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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


Somos os piores nos máximos, e nos mínimos

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 06.10.11

 

Diz sua excelência o M. I. Senhor Ministro das Finanças que o aumento da taxa do IVA para 23% na factura do gás e electricidade, é o que se pratica na maioria dos países europeus.

 

Então comparemos:

 

SALÁRIOS MÍNIMOS NA EUROPA:

 

Suíça - 2.916 EUR Luxemburgo - 1.757,56 EUR Irlanda - 1.653EUR Bélgica - 1.415,24 EUR Holanda - 1.400 EUR França - 1.377,70 EUR Reino Unido - 1.035 EUR Espanha - 748,30 EUR Portugal - 485 EUR.........

 

QUE COMPARAÇÃO É ESTA? O senhor ministro demonstra que ignora, logo convém que qualquer cidadão lhe diga que, por exemplo, uma botija de gás em Espanha custa menos 10 EUROS do que aqui no "burgo", que a gasolina 95 é mais barata lá do que aqui cerca de 20 cêntimos/litro. Ou ainda isto, nos supermercados do LIDL houve há cerca de 20 dias uma promoção, simultaneamente em Portugal e em Espanha de um produto que cá era vendido por 9,99 EUROS e lá 6,99 EUROS, não havendo qualquer diferença nem na embalagem. E as frutas? e os produtos de higiene? e os produtos de 1.ª necessidade? o peixe, a carne, o pão, etc., etc. ...

 

Do Blog, MYM

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às 22:04

Texto magnífico, do Blog AVENTAR e de Barcelos, criado por Luís Cunha

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 06.10.11

O Silva das Vacas

 

 

Algumas das reminiscências da minha escola primária têm a ver com vacas. Porque a D.ª Albertina, a professora, uma mulher escalavrada e seca, mais mirrada que uva-passa, tinha um inexplicável fascínio por vacas. Primavera e vacas. De forma que, ora mandava fazer redacções sobre a primavera, ora se fixava na temática da vaca. A vaca era, assim, um assunto predilecto e de desenvolvimento obrigatório, o que, pela sua recorrência, se tornava insuportavelmente repetitivo. Um dia, o Zeca da Maria “gorda”, farto de escrever que a vaca era um mamífero vertebrado, quadrúpede ruminante e muito amigo do homem a quem ajudava no trabalho e a quem fornecia leite e carne, blá, blá, blá, decidiu, num verdadeiro impulso de rebelião criativa, explicar a coisa de outra forma. E, se bem me lembro ainda, escreveu mais ou menos isto:

“A vaca, tal como alguns homens, tem quatro patas, duas à frente, duas atrás, duas à direita e duas à esquerdaA vaca é um animal cercado de pêlos por todos os lados, ao contrário da península que só não é cercada por um. O rabo da vaca não lhe serve para extrair o leite, mas para enxotar as moscas e espalhar a bosta. Na cabeça, a vaca tem dois cornos pequenos e lá dentro tem mioleira, que o meu pai diz que faz muito bem à inteligência e, por não comer mioleira, é que o padre é burro como um tamanco. Diz o meu pai e eu concordo, porque, na doutrina, me obriga a saber umas merdas de que não percebo nada como as bem-aventuranças. A vaca dá leite por fora e carne por dentro, embora agora as vacas já não façam tanta falta, porque foi descoberto o leite em pó. A vaca é um animal triste todo o ano, excepto no dia em que vai ao boi, disse-me o pai do Valdemar “pauzinho”, que é dono do boi onde vão todas as vacas da freguesia. Um dia perguntei ao meu pai o que era isso da vaca ir ao boi e levei logo um estalo no focinho. O meu pai também diz que a mulher do regedor é uma vaca e eu também não entendi. Mas, escarmentado, já nem lhe perguntei se ela também ia ao boi.”

Foi assim. Escusado será dizer que a D.ª Albertina, pouco dada a brincadeiras criativas, afinfou no pobre do Zeca um enxerto de porrada a sério. Mas acabou definitivamente com a vaca como tema de redacção.

