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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


O verdadeiro milagre

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 03.10.11

 

 Nem Jesus Cristo conseguiu maior feito que alguns dos nossos políticos. Para ter pão para todos os comensais que estavam com Ele, na Galileia, Jesus lançou mão do famoso milagre da multiplicação. Ficaram todos surpreendidos com feito tão extraordinário.  E ainda hoje há muitos que ficam de boca aberta só de pensar no milagre dos pães.

 Eu, porém, já não me deslumbro com o grande feito de Jesus Cristo, pois vou assistindo a milagres maiores. Milagres de cortar a respiração! Ou acham comparável fazer dezenas de pães a partir de meia dúzia, com fazer dezenas de auto-estradas sem dinheiro nenhum?

 

CR

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às 23:09

Estupidez humana

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 03.10.11

 

Ando um pouco irritado com o facto de ainda não ter assistido nem um segundo àquele programa da Teresa Guilherme com uns tipos que querem ser famosos sem muito trabalho. É que sinto que estou a perder uma excelente oportunidade de poder evoluir cultural e cientificamente. Quem sabe se poderia fazer um estudo de sofá sobre a  ESTUPIDEZ humana, em situações de isolamento?

 

CR

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às 21:24

Que seria de nós?

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 03.10.11

 

Que seria de nós sem  José Sócrates, Armando Vara, Vale e Azevedo, Víctor Constâncio, Valentim Loureiro, Augusto santos Silva, José Lello, e Alberto João?

 

CR

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às 20:45

Agostinho Rodrigues

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 03.10.11

 

“ COMENTÁRIO SOB O SR. D. ALBERTO JOÃO JARDIM, PRESIDENTE DO GOVERNO REGIONAL DA MADEIRA “

 

Nos últimos tempos é muito raro que não se abra a televisão ou abra os jornais, que não se ouça ou leia a respeito da Madeira e, nomeadamente do Sr. D. Alberto João Jardim, uns acusando-o de tudo e mais alguma coisa, outros batendo-lhe palmas, acompanhando-o para todo o lado. Bem! Em minha opinião, se existe palhaços em Portugal, concerteza que não foi o D. Alberto Jardim mas sim todos aqueles que ao longo destes anos todos o apoiaram, encobriram, dando-lhe apoio no seu jogo de cintura. Portanto, ele cantou sempre de galo e com a lição sempre bem estudada para as mais diversas questões que lhe são apresentadas.

Se o Governo Central e, nomeadamente os diversos Governos que temos tido em Portugal, quer o P.S.D. – quer P.S., tivessem sabido controlar melhor as contas em todos os sentidos, talvez que não estivéssemos a atravessar a crise em que nos encontramos. Portanto meus amigos, a culpa não é só do D. Alberto João. A culpa também é de mais alguém. Ele contribuiu dívida é um facto real – mas fez obra para os Madeirenses, como ele se regozija em dizê-lo com uma certa vaidade. Os do Continente, como ele diz, é que se deixaram ir na onda. Agora, depois de casa roubada, é que se grita ao tio. Se tivesse existido mais controlo nos dinheiros públicos, talvez a situação não estivesse como está e os Portugueses não tivessem que apertar tanto o cinto. Fazer obras a contar com o el - dourado é muito fácil – o pior vem depois – que é o caso.

Nestas políticas malabaristas há sempre muita matéria que fica por ser esclarecida ao Zé Povinho. É o velho ditado, quem está dentro do Convento, é que sabe o que se passa lá dentro. O Sr. D. Alberto João Jardim, estando dentro do Convento há mais de 35 anos, conhecedor de todos os meandros, conhece bem de mais todos aqueles que ao longo destes anos todos corroboraram nas malandrices uns dos outros, portanto o resultado de tudo isso, está a começar a ficar à vista de todos nós contribuintes que temos que encolher o estômago para saldarmos dívidas que em nada tivemos a ver com as mesmas. Desta forma, até eu que sou analfabeto seria capaz de governar melhor.

Termino com os meus respeitosos cumprimentos a todos e, até uma próxima.

Quinta das Laranjeiras – Fernão Ferro, 03-10-11

Agostinho Rodrigues

 

 

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às 17:25
editado por Francisco Gomes a 5/10/11 às 12:14

José Carlos Pacheco Alves levou o nosso Blog para um cantinho do seu:

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 03.10.11

http://reginotarial.blog.com

 

Observatório Registral e Notarial

 

de jure - Um Blog muito importante na temática dos REGISTOS e NOTARIADO em Portugal

 

FCR

 

O ser e o parecer - 02 out - J.C.Pacheco Alves OPINIÃO

 

 

