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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


A Ministra da Agricultura, e a Lógica da Batata

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 15.07.11

  A Ministra da Agricultura não perdeu tempo a adaptar o seu Ministério ao nome que enverga  ("da agricultura"). Mandou toda a gente tirar a gravata, porque na agricultura é preciso vergar a espinha, e a gravata não serviria pra nada, a não ser para limpar o suor. Mas o pior virá a seguir, quando Assunção Cristas ( A Ministra)  ordenar aos seus funcionários: " Vá, toda a gente para o campo  plantar batatas!"

 

  CR

 

Medida para poupar energia No ministério de Assunção Cristas já estão todos sem gravata 15.07.2011 - 14:17 Por Ricardo Garcia, Nuno Simas Votar | 9 votos 2 de 8 notícias em Política« anteriorseguinte » Apesar das paredes grossas, faz algum calor dentro do edifício onde funciona o Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território. Os aparelhos de ar condicionado parecem estar todos desligados. À volta da mesa de reuniões, os homens não chegam a estar em mangas de camisa, mas a gravata já desapareceu. Gravatas, uma espécie em extinção no Ministério da Agricultura e do Ambiente (Paulo Pimenta) Um dia depois de a ministra Assunção Cristas ter assinado um despacho a dispensar os seus funcionários do uso deste símbolo universal de formalidade, todo o seu staff posa para as câmaras, em conformidade com a nova norma. O objectivo é poupar energia, sem gastar nada. Segundo Assunção Cristas, há estudos que mostram que prescindir da gravata permite descer em 2º C a temperatura do ar condicionado. O Japão já tinha feito essas contas em 2005, quando lançou a sua campanha “Cool Biz”, sugerindo aos trabalhadores do Governo e das empresas que deixassem o casaco e a gravata em casa e regulassem o ar condicionado para 28º C. Até 2009, a adesão estava em 57 por cento, segundo um inquérito do Governo. Já este ano, com os poblemas de abastecimento eléctrico devido ao acidente na central nuclear de Fukushima, o governo japonês avançou com uma nova campanha – “Super Cool Biz” – sugerindo o uso de jeans, corsários, t-shirts, camisas havaianas e até sandálias. A iniciativa da ministra Assunção Cristas tem clara inspiração na experiência japonesa, até no nome – “Ar Cool”. Mas não vai tão longe. Uma comunicação enviada ontem a todos os serviços do ministério estabelece que os homens estão dispensados do uso da gravata e que o ar condicionado deve ser regulado para 25º C. Assunção Cristas diz que não se trata de uma medida simbólica. “Estamos a falar de mais de 1500 edifícios e 10.500 funcionários”, afirmou hoje, numa conferência de imprensa, ao lado dos seus secretários de Estado – sem gravata mas com casaco. Pouco antes, o ministério organizara uma pequena visita a alguns gabinetes, onde os adjuntos já andavam sem gravata. Daniel Campelo, secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural, estava reunido com um membro do seu gabinete, de janela aberta e sem o ar condicionado ligado. Alguns dos corredores tinhas as luzes desligadas. Numa sala ao lado, Miguel Moreira da Silva, membro do gabinete da ministra, só via vantagens na decisão de dispensar as gravatas. “Nem que seja um euro ou um grama de CO2, já é positivo”, disse. Com esta medida, o Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território (MAMAOT) quer dar um exemplo prático de poupança energética a outras áreas do Executivo. O programa do Governo prevê uma redução de 30 por cento, até 2020, no consumo eléctrico da administração pública. O impacto concreto da iniciativa “Ar Cool” – que se estenderá de Junho a Setembro, todos os anos – só será avaliado depois desta primeira experiência. Uma estimativa inicial aponta, no entanto, para uma redução de emissões de CO2 equivalente a um dia de tráfego rodoviário de uma cidade média, como Aveiro ou Braga. Assunção Cristas diz que, independente da sua magnitude, o impacto será sempre positivo. “É um corte que não custa nada às pessoas”, afirma. Para associação ambientalista Quercus, o exemplo que o Ministério da Agricultura e do Ambiente está a dar é positivo. “Mas não percebemos por que é que não é, desde já, uma medida para toda a administração pública ou todos os ministérios”, afirma, porém, Francisco Ferreira, vice-presidente da associação. Assunção Cristas diz que irá esperar pelos resultados deste ano, para apresentar a ideia ao resto do Governo. A dispensa da gravata é facultativa, ninguém é obrigado a prescindir dela. Mas nas ocasiões em que esteja em causa a imagem do Estado, ela voltará a estar presente. “Para Bruxelas, vamos de gravata”, diz a ministra.

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às 20:29

Agostinho Rodrigues - Lembranças de Infância

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 15.07.11

 

“ O CIRCO NA ALDEIA

 