Recordei-me desta história da D.ª Albertina e da vaca do Zeca da Maria “gorda”, ao ler que Cavaco Silva, presidente da República desta vacaria indígena, em visita oficial ao Açores, saiu-se a certa altura com esta pérola vacum: “Ontem eu reparava no sorriso das vacas, estavam satisfeitíssimas olhando o pasto que começava a ficar verdejante”! Este homem, que se deixou rodear, no governo, pelo que viria a ser a maior corja de gatunos que Portugal politicamente produziu; este homem, inculto e ignorante, cuja cabeça é comparada metaforicamente ao sexo dos anjos; este político manhoso que sentiu necessidade de afirmar publicamente que tem de nascer duas vezes quem seja mais honesto que ele; este “cagarola” que foi humilhado por João Jardim e ficou calado; este homem que, desgraçadamente, foi eleito presidente da República de Portugal, no momento em que a miséria e a fome grassam pelo país, em que o desemprego se torna incontrolável, em que os pobres são miseravelmente espoliados a cada dia que passa, este homem, dizia, não tem mais nada para nos mostrar senão o fascínio pelo “sorriso das vacas”, satisfeitíssimas olhando o pasto que começava a ficar verdejante”! Satisfeitíssimas, as vacas?! Logo agora, em tempos de inseminação artificial, em que as desgraçadas já nem sequer dispõem da felicidade de “ir ao boi”, ao menos uma vez cada ano!

Noticiava há dias o Expresso que, há mais ou menos um ano e aquando de uma visita a uma exploração agrícola no âmbito do Roteiro da Juventude, Cavaco se confessou “surpreendidíssimo por ver que as vacas, umas atrás das outras, se encostavam ao robô e se sentiam deliciadas enquanto ele, durante seis ou sete minutos, realizava a ordenha”! Como se fosse possível alguma vaca poder sentir-se deliciada ao passar seis ou sete minutos com um robô a espremer-lhe as tetas!!

Não sei se o fascínio de Cavaco por vacas terá ou não uma explicação freudiana. É possível. Porque este homem deve julgar-se o capataz de uma imensa vacaria, metáfora de um país chamado Portugal, onde há meia-dúzia de “vacas sagradas”, essas sim com direito a atendimento personalizado pelo “boi”, enquanto as outras são inexoravelmente “ordenhadas”! Sugadas sem piedade, até que das tetas não escorra mais nada e delas não reste senão peles penduradas, mirradas e sem proveito.

A este “Américo Tomás do século XXI” chamou um dia João Jardim, o “sr. Silva”. Depreciativamente, conforme entendimento generalizado. Creio que não. Porque este homem deveria ser simplesmente “o Silva”. O Silva das vacas. Presidente da República de Portugal. Desgraçadamente.

 

Luís Manuel Cunha in Jornal de Barcelos de 05 de Outubro de 2011.

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às 18:13

Restaurante Girassol, Parada de Aguiar

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 06.10.11

 

 Pelo Mensagens Aguiarenses chegou-me a notícia que o Restaurante Girassol, em Parada de Aguiar, foi o PRIMEIRO, num "concurso de caldos de cebola" levado a efeito no dia da Feira das Cebolas, em Vila Pouca.

 Os meus parabéns ao dono do restaurante, pois dignificou o nome da nossa terra.

 

 Nota 1:

   Como gosto de caldo de cebola, um dia destes vou lá comer um prato do dito.

 

Nota 2:

   Outra notícia menos dignificante para a nossa terra foi a de terem sido apanhadas umas ratoeiras na TAPA ( monte de Parada). Esperemos que só as ratoeiras estejam ligadas ao nome da nossa terra. O ratoeirista dispensamos nós que o esteja.

