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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


Voltemos à escola

por cunha ribeiro, Terça-feira, 30.08.11

 

Manhã muito cedo

Sacola na mão

Lá iam pr`a escola

O Zé e o João

 

Olá, passou bem?

Dizia o João.

Entrava na sala

Sacola na mão

 

Ó Zé, vem ó quadro!

- Dizia a pro/ssora

Fazer esta conta

Sem muita demora

 

O Zé não sabia

chapada levava

Ai como gemia!

Que triste ficava!

 

Lá está a pro/ssora

A ralhar ó Zé

O sacana beijou

A Maria José

 

Escutem-me todos

Com muita atenção:

- Se sois preguiçosos

Não há salvação!

 

Vamos ao ditado

Estejam muito atentos!

Se tiverem erros

Não quero lamentos!

 

Meninos da quarta

Classe toda inteira

Ensinai a ler

Quem está na primeira

 

Ouve lá, ó Zé,

Tira-me esse ranho!

Aqui dentro não,

Na casa de banho!

 

Que é que fizeste,

Meu grande sacana?

Portaste-te mal,

Levas com a cana!

 

A nossa braseira

De quem é a vez?

Será do João,

Será da Inês?

 

Chegamos ao fim

Da nossa Lição

Cantemos o Hino

Da nossa Nação

 

Vamos então todos

Para nossas casas.

Vejam se não esquecem

de trazer as brazas.

 

 

FCR 

 

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às 22:44

Mais Fotos da Festa da Associação - do arquivo de Emanuel Rodrigues

por cunha ribeiro, Terça-feira, 30.08.11

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às 20:07

Frase do dia

por cunha ribeiro, Terça-feira, 30.08.11

 

 Nunca discutam com um idiota, primeiro ele arrasta-vos para o seu nível, e depois ganha-vos em experiência

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às 19:04

Do Blog " Rua Babilónia", de André Ribeiro

por cunha ribeiro, Terça-feira, 30.08.11
 

Sr. José Joaquim Fernandes Ribeiro

O Sr. José Joaquim nasceu em Parada de Aguiar, Vila Pouca de Aguiar, Vila Real, Portugal, em 26 de setembro de 1888. Filho de Manuel Joaquim Fernandes da Silva (em algumas certidões aparecem o sobrenome Ricote, há alguns descendentes deles até hoje em Parada) e Maria da Glória Lourenço Ribeiro (há fortes indícios que seus pais tenham vindo para o Brasil, mas sem provas documentais por enquanto). Casou em 06 de agosto de 1910, na Paróquia de Soutello de Aguiar com Sra. Maria Deolinda Pires dos Santos e tiveram três filhos: António, João e Abílio.
Veio para o Brasil em 1920 deixando esposa e filhos em Portugal e começou a trabalhar com construção civil e carpintaria. Há um prédio no Catumbi que, segundo meu pai, foi construído por ele (vou postar foto assim que passar por lá). Aqui constituiu família casando-se com Maria Olivia Mesquita, enfermeira do hospital Pedro Ernesto. Em janeiro de 1929 recebeu os dois filhos mais velhos (António e João), após separação com a Sra. Maria Deolinda, ficando ela e meu avô Abílio, este por motivos de saúde, em Portugal. Eles viriam para o Brasil em diferentes épocas, anos mais tarde.
Junto à sua esposa brasileira, adquiriram as casas 15 e 16 do nº 45 de propriedade de João Octavio Mendes e João Ferreira Viveiros (representado por Maria Carlota Xavier), respectivamente, em 1934.
Após o falecimento da sua esposa Maria Olívia em 22 de outubro de 1955, recebeu seu filho Abílio em 1958 (a esta altura, já era a segunda vez dele no Brasil, agora viera acompanhando da família, entre eles, minha mãe), e sua ex-esposa (não tenho registro da sua vinda), com quem viveria até 21 de julho de 1960 aos 72 anos, com a chegada da sua morte por neoplasia pulmonar.
Algumas curiosidades sobre o Sr. José Joaquim:
(1) embora nem tivesse o primário completo, era um excelente construtor de casas. Meu tio João (seu neto) uma vez contou que um dia lá no Catumbi, fiscais do governo foram verificar a obra em andamento. E foram logo perguntando: “ó patrício, que tipo de ferro vc usou nesta obra? Qual a composição de cimento foi usada? Como foi feita a fundação?..., etc.” O “patrício” deu uma verdadeira aula de engenharia nos fiscais e eles não conseguiram multá-lo, embora tivesse que regularizar a obra. Isso foi lá pelos idos da década de 1940. 
(2) Havia uma forte ligação entre a família do Sr. José Joaquim e a família da D. Lola, ex-moradora da casa 8. Ele até batizou um dos sobrinhos dela, apelidado de Moreno, irmão do Betinho. Conheci-os muito bem, eram muito simáticos com nossa família.
(3) Provavelmente meu avô Abílio aprendeu os segredos da carpintaria com ele, ainda em Portugal. A história do vô Abílio segue em outra postagem.
(4) Ainda me lembro dos objetos guardados no quarto dos fundos da minha casa que pertenceram ao Sr. José Joaquim: um baú de madeira, objetos de carpintaria (entre eles, uma furadeira manual, que tenho até hoje), um rádio de madeira, e umas moedas datadas de 1922.
(5) Ele costumava “brincar” com meu tio Zé, à época ainda uma criança, pedindo a ele que olhase bem os seus olhos, depois de uma boa tragada de cigarro. Segundo ele, a fumaça ia sair por seus olhos. Enquanto isso, ele dava uma bela de uma estocada no braço do meu tio com a ponta de cigarro... sinistro!
(6) Em seu testamento, constam os nomes dos seguintes moradores do nº 45 c/ 11 como testemunhas: Amilcar dos Santos Morais (motorista); Candido Teixeira dos Santos (motorista); e Adriano Gonçalves (barbeiro)
(7) Finalmente, ainda preciso saber mais sobre a história de possíveis irmãos de Sr. José Joaquim – tínhamos um primo em Araruama, infelizmente já falecido, que era primo do meu avô Abílio. É provável que o pai dele, Sr. Alfredo Ribeiro, fosse um dos irmãos do Sr. José Joaquim.

