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ela, 2. antonio candido . 8341659518_ecc98db9f2_m . Cândida dos Reis Dias Pinto . minha foto. agostinho ribeiro . agostinho . francisco gomes .

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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


Voltemos à escola

por cunha ribeiro, Terça-feira, 30.08.11

 

Manhã muito cedo

Sacola na mão

Lá iam pr`a escola

O Zé e o João

 

Olá, passou bem?

Dizia o João.

Entrava na sala

Sacola na mão

 

Ó Zé, vem ó quadro!

- Dizia a pro/ssora

Fazer esta conta

Sem muita demora

 

O Zé não sabia

chapada levava

Ai como gemia!

Que triste ficava!

 

Lá está a pro/ssora

A ralhar ó Zé

O sacana beijou

A Maria José

 

Escutem-me todos

Com muita atenção:

- Se sois preguiçosos

Não há salvação!

 

Vamos ao ditado

Estejam muito atentos!

Se tiverem erros

Não quero lamentos!

 

Meninos da quarta

Classe toda inteira

Ensinai a ler

Quem está na primeira

 

Ouve lá, ó Zé,

Tira-me esse ranho!

Aqui dentro não,

Na casa de banho!

 

Que é que fizeste,

Meu grande sacana?

Portaste-te mal,

Levas com a cana!

 

A nossa braseira

De quem é a vez?

Será do João,

Será da Inês?

 

Chegamos ao fim

Da nossa Lição

Cantemos o Hino

Da nossa Nação

 

Vamos então todos

Para nossas casas.

Vejam se não esquecem

de trazer as brazas.

 

 

FCR 

 

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às 22:44

Mais Fotos da Festa da Associação - do arquivo de Emanuel Rodrigues

por cunha ribeiro, Terça-feira, 30.08.11

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às 20:07

Frase do dia

por cunha ribeiro, Terça-feira, 30.08.11

 

 Nunca discutam com um idiota, primeiro ele arrasta-vos para o seu nível, e depois ganha-vos em experiência

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às 19:04

Do Blog " Rua Babilónia", de André Ribeiro

por cunha ribeiro, Terça-feira, 30.08.11
 

Sr. José Joaquim Fernandes Ribeiro

O Sr. José Joaquim nasceu em Parada de Aguiar, Vila Pouca de Aguiar, Vila Real, Portugal, em 26 de setembro de 1888. Filho de Manuel Joaquim Fernandes da Silva (em algumas certidões aparecem o sobrenome Ricote, há alguns descendentes deles até hoje em Parada) e Maria da Glória Lourenço Ribeiro (há fortes indícios que seus pais tenham vindo para o Brasil, mas sem provas documentais por enquanto). Casou em 06 de agosto de 1910, na Paróquia de Soutello de Aguiar com Sra. Maria Deolinda Pires dos Santos e tiveram três filhos: António, João e Abílio.
Veio para o Brasil em 1920 deixando esposa e filhos em Portugal e começou a trabalhar com construção civil e carpintaria. Há um prédio no Catumbi que, segundo meu pai, foi construído por ele (vou postar foto assim que passar por lá). Aqui constituiu família casando-se com Maria Olivia Mesquita, enfermeira do hospital Pedro Ernesto. Em janeiro de 1929 recebeu os dois filhos mais velhos (António e João), após separação com a Sra. Maria Deolinda, ficando ela e meu avô Abílio, este por motivos de saúde, em Portugal. Eles viriam para o Brasil em diferentes épocas, anos mais tarde.
Junto à sua esposa brasileira, adquiriram as casas 15 e 16 do nº 45 de propriedade de João Octavio Mendes e João Ferreira Viveiros (representado por Maria Carlota Xavier), respectivamente, em 1934.
Após o falecimento da sua esposa Maria Olívia em 22 de outubro de 1955, recebeu seu filho Abílio em 1958 (a esta altura, já era a segunda vez dele no Brasil, agora viera acompanhando da família, entre eles, minha mãe), e sua ex-esposa (não tenho registro da sua vinda), com quem viveria até 21 de julho de 1960 aos 72 anos, com a chegada da sua morte por neoplasia pulmonar.
Algumas curiosidades sobre o Sr. José Joaquim:
(1) embora nem tivesse o primário completo, era um excelente construtor de casas. Meu tio João (seu neto) uma vez contou que um dia lá no Catumbi, fiscais do governo foram verificar a obra em andamento. E foram logo perguntando: “ó patrício, que tipo de ferro vc usou nesta obra? Qual a composição de cimento foi usada? Como foi feita a fundação?..., etc.” O “patrício” deu uma verdadeira aula de engenharia nos fiscais e eles não conseguiram multá-lo, embora tivesse que regularizar a obra. Isso foi lá pelos idos da década de 1940. 
(2) Havia uma forte ligação entre a família do Sr. José Joaquim e a família da D. Lola, ex-moradora da casa 8. Ele até batizou um dos sobrinhos dela, apelidado de Moreno, irmão do Betinho. Conheci-os muito bem, eram muito simáticos com nossa família.
(3) Provavelmente meu avô Abílio aprendeu os segredos da carpintaria com ele, ainda em Portugal. A história do vô Abílio segue em outra postagem.
(4) Ainda me lembro dos objetos guardados no quarto dos fundos da minha casa que pertenceram ao Sr. José Joaquim: um baú de madeira, objetos de carpintaria (entre eles, uma furadeira manual, que tenho até hoje), um rádio de madeira, e umas moedas datadas de 1922.
(5) Ele costumava “brincar” com meu tio Zé, à época ainda uma criança, pedindo a ele que olhase bem os seus olhos, depois de uma boa tragada de cigarro. Segundo ele, a fumaça ia sair por seus olhos. Enquanto isso, ele dava uma bela de uma estocada no braço do meu tio com a ponta de cigarro... sinistro!
(6) Em seu testamento, constam os nomes dos seguintes moradores do nº 45 c/ 11 como testemunhas: Amilcar dos Santos Morais (motorista); Candido Teixeira dos Santos (motorista); e Adriano Gonçalves (barbeiro)
(7) Finalmente, ainda preciso saber mais sobre a história de possíveis irmãos de Sr. José Joaquim – tínhamos um primo em Araruama, infelizmente já falecido, que era primo do meu avô Abílio. É provável que o pai dele, Sr. Alfredo Ribeiro, fosse um dos irmãos do Sr. José Joaquim.

