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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


Viajar à beira Mediterrâneo. Uma experiência incomum.

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 21.02.11

 

(...)

 

 


Deixámos La Ciotat, logo que o sol tingiu a água na orla praia. À nossa frente as "estrelas" da Côte d`Azur: Cannes, uma curiosidade ainda insatisfeita.  Saint Tropez, Nice,  e o principado do Mónaco três  hospedeiras fantásticas, fardadas com luxo e rigor!
-“Que privilégio !” – Exclamou Fran, fascinado.
Enquanto falávamos o Rover ia galgando a sinuosa estrada da Riviera francesa. O Mediterrâneo, naquela manhã, espelhava o céu limpo de Agosto. O único azul que vi, mesmo azul, foi ali, no queixo verde de SAINT TROPEZ.

Saint Tropez, cidadela mítica do sul , é um  pequeno burgo junto do mar, onde aportam diariamente soberbos iates de gente famosa..
 
 
E à volta, nas entranhas da mata, à sombra de largos pinheiros mansos, cresceram SOBERBAS MANSÕES, onde se encontram artistas de todo mundo, em festas sumptuosas, bebendo a luxúria, pelos copos esguios de D. Perignon.

 
 
 
Aquele gelado  naquela esplanada, à pinha, em SAINT TROPEZ, ainda hoje, ao lembrá-lo, me faz crescer água na boca. Parecia encomenda de um príncipe da Riviera...

 
E foi com o corpo e o espírito revigorados e frescos que regressámos à estrada.
Uma estranha vontade de chegar depressa à capital do cinema fez com que Fran perdesse as estribeiras. De vez em quando, nas retas levava o rover ao limite das suas forças. Porém, todos éramos cumplices da velocidade. Ninguém lhe dizia para abrandar. Cannes fascinava-nos aos quatro, com a mesma força das cidades-mito ( como Paris, Roma e Veneza). Estãvamos perto.
Mas antes, SAINT RAPHAEL quis-nos surpreender com a sua própria beleza. Não tinha o estatuto de Cannes. Mas também merecia ser vista. E nós vimo-la, sim senhor.E ficámos mais uma vez conquistados pelo peculiar encanto das cidadelas do Sul de França.
http://media-cdn.tripadvisor.com/media/photo-s/01/15/bc/03/saint-raphael.jpg
 
 
Eis-nos agora num sinuoso serpenteio à beira mar. As ravinas, à nossa direita, assustam-nos ao mesmo tempo que nos fascinam. O mar é um abismo profundo. Tão longe de nós como o céu.Mas um e outro envolvem-nos num sossego absoluto. A sua grandeza seduz a nossa vontade de sermos felizes.
E como estávamos felizes!
O enlevo era tal que CANNES já se avistava, e ainda ninguém reparara.
A estrada de S. Raphael  alarga. Uma avenida a cresce diante de nós. É a célebre Avenida de "LA CROISETTE". Lá onde Cannes respira sétima arte.
- Que pena não estarmos no mês de Junho!,  Exclamou um de nós.
Dezenas de palmeiras enfeitam de verde toda a avenida.  O casario é um luxo. Barcos de recreio pintam de branco o cais da marina.

[800px-Cannes_-_port_et_croisette.jpg]

 

Estacionámos mesmo à entrada da praia. 

Eu e Fran corremos dar um mergulho. Elas foram às compras. A dissonância dos gostos, que normalmente separam os sexos, impunham a sua lei, mais uma vez.

Meia hora depois do primeiro mergulho, fomos ao duche. Saímos da paia frescos. Escassos minutos depois, partíamos.

Já perto de Nice, parámos para um pique-nique ligeiro, à sombra de um largo pinheiro manso.

Em Nice não nos deixámos estar. O receio de sermos seduzidos por um monumento, um jardim ou uma esplanada, e não atingir a Itália ao fim do dia como  previsto, pesou na decisão.

Mas ainda vimos aquele farol no meio do mar. E os constrastes de azul da baía de NICE!

