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ela, 2. antonio candido . 8341659518_ecc98db9f2_m . Cândida dos Reis Dias Pinto . minha foto. agostinho ribeiro . agostinho . francisco gomes .

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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


BRUNO PIRES continua a sua cruzada contra os absurdos da nossa sociedade

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 23.09.10

 

  ANÍBAL CAVACO SILVA

         Actualmente recebe três pensões pagas pelo Estado, distribuídas da seguinte forma:

         - € 4.152,00 - Banco de Portugal.

         - € 2.328,00 - Universidade Nova de Lisboa.

         - € 2.876,00 - Por sido primeiro-ministro.

         Podendo acumulá-las com o vencimento de P.R. !

         Porque será que, o Expresso, o Público, o Independente, o Correio da Manhã e o Diário de Notícias, não abordaram este caso, mas trataram os outros conhecidos, elevando-os quase à categoria de escândalos, será que vão fazer o mesmo que fizeram com os outros??? 

       Não será por coisas destas a falência da Segurança Social?

 

 

 

Li, há semanas, numa pequena notícia do Expresso, que prescreveu uma dívida de 700.000 Euros, de IRS de António Carrapatoso, figura de proa da Telecel/Vodafone e destacado dirigente do PSD. Porque razão prescreveu esta dívida? Porque razão não se procedeu à cobrança coerciva, dado que o contribuinte em causa não tem, nem nunca teve, paradeiro desconhecido?

Aliás, António Carrapatoso nunca deixou de aparecer, com alguma frequência, nos écrans da televisão para entrevistas e comentários, onde sempre defendeu as virtudes do "sistema" em que vivemos e que nos é imposto (pudera!!!!!!). Esta dívida não pode prescrever porque se trata de dinheiro devido ao Estado, ou seja a TODOS NÓS.

 

 

Os CTT pagaram 19 mil euros a Luís Felipe Scolari por uma palestra de 45 minutos, que teve como tema algo do tipo «Como fortalecer o espírito de grupo» no dia 14 de Janeiro de 2005, no Pavilhão Atlântico, em Lisboa, durante um Encontro dos Correios de Portugal.

A decoração custou mais de 430 mil euros e havia dois carros de luxo. A despesa efectivamente facturada entre 8 de Julho de 2002 e 31 de Maio de 2005, com a decoração do gabinete do presidente do Conselho da Administração dos CTT, Carlos Horta e Costa, bem como a sua sala de visitas e ainda das salas de visitas e refeições custou 430.691 euros. Carlos Horta e Costa teve à sua disposição, entre 2002 e 2005, um Jaguar S Type (a renda para o adquirir custou cerca de 50.758 euros) e um Mercedes Benz S320CDI (comprado em Abril de 2004 por 84 mil euros). Assim, o

Relatório da Inspecção-Geral das Obras Públicas conclui haver «indícios de má gestão» e «falta de contenção de uma empresa que gere dinheiros públicos», pelo anterior Conselho de Administração que liderou os CTT entre 8 de Julho de 2002 e 31 de Maio de 2005.

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às 22:20

Dra Fátima Simões, aqui tem a resposta

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 23.09.10

Já devem ter reparado que aqui o escriva, C. R., não ligou patavina à nova ortografia imposta por decreto a quem escreve português. Eu que até gosto do SOTAQUI BRÁSILERO e do poder de comunicação da língua brasileira, não me apetece obedecer às novas regras. E não obedeço! Já sou idoso demais para obedecer. Pronto.

 

Aqui tem a resposta, dra Fátima Simões.

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às 20:33

Quem ache que isto é só "falar mal", que explique porquê

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 23.09.10
Haverá alguém que trabalhe e pague impostos - ou tenha que ter emigrado para a Suíça - Que ache que isto é só dizer mal?!!!
Chiça!!!

Frota de luxo na Águas de Portugal

 

Empresa tem atribuídas 400 viaturas personalizadas. Automóveis de alta cilindrada são usados para trabalho e fins pessoais.

