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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


O desemprego dos professores

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 01.09.11

 

 

 Muito sinteticamente, para não chatear o leitor, vou tentar responder à seguinte questão:

  - como se resolveria o grave problema do desemprego que atinge os professores portugueses?

 

 Será dando-lhes subsídio de desemprego?

Penso que não. Penso mesmo que é asneira, e da grossa. Seja que subsídio for, é, sempre e em toda a parte, um gasto improdutivo de dinheiros públicos.

Estamos a falar de professores,  não estamos? Ora, visto que é de professores que falamos e não de taberneiros, nem agricultores, ou artistas de telenovela, acho que seria tolice não lhes proporcionar o desenvolvimento da actividade na qual o país investiu rios de dinheiro para a sua formação, e no sítio em que ela é desenvolvida, ou seja, nas escolas deste país. 

 Objectar-me-ão, com pretensa autoridade científica, alguns: Mas,  não há alunos para tantos professores!

 É mentira, caro leitor. O que há é poucas turmas para os professores que temos. Mas alunos há muitos, graças a Deus. É que as turmas têm muitos alunos. Muitos, não, demais! E todos deverão perceber que o rendimento de um professor numa turma de trinta alunos é muito menor que numa de quinze.

 Ora, muito provavelmente pode dispensar-se a ajuda de um especialista em lógica, para concluirmos da seguinte maneira:

  A solução para os números dramáticos do desemprego que atinge os professores está justamente em aumentar o número de turmas, diminuindo o número de alunos por cada uma.

  Esta é a única forma de diminuir o desemprego docente, mantendo praticamente a mesma despesa, e melhorando o ensino no nosso país, que, como é sabido, anda pelas ruas da amargura.

 

Francisco Cunha Ribeiro

 

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às 20:12

Por falar em Propostas...

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 01.09.11

 

 

Vejam estas três e comentem:

 

 Primeira:

 

 Acabar com os motoristas presidenciais. Se não estou em erro os Srs Presidentes de Câmara do nosso país têm todos carta de condução. E o de Vila Pouca também. E não são gente que se embriague ( pelo menos com álcool ). E o de Vila Pouca também me parece que não.

 

Segunda: 

 

 O dinheiro sobrante da poupança com os motoristas reverteria  para o vencimento  dos Presidentes de Câmara, pois ganham pouco. O que os faria concentrar mais no seu trabalho autárquico, e menos na busca de  fontes de rendimento suplementar.

 

Terceira:

 

 Os Presidentes de Junta passariam a ganhar um mínimo de mil euros por mês. E a despesa do Estado não aumentaria com essa medida, pois reduzir-se-ia o número de freguesias. Por exemplo, no Vale do Corgo poderia formar-se uma só freguesia, com sede em Telões, que é a povoação mais centralizada. No Alvão- as freguesias de Gouvães, Lixa, e Afonsim podiam unir-se também numa só . O mesmo no planalto de Jales, e entre Nuzedo e Sabroso de Aguiar.

 

Francisco Cunha Ribeiro

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às 19:41

Pena, em Vila Pouca, isto não acontecer...

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 01.09.11

1 de Setembro, 2011
A votação de 421 propostas apresentadas por cidadãos no âmbito do Orçamento Participativo 2011/2012 da Câmara de Lisboa inicia-se hoje online e dura todo o mês de Setembro para escolher os projectos que vão ser concretizados na cidade.

Depois de terem passado os últimos quatro meses a analisar um total de 808 propostas de residentes e não residentes em Lisboa, os serviços municipais reduziram para 421 o número de projectos sujeitos a votos.

A partir de hoje a votação decorre online por inscrição no websitewww.lisboaparticipa.pt, «através do computador pessoal de cada participante ou com o apoio de postos de atendimento municipais e de juntas de freguesia». Segundo informação da autarquia, vão também decorrer assembleias de votos em diferentes locais da cidade.

Como nos anos anteriores, será afecta uma verba de cinco milhões de euros (a integrar o orçamento camarário de 2012) para os projectos mais votados, mas cada projecto não pode custar mais de um milhão.

Acções de sensibilização, parques infantis, recuperação de pavimentos, casas mortuárias, lares de idosos, infantários, reabilitação de património, limpezas de espaços públicos, ciclovias, mercados e bibliotecas municipais são algumas das propostas que mais vezes foram sugeridas pelos cidadãos.