 

 

Seguimos. O mar parecia gostar de nós. De vez em quando mostrava-se. Queria deslumbrar-nos. Enfeitiçar-nos. Por vezes, Jogava connosco às escondidas.  E quando reaparecia, era ainda  mais azul, mais claro, mais deslumbrante que nunca.

E o jogo de sedução só terminou quando, diante de nós, lá ao fundo, encaixado entre a baía e a serra, nasceu para nós a luminosa cidade  do MÓNACO.


 

Vista do Porto de Mónaco ( 640x480 )

 

 

Que maravilhosa conjugação de elementos! Ao alto, a montanha desenhava os seus limites no céu. Em baixo, o casario moderno, em fascinante anfiteatro, alcandorava os seus terraços mesmo por cima dos barcos ancorados na mais luxuosa marina do Mediterrâneo.

O sítio era encantador!  Mas havia que espreitar o mítico palácio do Príncipe.

Subimos uma encosta sobranceira à marina; penetrámos numas ruelas estreitas, mas tipicamente  adornadas, de postais ilustrados e outros adereços turísticos. Chegados ao cimo do morro, desembocámos numa praça larga e cuidadosamente subdividida em dois logradouros: o privado, destinado à família real e amigos; e o público, por onde deambulámos alguns minutos.

Ali estava, pois, soberano e altivo, o sumptuoso PALÁCIO DO PRÍNCIPE DO MÓNACO, onde moravam as diletantes princesas, Caroline e Stéphanie.

 

 

http://www.twip.org/photo/europe/france/photo-9264-21-01-07-09-59-24.jpg

 

Olhámos a cidade do cimo do morro, na direcção sudoeste. Nos altos prédios do Mónaco verdejavam surpreendentes terraços; havia alguns apenas relvados; havia outros onde árvores de grande porte cresciam como se estivessem na serra. Ao fundo, o mar avermelhou na linha do horizonte. Era o sinal do fim de tarde. O anúncio da nossa partida.

Descemos o morro. Entrámos no rover. E voltámos às curvas da Riviera.


Alguns quilómetros depois, a Itália já se anunciava  nos placards da estrada.

Entrámos na  "Bota" sem darmos por isso. A paisagem é igual de um lado e do outro daquela fronteira ( Ou não continuássemos a percorrer a esplendorosa Riviera...).

Numa altura em que o GPS ainda era ficção científica, munimo-nos de um Guia das Estradas da Europa. Completíssimo! Estava lá quase tudo. Só não estavam os parques de campismo.

Mas tínhamos outro livrinho, onde estavam os ditos. E, já em La Ciotat, tínhamos escolhido um, "com piscina", em SAN REMO.

Pois bem, San Remo estava a escassos quilómetros. Em breve iríamos parar.

Eis-nos no parque de campismo "La Sfinge", em SAN REMO. Piscina, nem vê-la! O Guia ( completíssimo!) do Fran tinha-nos pregado uma partida. E o nosso filme em três actos ( Chegada ao parque; montagem das tendas; mergulho retemperador) já era.

Ficámo-nos pelos dois primeiros. Mas logo depois, estava na hora do desejado jantar. Comemos ali mesmo no parque. Uma prato de massa. Fome e cultura numa mistura feliz.

 

Deiva Marina, Parque de campismo

Deiva Marina, Parque de campismo

 

Foi então que olhamos o CÉU DE SAN REMO, por cima do mar:

O Sol encostava a nuca às águas cálidas da praia. E espalhava um feixe de luz que dourava o dorso do mar.

Na praia, a penumbra tornava-se ainda mais escura pelo contraste.

Deitámo-nos. E logo adormecemos, estimulados pelo enlevo daquele quadro fantástico feito de terra, de mar, de céu e de sonho!

 

 

Cunha Ribeiro

 

 


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às 23:11

Sócrates está farto que digam mal dos funcionários públicos

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 21.02.11

 

E eu estou farto dos que defendem os funcionários públicos com discursos de circunstância, e os castigam com leis e despachos.

