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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


Recordar é viver: a foto da equipa do seminário comentada por um dos fotografados

por cunha ribeiro, Terça-feira, 21.09.10

 

 

  Trata-se de uma foto tirada no campo de futebol do seminário de Fraião, Braga, estavamos no nosso 5º ano, e decorria o ano lectivo de 1970/1971.

Esta equipa era uma das várias equipas que participavam num campeonato interno do seminário e que nesse ano ficamos em 1º lugar. Embora nunca tivesse jogado a guarda redes, nesse ano o capitão da equipa, o terceiro colega em pé a contar da esquerda para a direita, que também era considerado um dos melhores jogadores que andavam no seminário, decidiu que eu era o guarda redes. E, não é para me gabar, mas nesse campeonato acho que não sofri nenhum golo.
O Abílo era ponta de lança. Marcava golos com bastante regularidade e tinha uma caracteristica invulgar, que dá para perceber na foto, ele, principalmente no Inverno, vestia o equipamento por cima das outras camisolas da roupa com que andava vestido. E, mesmo assim, nunca me lembro de, mesmo no fim dos jogos depois de tanta correria, o ver a transpirar.
Depois, no 6º e 7º anos, já no Seminário da Silva, em Barcelos tanto ele como eu faziamos parte da selecção do Seminário. Aí eu já jogava a defesa esquerdo e o Abílio coninuava a ser o ponta de lança da selecção.

E estas são as memórias mais vivas, que esta fotografia teve o condão de despertar.

Obrigado por a publicares.

Um abraço.

Francisco Gomes

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às 23:51

Carrilho "barbaramente" remodelado

por cunha ribeiro, Terça-feira, 21.09.10

  M.M. Carrilho deixa a residência de luxo da Avenue Foch em Paris...

 

 Para onde foi "deportado" por Sócrates, o seu amigo/inimigo socialista. Eu estava admirado ver o homem tão caladinho.  Mas compreendia-se - aquilo era um lugar bom demais para ele desperdiçar só pra mandar uns bitaites. Em vez de fazer a travassia do deserto como António José Seguro, Carrilho preferiu a corte francesa.  Portanto, Carrilho bem pode vir dizer que não defendeu nem defende a política socrática. Só acredita quem for distraído ou ingénuo. Para mim Carrilho aceitou viver na sombra de Sócrates, num lugar oferecido por Sócrates, por isso deve ter o destino político de Sócrates.

 Agora podem  ter a certeza: o papagaio vai voltar a ocupar a sua tribuna, e, a partir de agora, não se vai mais calar.

 

C.R.

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às 23:10

Branqueamento no Banco do Vaticano?

por cunha ribeiro, Terça-feira, 21.09.10

 

 Depois admirem-se que a fé vá rareando cada vez mais...

 

 Segundo notícia do "Público" o dinheiro da igreja está a ir pr`ós anjinhos... Que é como quem diz, está a ser branqueado...  Imaginem a lixívia que será necessária lá pelas bandas do Vaticano... Ou será que preferem "homo"?

 

 

 

  C.R.

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às 23:02

Professor JOÃO QUEIROGA, ainda bem que o temos aqui

por cunha ribeiro, Terça-feira, 21.09.10

 

 O Professor João Queiroga é de uma família com tradição no Ensino. Pelo menos a sua mãe foi também professora. Por isso, mas não só por isso, a sua voz mercece ser, mais que ouvida, escutada.

 

Eis a sua mensagem que eu partilho, sem pestanejar:

 

 

  "Caro Cunha Ribeiro; Mas, como podem os professores deste país esquecer a cobertura que, por acção e omissão, Cavaco Silva deu a Maria de Lurdes Rodrigues, nos mais negros anos da história recente da Escola Pública Portuguesa e de cujas mais nefastas consequências ainda continuamos a sofrer!... Quando for a altura, um voto pouca diferença faz!... Mas, em democracia, um voto é sempre um voto e o meu, perdoem-me a presunção, vai fazer toda a diferênça, pelo menos na afirmação individual da minha consciência, num grito lancinante de cidadania assumida!..."

 

 Abraço João Queiroga

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às 20:47

Os professores não se esquecem

por cunha ribeiro, Terça-feira, 21.09.10
  • Quando os professores  lutaram para que a Educação deste país fosse de facto um DESÍGNIO NACIONAL, que fez Cavaco?

 

  • Escondeu-se!
  • Calou-se!
  • Não tugiu nem mugiu!
  • Fez de conta que estava atento!
  • Desejou que aquilo acabasse depressa!
  • Dr Cavaco e Silva:

    - Deixe-se de andar a tentar iludir os portugueses!

    Estamos chei-inhos da Silva de o ver por aí.

    Deixe entrar outro alguém que saiba agir quando acha que há um DESÍGNIO NACIONAL a seguir!

    Vá lá Sr Professor! E acabe com dignidade o seu mandato!