“ Na década de 60, era eu um jovem como tantos outros da aldeia, lembro-me de, a dada altura, aparecer em Parada um grupo de pessoas, umas 7 ou 8, talvez todas da mesma família, que se faziam transportar em 2 carroças e 2 cavalos e que se dedicavam à arte de representar circo. Havia um palhaço que se chamava “ BROTAS “. Fazia umas palhaçadas engraçadas que despertavam a atenção dos mais novos; um trapezista que fazia umas piruetas de fazer arrepiar os cabelos de quem presenciava lá nas alturas a destreza de tanta habilidade. Havia também uma menina jovem que andava de bicicleta em cima de um cabo de aço que fazia bater o coração dos presentes que, quando terminavam a sessão, eram brindados com muitas palmas do público presente. Todas estas sessões eram executadas à noite no quinteiro da casa dos “ MOUTINHOS “. Para se ver estas sessões, pagava-se 1$00 que, sendo pouco, havia muita gente que nem essa quantia possuía, ou não queria gastar por lhes fazer falta para coisas mais necessitadas. Tal era a situação financeira do nosso “ POVO “. No entanto, as pessoas que podiam assistir ao espectáculo, ficavam maravilhadas com tanta destreza e habilidade que aqueles forasteiros presenteavam às pessoas que podiam assistir. Lembro-me do Ti Zé Maria “ PERNA DE PAU “, do Ti MANUEL BENADITO e outros, ficarem encantados com a agilidade daquelas pessoas que à época já possuíam para fazerem rir as pessoas. Sendo um rapazola e o dinheiro na época ser muito raro e caro para os demais, lembro-me de ter assistido a 5 sessões de circo, graças à boa vontade do meu Padrinho, “ ZÉ CLARA “ me ter dado 5$00 para eu ir ao circo. Assim fiz. Se mais me tivesse dado, mais eu teria gasto a ver aquela gente que nos fazia rir e nos ajudava a esquecer as amarguras da vida que ao tempo eram mesmo muito difíceis. Ao meu Padrinho, o meu muito obrigado por me teres satisfeito o desejo de criança. Que Deus te pague e serás sempre lembrado na minha memória. Um abraço a todos os conterrâneos e amigos deste BLOGUE.

 

Agostinho Rodrigues

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às 20:02

PARADA RECEBE O CINEMA ITINERANTE

por Francisco Gomes, Sexta-feira, 15.07.11

Hoje venho lembrar os anos em que, andava eu na escola primária,  e o cinema desempenhou um papel importantíssimo na informação e educação das gentes da nossa aldeia.

Os mais novos por ventura não saberão e se calhar alguns mais velhos já se devem ter esquecido das sessões de cinema que, por falta de uma sala própria de cinema, eram realizadas numa casa particular que já tivesse electricidade, e uma sala para albergar umas dezenas de pessoas, e onde eram projectados filmes educativos, que não sei precisar qual era o organismo público que as promoveu, mas que foram uma grande iniciativa para aquela época, disso não tenho dúvidas.

Um desses dias chegou e para a pequenada que andava na escola era um dia especial, pois em vez de irem para a escola, iam assistir a uma sessão de cinema, que para muitos era a primeira vez que tinham a oportunidade de ver um filme.

Desta vez, a sala de cinema improvisada, foi a sala da casa dos meus pais. Uns senhores já tinham instalado uma maquineta estranha que projectava imagens num lençol esticado numa das paredes da sala, e já estava tudo a postos para começar a projecção do filme. Então deram permissão para as pessoas poderem entrar.

A crianças que andava na escola foram as primeiras a entrar e foram-se sentando no chão, pois não havia cadeiras que chegassem para todos e também era uma forma de caberem mais pessoas na sala. Alguns adultos também foram chegando e iam ficando em pé, atrás das crianças, e num instante a sala ficou cheia que nem um ovo.

Fez-se um silêncio de espanto quando começou a aparecer um quadrado de luz no lençol posto na parede, e depois, por ordem decrescente, os números 10,9,8…….4,3,2,1 e começaram a desfilar imagens de uns desenhos animados que iriam representar os personagens da história deste filme.

Esta história era sobre um homem muito pacato que não fazia mal a uma mosca, que não se preocupava em limpar o lixo das ruas nem escoar as águas paradas que havia na sua rua, o que facilitava a proliferação de moscas e mosquitos. Esse homem era tão desleixado que estava a comer uma bela coxa de galinha e as moscas poisavam na comida e ele nada se ralava com isso. Como consequência deste seu comportamento acabou por adoecer, padecendo de febres altas e dores de barriga. O Sr. Doutor teve que ir a casa dele e, para além dos remédios que lhe receitou, também lhe deu uns bons conselhos para que aquilo não voltasse a acontecer.

A partir daí foi vê-lo a abrir regos para que as águas se escoassem, limpar o lixo das ruas e fazer um guerra sem tréguas às moscas e mosquitos.

Transmitir estes conselhos sobre higiene e saúde pública, que ainda eram desconhecidos da maior parte das pessoas das nossas aldeias, era o grande objectivo destas sessões de cinema itinerante.

Esta sessão de cinema é aquela que eu melhor recordo, mas houve outras.

Para mim estas sessões foram relevantes no crescimento educacional e cultural dos habitantes de Parada.

 

FRANCISO GOMES

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às 09:10
editado por cunha ribeiro às 12:56

Perguntar não Ofende

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 15.07.11

 

 Qual foi o critério seguido pela Câmara de Vila Pouca de Aguiar para tratar desigualmente situações iguais como é o caso do destino dado às escolas primárias do concelho?

Por um lado, popular e compreensiva, a Câmara abre mãos a 6 escolas primárias e cede-as a instituições representativas de populações locais, nomeadamente associações culturais ( caso de Bornes) ou conselhos directivos, ( casos de Lagobom e Tinhela de Cima);

Por outro lado, manda às favas as outras populações, fazendo das suas escolas albergues.

Como é evidente, quem fica a lucrar com esta política estrábica e parcial são as aldeias a quem a Câmara cedeu as ditas escolas. As outras - designadamente a de Parada de Aguiar - vêem as suas escolas destinadas a acolher pessoas alegadamente em peregrinação, como se Fátima ou santiago fossem em Montenegrelo ou Guilhado.

 As escolas-albergues não passam de moinhos de vento imaginários, só ao alcance da vista fantasiosa dos  D. Quixotes que os imaginaram.

 

CR

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às 01:20

A Banda de Música do Pontido - Décadas de Setenta e Noventa (?)

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 15.07.11

Fotos gentilmente cedidas pelo Jorge Costa, o maestro, na segunda foto

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às 00:28

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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