 

CR

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às 21:11

Bruna Paese, SER MULHER

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 21.02.11



alebarros ( Ou Alexandra Barros ) deixou um comentário ao post JORGE COSTA, Uma boa ideia para divulgar Vila Pouca às 14:16, 2011-02-21.



Olá!
Gostaria de compartilhar com você, esse poema lindo da Brunna Paese.




SER MULHER 
Ah, ser mulher!


Ser mulher é ver o mundo com doçura,
É admirar a beleza da vida com romantismo.
É desejar o indesejável.
É buscar o impossível.


O poder de uma mulher está em seu instinto
Porque a mulher tem o dom de ter um filho,
E cuidar de vários outros filhos que não são seus.


Ah, as mulheres!
Ainda que sensíveis
Mulheres conseguem ser extremamente fortes
Mesmo quando todos pensam que não há mais forças.


Mulheres cuidam de feridas e feridos
E sabem que um beijo e um abraço
Podem salvar uma vida,
Ou curar um coração partido.


Mulheres são vaidosas,
Mas não deixam que suas vaidades
Suplantem seus ideais.


Muitas mulheres mudaram o rumo
E a história da humanidade
Transformando o mundo 
Em um lugar melhor.


A mulher tem a graça de tornar a vida alegre e colorida,
E ela pode fazer tudo isto quantas vezes quiser
Ser mulher é gostar de ser mulher
E ser indiscutivelmente feliz 
E orgulhosa por isso. 


- Brunna Paese -

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às 15:45

O Carvalho e as suas raízes

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 21.02.11

 

Sócrates, na imaginação de alguns, é uma espécie de grande e robusto "carvalho". Na minha, porém, apenas grande... E com V, note-se!

E, como todos os carvalhos, Sócrates é rijo, de boa fibra. Dito de outro modo, se lhe ocorrer algo parecido com o que está a acontecer com os seus colegas de Àfrica,tem o futuro garantidíssimo - no canto de uma lareira qualquer ( pode até ser a minha...).

Há umas raízes à sua volta que lhe vão mantendo a ramagem o mais verde que podem, carregando-o de boa bolota,  dando-a  a quem gosta dela, e lhe frequenta os arredores e as sombras.

A sua sorte está no destino dessas raízes.

Enquanto elas o suportarem e alimentarem, ele não cai.

A grande dificuldade é saber descobrir as raízes mestras, e dar-lhes depois o golpe de misericórdia.

Mas que raízes são essas?

Há uma, mais forte, furando quase à superfície, parecendo ter olhos na ponta,   que  o alimenta  a toda a hora, incluindo  fins de semana, feriados e dias santos. É  a que é formada pela  trança dos seus  vassalos políticos e financeiros.

A outra, mais funda, mas por isso, também mais cega, é o povo anónimo e crédulo que ainda acredita que está ali uma árvore para dar bolotas até à eternidade,

 

CR

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às 14:12

JORGE COSTA, Uma boa ideia para divulgar Vila Pouca

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 21.02.11

 

Cultura, Linguagem e Comunicação



 

 

 

 

Introdução

 

Viver em Vila Pouca de Aguiar é viver com qualidade de vida porque não há poluição no ar nem sonora, nem filas de trânsito nem filas de pessoas nos supermercados.

É no meio rural que muitas pessoas além de terem uma vida saudável e boas paisagens   encontram  as suas formas de sustento, nomeadamente na agricultura.

Vila Pouca de Aguiar baseia-se na indústria agrícola, criação de gado, extração do granito e turismo. Tem várias empresas , sendo uma delas muito famosa e conhecida a companhia das Águas das Peras Salgadas. Introdução

 

 



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às 11:38

Agostinho Rodrigues, Sempre Atento às jogadas políticas

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 21.02.11

 

No dia 17-02-2011, em entrevista feita ao Sr. Ex-Ministro da saúde, CORREIA DE CAMPOS e o Sr. Dr. MOTA PINTO, um P.S. outro P.S.D. – acusando-se mutuamente dos descalabros políticos que deram origem à situação que o País hoje em dia está a Passar.

