendido, porque liquido sempre tudo por débito automático em conta, mas, desejoso de arrumar o assunto, perguntei como poderia efetuar o pagamento. E começou a saga. Eu tinha de falar com o departamento de faturação. Não podiam ser eles a ligar para lá? Não, era "procedimento" da empresa ser eu a fazê-lo. Então era eu que ia à procura de uma conta cuja origem não sabia, sobre a qual não tinha qualquer aviso? Assim era e assim foi.

 

Longos minutos passados, entre o "darem-me música" e o saltitar de opções de teclas, lá me apareceu outro "Marta" que, depois de aturada investigação, me informou que a matéria passara para o contencioso e que era com esse departamento que agora teria de falar. Podiam ligar-me para eles? Nem pensar! Era "procedimento" da empresa que tinha de ser eu a iniciar outra busca telefónica. Já devia ter desconfiado... De notar que, nesta fase do processo, a minha paciência começava a esgotar-se e os "Martas" sentiam isso na minha linguagem.

 

E lá fui, telefonicamente, para o contencioso, onde, depois de imensa espera e amplas buscas, me informaram que tinha já juros e me deram um determinado número de processo para poder pagar. Mas isso só era possível numa loja PT, nunca por multibanco - não faltava mais nada que isto fosse fácil!

Como eu tinha visto que havia uma loja PT perto de casa, foi-se lá tentar pagar. Na primeira visita, depois de 45 minutos de espera em fila, não foi possível detetar o débito: aparentemente eu não devia nada.  Numa segunda visita, com nova informação que eu tive de obter do contencioso, lá descobriram o montante em falta. Pronto: tudo ia ser resolvido, mas - atenção! - teria de ser em cheque ou em "cash". Não aceitam multibanco... claro! Quando se pretendeu pagar, a surpresa final: por ser uma loja concessionada, não era possível aceitar pagamentos de contas "em contencioso". Só numa "loja oficial PT". É nestas alturas que o calor também não ajuda à contenção verbal, como a balconista "concessionada" terá concluído. Lá se irá amanhã à "loja oficial"...

 

Resta dizer que, se conseguir vir a pagar (o que não é certo ainda) a tal misteriosa fatura (que nem quero saber a que respeita), o processo da aquisição do serviço Meo terá, então, de iniciar-se, de novo. Devo ter Meo em casa quando aterrar na rue de Noisiel.  E, com isto, terei perdido, ao telefone e pessoalmente, bastante mais de duas horas do "meo" tempo, faltando o que ainda está para vir.

 

É uma pena que Henrique Granadeiro e Zeinal Bava não necessitem de recorrer aos serviços da PT.

E devo dizer que agora percebo melhor agora porque há tantos crimes de sangue no verão.

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às 12:23

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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