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às 17:29

225 milhões gastos em ópio do povo (futebol), pago a peso de ouro à Olivedesportos, em indemnizações estratosféricas pagas ao Sr. Emídio Rangel e a outros, em salários absurdos de alguns jornalistas, e por aí fora

por cunha ribeiro, Terça-feira, 30.08.11

 

Governo vai pagar 225 milhões de dívida da RTP

Lusa, PÚBLICO

O ministro Miguel Relvas anunciou que o Estado vai pagar em antecipação 225 milhões de euros da dívida da RTP. Os canais regionais vão passar a emitir apenas quatro horas por dia.

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às 17:07

Sua Exª ia passar ali pelo Talho...

por cunha ribeiro, Terça-feira, 30.08.11

 

 Eu frequentava na época a Escola Primária. Devia estar na 2ª ou 3ª classe. Sua Exª, o Sr Presidente da República, Américo Tomás (para alguns atrevidotes o "cabeça de abóbora", um abuso, a meu ver, pois não alinhava em blasfémias do género, e achava que " cabeça de melão", sim, era um nome mais digno) - que nós  víamos todos os dias, a olhar para a gente, como se estivesse a vigiar-nos os gestos, lá do cimo da parede onde o haviam pendurado, a ele e ao Salazar - ia passar pela Estrada Nacional nº 2, na direcção de Chaves, e a nós, pequenos e obedientes cidadãos da lusa república, ficáva-nos bem, sendo mesmo um dever patriótico,  ir aplaudir a altíssima figura nacional.

 Dias antes, toda a escola começou a preparar o extraordinário acontecimento. As bandeiras teriam de ser muitas, e em papel colorido. Cada um de nós teria de levar uma, pelo menos. E, à passagem de Sua Excelência,  as bandeirinhas deviam levantar-se bem alto, e ser agitadas com grande fervor nacional, até à exaustão.

 Recortar papel de lustro verde e vermelho, e colá-lo em pauzinhos de sabugueiro, era muito mais divertido que ir ao quadro resolver problemas de aritmética, ou ir ao canto da secretária dizer a tabuada sob a ameaça da professora, ou da régua de um nosso colega, mais estudioso que nós. Por isso, a visita de Sua Ex.ª estava já a ser uma festa, ainda antes do dia dela.

