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ela, 2. antonio candido . 8341659518_ecc98db9f2_m . Cândida dos Reis Dias Pinto . minha foto. agostinho ribeiro . agostinho . francisco gomes .

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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


RESPOSTAS

por Francisco Gomes, Sábado, 03.09.11

O Senhor Cunha Ribeiro, queria saber se o Senhor Aníbal Cunha tinha alguma relação com a família Cunha? Que eu saiba não. A família Cunha que eu conheci, era o Senhor Francisco Cunha o pai da Avelina (sua Mãe), o Senhor José Cunha e a Senhora Ana Cunha. A Senhora Ana Cunha criou a Avelina. Não era casada, era uma mulher muito virtuosa, tomava conta da Capela de Cima, antes da reforma. Fazia o Mês de Maria em Maio e o Mês de Jesus em Junho. Era madrinha de quasi metade das pessoas de Parada. O Senhor José Cunha, também morreu solteiro, foi fazer uma cirurgia no Porto e morreu lá. O corpo foi levado para Parada e foi sepultado em Soutelo. O Senhor Francisco Cunha tinha mais filhos, mas não lembro quantos. Ele morava junto do Senhor Albertino Bilório, perto da Cuscarreira. Acredito que "o Cunha" do Senhor Aníbal, seja apelido. Antigamente as pessoas tinham apelidos. A minha Avó, Maria dos Prazeres, era chamada normalmente de Maria Cunha. O meu tio e Padrinho Firmino Augusto de Sousa era chamado de Firmino Cunha. Nem ele, nem minha avó, tinha qualquer relação com a família Cunha. A família Cunha era muito conceituada e respeitada.

 

   O André tem dúvida de que o Senhor João Ribeiro ou João Pico fosse irmão de meu Pai. Segundo escutava o meu Pai falar, ele era Filho do Senhor Luís Pico, primo do meu avô António Joaquim Ribeiro. Meu Pai falava muito num tio Agostinho Pico. Foi em homenagem a esse tio que eu ganhei o meu nome. O apelido de Pico, era porque a pessoa era um artista no preparo de grandes blocos de pedra, usados nas construções, com uma ferramenta chamada Pico, que picava as pedras, ajustando as formas. O Senhor João Pico era um homem muito alto e muito forte, um santo homem. Era casado com a Senhora Seferina, filha da Senhora Angelina Ricota. Ele tinha muitos filhos, a maioria ainda vivos, um deles era o José Ribeiro ou José Pico, meu cunhado, casado com minha irmã Laurinda. Era o Pai do Manuel Agostinho e da Maria de Lourdes. O Senhor João Pico, bem como a Senhora Angelina, moravam junto às fragas do Outeiro. É isso que eu conheço das famílias Cunha e Pico. Espero ter tirado as dúvidas

 

Abraços para todos

 

Agostinho Gomes Ribeiro

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às 21:46
editado por cunha ribeiro às 22:12

Eis o ilustre Tio da Família Ferreira

por cunha ribeiro, Sábado, 03.09.11


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às 20:46

António Cândido, OLHAR DE FORA

por cunha ribeiro, Sábado, 03.09.11

                                                                             

Começarei  neste texto por abordar resumidamente algumas intervenções de  Paradenses, que se vão  destacando com boas histórias da vida, que a infância proporcionou.

É muito curioso, como se vai buscar histórias do arco da velha, que eu nunca tinha ouvido falar, como por exemplo aquela da peixeira que morreu debaixo do comboio, e depois o padre impedindo o seu funeral, foi cair no mesmo lugar.

Saudações amigas ao senhor Agostinho Gomes Ribeiro, que incansavelmente nos tem presenteado com belos textos da vida, tendo sempre Parada como referência dos tempos de antigamente, para si, caro amigo tiro-lhe o meu chapéu.

Numa das suas últimas intervenções neste blogue, disse que gostaria de saber quem eu sou, pois bem! Aí vai, sou o filho mais novo do Senhor Aníbal Cunha, que morava no fundo da aldeia junto à capela de são Bartolomeu.

Também a Ermelinda Ferreira tem escrito ultimamente algumas coisas neste blogue, fiquei encantado com o texto sobre a escola, e a forma como você conta as peripécias do primeiro ao último dia, esses tempos nunca mais voltam, mas deixam uma grande saudade não é verdade minha amiga.

Sou um pouco mais velho que você, mas também me lembra bem de todas as brincadeiras e diabruras que por lá cometi, enfim, qualquer dia também eu contarei isso mesmo.

Quando da festa da Associação em S. Pedro em Agosto, era a Ermelinda que lá estava com os seus irmãos e marido! Ou era outra sua irmã, já agora gostava de saber.

Essa, amigo Francisco Cunha, de falares sobre a passagem do Américo Tomás no talho, nem por sombras me lembrava disso. De Facto. Todos os preparativos que se fizeram na escola, e outras coisas mais, bate tudo certo como tu relatas, tens esperto na cabeça homem.

Não posso deixar de comentar, o texto do Toninho Almeida sobre as contas da festa, meu caro amigo vocês fizeram um bom trabalho, e o resto são cantigas. É pena que nunca reconheçam o trabalho que vamos fazendo em prol da Aldeia e da sua gente.

Por motivos particulares, só agora me foi possível escrever alguma coisa sobre Parada, e as minhas férias que lá passei em Agosto.

Em primeiro lugar, passo a citar o encontro da nossa Associação o Prazer da Memória, que teve o dia 7 de Agosto como o seu ponto alto da famosa confraternização, dos vários sócios e amigos, espalhados aqui e ali.

Verifiquei, que pela boa disposição dos presentes naquele encontro, tudo correu como estava planeado, podendo no entanto ter falhado alguma coisa como é norma nestas andanças.

