Created by Watereffect.net Created by Watereffect.net

Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



BLOGUE PARADA DE AGUIAR - Mais sobre mim


calendário

Julho 2011

D S T Q Q S S
12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930
31


página de fãs


Pesquisar

 

Google Maps


Ver mapa maior

PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


Jorge Costa, Um olhar crítico sobre Telões

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 18.07.11


Vim expressamente do Porto para assistir às tradicionais festas da minha freguesia, em Telões. Qual o meu espanto quando entro no adro da igreja e, reparo num grande desbaste   das antiquíssimas e frondosas  árvores que ali sempre me lembra  existirem. Era um local onde os festeiros merandavam e aguardavam a saída da majestosa procissão na bela sombra que lhes fornecia.

 

 Como é possivel nos tempos de hoje em que se apregoa a proteção à natureza, ser permitida tamanha destruição? Será que as entidades responsáveis do concelho autorizaram essa destruição, para a aldeia ganhar visibilidade?

 

 Vou questionar os serviços competentes da protecção da natureza de Vila Pouca de Aguiar. Será que ali vai nascer mais uma aldeia em betão armado?

 

   Jorge Costa 

Autoria e outros dados (tags, etc)

às 23:55

O Desvio

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 18.07.11

 

 Estava, na cara de Sócrates, carimbado o desvio ( de cerca de dois milhões de euros!) de que fala Passos Coelho. Era só olhar para ele. Vê-lo falar, e agir.

 O problema é que este desvio escondido, que acaba de emergir, pela boca de Passos Coelho,  ocorreu depois de outros desvios.

 Esses outros desvios de que vos falo foram também de milhões. O primeiro ocorreu logo que o "galo da Beira" se instalou no poleiro, em S. Bento. Os professores e outros funcionários sabem-no bem, caso tenham memória.  Ao congelarem-lhes a progressão nos escalões, começou o desvio. Milhões de euros que eram pertença dos funcionários do estado, começaram a desviar coercivamente a sua rota, na direcção dos cofres do Estado, caindo nos bolsos não se sabe de quem. 

 Foi nessa altura que o dito "galo" começou a cantar: "Cócórócó que o défice foi reduzido; cócórócó que se vai construir um grande aeroporto, cócórócó, e o TGV; cócórócó pr`aqui; cócórócó pr`acolá.

 Volvidos  meses viu-se: o défice de novo a subir, o país endividado, sem dinheiro para construir um aeródromo para avionetas, quanto mais para  aeroportos e TGVs. Um país a resvalar para o lixo.

 E vieram os PECS. E novos desvios. 

 Mas o galito já não se calava. Funcionava já como um autómato; cantava a pilhas: Cócórócó que Portugal não precisa do FMI; cócórócó que já precisa.

 Entretanto, acabaram as pilhas, e o galo deixou de cantar, e o país ficou na miséria, a "chorar".

 O país? Que ingenuidade a minha - uma fatia desse país. Que todos sabem qual é.

 

 CR

Autoria e outros dados (tags, etc)

às 18:47


Comentários recentes




GENTE DA NOSSA TERRA

minha imagem para.jpg


subscrever feeds