 Na data prevista, lá fomos nós, de bandeirola na mão, numa agitação organizada (para não levarmos no pêlo) até ao Talho. As bermas da  nacional 2 estavam já cheias de gente quando chegámos. Fomos, em fila, perfilar-nos em frente aos nossos colegas de Soutelo de Aguiar,que estavam também a chegar e a espalhar-se, na outra berma, a seguir ao entroncamento, a descair para o Serralheiro.

A Guarda Republicana, vestida com farda de gala, dava ao evento um ar solene, com os seus cordéis  multicolores a descair-lhes dos ombros, em diagonal, até à cintura. Perdi-me  a observar, extasiado, o colorido incomum daquelas fardas, e quando acordei do meu êxtase, Sua Exª já tinha passado, mesmo à frente do meu nariz, num automóvel preto "espectacular" que nunca vi.

 

Francisco Cunha Ribeiro

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às 10:44

André Ribeiro esclarece a sua relação familiar com a família Sousa Gomes

por cunha ribeiro, Terça-feira, 30.08.11


 

De André RIbeiro a 29 de Agosto de 2011 às 19:01
 
Este ano tive o prazer de conhecer meu primo Agostinho pessoalmente, a partir da visita que fez a casa do meu pai.
Nesta ocasião, tive uma verdadeira aula de história do primo. Vamos a alguns pontos:

1) Primeiro queria explicar por que somos primos: o primo Agostinho é filho do Sr. Albino Antonio Ribeiro e neto paterno de Antônio Joaquim Ribeiro e Teresa Angelina (em algumas certidões, aparece o sobrenome Lourenço).
2) Esse casal teve outros filhos além do Sr. Albino. A mais velha era a Maria da Glória Ribeiro (tb aparece o sobrenome Lourenço), minha trisavó, nascida em 1865, mãe do meu bisavô José Joaquim Ribeiro. Ou seja, o primo Agostinho é primo em primeiro grau do meu bisavô. Segue o link para meu blog, onde descrevo a história do meu bisavô: http://ruababilonia.blogspot.com/2010/12/sr-jose-joaquim-fernandes-ribeiro_29.html

3) Além dela, outros filhos vieram: João Batista "Pico" Ribeiro (pai do José Pico, foi casado com a prima Laurinda, imã do primo Agostinho); Adelina Ribeiro, mão de Alfredo Ribeiro, que por sua vez pai do Manuel Ribeiro, ou Manuel de Araruama, ou Manuel Pelado); e Laurinda Ribeiro, mãe do Sr Francisco Gonçalves, ou Sr. Francisco do Catumbi.

Primo, está tudo certo? Aprendi corretamente?

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às 10:22

A FAMÍLIA SOUSA E A FAMÍLIA GOMES

por Francisco Gomes, Segunda-feira, 29.08.11

 

A Família Sousa e a Família Gomes, à  primeira vista, parecem ser duas famílias. Mas na realidade, é uma família só.

Quando meu Avô Manuel José de Sousa casou com minha Avó, Maria dos Prazeres, os nomes eram esses mesmos. Quando chegaram os  três primeiros filhos, o sobrenome deles era Sousa. Foram os mais velhos Firmino Augusto de Sousa, a minha Mãe Ana Deluvina e Américo José de Sousa. Os filhos do Tio Firmino e do Tio Américo, são Sousa. Os meus irmãos, os dois mais velhos, são apenas Ribeiro, isto porque minha Mãe não tinha o sobrenome de Sousa, apenas Ana Deluvina.

Depois que nasceu o terceiro filho, o Tio Américo, meu Avô resolveu mudar o nome para Manuel José Gomes. A partir daí, os filhos que vieram passaram a ser Gomes.

Vieram o Francisco José Gomes, o José Joaquim Gomes, o Felisbino Gomes, o António Augusto Gomes, a Alcina das Dores Gomes e por último João Baptista Gomes.

Eram nove irmãos vivos. Segundo falava a minha Mãe, dois morreram crianças, senão, seriam onze irmãos. Hoje todos  são falecidos. A minha Mãe, o Tio Francisco, o Tio António e a Tia Alcina faleceram no Rio de Janeiro, os restantes faleceram em Portugal.  