Tenho que elogiar Aas Senhoras, que mais uma vez souberam proporcionar boa doçaria, e contribuir com o seu trabalho e afecto, para que tudo corre-se às mil maravilhas. Uma palavra de apreço para a Fátima Monteiro, que nos brindou com a sua bela voz, dando um toque mais social e amigo aos presentes.

Muito antes de ir para S. Pedro à festa da Associação, tive a honra e prazer, de assistir á reunião da assembleia do conselho directivo dos compartes dos baldios de Parada. Como Paradense dos sete costados que sou, sinto-me orgulhoso, que um grupo de jovens dinâmicos e trabalhadores, estejam a por em marcha, aquilo que possivelmente no futuro, poderá vir a ser o centro de dia da nossa aldeia.

Só, pela iniciativa, e o anseio criado em muita gente, já merecem o nosso respeito, e como se costuma dizer o caminho faz-se caminhando. Não me preocupei na altura, e muito menos me preocupo agora em saber quem estava quem na dita assembleia, no meu entender estiveram todos aqueles que quiseram estar.

Com o devido respeito pela decisão de cada um, sobre o que lhe aprouver dizer sobre o projecto apresentado, devo discordar do clima geral de discussão, que se poderá instalar no futuro. Por outras palavras, a melhor contribuição para o bem comum, reside na vontade de fazer este projecto, e população de Parada vai ter que empurrar quando for oportuno.

Como o mês de Agosto é o mês das férias, estive na Freixeda terra da minha esposa, nas festas da aldeia, que se realizam sempre nos dias 14 e 15. No dia 14 depois da procissão das velas, foi apresentado á população um esboço daquilo que virá a ser um dia um livro das memórias da terra, cuja data remonta a 1950 até hoje. Posso afirmar, que a população acorreu em massa para se inscrever, e adquirir o dito livro, que será publicado em data a anunciar.

Já em Parada se falou sobre a possibilidade de também nós ter-mos um livro contando as memórias da terra, e o grande impulsionador da ideia tem sido, o nosso conterrâneo e amigo Francisco Cunha. Costumo dizer que em algumas fazes da nossa vida, é conveniente fazer qualquer coisa boa, por isso, todos aqueles que se acham capazes, de poder contribuir na feitura do livro, podem anunciar aqui o vosso nome e disponibilidade para que Parada conste um dia no roteiro de Trás-os-Montes.

Contudo, antevejo algumas dificuldades para que um trabalho deste género possa ser colocado em prática, no entanto, conto convosco, e vocês podem contar comigo, enquanto estou cheio de genica, o Francisco Cunha dará o pontapé de saída quando achar bem.

Gostei muito de saber que o Agostinho e Manuela, tinham comprado a casa da Emília nora, para eles os meus parabéns, para a frente é que é Lisboa, e siga a rusga. Por hoje é tudo, um dia destes volto a escrever qualquer coisa mais, para todos os paradenses amigos um abraço

 

 

António Cândido,  Lisboa

 

 

                                                                                                                                                                           

                            

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às 16:01

Quando os Vizinhos se Juntam...

por cunha ribeiro, Sábado, 03.09.11

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às 15:55

Os nossos sócios, José e Maria Cerejo, de Montenegrelo

por cunha ribeiro, Sábado, 03.09.11

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às 15:55

E o José António, " Zé Carvalho", também já aderiu à nossaAssociação

por cunha ribeiro, Sábado, 03.09.11

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às 15:11

Os nossos amigos, e sócios do PRAZER DA MEMÓRIA, Adelaide Cunha e Manuel Joaquim Ribeiro

por cunha ribeiro, Sábado, 03.09.11

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às 14:54

É hora de despertar

por cunha ribeiro, Sábado, 03.09.11

 

 Uma das ideias motoras da nossa Associação é a revitalização do passado da nossa aldeia. E como se revitaliza o nosso passado?  Como se põe em prática essa ideia tão abstracta? 

 É simples: recordando as nossas gentes, relembrando o seu trajecto, e a sua obra.

 Imaginem o nosso país sem um único documento escrito. Sem nada palpável e visível que informasse os portugueses de hoje, e do futuro, sobre os feitos dos seus antepassados. Como saberíamos  quando nascemos,  onde nascemos, e de quem nascemos? Que o grande fecundador daPenínsula Ocidental foi Afonso Hentriques?  Como saberíamos das glórias marítimas de Vasco da Gama? Das batalhas vitoriosas e de homens inteligentes como Nuno Álvares Pereira? Do fim da monarquia? Da instauração da república? Dos grandes poetas?

 Teríamos relatos sem nexo. Muita imaginação e fantasia. Poucos ou nenhuns factos verídicos. Invenção sem limites.

 Portugal tem hoje um corpo com os pés no Algarve, e a cabeça no Minho e Trás-Os-Montes. Sabemos como nasceu, como cresceu, como continuou. Mas também tem uma alma, com mais de oito séculos de vida, de alegrias e de tristezas, de paz e de guerra, de aventura e contenção.

 Ora, Parada de Aguiar é o pequeno Portugal dos paradenses. Ninguém sabe porém como nasceu. Temos uma vaga e desconexa noção dos paradenses de outrora, e a nossa percepção do que fizeram mergulha ainda num manto de nevoeiro sapado na ignorância de todos nós.

 Precisamos pois de desvendar o nosso passado, fixando-o e gravando-o com a maior fidelidade possível, e, sem esquecer o presente, projectar os dois no futuro.

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às 12:17

Era uma vez o comboio em Vila Pouca

por cunha ribeiro, Sábado, 03.09.11

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às 00:55

Frase do Dia

por cunha ribeiro, Sábado, 03.09.11

 

O político e o rico são como o dono da SAUNA. Vivem do suor dos outros.

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às 00:33

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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