 

 

 

Um relatório do Tribunal de Contas considerou, sobre as contas de 2003 a 2006, que o Grupo AdP, liderado por Pedro Serra (na foto), vivia uma situação financeira “débil”.


COMENTÁRIO MAIS VOTADO

"Como é que estes altos funcionários podem fazer uma coisa destas se este país atravessa de uma crise tão grave??? O governo pede-nos sacrificios e eu estou farta de estar sempre apertar cinto e já não onde furar mais!"

Anónimo

Hoje, 14h40m

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às 19:02

O Ilustre Amigo de Pedras Salgadas, SEIXAS DA COSTA, com mais um belo texto sobre a bela e nobre donzela aguiarense

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 23.09.10

Pedras Frustradas

Sob o título deste post, publiquei ontem no "Jornal de Notícias" o seguinte artigo: 

"Durante muitos anos, Pedras Salgadas foi do que havia de melhor em matéria de parques termais portugueses. Entretanto, os tempos mudaram, o “charme” termal entrou num certo declínio e, apenas nos últimos anos, se registou, um pouco por todo o país, a recuperação de alguma da antiga vitalidade do sector.
Nem todas as estâncias termais tiveram, contudo, a mesma sorte. As Pedras Salgadas arrastaram-se, por algumas décadas, num processo de mera sustentação, a qual, no entanto, dava alento económico à vila e conforto sazonal ao seu comércio. A empresa das “Águas das Pedras”, nas gestões de Souza Cintra e Jerónimo Martins, mantiveram um mínimo de capacidade hoteleira local – que é a condição absolutamente essencial para a sobrevivência desse parque termal.
Uma luz emergiu ao fundo do túnel com o projecto, anunciado pelos novos proprietários das “Águas das Pedras”, a UNICER, da recuperação do balneário e do parque, assente na construção de um novo hotel, que iria ser uma obra de Álvaro Siza Vieira – e cuja designação teria, aliás, o próprio nome do arquitecto. A obra enquadrava-se no projecto Aquanattur e surgia como a contrapartida pelas vantagens da exploração do rentável negócio das águas. Os autarcas locais e, inicialmente, grande parte da população, logo se entusiasmaram com as perspectivas de desenvolvimento que daí poderiam advir, que a propaganda da UNICER espalhava aos quatro ventos.
Depois, veio uma nova administração da UNICER, logo seguida de uma dura realidade: a empresa não apenas encerrou o único hotel então existente como passou, de forma escandalosa, a violar todos os prazos de execução de obras a que, sucessivamente, se ia comprometendo, sob uma inexplicada complacência da AICEP – à qual, em princípio, competiria exigir tal cumprimento e a denúncia dessas violações temporais.
Há cerca de um ano, sob pressão de um movimento cívico local, que reclamava desses recorrentes atrasos, a actual administração da UNICER anunciou, em comunicado, que, até ao fim de Maio de 2010, iria apresentar o projecto do tal novo hotel, desenhado por Siza Vieira, cuja construção se iniciaria (finalmente!) em 2011. Maio já lá vai há muito, nenhum projecto surgiu e – posso garanti-lo! – é completamente falso que Álvaro Siza Vieira tenha entre mãos qualquer projecto encomendado pela UNICER.
Cansada de esperar, a população das Pedras Salgadas vai sair para a rua, no dia 23 de Setembro. A UNICER – cuja excepcional saúde financeira não lhe permite utilizar o argumento da “crise” – será agora obrigada a explicar o verdadeiro logro em que tem mantido a população das Pedras Salgadas."

Se estiver interessado noutros textos aqui publicados sobre este tema, clique em "Pedras Salgadas" na lista de "Temas" que pode encontrar na coluna da direita deste blogue

 

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às 18:48

À atenção de JORGE COSTA, Pontido

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 23.09.10

Esta mensagem é dirigida ao Jorge Costa, do Pontido, actualmente a residir em Leça da Palmeira.