Há também propostas que sugerem a criação de teatros e universidades seniores, residências de estudantes, depósitos da água da chuva para a limpeza de ruas, estúdios criativos ou ainda redes wireless em espaços verdes.

Os cidadãos apelam ainda, por exemplo, à criação de pólos de desempregados para troca de ideias ou a criação de uma plataforma agregadora dos recursos disponíveis da cidade (Smart Lisbon – Last Minute), bem como a transformação de habitação devoluta em habitações temporárias.

Nesta quarta edição da iniciativa (2011/2012), a autarquia incluiu uma nova vertente – o Orçamento Participativo Escolar, um projeto-piloto com cerca de uma centena de alunos do oitavo ano da Escola EB 2,3 de Marvila.

Foi o projecto de um campo de paintball, num valor de 50 mil euros, o mais votado entre 16 projectos apresentadas no OP Escolar.

Lusa/SOL

Tags: LisboaSociedade

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às 19:17

Frase do Dia

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 01.09.11

 

 Um Banco é um lugar onde nos emprestam um guarda chuva quando está bom tempo, e nos pedem para o devolver quando chove.

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às 14:42

Ermelinda Ferreira, Memórias da Nossa Escola

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 01.09.11

 

A ESCOLA PRIMÁRIA

 

A fotografia da nossa escola fez-me “visualizar” momentos vividos e relacionados com “A NOSSA ESCOLA”

No dia 07 de Outubro de 1963, pela mão da minha mãe, cheguei à escola primária. A Professora era a Senhora D. Alcina que esteve vários anos em Parada a dar aulas.

Nesse dia, tal como eu, chegou mais um grupo de crianças que ia pela primeira vez para a primeira classe. O nosso grupo, se a memória não me falha, era constituído por: Conceição “Chita”, Ermelinda, Helena (minha prima), Lídia, Piedade, José Manuel (filho da Srª Soledade), José Manuel (primo da Chita), Cândido (filho do Sr. Albertino Clara), Leonor (filha do guarda florestal que vivia no Viveiro) e uma afilhada da Srª Luizinha e do Sr. Antoninho Sigorelha, que vivia com eles, mas não me lembra do nome.

Estive na escola de Parada até ao início da 4ª classe porque depois fui para a escola de Agunchos. Como a Profª Alcina tinha muitos alunos (julgo que éramos cerca de 40 alunos, distribuídos pelas 4 filas – uma para cada classe) e não tinha disponibilidade para me preparar para o exame de admissão, os meus pais decidiram que eu fosse para Agunchos e aí, nesse ano, com a Professora D. Ermelinda Correia, concluí a 4ª classe e fiz o exame de admissão à Escola Comercial em Vila Real.

Da escola de Parada tenho muitas e boas recordações. Foi nessa escola que aprendi a ler, a fazer contas, isto é, foi aí que adquiri as bases que foram determinantes para o meu percurso escolar.

No entanto, na escola não era só estudar. Também tínhamos tempo para brincar, e não era pouco!...

Os intervalos, de manhã e de tarde, eram aproveitados pela Profª Alcina, que tinha várias filhas pequenas e com idades muito próximas, para ir a casa e muitas vezes as coisas deviam complicar-se porque chegávamos a ter intervalos de mais de uma hora.

Era nesses intervalos que todos brincavam. Normalmente os rapazes jogavam à bola “no recreio dos rapazes”, no espaço que ficava na parte traseira da escola junto ao Souto da D. Emilinha. As raparigas, que tinham mais opções de brincadeiras, “no recreio das raparigas” jogavam à macaca, saltavam à corda, jogavam à cabra cega, etc. Muitas vezes brincávamos às escondidas, mas aí, eram rapazes e raparigas e calcorreávamos os terrenos que ficavam em redor da escola.

As brincadeiras eram sempre ao ar livre e quando chovia tínhamos de nos cingir ao espaço coberto que havia no lado da entrada da sala de aulas.

Recordo-me que a escola tinha de estar sempre limpa. A limpeza era feita pelos alunos. E, também, tínhamos de varrer “os recreios” e lavar as “casas de banho”.

