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ela, 2. antonio candido . 8341659518_ecc98db9f2_m . Cândida dos Reis Dias Pinto . minha foto. agostinho ribeiro . agostinho . francisco gomes .

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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


Barragens, EDP sacode a água do seu capote

por cunha ribeiro, Sábado, 04.09.10
A Câmara de Vila Pouca de Aguiar parece acreditar que chutando a bola para o Governo a EDP já fez o que tinha a fazer. Esperemos os resultados. Este governo sempre foi avesso a entender injustiças, ou mesmo a corrigi-las. Por isso, desconfio do sucesso  desta iniciativa O mal é que a Câmara parece estar já a cantar vitória...
 
Vejamos a notícia colhida no Site da Câmara Municipal:
 
06-08-2010
Barragem
Empresa aceitou o repto da Secção de Municípios com Barragens da ANMP e entregou proposta ao Ministério das Finanças e da Administração Pública.


As reivindicações da Secção de Municípios com Barragens da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) de inconformidade pelos respectivos concelhos não retirarem qualquer tipo de benefícios pela produção de energia eléctrica, já estão a surtir efeito dado que a EDP anunciou ter feito entrega no Ministério das Finanças e da Administração Pública uma proposta no sentido de uma distribuição da derrama pelos municípios onde se encontram instaladas as barragens que a empresa explora.

Neste sentido, em vez de pagar a totalidade do imposto na sua sede social em Lisboa, a respectiva empresa pode vir a pagar as verbas, ainda desconhecidas, aos municípios que, desta forma, passam a usufruir de receitas pela instalação das barragens nos respectivos territórios.

O presidente da Secção de Barragens, Domingos Dias congratula-se pelo facto do trabalho desta estrutura já estar a dar resultados e considera que «esta é uma medida da mais elementar justiça» e que leva, segundo o autarca de Vila Pouca de Aguiar, a que «os municípios e as suas populações beneficiem de uma parte da riqueza que a região dá ao país».

A derrama é, entre outras, uma das contrapartidas que a Secção de Barragens releva para que os municípios sejam compensados pelos impactos negativos das barragens e cuja localização pode colidir com as opções de estratégia e desenvolvimento local. As contrapartidas visam, naturalmente, elevar os níveis de qualidade de vida das populações locais. Recentemente constituída no seio da ANMP, a Secção de Municípios com Barragens já integra 81 Municípios de Portugal.

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às 23:45

Viagem Guiada a Parada de Aguiar

por cunha ribeiro, Sábado, 04.09.10

 

Se um dia lhe soar ao ouvido o nome “ Parada de Aguiar”  não pense que se trata de uma aldeia que ficou “parada” no tempo como o nome parece sugerir.

Pelo contrário, a aldeia de que vos falo evoluiu muito ( noutra oportunidade contarei como e em quê) – mesmo que ainda precise de se modernizar muito mais , rasgando  outros horizontes .

Mas,  se você que gosta de visitar os lugares simples e belos, tiver o impulso natural de uma visita, então siga-me que eu tenho o prazer de lhe indicar um certo caminho:

Vindo pelas novíssimas auto-estradas, terá , em regra, que passar por Vila Pouca de Aguiar –

 






 

 

lá onde, com pouco exagero,  a Europa, vinda de carro ou  de autocarro,  fatalmente  terá de passar.

Mapa: Vila Pouca de Aguiar  Clique para ampliar  (c) Filipe Moreira / Semantix Todos os direitos reservados




E calcule que será um grande sortilégio para si –  sair da auto-estrada e descer à Vila - sede de concelho, onde pode comer bem, beber bem , dormir bem.

Depois, siga na direcção de Vila Real pela nacional nº 2; conte quatro exactos quilómetros e vire à esquerda,  no sítio do “talho”.

 



A estrada que aí começa permite-lhe deslizar suavemente, num pequeno mas esponjoso troço de alcatrão, que o levará,  sem desagradáveis estremecimentos, para além do rio corgo, até à beira do cruzeiro


 

 

 

( Cruz toda em granito que se ergue  a meio da íngreme subida com esse nome,  onde até o ilustre  Manuel Chaves ( O Sr. Manuelzinho) - que não era de missas – sempre que ali passava, tirava solenemente o chapéu e fazia uma admirável vénia ao criador.

Logo a seguir, porém, surge o antigo empedrado que o leva pela rua central da aldeia até junto da capela;

 

 

e o empedrado mais recente

 

 

 

 

que prolongará a sua viagem até à antiga escola Primária,

 



 

ou até ao bairro nordeste da aldeia ( um bairro ainda sem nome que, se os moradores quisessem e a junta aprovasse, se poderia chamar “dos Emigrantes” , pois quase todos os que aí residem enobreceram a aldeia, não com palácios feitos à custa de   “ouros do Brasil” mas com belas habitações feitas à custa de muito e honroso trabalho como emigrantes por essa Europa fora.

 

Se aprecia os bons ares da montanha, e não gosta, ou não pode,  trocar de carro muitas vezes, estacione no cimo do referido bairro e vá a pé ( a cavalo,  de jeep, ou de tractor também dá ) até ao “Viveiro de Parada”. Repare na prodigiosa construção mural que aí

existe! Muros enormes e de grande extensão amparam largos e longos “jeios”, outrora cheios de canteiros de vários tamanhos e cores, geometricamente desenhados, onde milhares de rebentos se preparavam para ser frondosas árvores.