O Tio António, não teve filhos. Mas os outros tiveram filhos, alguns mais de seis filhos. Tem muitos filhos vivos e  um batalhão de netos e bisnetos, espalhados entre Portugal e  Estados Unidos da América. Não é do meu conhecimento, mas acredito que já haja Trisnetos.

 A diferença de idade entre os irmãos era bastante acentuada, pois o Tio Firmino e a minha Mãe eram os Padrinhos de Batismo do Tio João Baptista Gomes.

Voltarei a falar desta Família Sousa e Gomes, pois ela teve uma passagem muito marcante pela Aldeia de Parada.

 

Abraços para todos

 
Agostinho   Gomes   Ribeiro

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às 08:32
editado por cunha ribeiro às 17:38

A Fraga da Serpente, ( ou do Outeiro) em Parada de Aguiar - Um destino nobre só no palavreado político

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 29.08.11

Parada do Corgo

  Vila Pouca de Aguiar

Sinalização na Fraga da Serpente - santuário de arte rupestre

Situada na aldeia de Parada do Corgo, a Fraga da Serpente é uma atracção do concelho de Vila Pouca de Aguiar. Dizem alguns investigadores que a mesma faria parte de enorme santuário de arte rupestre erigido à serpente.

É o único da Península Ibérica, garantem mesmo alguns arqueólogos. Ciente da importância do monumento, a edilidade de Vila Pouca de Aguiar vai levar a cabo um conjunto de intervenções no sentido de proporcionar uma maior visibilidade a tão raro testemunho.

A iniciativa foi explicada pelo vereador do pelouro da Cultura, Filipe Nascimento \" Nós promovemos anualmente, através dos pelouros da Cultura e do Ambiente, acções de divulgação, limpeza e sinalética, entre outras, dos vários monumentos do concelho , de forma a dar ainda mais saliência ao património existente que é muito rico e diversificado.\"

\"Neste caso da conhecida Fraga da Serpente, também se aplica este plano, dado o interesse que desperta junto dos investigadores\", sublinhou.

De referir que, recentemente, decorreu no Centro de Interpretação do Castelo de Aguiar uma conferência sobre a Fraga da Serpente de Parada do Corgo.

Almeida Cardoso in JN, 2006-10-08

 

 O meu comentário:

 

Se forem ver a fraga da serpente, hoje, 5 anos depois destas palavras de Filipe Nascimento, notarão a  inconsequência desoladora do anúncio do vereador Nascimento... Nada ali foi feito, a não ser permitir  que o desleixo o torne num lugar pouco atractivo aos olhos dos visitantes da aldeia.

 

FCR

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às 00:13

Um pouco de História da nossa Aldeia: Alguém sabe onde fica a "Casa da Pereira", em Parada de Aguiar?

por cunha ribeiro, Domingo, 28.08.11

Descendência de Agostinho Cachapuz

  • 1.1. Agostinho de Sousa Pinto de Barros Cachapuz (VIII):


    Agostinho de Sousa Pinto de Barros Cachapuz, filho legítimo de José Joaquim de Barros e de Teresa Maria da Conceição, nasceu no dia 3 de Agosto de 1786, na Casa da Vedoria, em Santa Maria Maior, Chaves.



    1.2. Maria Fortunata:


    Maria Fortunata, nasceu no Porto, na casa que incluía a Capela do Alto da Rua da Picaria ( ).
    Filha legítima de João António Pinheiro (negociante), e de Ana Raimunda da Trindade (parente do General Canavarro), naturais da Sé, Porto ( ).
    Neta paterna de João da Fonseca Guimarães e de Ana Maria Coelho, do Arcebispado de Braga.
    Neta materna de João Coelho de Macedo e de Maria Josefa Pinto, de Penafiel.



    b) casamento:

    Agostinho de Sousa Pinto de Barros Cachapuz casou com Maria Fortunata Pinheiro no dia 6 de Fevereiro de 1808, na Sé Catedral do Porto ( ).


    c) geração:


    De início domiciliaram-se na freguesia da Sé, no Porto ( ).
    A partir da década de vinte ou trinta do século XIX fixaram residência no Lugar de Vila Nova de Veiga, freguesia de S. Pedro de Agostém, e no Lugar de S. Vicente, na freguesia de S. Vicente da Raia, ambas do concelho de Chaves ( ).

