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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


O Rei da Padrela

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 22.08.11

 

Não fossem os ecos da fúria canina a ladrar montanha abaixo, e talvez os meus olhos permanececem virgens perante a alucinante aparição em correria do mítico predador da nossa floresta.

 Vinham os cães numa investida vertiginosa desde o Viveiro, e eu, já alerta, à cata de uma razão para tanto latido, no cerro mais alto dos espasadouros. Os sons estridentes eram cada vez mais nítidos e próximos. Até que, num repente, surge uma fera, focinho rasgado até às orelhas, galgando uma cerca,  patas no ar, até aterrar no caminho.

 Logo a seguir, o latido incansável dos perseguidores rompia do meio da mata e saltava no encalce da besta que já se esgueirara do meu horizonte. E a louca perseguição durou por mais uns minutos até se perder no fundo do vale, por onde se escoa o rio Corgo.

 Fiquei perplexo, sem saber muito bem se aquilo que vira a cinquenta metros de mim era mesmo o mais temido habitante daquela serra. Até que, minutos depois, me veio a confirmação arrebatadora do Sr João Guarda.

 Regava ou sachava na horta da traganhela, e vira o mesmo que eu: " um maldito de um lobo a fugir à frente de uns cães, talvez do Viveiro, que o perseguiram até a besta alcançar a outra margem do Rio Corgo!..."

 

 Cunha Ribeiro

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às 23:32

Esboço do Projecto para o futuro Centro de Acolhimento em Parada de Aguiar, por Manuel Almeida

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 22.08.11

 

 

 

 

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às 20:57

As Contas da Festa de S. Pedro, 2011, Por António Gonçalves

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 22.08.11

 

 

A comissão após a  organização da festa em honra de Sº Pedro, vem por este meio agradecer a todos que para ela contribuíram, e enaltecer o trabalho feito por pessoas fora da comissão porque sem elas não se conseguiria organizar tal evento.

Talvez nem todas as pessoas de Parada consigam ler esta informação, mas quem beber dela, podem transmiti-la aos mais próximos.

Durante a organização houve alguns contratempos mas tudo se foi resolvendo com o diálogo, mas enfim, pode ser que para uma próxima as coisas corram muito melhor, porque com os erros que se comete nós aprendemos, ou melhor devemos aprender mas nem todos conseguem, todos somos iguais ou deveríamos sê-lo, não há uns nem os outros.

As contas não foram apresentadas mais cedo porque me foi de todo impossível faze-lo, por isso aproveito agora para o fazer por este meio, e mais informo que as mesmas serão afixadas na capela e lidas pelo Padre Domingos na Segunda Feira (8/8/11).

Por fim vou deixar um resumo das contas finais, mas estou ao dispor de todos para quem quiser ser esclarecido sobre determinado assunto com a festa.

As todos os críticos deixo aqui um desafio, deixem de bater nas costas pela frente, porque logo a seguir a flecha entra em acção na má língua, que se ofereçam um dia para organizar os festejos em honra de Sº Pedro, não se escondam atrás da montanha desçam ao vale e trabalhem, também davam uma ajuda preciosa à aldeia, não brinquem com a família A ou B, somos todos de PARADA, porque todos unidos fazeremos uma aldeia forte, se puxar-mos uns para cada lado seremos fracos mas fracos, por isso digo apareçam e lutaremos todos só com um objectico PARADA e só PARADA.

Este foi o meu ponto de vista em relação as festas em Honra de S.Pedro.

 

Com tudo isto um bem haja a todos.

 

AGORA AS CONTAS DA FESTA:

 

Receitas: 12.693,00 euros

Despesas: 12.578,66 euros

 

SALDO: 114,34 euros

 

 

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às 20:50

Contas da Associação

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 22.08.11

 Queria corrigir a informação que dei sobre a quantia arrecadada por ocasião da festa da associação PRAZER DA MEMÓRIA. Foram cerca de 1.000,00 euros, e não 800,00, como havia escrito num post.

Isto, apesar de haver sócios que ainda  não renovaram.

 

Francisco Cunha Ribeiro

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às 15:31

Sr. Agostinho Ribeiro

por Francisco Gomes, Segunda-feira, 22.08.11

O irmão de António Ferreira, João Ferreira, encontra-se a viver no Brasil desde 1968. Foi professor na Universidade de Brasília durante muitos anos e até à data em que se aposentou. É escritor e poeta e escreve sob o pseudónimo de Jan Muá. Em 2006, por ocasião do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades, foi-lhe atribuída pelo Sr. Presidente da República Portuguesa – Prof. Cavaco Silva – “a condecoração da Ordem do Infante D. Henrique: - Prof. Doutor João Ferreira (Comendador)”

  

Os meus respeitosos cumprimentos.

 

Ermelinda Ferreira

   

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às 09:11
editado por cunha ribeiro às 10:42

RECORDAR É VIVER

por Francisco Gomes, Segunda-feira, 22.08.11

Não sei como funciona hoje o correio em Parada e nas aldeias vizinhas. No meu tempo de rapaz, a coisa era bem complicada. Tinha a Senhora Lucinda, uma paradense que morava nas Lages, que era a responsável pelo serviço do Correio, entre Parada, Soutelo e Fontes. Todos os dias, a Senhora Lucinda apanhava no Comboio da tarde, que seguia para Chaves, três sacolas, uma para cada aldeia, devidamente identificadas. Entregava uma em Soutelo, outra em Fontes e outra em Parada. No dia seguinte, de manhã, ela fazia o percurso inverso. Apanhava a de Parada, Soutelo e Fontes e entregava no Comboio do meio dia, que seguia para a Régua. Todos os dias, fazendo sol, chuva ou neve, ela tinha que fazer este trajeto. O Correio funcionava na casa de uma família, em Parada, era na casa dos Baldeiros, no fundo da aldeia. Quando chegava a sacola, era aberta por alguém responsável, a correspondência era separada e ficava aguardando que os interessados fossem procurá-la. A Senhora Lucinda era analfabeta. Tinha duas filhas, a Helena e a Beatriz, a trabalhar no Porto. Todas as semanas, ela recebia cartas das filhas. Eu é que lia as cartas e escrevia as respostas. A Senhora Lucinda, era uma pessoa muito boa, estava sempre a me dar dinheiro, chocolates ou biscoitos. Quando por qualquer motivo ela não podia fazer o serviço do Correio, me pedia e eu ia fazer para ela. Entregar as sacolas no Comboio do meio-dia, era fácil. Mas apanhar no Comboio da tarde, era difícil, pois o responsável pelo vagão do Correio, não me conhecia e às vezes não me entregava as sacolas. Elas seguiam para o Correio Geral para Vila Pouca. Eu ia lá buscá-las para fazer a entrega. O encarregado do Correio, também não me conhecia, pois a funcionária encarregada do serviço era a Senhora Lucinda, também não me entregava. Quem resolvia o problema era o meu Tio João, que era Guarda Republicana, ele ia ao Correio, falava com o encarregado, que me entregava as sacolas na responsabilidade do meu Tio João. Isto aconteceu muitas vezes. Lembro-me ainda, o encarregado dos Correios, dizer para Meu Tio: O Senhor se arrisca em assumir a responsabilidade por este guri. Meu Tio sorria e dizia: Não tenho medo, eu conheço bem ele e sei que é muito responsável! Aquilo me enchia de orgulho.

 

RECORDAR É VIVER

 

Abraços para todos os paradenses

 

Agostinho Gomes Ribeiro

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às 08:59
editado por cunha ribeiro às 10:53

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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