Mas quem souber responder ao Sr EDOU, que mora em França ( talvez ali para o Norte, na Normandia ), veio do Brasil, e tem raízes no Pontido, faça o favor de se servir do meu Email: cunharibeiro267@hotmail.com.

 

Eis a mensagem do Sr Edou:


Caro amigo, Ha mais de trinta anos vivo na França, mas nasci no Brasil. A familia de meu pai é da sua terra (também minha !) Estou tentando pesquizar as origens da minha familia que é originaria de Pontido. Uma parte desta familia foi ao Brasil em 1933. Meu avô chamava-se Albano do Poço e minha avo Anna de Jesus Costa. A casa onde moravam ainda existe e é ainda ocupada pelos descendentes desta familia. Sei que é um trabalho nada facil. Se Você soubesse algo desta familia, poderia responder-me par e-mail ? Quem sabe nos mesmos somos parentes ? meu endereço e-mail é : Edoudoux@hotmail.fr Obrigado por ter lidos estas linhas. Atenciosamente, Ed.

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às 18:30

CÂNDIDA DIAS recorda-nos um belo momento da história da nossa terra

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 23.09.10

 

 

 

Os mais avançados na idade , quarentões para cima, ainda se devem lembrar daquela capelinha que havia no largo do santo ,junto ao tanque em parada.

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Era minuscula,cabiam dentro dela  cerca de vinte pessoas -  e bem apertadas  - os outros ficavam cá fora no átrio .

 

Nos fins da década dos sessenta e principios da de setenta um grupo activo de paradenses decidiu ,com o acordo do povo, reconstruir a capelinha do santo ,e ao mesmo tempo aumentá-la. Foi assim que surgiu uma especie de comissão para a realizaçào da capela do nosso Santo .
Mas para a obra crescer ,como cresceu foi necessàrio deitar abaixo uma
casa velha que estava por detras da capela .A casa lá foi abaixo e a capela avançou. Se fosse hoje nào vejo como a casa iria abaixo com tanta gente a zelar para que tudo continue igual. Mesmo que seja preciso alargar alguma rua tudo continua no sitio, seja a cair ou a esganar a passagem de carros e etc .
Perdoem_me se houver alguma falha nos nomes pois nào tenho qualquer registo para poder consultar ,apenas me vou servir da minha memoria.Faziam parte dessa Comissão Grandes Homens como
o Sr Arelindo, o Sr Joào Guarda, o Sr joào Machado, o Sr Joào Rijoto , o Sr Joào Ricote, e o meu tio Alfredo. Lembro-me de ver alguns zorrar as pedras para o sitio actual da capela, onde o Sr augusto Ferreiro e o SR José Antonio de Montenegrelo, trabalhavam como auxiliares do mestre pedreiro contratado pelo Sr Padre Amaro ( se não estou em erro). o que sei é que os via todos os dias trabalhando as pedras para as colocar umas em cima das outras, com a ajuda de um sarilho, acho que se chamava assim.E a casa de Santo Antonio lá se foi fazendo.
No mês de Agosto,  dia 15, de1975, foi a inauguraçào da nova capela.


Nesse grande dia para Parada, fizemos uma grande festa ,
com rancho folclorico ,leilào, etc.
Não deixo de recordar um episódio que numca esquecerei pois os Senhores da
comissão nào queriam que a GNR viesse. Nós não queriamos gastar dinheiro com a GNR. Por isso, lá fomos nós os jovens pedir à GNR que não viesse,  para não termos  de pagar a licença;Nesse dia quem estava como comandante do  posto era o meu futuro cunhado que eu ainda nào conhecia. Como nós entramos com um pouco de arrogância, porque pensamos que pelo facto de pedirmos para a capela  nos dava todos os direitos ,ele primeiro passou-nos um raspanete e depois disse - vão la embora que tudo se ha-de passar bem.
E graças a Santo Antonio não houve problema nenhum.

Cândida, Paris, França

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às 09:22

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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