Como tem sido apanágio desde a dita revolução dos cravos vermelhos, estes Srs. da política e dos partidos, outra coisa não têm sabido fazer – senão atirar bocas uns aos outros. Cá para mim, faziam melhor figura se atirassem pedradas como fizeram lá no Egipto – desta forma se veria qual deles era o mais certeiro no tiro ao alvo.

A fazer acusações uns aos outros, são eles mestres nas respostas. Só não os vejo tirarem da cartola coisas válidas para os cidadãos e para o País. Aqui, e sem excepção, são todos mestres exímios sabichões a apresentar fórmulas de surripiar ainda mais àqueles que já pouco ou nada têm para lhes extorquir.

Todos vêm para os órgãos de comunicação social com palavras muito bonitas, dizendo que é do interesse NACIONAL. Mas; lá no fundo, o objectivo é sempre o mesmo – que é, atacar sempre mais e mais aqueles que já quase nada tem para dar. É caso para perguntar? Quando é que isto vai parar?

O Dr. Correia de Campos, em resposta ao Dr. Mota Pinto, exprimiu uma frase, onde disse que no ano de 1995, o Sr. Professor Cavaco Silva, deu aumentos à F. Pública na ordem de 27% em época de eleições. Ainda bem que o fez, porque o partido a que este membro pertence, promete mundos e fundos e o que faz logo a seguir – reduzir vencimentos, congelar pensões, cortar nos abonos de família e etc. … Etc.

Estas medidas só foram tomadas para algumas classes. Classes houve que não foram atingidas com esses cortes. Pelo contrário, ainda lhes subiram mais os já chorudos vencimentos. Isto é caso para perguntar: - Isto é que está aqui uma açorda hen?

O P.S. e o P.S.D., analisando bem isto tudo, são os únicos responsáveis de toda esta situação que se está a passar. Como se sabe – têm sido estes dois partidos que alternadamente têm dirigido os destinos do País. Por isso, em meu pensamento - fariam melhor figura se ficassem caladinhos.

Também os ouvi falarem em desigualdades sociais. Então não é que estes Srs. só têm memória para aquilo que lhes interessa? Se tivessem boa memória, concerteza que se lembrariam do que fez o Dr. Mário Soares e o Prof. Cavaco Silva. Se existem diferenças tão exorbitantes entre as classes, foram precisamente estes dois Srs. que mais contribuíram para esse disparate. Só quem tem memória curta é que se esqueceu dos aumentos de 100% e 50% que esses Srs. deram a determinadas classes. Depois destas facetas todas, ainda têm o descaramento de virem para a comunicação social falarem em diferenças sociais – quando foram as políticas destes mesmos Srs. que mais contribuíram para que isto assim se esteja a passar.

Nessa altura, estes Srs. apenas tinham um objectivo. Encher o “BUCHO DELES”. Os outros que apertassem o cinto como em tempos disse o rei Soares.

Não tenhamos dúvidas que o povo tem de facto a memória muito fraca. Esquecem-se depressa daquilo que lhes fazem. È certo que Deus manda perdoar. Mas há coisas que são muito difíceis de esquecermos – quanto mais perdoar!

Para todos os conterrâneos, um grande abraço do,

Agostinho Rodrigues

 

 

Sábado, dia 19-02-2011, ouvi com alguma atenção os comentários analíticos e políticos feitos pela comentadora Sr.ª. FELISBELA LOPES, investigadora da Universidade do Minho, onde falou que há uns anos atrás, o “JORNAL PÚBLICO”, escreveu um art. Onde dizia que os Portugueses estavam a viver numa sociedade do tipo rasca. Também ultimamente, uma menina chamada DEOLINDA, editou um C.D. com o título de que PARVA QUE EU FUI, onde veio despertar a mente de muito boa gente porque estas críticas os atingem profundamente.