    Tiveram os seguintes filhos:


    1 (IX) – Teresa de Sousa Pinto de Barros Cachapuz: nascida em 9/1/1809, na Rua das Flores, Sé, Porto; foi baptizada no dia 15/1/1809, na Igreja da Sé Catedral do Porto; foram padrinhos: Manoel José de C. e Teresa de Jesus, da Calçada dos Clérigos, Santo Ildefonso, Porto; 

    2 (IX) – Luís de Sousa Pinto de Barros Cachapuz: nascido em 12/4/1810, na Rua das Flores, Sé, Porto; foi baptizado no dia 14/4/1810, na Igreja da Sé Catedral do Porto; foram padrinhos: Luís António Chaves, da cidade de Lisboa, e xxx; emigrou para Itália, onde casou com a condessa de Manca de Sassari; foi Major e Governador da fortaleza de Baro (ou Baso); 

    3 (IX) – Isabel Escolastica de Sousa Pinto de Barros Cachapuz: nascida em 20/3/1812, na Rua das Flores, Sé, Porto; foi baptizada no dia 25/3/1812, na Igreja da Sé Catedral do Porto; foram padrinhos: Narciso António de Araújo Guimarains e Isabel Escolástica de G., da cidade de Lisboa; faleceu no dia 25/4/1852, em S. Vicente da Raia, Chaves, com 40 anos, no estado de solteira ( );

    4 (IX) – Narciso de Sousa Pinto de Barros Cachapuz: nascido em 11/5/1814, na Rua das Flores, Sé, Porto; foi baptizado no dia 23/5/1814, na Igreja da Sé Catedral do Porto; foram padrinhos: Narciso José Alves Machado e Ana Bernardina Machado, da freguesia da Vitória; casou com uma prima, Margarida Antónia Lobo, do Rio Grande do Sul, Brasil, filha de António Fernandes Lobo e de Francisca Lobo;

 

5 (IX) – Esménia Rufina de Sousa Pinto de Barros Cachapuz: nascida em 27/8/1816, na Rua das Congostas, Sé, Porto; foi baptizada no dia 6/9/1816, na Igreja da Sé Catedral do Porto; foram padrinhos: José Custódio Pinto Machado e Esmenia, moradores na Rua das Flores, no Porto; 

- casou com José Bernardino Pereira, no dia 12/12/1852, em S. Pedro de Agostem, Chaves; o casal fixou residência no Lugar de Parada do Corgo, em S. Tiago de Soutelo do Vale (ora Soutelo de Aguiar), Vila Pouca de Aguiar, onde Esménia Cachapuz faleceu em 7/8/1878, às 22 horas, com 61 anos, intestada, no estado de viúva e sem descendência; 

- José Bernardino Pereira nasceu em 23/12/1813, em Parada do Corgo (ou Paradade Aguiar), aldeia pertencente à freguesia de Soutelo de Aguiar, concelho de Vila Pouca de Aguiar; era filho de José Joaquim Pereira, Senhor da Casa da Pereira, em Parada doCorgo, e de Teresa Joaquina de Sousa Machado; neto paterno de Domingos José Pereira, Senhor da Casa da Pereira, em Parada do Corgo, e de Maria Engrácia Gonçalves Rodrigues Monteiro; e neto materno de Domingos Caetano Machado, daParada do Corgo, e de Maria Caetana de Sousa Machado e Oliveira, da Casa da Pedreira do Fundo, em Soutelo de Aguiar ( ).

- José Bernardino Pereira faleceu em 23/10/1860, com 46 anos.


 

Comentário: 

  Este pedaço de prosa chamou-me à atenção pelo facto de um dos CACHAPUZ ter sido Juiz em Vila Pouca de Aguiar, na década de oitenta. Creio que se chama FRANCISCO GUERRA CACHAPUZ, e neste momento é Desembargador. Tem residência em Chaves, e a casa dos pais é em Vilarinho das Parinheiras, na estrada Vidago/ Chaves.

 

FCR

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às 23:48

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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