 

FCR

 

 

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às 16:52

Rui Tavares - Ideias Conexas

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 06.10.11

Uma jeremíada

por Rui Tavares a Quarta-feira, 5 de Outubro de 2011 às 20:30

Em Portugal, os políticos que gostam mais de dinheiro do que de poder tornam-se administradores. O tempo em que eram ministros ou deputados foi uma espécie de recruta a que não desejam regressar. É nas empresas, públicas, privadas, ou híbridas, que estão os salários de dezenas de milhares de euros por mês, os bónus de milhões, os pagamentos chorudos para assistir a umas raras reuniões — abrigados da crítica pública e auferindo dos salários de gestores mais altos da União Europeia, em termos absolutos.

 

Os políticos que gostam mais de poder do que de dinheiro ficam na corridinha de obstáculos a que às vezes se chama — só o nome assusta — a carreira partidária. Esta depende da submissão ao chefe e, tanto quanto possível, de guardar as suas ideias para si. A regra é: comenta tudo, não te comprometas em nada. Diz o mínimo, nunca escrevas, e andarás pelo seguro. Chegado ao topo dessa carreira o político que gosta de poder exercerá o poder nos limites partidários, o que se resume a isto: manter um nicho de mercado. Pode ser no mercado da governação ou n, o mercado da contestação, desde que fale para o seu nicho, que lhe devolverá o eco da sua voz.

 

E depois há os políticos que sonsamente dizem que "gostam de pessoas".São os mais preocupantes de todos, porque se gostassem mesmo de pessoas começariam por querer ser livres e que os outros fossem livres também. Olhariam para as pessoas e não as veriam como sujeitos passivos da sua compaixão televisiva, mas como pares pensantes que também se nutrem de ideias e também têm uma noção da realidade e que detetam a milhas quando ideias e realidade não encaixam.

 

As pessoas reais não precisam que gostem delas; querem é ser respeitadas.

 

Três exemplos:

 

Na passada sexta, o governo declarou-se derrotado por antecipação e admitiu que o défice já vai transbordando para lá dos limites convencionados com a troica, caso não se lancem novas medidas "extraordinárias" e "irrepetíveis" para puxar o défice para baixo. Com o fim do ano a aproximar-se, fala-se em cortar o subsídio de Natal. Em Portugal o "extraordinário" é o novo nome para a normalidade e o "irrepetível" tem uma regularidade impressionante.

 

Os comentadores continuam a falar uns por cima dos outros contra o desperdício; nenhum deles parece ficar tão impressionado com o aumento do desemprego como com os indicadores orçamentais. E, no entanto, o desemprego é o desperdício supremo: de recursos humanos, de fundos sociais e das energias coletivas do país.

 

Ainda antes de sair uma manifestação para a rua, já o primeiro-ministro se alarmava em público com "possibilidades de tumultos" e com gente que quereria "incendiar as ruas". Quando os sindicatos finalmente fazem um dia de protesto pacífico, as televisões falam quase menos da multidão que houve do que dos preparativos das polícias e dos serviços secretos para a violência que não houve.

 

Juntemos isto tudo e começamos a entender, não o desespero, mas o desânimo, a desmoralização e a anomia. É como se tivesse sido lançada para cima de nós uma camada espessa de irrealidade. Os caminhos para poder sair destas trevas parecem bloqueados; só com dificuldade alguém consegue respirar na cultura partidária dominante. Por este caminho, a energia de todos acabará drenada pela falta de ideias — e de ideais — de uns poucos.

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às 16:10

Como os "tolos" no meio da ponte

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 06.10.11

     O PS está a dar uma imagem  como a do "tolo no meio da ponte".

   Eu explico:

    Segundo a imprensa, o PS e o seu líder, António Seguro, andam a esgrimir argumentos quanto ao assunto político que merece mais atenção neste momento. O primeiro, ou a parte que  ainda não mudou o óleo socrático, prefere discutir o Orçamento de Estado para o próximo ano; o segundo, que tenta à sobreposse desenferrujar-se do socratismo, engatou o seu pensamento na discussão da reforma das autarquias.

   A solução para o diferendo parece-me simples: as duas facções socialistas separar-se-iam, não só politicamente, mas também fisicamente, até uma e outra terem discutido os assuntos que querem tratar. No fim da discussão separada, re-unir-se-iam  em plenário para exporem as conclusões, e aprovar o que o consenso ditasse.