PR: Cavaco defende Educação como 'desígnio nacional'

 

O Presidente da República elegeu hoje a Educação como “um desígnio nacional”, sublinhando a rentabilidade do investimento no setor e a importância das escolas básicas onde “se rasgam horizontes”.

“A Educação não pode deixar de ser um desígnio que a todos une e a todos mobiliza, que une e mobiliza órgãos de soberania, outros agentes políticos, os professores, os pais, os alunos, os autarcas, as comunidades locais”, afirmou o chefe de Estado, numa intervenção na cerimónia de inauguração da escola básica Aida Vieira, no Bairro Padre Cruz, em Lisboa.

Considerando “uma responsabilidade de todos” continuar a apostar fortemente na Educação, Cavaco Silva destacou a importância do ensino básico, “da primeira escola”, onde as crianças “ganham o gosto por aprender” e se aumenta a propensão para vencerem as dificuldades que no futuro podem surgir.

“É na primeira escola que se rasgam os horizontes”, salientou, insistindo na ideia que investir em Educação é “altamente rentável”.

“O investimento na Educação é altamente reprodutivo para os pais e para a sociedade como um todo, para o nosso país. As nossas ambições de desenvolvimento, de melhoria, de bem estar, só poderão ser alcançadas com uma população mais qualificada”, defendeu, notando também o papel da Educação como “fator decisivo da inclusão social”.

No seu discurso, Cavaco Silva reiterou ainda a ideia que o direito à Educação “não é mais um luxo” ou um prémio para aqueles que são bons, destacando a “responsabilidade particular” que os pais têm ao longo do percurso escolar dos seus filhos, não só em casa, mas também através da participação ativa na vida da própria escola.

“A vida da escola terá sempre menos sucesso que os pais estiverem ausentes naquilo que nela acontece”, sustentou.

Cavaco Silva não deixou também de reconhecer “os sucessos em matéria de ensino nas duas últimas décadas”, nomeadamente através da generalização do ensino obrigatório, redução das taxas de insucesso escolar e aumento da frequência do ensino secundário e universidades.

Contudo, alertou, apesar do “percurso positivo” há percorrido, há ainda muito que fazer para que Portugal se possa comparar com os padrões europeus, em especial e matéria de qualidade e excelência.

 

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às 19:03

Um azar nunca vem só

por cunha ribeiro, Terça-feira, 21.09.10

Polícia finlandesa procura vigarista muito parecido com Durão Barroso

Há notícias que conseguem (ainda) surpreender-nos. A revelação que ontem foi publicamente feita de que a Polícia finlandesa procura um vigarista muito parecido com o Presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, o qual enganou uma pessoa numa cidade a 70 quilómetros de Helsínquia, surge em má altura para José Manuel Barroso. Depois da zanga deste com o seu amigo Nicolaspor causa dos ciganos, só faltava mesmo ser confundido com um vigarista, e logo de pequeno calibre.

Na verdade, a fazer fé na imprensa deste país nórdico, a 11 de Setembro, um sósia do antigo primeiro-ministro português abeirou-se de um transeunte numa cidade a 70 quilómetros a nordeste de Helsínquia e convenceu um finlandês a comprar fatos e outra roupa de luxo que tinham sobrado de uma passagem de moda ali perto. O vigarista, que começou por pedir 400 euros por esta roupa, conseguiu depois convencer esta pessoa a dirigir-se à máquina de multibanco mais próxima para fecharem este negócio por metade desta soma. Ainda de acordo com a imprensa finlandesa, depois de ter os 200 euros na mão, o vigarista fugiu num Mercedes deixando para trás quatro casacos de pele falsa, quatro camisas baratas, duas gravatas e dois cintos. Interrogado sobre a aparência da pessoa que o enganou, este transeunte disse que o vigarista tinha uma cara muito parecida à de Durão Barroso. O "conto do vigário" em versão finlandesa. Pobre José Manuel...

 

Publicado por Pedro Quartim Graça

 

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às 18:55

AGOSTINHO RODRIGUES , novamente, a pôr o dedo nas feridas deste país

por cunha ribeiro, Terça-feira, 21.09.10

Depois de ler e ver mais uns belos textos publicados no nosso BLOG. Tenho a dizer que um deles me despertou a mente e deu-me vontade de fazer um comentário e passo a citar:

A Oliveira já secou e quarenta e dois anos se passaram, para regozijo de muitos que viveram esse tempo malfadado.

A Oliveira secou, é um facto. Mas ainda houve gente que se aproveitou bem desse fiasco. Pois foram muitos que encheram o saco.

O OURO por ele deixado no BANCO DE PORTUGAL, fez com que alguns ilustres ainda hoje vivam na fresca ribeira. O Zé pagante é que ficou sem eira nem beira. Como de costume, o Zé é que é o pagante, porque o INTELIGENTE vai sempre à frente e quer ser tratado sempre como gente.