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às 17:29

225 milhões gastos em ópio do povo (futebol), pago a peso de ouro à Olivedesportos, em indemnizações estratosféricas pagas ao Sr. Emídio Rangel e a outros, em salários absurdos de alguns jornalistas, e por aí fora

por cunha ribeiro, Terça-feira, 30.08.11

 

Governo vai pagar 225 milhões de dívida da RTP

Lusa, PÚBLICO

O ministro Miguel Relvas anunciou que o Estado vai pagar em antecipação 225 milhões de euros da dívida da RTP. Os canais regionais vão passar a emitir apenas quatro horas por dia.

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às 17:07

Sua Exª ia passar ali pelo Talho...

por cunha ribeiro, Terça-feira, 30.08.11

 

 Eu frequentava na época a Escola Primária. Devia estar na 2ª ou 3ª classe. Sua Exª, o Sr Presidente da República, Américo Tomás (para alguns atrevidotes o "cabeça de abóbora", um abuso, a meu ver, pois não alinhava em blasfémias do género, e achava que " cabeça de melão", sim, era um nome mais digno) - que nós  víamos todos os dias, a olhar para a gente, como se estivesse a vigiar-nos os gestos, lá do cimo da parede onde o haviam pendurado, a ele e ao Salazar - ia passar pela Estrada Nacional nº 2, na direcção de Chaves, e a nós, pequenos e obedientes cidadãos da lusa república, ficáva-nos bem, sendo mesmo um dever patriótico,  ir aplaudir a altíssima figura nacional.

 Dias antes, toda a escola começou a preparar o extraordinário acontecimento. As bandeiras teriam de ser muitas, e em papel colorido. Cada um de nós teria de levar uma, pelo menos. E, à passagem de Sua Excelência,  as bandeirinhas deviam levantar-se bem alto, e ser agitadas com grande fervor nacional, até à exaustão.

 Recortar papel de lustro verde e vermelho, e colá-lo em pauzinhos de sabugueiro, era muito mais divertido que ir ao quadro resolver problemas de aritmética, ou ir ao canto da secretária dizer a tabuada sob a ameaça da professora, ou da régua de um nosso colega, mais estudioso que nós. Por isso, a visita de Sua Ex.ª estava já a ser uma festa, ainda antes do dia dela.

 Na data prevista, lá fomos nós, de bandeirola na mão, numa agitação organizada (para não levarmos no pêlo) até ao Talho. As bermas da  nacional 2 estavam já cheias de gente quando chegámos. Fomos, em fila, perfilar-nos em frente aos nossos colegas de Soutelo de Aguiar,que estavam também a chegar e a espalhar-se, na outra berma, a seguir ao entroncamento, a descair para o Serralheiro.

A Guarda Republicana, vestida com farda de gala, dava ao evento um ar solene, com os seus cordéis  multicolores a descair-lhes dos ombros, em diagonal, até à cintura. Perdi-me  a observar, extasiado, o colorido incomum daquelas fardas, e quando acordei do meu êxtase, Sua Exª já tinha passado, mesmo à frente do meu nariz, num automóvel preto "espectacular" que nunca vi.

 

Francisco Cunha Ribeiro

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às 10:44

André Ribeiro esclarece a sua relação familiar com a família Sousa Gomes

por cunha ribeiro, Terça-feira, 30.08.11


 

De André RIbeiro a 29 de Agosto de 2011 às 19:01
 
Este ano tive o prazer de conhecer meu primo Agostinho pessoalmente, a partir da visita que fez a casa do meu pai.
Nesta ocasião, tive uma verdadeira aula de história do primo. Vamos a alguns pontos:

1) Primeiro queria explicar por que somos primos: o primo Agostinho é filho do Sr. Albino Antonio Ribeiro e neto paterno de Antônio Joaquim Ribeiro e Teresa Angelina (em algumas certidões, aparece o sobrenome Lourenço).
2) Esse casal teve outros filhos além do Sr. Albino. A mais velha era a Maria da Glória Ribeiro (tb aparece o sobrenome Lourenço), minha trisavó, nascida em 1865, mãe do meu bisavô José Joaquim Ribeiro. Ou seja, o primo Agostinho é primo em primeiro grau do meu bisavô. Segue o link para meu blog, onde descrevo a história do meu bisavô: http://ruababilonia.blogspot.com/2010/12/sr-jose-joaquim-fernandes-ribeiro_29.html

3) Além dela, outros filhos vieram: João Batista "Pico" Ribeiro (pai do José Pico, foi casado com a prima Laurinda, imã do primo Agostinho); Adelina Ribeiro, mão de Alfredo Ribeiro, que por sua vez pai do Manuel Ribeiro, ou Manuel de Araruama, ou Manuel Pelado); e Laurinda Ribeiro, mãe do Sr Francisco Gonçalves, ou Sr. Francisco do Catumbi.

Primo, está tudo certo? Aprendi corretamente?

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às 10:22

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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