NB: Parabéns Francisco! … O texto que publicaste no teu blog merece relevo de primeiro plano no REGINOTARIAL! Por vezes parece que estamos sozinhos, mas será bom saber que somos mais do que pensamos … e na mesma barricada, contra o oportunismo, o bloco central de interesses que arrastou o país para o que vemos … J.C.Pacheco Alves

 

Nas coisas fundamentaís da vida, a coragem de nos opormos à maioria pensante é das atitudes mais nobres que eu conheço e defendo. Tenho-o , feito neste Blog desde o início, e também nos jornais onde escrevo, nunca me perturbando se o que me vem da consciência não é partilhado por outros. Um sujeito que é de um partido político, mas não concorda com a prática política desse partido, deve ter a coragem de o criticar, ou de se afastar e seguir outro rumo. Qualquer indivíduo que assim faça tem toda a minha compreensão e admiração. Quem não procede assim, não passa de um fraco, ou de um oportunista.

 

O meu bem haja ao meu amigo Pacheco Alves, graças a este gesto já fomos visitados por dezenas dos seus seguidores.

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às 15:11

TIO FIRMINO, MEU PADRINHO (III PARTE)

por Francisco Gomes, Segunda-feira, 03.10.11

 

Como já escrevi, quando vim para o Brasil, os filhos americanos do Tio Firmino, já estavam na América. Como eu já disse, o meu Padrinho veio comigo para o Porto, para tratar dos documentos do meu embarque. Foi muito difícil, por várias situações. Se não fosse a agilidade do meu Padrinho, talvez não conseguisse embarcar.

Primeiro, eu era menor idade, não podia viajar sozinho, era necessário alguém que assumisse a responsabilidade por mim na viagem.  Ele conseguiu um casal de Vilela do Tâmega, perto de Chaves, que foi ao Cartório, assinar o termo. Eu só vi esse casal no momento do embarque, e depois de doze dias à chegada ao Rio de Janeiro. (Sobre este casal, escreverei uma história à parte). Depois, um médico da Junta de Emigração, inventou que eu tinha um problema numa vista, não podia embarcar. O prazo para entregar a documentação no Consulado Brasileiro encerrava-se às treze horas daquele dia. Meu Padrinho me levou a um especialista, na rua Boavista. Conseguiu que eu fosse atendido na frente de dez pessoas que aguardavam vez para consultar. O médico constatou que eu não tinha nada, deu um laudo que levamos à Junta de Emigração no Largo Soares  dos Reis, que liberou a documentação. Dali, partimos para uma Junta Médica brasileira,   na rua Sá da Bandeira. Quando me liberaram, faltava cinco minutos para as treze horas. O meu Padrinho explicou o nosso drama ao médico brasileiro. Ele telefonou para o Consulado e pediu para aguardarem a nossa chegada. Chegamos ao Consulado, na Av. dos Aliados, eram treze horas e quinze minutos. Estava um funcionário apenas, a esperar por nós.

O meu padrinho me escreveu várias vezes. Numa carta, ele me dizia que ia para a América. Os filhos americanos estavam  a tratar de sua ida. Depois soube que ele, uma vez na América, tratou da ida para lá dos três filhos portugueses. Ficou assim a família reunida na América.

Eu perdi o contato com eles. Soube que meu Padrinho voltou para Portugal, e passou o resto dos seus dias a viver sozinho. Os filhos portugueses resolveram voltar para Portugal. Cada um conseguiu montar o seu negócio, e hoje os três vivem em Portugal, como já escrevi.

De todos, a única que mantive correspondência foi a Maria.

Em 1961 estive internado num sanatório durante nove meses, por motivos pulmonares. Então, escrevia muito para a Maria. Cada vez que respondia à minha carta, ela me mandava, dentro da carta, uma nota de dois dólares. Cheguei a juntar vinte notas (quarenta) dólares. Com receio que me roubassem, eu vendi-as.

Esta é a terceira parte da história do Tio Firmino. O seu nome completo era Firmino Augusto de Sousa, mas era muito conhecido em Parada como Firmino Cunha. Mas era somente apelido.

Abraços para todos e até à próxima

                                                  

Agostinho  Gomes  Ribeiro  

 

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às 08:52

Felicidade e bolota

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 03.10.11

 

 Jardim vai justificando o décice galopante da Madeira com os argumentos que a sua loucura também galopante lhe oferece no dia a dia da sua campanha.

 O último resultou do súbito choque entre dois neurónios ( os últimos que ainda lhe restam) e tentou abrir mais uma brecha no já muito esburacado coração dos madeirenses: " É verdade que gastei mais do que devia... mas foi para fazer feliz o nosso povo...".

 Ficamos pois a saber que para Jardim o que é importante é a felicidade dos seus eleitores. Se o povo do Continente  ficar mais infeliz, por ter de pagar a felicidade dos madeirenses, isso pra ele já é bolota pra porcos.

 

CR

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às 00:38

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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