Tem sede? Então sirva-se e beba! As fontes são aí muitas e delas cai em enormes tanques de pedra, a mais pura água da “Padrela ”; já agora, percorra apenas um quilómetro para Norte e visite a nascente de onde brota uma água vinda do paraíso para servir toda a povoação de Parada –  e jorra a cachão, nas entranhas da Serra; Se descer à mina e beber, poderá gelar os dentes, mas fica na memória com a inolvidável frescura e  paladar dessa água, que levou os antigos a afirmar que no” ventre daquela serra  passava uma veia de mar !”.

No regresso da Serra, pode, logo antes da “Corte do Pereira” ( pequeno e pitoresco vale, onde caíem, pelo Outono,  deliciosas castanhas ) virar à direita, desfrutando, do cheiro a resina que sai dos pinheirais -  e dar uma olhadela ao famoso  “ campo  da veiguinha”;  lá ,onde sucessivas gerações de  jovens  passaram tardes felizes a jogar a bola .

Certamente que agora, saciado do revigorante passeio ao Viveiro de Parada, o viajante não deixará de aí voltar um dia com uma preciosa merenda, e regalar-se sob as sombras magníficas dos ramalhais.

Mas se regressar disponha então de mais umas horas de puro prazer!

A Serra da Padrela foi pródiga com as gentes da aldeia – dizem que por mérito de umas senhoras que aqui moraram, lhe coube a grande extensão de montanha que hoje, por reconhecimento administrativo incontestável, se estende quase de “ cabeça gorda” por cima de

 

 

 

Montenegrelo,



 

até à serra de “novais”, próximo de

 

 

 

 

Zimão:

 





 

 

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às 13:51

A "Estradas de Portugal" vai finalmente indemnizar PARADA DE AGUIAR

por cunha ribeiro, Sábado, 04.09.10

 

Escrevo exactamente o que escutei:

 

" O Conselho Directivo do Baldio de Parada de Aguiar irá brevemente receber 290.000,00 euros ( cinquenta e oito mil contos, em moeda antiga).

 

Caso isto não seja verdade agradecemos aos responsáveis que nos esclareçam.

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às 12:18

Associação "Prazer da Memória", seguem as renovações

por cunha ribeiro, Sábado, 04.09.10

 

Para que conste:

 

O Belarmino Campos e a Fátima Campos seguiram o exemplo do Francisco Gomes e renovaram a sua inscrição, transferindo para a conta da Associação as suas quotas.

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às 11:53

Mais vale vê-los que escutá-los

por cunha ribeiro, Sábado, 04.09.10

Os poderes legislativo, executivo e judicial, ao serem liderados por pessoas incompetentes e corruptas estão a pôr a democracia e os pilares que a sustentam ( liberdade, igualdade, fraternidade) num plano cada vez mais inclinado, e a deslizar, sem remédio, na direcção do abismo.

Expurgar os organismos do Estado daqueles que o têm destruído é, para além de uma necessidade, um gravíssimo dever, se não, mesmo, uma inadiável urgência.

E como a imprensa ( o quarto poder) não tem sido  capaz ( salvo honrosas excepções) de se livrar da asfixia económica e política que a tem submetido aos interesses instalados, não resta outra saída que não seja a emergência de um quinto poder.

Mas um quinto poder não se tornará apenas um inevitável “clone” dos outros quatro?  Os desmandos e fraquezas que existem nestes, não se reproduzirão, inevitavelmente naquele?

Embora não acredite em milagres, e me cause perplexidade a existência de santos p`ra todos os gostos, acredito, apesar de tudo, que ainda há gente honesta neste país. Gente à prova de influências nefastas. Com as “vacinas” em dia.

Será que, em Portugal, não há personalidades capazes, experientes, activas, sábias e sãs?  Que se prepararam para as dificuldades da vida; que já ocuparam cargos de relevo nacional; que pensam bem, e agem melhor; que não vacilam nem mentem; que fazem da coerência um princípio moral ?

Claro que essas pessoas existem. Não as vemos é falar demais, porque preferem agir. Se não são politicamente correctas, é porque são verdadeiras e “vertebradas”. Não acenam sempre que sim, pois pensam pela sua cabeça. Não desejam o poder por pura vaidade ou capricho. Querem-no, antes, para melhorar a vida e os costumes das gentes.

Mas como e onde encontrar esta gente distinta e capaz, no meio de tanta mediocridade humana ? Qual é o crivo que pode separar o trigo do joio?

Querem o meu?

Vejam o que os políticos fazem; não ouçam o que eles dizem. E vejam-nos fazer muitas vezes. E várias coisas. Depois, só depois, escolham.

Querem exemplos? João Cravinho é um deles. Mas há mais. Basta olhar bem o palco onde as personagens vão desfilando; tapar os ouvidos para, literalmente, lhes não ouvir as palavras; e abrir bem os olhos para observar bem os seus gestos.

 

Cunha Ribeiro

 

 

 

 

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às 11:18

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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