Até parece mentira-mas é verdade. Este PAÍS, outrora com fama de gente séria e honrados hoje em dia os vigaristas passam à frente e os honestos ficam de cara envergonhada.

É caso para perguntar? Até quando isto vai aguentar? Como vai acabar e quando? Na minha modesta opinião, será melhor que isso não chegue a acontecer, porque senão, acabamos todos a mendigar como em tempos não muito longínquos infelizmente já nos aconteceu.

A nossa política vai de vento em popa. Também com os POLÍTICOS que temos, não temos muito que estranhar. Partem a loiça toda, agitam as massas mas as conversas são sempre as mesmas e, não sei porquê, mas quase sempre parte a corda para a parte dos mais desfavorecidos. São todos bons rapazes senão vejamos:

Desde P.S., P.S.D., B.E., C.D.C.P.P. ao P.C.P., que belo trio formam. São tão bons rapazes que o diabo deixou-os cair abaixo do alforge e nem se deu ao trabalho de os apanhar porque a fruta já estava podre e contaminada com o mal pestilento que tão depressa não terá cura.

Só O CRISTO REDENTOR nos pode salvar da mão destes SENHORES.

Agostinho Rodrigues

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às 18:11

FRANCISCO GOMES oferece-nos mais um belo texto de memórias da nossa terra

por cunha ribeiro, Terça-feira, 21.09.10



A propósito dos dinheiros que a nossa terra vai receber, ao que parece uma boa verba, das Estradas de Portugal, já recebeu, ainda não percebi quanto, pelo facto de termos as eólicas nos nossos baldios, vêm-me à  memória os tempos em que não havia estas verbas e por isso também não havia lugar às discórdias que, ao que parece, estas estão a causar.

 

Antes pelo contrário, quando era preciso fazer alguma obra na nossa aldeia ou na nossa freguesia, era altura de todos se unirem e, cada um à sua maneira e de acordo com as suas possibilidades, contribuírem para o bem comum.

Estas necessidades eram motivo de união e até de festa para a nossa terra. Lembro-me muito bem quando foi preciso arranjar dinheiro para terminar as obras da nossa capela do Santos, na noite anterior ao dia de reis, que naquele tempo ainda era sempre dia 6 de Janeiro e que ainda havia a tradição de as crianças, antes do sol se levantar, corriam de porta em porta a pedir os reis,  mas, para os adultos era na noite anterior, que passavam pelas portas a perguntar “quer que cante ou que reze?” e depois esperavam, como recompensa da sua actuação, uma chouriça ou um salpicão. E então, numa dessas noites, imbuídos deste espírito, juntou-se um grupo de paradenses, com o meu irmão José António a liderar o grupo , e o meu tio Zé Freitas a tocar concertina, e demos a volta ao povo a cantar as canções tradicionais  do reis  “esta noite é dia 5 e amanhã é dias seis, aqui estamos meus senhores para vos cantar os reis. As boas festas viemos dar com o Deus Menino a acompanhar”.  E foi uma noite de festa, em que conseguimos angariar mais um dinheirito para as obras da nossa capela.

Ou, em tempos mais idos, em que se usava o mesmo método, com festas ainda mais fortes e a que tradicionalmente chamavam “cortejos”. Estes cortejos constavam basicamente da amostragem daquilo que cada um oferecia, desde fumeiro, vinho, produtos da terra e até carros de estrume cortado à enxada no nosso monte. Então estes produtos eram ” passeados” pela aldeia, acompanhados com danças e cantares, canções cujas letras eram feitas de acordo com a ocasião, e que se tornaram verdadeiros exlibris do nosso cancioneiro paradense. Estes produtos eram depois vendidos em leilão no final da festa.

Vou apenas relembrar aqui a letra duma dessas cantigas, feita por altura de um cortejo que se fez para se conseguir comprar o relógio para a torre da igreja da freguesia em Soutelo.

Parada oh terra amada

Admirada neste cortejo

Tens filhos ao teu dispor

Com teu amor sentes desejos.

 

Se a nossa esmola te faz bem

Não há ninguém que fuja a ela

Pois o teu povo é esmoler

Dá o que quer e a coisa é bela.

Para saber que horas são

Tens o condão de procurar

O povo firme e honrado

Não está parado para te amar.

 

No alto daquela torre

Está um relógio que as horas dá

É tudo a olhar p’ro ar

E a procurar o que será.

 

Peço desculpa se a letra não for bem esta, mas, como nunca vi nada escrito, recorri à memória da minha mãe e dos meus irmão mais velhos para a conseguir, e, as coisas transmitidas de boca em boca, por vezes, não saem muito exactas. Mas o que me importa é realçar este espírito de união e de festa que o nosso povo tinha para fazer, e deixar como legado da nossa terra, estas obras, que ainda hoje nos são úteis.

 

Francisco Gomes.

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às 13:58

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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