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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


RECORDAÇÕES DE UMA VIDA

por Francisco Gomes, Sexta-feira, 05.08.11

 

Quando me dei conta da minha existência, a minha aldeia chamava-se Parada do Corgo. No Apeadeiro, estava escrito em letras bem grandes. Um dia, foram lá uns homens vestidos de macacão,   trocaram o nome para Parada de Aguiar. Nunca cheguei a saber, com ordem de quem, e nem porque fizeram isso.

            Quando andava na serra a guardar o rebanho, existia uma demarcação, pertencente à Floresta, dirigida pelo Viveiro. Não podia qualquer animal, ultrapassar essa demarcação, com penas de ser retido e multado. Quantas vezes, dentro dos limites da Floresta, o pasto era  abundante, mas a gente não podia deixar os animais invadir, tinham que ficar confinados na pequena faixa de terreno que lhes era destinada, o pasto   quase não existia, porque todos os dias estavam nos mesmos lugares.

            O lavrador que precisasse cortar estrume ou catar lenha, tinha que tirar uma licença em Vila Pouca, e pagava uma taxa. Existia um Guarda Florestal, que se preocupava mais em multar animais e lavradores, do que guardar a floresta. Quando o lavrador apresentava a licença, o Guarda Florestal é que indicava o local e delimitava a área que o lavrador podia roçar o mato. Se saísse fora das demarcações era multado.

            Na minha ignorância adolescente, eu muitas vezes perguntava a mim mesmo: quem seria de fato, o dono daquelas terras? A gente era refém nos nossos próprios domínios, não havia qualquer liberdade de acção. Quem dava as ordens de multar? Para  quem era o dinheiro das multas? Mas estas indagações, nunca tinham resposta.

          Hoje, como tenho acompanhado pela leitura dos posts publicados no Blog, existe na aldeia um Concelho do Baldio, que toma conta dessas terras. Realmente, então, essas terras pertencem à Aldeia. Eu vejo isto com muita alegria.  É aquele ditado, a justiça tarda mas vem.

          No meu fraco conhecimento, eu atribuo aquela situação ao tipo de governo que existia em Portugal. Afinal, no regime Salazarista, o povo tinha muitos deveres e obrigações, mas não tinha qualquer direito. Naquele tempo em Portugal, só existiam dois partidos políticos, aquele que estava no poder e o outro que estava na cadeia ou no exílio.

          Não foi por acaso, que a moeda portuguesa bateu estabilidade durante trinta anos. Mas Portugal era o País mais atrasado e subdesenvolvido da Europa. A Ditadura Salazarista, encheu os cofres de ouro, mas atrasou o país em mais de cem anos em relação ao resto da Europa. Nem os países da chamada " Cortina de Ferro” eram tão atrasados.

 

 Agostinho Gomes  Ribeiro 

 

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às 14:03

Agostinho Rodrigues, Indignação

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 05.08.11

 

 

Alguns dos nossos amigos que frequentam o Blogue de Parada de Aguiar, fazem-nos críticas que falamos muito em política. Então não havemos de falar? Quando temos conhecimento e vimos injustiças como estas, só temos que falar e dar a saber a todo mundo qual é a filosofia destes Srs. políticos que temos em Portugal. É do tipo “ GORILA “.

Então não é que o Sr. D. António Nogueira Leite, vai ser vice-presidente executivo da Caixa Geral de Depósitos, a ganhar mais de 20.000 E mês? O académico que foi conselheiro de D. Pedro Passos Coelho, (quem diria?), vai assumir funções executivas, ocupando o lugar de nº. 2, do próximo banco público que, actualmente já é administrador nas seguintes empresas que passo a citar: -

- Administrador executivo da CUF, Da JOSÉ DE MELLO – SAÚDE, DA EFACEC CAPITAL, DA COMITUR IMOBILIÁRIA, DA REDITUS, DA BRISA, DA QUIMIGAL, PRESIDENTE DO CONSELHO FISCAL DA OPEX, MEMBRO DO CONSELHO NACIONAL DA CMVM, Vice-presidente DO CONSELHO CONSULTIVO DO BANIF INVESTMENT BANK, MEMBRO DO CONSELHO CONSULTIVO DA ASSOCIAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DAS COMUNICAÇÕES, VOGAL DA DIRECÇÃO O IPRI. É MEMBRO DO CONSELHO NACIONAL DO PSD, DESDE 2010. Está-se mesmo a ver, como sempre, os amigos começam por ocupar os melhores lugares. Onde é que eu já vi isto. Mudam os cagalhões mas o cheiro é sempre o mesmo.

Depois falam que querem reduzir as despesas. Com estas medidas assim? O povo já está a sentir o efeito dessa redução com o aumento dos impostos, dos transportes, da saúde e cortes no subsídio de Natal e, ainda por cima com grande lata vêm dizer ao maralhal que os sacrifícios ainda estão para vir. Vejam bem o descaramento destes Srs. políticos. Há que arranjar lugar para todos os barões da trupe. Tem que ser lugares de luxo, destaque e prestígio, senão está o caldo entornado.

Gostava de saber como é que este Sr. D. Leite, tem arcaboiço para gerir e administrar tudo isto? Ou será que tem lá uns estagiários que lhe fazem o serviço, a quem pouco mais paga do que o salário mínimo, enquanto o Sr. D. Leite, leva as 3 partes do bolo. Infelizmente, é assim a moral e democracia desta gente gananciosa que só vêm números à sua frente.

Mas há mais – o Sr. ex-presidente da República D. Jorge Sampaio, administrador da FUNDAÇÃO CIDADE DE GUIMARÃES, com o cargo de Presidente do Conselho administrativo, com o pequeno salário de 14.300:00 E mensais + carro + telemóvel e mais 500:00 E por cada reunião. Mas há mais outros Srs. D. que estão a comer do mesmo tacho, como os Srs. D. Adriano Moreira, Diogo Freitas do Amaral, Eduardo Lourenço, que recebem menos do que o D. Jorge Sampaio, mas também estão no mesmo barco. Em resumo, todos os 15 elementos que fazem parte do Conselho, é-lhes atribuída a Mónica quantia de 1,3 milhões de euros por ano (dinheiro que é injectado pelo Estado Português). Como a Fundação se vai manter- se em exercício até finais de 2015, ficando as despesas com este pessoal à volta de 8 milhões de euros. Depois vêm comunicar ao “ POVO “ que tem que haver cortes drásticos na despesa pública. Estamos a ver onde eles estão cortar e a quem. Como não podia deixar de ser, mais uma vez tocou aos mesmos. Parece que neste País e, segundo as políticas nacionais e internacionais, a classe média, é um alvo a abater. Mas, meus amigos, antes que nos eliminem, temos que nos organizar e abatê-los a eles primeiro cambada de parasitas que só sabem explorar quem trabalha e vivem do seu trabalho que, por vezes até é muito mal remunerado.

Termino com um abraço a todos os Paradenses e amigos do Blogue e até domingo, dia do convívio de sócios e de todos aqueles que se quiserem juntar e associar a nós.

Agostinho Rodrigues

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às 10:30

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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