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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


A Morta-Viva de Rio de Mouro

por cunha ribeiro, Domingo, 13.02.11

 

A morte mais absurda é a que coexiste com a própria vida.

Todos nós só existimos num certo espaço, num determinado tempo, e para um certo número de pessoas. Para além desse espaço onde nos deslocamos, e desse núcleo de pessoas com quem convivemos, não somos nada, não personificamos ninguém.

Mais absurdo que isto é nós termos morrido de facto, sem termos morrido de direito. O mesmo é dizer, sermos cadáveres no espaço e no tempo, mas estarmos "vivos" na suposição das pessoas.

Chamaria a isto ter uma "vida presumida", apenas.

Vida presumida foi a que teve aquela pobre mulher de Rio de Mouro, que esteve nove meses (!!!) cadáver, sem ninguém saber que o era.

Nem a própria família passou da presunção de vida desta senhora, para a verificação da sua morte!

Estou certo que a  sua casa - caixão onde "pernoitou" durante nove anos - vai ser vorazmente disputada pelo herdeiros.

Sem o mais pequeno remorso.

Sem a mais leve dor de consciência.

 

Cunha Ribeiro

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às 20:25

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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