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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


E os cortes que já vêm de trás, também estão a ser aplicados nas empresas do estado? Estarão? Não acredito!?!

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 19.10.11

 

 Este Post é só para recordar que muita gente não sabe se os cortes nos vencimentos, feitos ainda pelo anterior governo, os quais iriam ser adaptados por cada empresa pública segundo critérios próprios estão ou não a ser bem aplicados, ou simplesmente aplicados.

 

Cr

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às 22:26

E nas empresas públicas haverá subsídios? Sim? Não acredito!

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 19.10.11

 

OE/11 permitiu adaptações às reduções de salários que podem ou não voltar a verificar-se agora.

O corte dos subsídios de férias e de Natal que vai ser aplicado à Função Pública e Sector Empresarial do Estado poderá vir a ser negociado pelo Banco de Portugal e pela Caixa Geral de Depósitos (CGD). Isto à semelhança do que aconteceu este ano, e que se manterá para o próximo, quanto aos cortes salariais.

Dentro destas duas instituições está longe de ser óbvio que os cortes nos subsídios introduzidos no Orçamento para 2012 sejam de aplicação directa aos seus funcionários. No entanto, segundo sabe o Diário Económico, o tema não terá ainda sido discutido com a tutela.

O sentimento, tanto na CGD como no Banco de Portugal, é ainda de grandes dúvidas quanto ao que acontecerá dentro das suas organizações. Sem uma indicação explícita no OE/12, o espírito é de tentar junto das Finanças alternativas para adaptar os corte dos subsídios mas produzindo, no final, uma redução de custos equivalente. Dentro da Caixa, o argumento continua a ser o mesmo, o de que se trata de uma instituição que opera em concorrência em sectores altamente competitivos como o são a banca e os seguros. Isto ao contrário do que se passa em muitas empresas públicas. O Banco de Portugal conta com o seu estatuto de órgão independente do Eurosistema.

No ano passado, tanto o Banco de Portugal como a CGD não conseguiram evitar os cortes salariais médios de 5% decididos pelo Estado, mas fizeram-no com algumas adaptações. 

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às 22:22

Cavaco acha, e bem, que o governo está a ser injusto nos sacrifícios

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 19.10.11

 

O meu comentário:

   Será que Cavaco vai, mais uma vez, fazer diferente daquilo que diz?

 

CR

 

 

Miguel Beleza afirmou hoje que o sector privado deverá sofrer um ajustamento parecido ao da função pública.


O antigo ministro das Finanças Miguel Beleza considerou hoje que as críticas do Presidente da República, Cavaco Silva, sobre a suspensão dos subsídios de férias e Natal na Função Pública dos funcionários públicos, "obrigam o Governo a meditar".

"O Governo tem de explicar muito bem o que está a fazer e meditar se vale a pena fazer alguma alteração. Não pode apenas ser equitativo, tem de parecer também", afirmou Miguel Beleza em declarações ao ETV.

Para o economista, "o sector privado também deverá fazer um ajustamento parecido". "Espero que não traga grande contestação", acrescentou Beleza, argumentando que a situação das empresas neste momento é muito difícil, devido à falta de financiamento e à pouca procura no mercado interno.

Sobre a aprovação do Orçamento de Estado para 2012, o ex-ministro apelou ao bom senso do Partido Socialista: "Gostaria que não houvesse boleia para a falta de responsabilidade socialista."

O ex-ministro comentou ainda a greve geral conjunta da UGT e CGTP, marcada para 24 de Novembro, dizendo que "não é um passo no sentido certo". 

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às 22:11

Acho boa ideia. Mas primeiro acabem com as cigarras

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 19.10.11

 PSD quer que portugueses juntem atributos de águia, dragão, leão e formiga

Deputado do PSD, Pedro Saraiva, e a solução para a crise
Solução para sair da crise, segundo os sociais-democratas, é misturar as forças destes quatro animais.
19-10-2011 16:43

 

O deputado social-democrata Pedro Saraiva diz que é urgente adoptar como alternativa "a visão da águia, a energia de um dragão, a força do leão e a postura briosa da formiga" para responder ao que aí vem.

O discurso de Pedro Saraiva mereceu uma pateada por parte da bancada do PS e aplausos de pé por parte da bancada social-democrata. As declarações do deputado foram proferidas no Parlamento já depois de duas declarações políticas de PCP e Bloco de Esquerda sobre o Orçamento do Estado que não mereceram resposta da bancada “laranja”.

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às 22:01

Se pudesse MEXIA com ele dali pra fora

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 19.10.11

 

Presidente da EDP diz que corte nos subsídios “é normal”

O presidente da EDP afirmou esta quarta-feira que a suspensão do subsídio de férias e de Natal para a função publica e pensionistas "é normal" numa altura em que é essencial "uma consolidação orçamental"

 

 

 

António Mexia, que falava à margem do congresso dos economistas em Lisboa, onde foi orador, afirmou que o Orçamento do Estado para 2012 "cria condições para a consolidação orçamental" e que "se preocupa com o essencial".  