Além dos espaços para brincar havia os espaços que a Profª Alcina utilizava como quintal, onde cultivava couves, feijões, tomates e abóboras. Um dia o Mário “guicho”, miúdo traquina, deu cabo das abóboras e então o Sr. Tavares, marido da Srª Professora, deu-lhe uns açoites (o que eu sempre achei mal feito…). Entretanto, a partir de certa altura, esses espaços foram distribuídos por grupos de alunos (não sei se foi pelas respectivas classes) para fazerem jardins e tinham de os ter sempre bem cuidados e regados. O sentido da responsabilidade foi importante porque até havia “despiques”, todos queriam ter o jardim mais bonito e melhor tratado. 

No inverno a escola era muito fria. Muitas vezes queríamos escrever e não conseguíamos porque as mãos gelavam de tal maneira que não se segurava a pena ou o ponteiro. O único aquecimento era uma braseira colocada no meio da sala, entre as filas de carteiras dos alunos e a mesa da professora. Normalmente, iam dois alunos com a braseira  recolher brasas pelas casas das pessoas que acendiam as lareiras logo de manhã.

Recordo-me que no fim de cada ano escolar tínhamos de realizar as provas finais para passar de classe. Nessa altura vinham professores de outras escolas que assistiam às provas e as corrigiam.

Lembro-me da visita de um inspector escolar e, aí, a “cana comprida” e a “régua de madeira” foram escondidas, pois já nesses tempos era proibido bater nos alunos.

A escola não era só sala de aulas. Era lá que era feita a vacinação a todas as crianças de Parada.

Sabemos que o mundo está em permanente mudança mas fica uma enorme saudade dos tempos em que a escola estava sempre cheia de crianças. E, agora deixou de ser o espaço com a função para a qual foi construída “ESCOLA DE PARADA DO CORGO” porque, como em muitas outras aldeias, o número de crianças diminuiu.

“Mudam-se os Tempos, Mudam-se as Vontades” mas custa ver “a nossa escola” transformada num Albergue. Quando passava no caminho junto da escola acabava sempre por subir os degraus e dar uma volta à escola e sentia um grande orgulho por ter sido ali que iniciei a minha vida escolar, sentindo que aquele espaço também era meu!

 

“Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança:
Todo o mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades.

Continuamente vemos novidades,
Diferentes em tudo da esperança:
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem (se algum houve) as saudades.

O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
E em mim converte em choro o doce canto.

E afora este mudar-se cada dia,
Outra mudança faz de mor espanto,
Que não se muda já como soía”

Luís Vaz de Camões, in "Sonetos"

 

Ermelinda Ferreira

 

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às 14:18

O Livro

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 01.09.11

 

  O António Cândido está  a ajudar-me a esquematizar o Livro que estou a pensar publicar sob os auspícios do Conselho Directivo do Baldio de Parada de Aguiar ( que ainda não se pronunciou oficialmente sobre o assunto, facto que aguardamos).

 

   Num esboço rápido, eu vou desenhar o que já tenho em mente:

 

  Primeira Parte

 

      Selecção de textos, do blog, ou outros que nos venham parar às mãos, que falem sobre a GEOGRAFIA e os LUGARES da nossa aldeia.

 

 Segunda Parte

 

      Conjunto de textos do blog, ou outros, que evoquem pessoas da aldeia já falecidas, e, ou famílias.

 

 

     

       NOTA: Para não haver confusões, devo dizer o seguinte:  Este primeiro livro sobre Parada de Aguiar ( outros se poderão seguir) não pretende ser um livro de investigação pura e simples sobre a nossa aldeia. Pretende ser um livro LEVE, que se leia à cabeceira, onde as histórias que já foram escritas no Blog sejam também matéria do mesmo.

 

                 Um livro com base em investigação leva muito tempo a elaborar, e não haverá neste momento ninguém disponível para se sentar no Arquivo de Vila Real a investigar seja o que for. A não ser que lhe paguem, presumo.

 

  Aguardo também a vossa opinião sobre este tema.

 

 

Quanto ao Título do Livro, propunha as seguintes hipóteses ( mas aceitam-se outras):

 

     a)  MEMÓRIAS DE PARADA DO CORGO

     b)  PARADA DO CORGO E AS SUAS GENTES

     c) PARADA DO CORGO - O PRAZER DA MEMÓRIA

     d) PARADA DO CORGO DO TALHO ATÉ AO VIVEIRO

     e) PARADA DE ONTEM E DE HOJE

     c) REVIVER O PASSADO EM PARADA DO CORGO

     d) OS FILHOS DE PARADA DO CORGO

 

Francisco Cunha Ribeiro

     

     

      

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às 00:16

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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