 

 Mas isto é uma mera sugestão. Vós os que vos dizeis socialistas é que deveis decidir. 

 Não me venham é mais ao bolso, em consequência de  mais decisões erradas como as que tomaram até aqui.

 

CR

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às 15:15

CARTA AO INQUILINO

por Francisco Gomes, Quinta-feira, 06.10.11

 

O mês de outubro, é muito especial no calendário anual. No dia 4 é o dia de São Francisco de Assis, as Nações Unidas instituíram este dia, como dedicado à Ecologia. Também no dia 8 é o dia do "Nascituro". No Brasil, a primeira semana de outubro é dedicada à vida: ( A vida humana no Planeta). Todo o mês de outubro é dedicado à Ecologia.

Resolvi publicar no Blog, um artigo sobre Ecologia, que escrevi há algum tempo, chama-se CARTA AO INQUILINO.

Este é o conteúdo da  Carta que o Planeta Terra enviou ao homem, seu Inquilino desde todos os tempos.

 

Senhor Inquilino: Gostaria de levar ao seu conhecimento, que o Contrato que existe, feito há milhões de anos, atingiu o seu vencimento, por isso, precisa ser encerrado. Naturalmente, o Senhor tem direito à renovação, mas para isso, há necessidade de uma série de explicações sobre muitas atitudes que foram tomadas à revelia, deixando o Planeta num verdadeiro caos.

-----      O Senhor precisa pagar a conta da energia solar e eólica, que está a usar desde o inicio dos tempos. Em virtude da grande incidência de Monóxido de Carbono lançado ao espaço, a energia solar está difícil de ser controlada. Está a provocar o degelo nos Pólos, inundando grandes áreas do Globo Terrestre.

-----      No inicio dos tempos, existia água pura em abundância por todos os lugares. Hoje, quasi não existe. A pouca água que é encontrada, está contaminada e imprópria para o consumo. Há necessidade de ser negociado o seu uso, antes que venha a acabar de vez.

-----      Ficou acertado no inicio deste contrato, que da Terra sairia alimento para todos. Hoje encontramos mais da metade da população a morrer de fome, enquanto outros desperdiçam comida. Veja que a Terra  está, cada vez, a produzir menos.

-----     O Senhor desmatou, criminosamente, milhões de quilómetros de florestas em todo o mundo. Por isso o clima está todo descontrolado. Há lugares que as enchentes carregam tudo, e em outros, as secas estão a produzir desertos. O ar que respiramos está  poluído. O Senhor acabou com muitas espécies de plantas, flores e animais. Hoje, no Planeta, aparecem a cada dia, tipos de doenças estranhas, que antes não existiam. Se não forem replantados os quilómetros desmatados, o Planeta se tornará inabitável.

-----      O clima desordenado está a levar o Planeta para mais doenças e desgraças.

-----      O azul do Céu e o verde dos mares mudou de cor. Hoje encontramos cores estranhas. É preciso acabar com urgência com as experiências atómicas e nucleares. Acabar com as "Armas Químicas", o "efeito estufa", acabar  com a destruição em massa.   É preciso acabar com os lixos nucleares. Depois que apareceram o plástico, o zinco e o alumínio, nunca mais o Planeta ficou limpo. Até os mananciais, que mandam água para as grandes cidades, estão poluídos.

-----      Onde estão os peixes que outrora povoavam nossos oceanos, rios e lagos?   Foram todos pescados? Claro que não! A grande maioria morreu por causa da poluição. É  importante informar se ainda lhe interessa continuar a viver no Planeta. Caso lhe interesse, o que se pode fazer para controlar desertos, furações, ciclones, vendavais e  tsunamis. Preservar a vida. A natureza se controla com muito amor e respeito.

"Deus perdoa sempre, os homens perdoam às vezes, mas a natureza nunca perdoa".

 

Abraços para todos.  

 

Agostinho  Gomes  Ribeiro.  

 

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às 09:39
editado por cunha ribeiro às 12:19

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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