Na minha óptica de pensamento, são críticas feitas com muita razão de ser. Estas críticas só vêm demonstrar as dificuldades que os nossos jovens licenciados e não só, têm em arranjar trabalho de acordo com os cursos que ao longo do período estudantil se preparam para exercer funções de trabalho para as quais se profissionalizaram. Também porque quando esse trabalho aparece, é pago baseado em salário mínimo. Daí, a crítica profunda aos nossos Governantes e políticos deste País e das desigualdades sociais actuais em que vivemos.

Um, outro aspecto que esta Sr.ª. investigadora falou – foi o da velhice em Portugal, que é uma vergonha NACIONAL. Não tenhamos dúvidas que: - Quer uns quer outros, estão bem tramados com as ideologias políticas que os Srs. políticos ao longo destes quase 37 anos após revolução foram adoptando em Portugal.

Por este andar da carruagem, só falta levar os velhinhos ao cimo dum monte com uma manta e um bocado de pão para que estes morram à míngua e não fiquem a cheirar mal à sociedade.

Talvez, por isso, é que aquela velhinha da Rinchoa-Rio de Mouro, morreu sozinha em sua casa, sem cheirar mal aos vizinhos e à sociedade. Mas! Como deixou algo palpável, logo o “VAMPIRO DO FISCO” se lembrou de certificar que ali existia alguém com débito ao Estado. Vai daí, haver motivos suficientes para mandar proceder à execução e penhora dos seus bens sem que para isso se dessem ao trabalho de averiguar o que se estaria a passar com a dita Sr.ª., visto uma sua vizinha já havia denunciado às autoridades que algo de anormal se estaria a passar. Todos fizeram ouvidos de marcador. Só passados nove anos, aquando do arrematamento em leilão para a garantia da dívida ao fisco e, o novo proprietário toma posse do bem adquirido, é que foi descoberto este macabro episódio. Tudo isto se passou num prédio onde habitam outros cidadãos que vivem numa zona civilizada muito perto da nossa Capital.

Quanto aos nossos jovens Doutorados é assim: - Não tem emprego ou trabalho aqueles que não são filhos de políticos ou de empresários ricos com ligações aos tubarões da denominada BANCA, porque aqueles que tiveram a sorte de terem nascido no meio desse ambiente, concerteza que não lhes falta emprego nem nada na vida. Já no tempo do ditador Salazar, assim era. Estes meninos apenas mudaram o nome às coisas. Mas o gosto e o cheiro são o mesmo de sempre. Por isso, estes Srs. políticos, nada de novo trouxeram em benefício do nosso Povo, a não ser mais descontentamento à sociedade que está a ficar revoltada numa sociedade que se diz ser moderna e democrata.

Com as modernices dos Srs. Governantes Socialistas e Sociais-democratas, só tenho a dizer que temos sido bem tramados. Engraçado que todos se dizem serem muito inteligentes e quererem o melhor para Portugal. O que é certo, cada vez vimos alguns desses Srs. cada vez mais ricos e outros, cada vez mais pobres. É este o destino de um Povo que tem de pagar o luxo destes Srs. privilegiados que, quase nos faz lembrar o tempo da Monarquia onde só existiam 4 classes. CLERO, NOBREZA, POVO e os chamados escravos que não tinham direito a nada senão passarem fome e serem chicoteados a belo prazer dos Srs. Príncipes e Princesas que se regozijavam com a crueldade praticada no ser humano. Evidentemente que não é o caso. Mas, fome já se fala que existe. Desemprego é como se sabe e vê. Será que é isto que os Srs. políticos querem? Dá para pensar!

Termino com votos de um fim-de-semana bem passado e, esperamos por melhores oportunidades para todo o mundo. Um abraço amigo do,

Agostinho Rodrigues

 

 

 

 

 

 

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às 11:13

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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