Para o presidente da EDP, "todos gostaríamos de ver outras coisas mais positivas mas a austeridade é absolutamente indispensável num País que há varias décadas consome mais do que produz".  

Mexia considera que existe "um esforço equitativo" no OE2012, ao contrário do que afirmou no mesmo fórum o Presidente da República. Cavaco Silva disse na abertura do congresso dos economistas que "há limites para os sacrifícios" e que o Orçamento do Estado para 2012 tem "falta de equidade fiscal".  

O presidente da EDP afirmou também que não vai suspender os subsídios de férias e de Natal aos trabalhadores da empresa.  

António Mexia disse aos jornalistas que não iria adoptar o que o Governo decidiu para a Função Pública, no Orçamento do Estado para 2012, por "não fazer sentido".  

Para o presidente da EDP, os trabalhadores da empresa "estão a cumprir os s

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às 19:26

Curta metragem

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 19.10.11

 

 Havia Nela o esboço já  perceptível de um sonho: " Saio do meu país, onde não ganho p`rá côdea. Esforço-me, mas ganho dinheiro. Encontro o homem da minha vida. Caso. Construo uma casa bonita. Constituo família. Tenho tudo. Sou feliz. Custa deixar o meu país,  os meus pais, irmãos, e amigos chegados. Mas que posso fazer? Levá-los comigo? Não posso. Levo-os no meu coração. É o que posso fazer".

 Dias depois, partiu. Houve lágrimas. A última, contornou-lhe a curva do queixo, e molhou a face já húmida da sua mãe. O pai ficara triste em casa com medo de expor lá fora a tristeza.

 Chegou de madrugada. Dormira mal. Havia luzes. Milhares de luzes. Estava assustada. Vieram-na buscar, amigas de infância, de taxi. Agora ficou sossegada. 

  No dia seguinte, o primeiro dia num país estranho, numa casa estranha, com um trabalho estranho. Os patrões examinam-na. Observam-na dos pés à cabeça. Falam uma língua incompreensível. Ela ouve, também com os olhos fixos nos gestos deles.

 Passaram dois anos. Já se faz entender e já os entende. Porém, nunca os percebe, ou perceberá, porque jamais os quererá perceber, para além do quotidiano ter de ser. Tudo ali era longe demais da residência da sua alma.

 Aos fins de semana solta a sua alegria no bataclan lá do bairro. Quer encontrar um namorado. Ser feliz.

 Hoje é domingo. Vai ao encontro do seu par de ontem à noite- no Bataclan. Gostou do seu sorriso, da sua voz, da sua serenidade. Pediu-lhe namoro. Ela respondeu, timidamente: "Talvez", e deu-lhe o contacto.

 Ei-los de mão dada. Gosta dele porque é bonito, meigo, bondoso,  tem um ar saudável, e é divertido. Sente que é o estrado que segura o seu presente; aquele que a emancipará do passado, e dará sentido ao futuro. Chora de felicidade.

  Casaram.

  Aqui está uma mãe a dar de mamar ao seu filho mais novo. O outro está prestes a ir para a Escola. Uma mãe carinhosa, protectora, cuidadosa.

  O sonho de uma família unida, solidária, perfeita é agora uma doce realidade. Trabalha com mais vontade que antes, pois vê um destino harmonioso, desejado por todos, comum. Saem juntos ao fim de semana. Vão ao cinema. Ao Parque. Brincam, amam-se, são todos um só.

  Passaram os anos. Cresceu a prole debaixo do queixo terno da mãe, e sob a mão protectora do pai. Porém, foi crescendo também a monotonia, o tédio, o cansaço. Vieram cedências a algumas quimeras. Surgiram as discussões por coisa nenhuma, as zangas frequentes. Instalou-se a discórdia. Cresceu a desilusão.

  Hoje tudo chegou ao fim. Ela vai separar-se. Diz que é ele o culpado. Naturalmente, quem havia de ser...

  Resta-lhe o privilégio de não ficar tão só quanto ele, pois tem a custódia dos filhos.  No fundo, há uma parte de si que continua feliz. E com sorte nunca irá ficar só.

 

CR

 

 

 

 

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às 14:55

Funcionários Públicos: não desespereis

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 19.10.11

 

 Os funcionários públicos terão muitas razões para se sentirem desmotivados e tristes. Mas sobram pelo menos dois motivos para sorrir: 

 Um deles, é a satisfação íntima em ver os seus concidadãos do privado sensíveis à sua desgraça. Estou até a imaginá-los, de semblante carregado, cheios de consternação, abordarem alguém e:  " - Desculpe, soube que o senhor é funcionário público. Coitado, deve estar revoltado... Não deviam ter-lhes feito o que fizeram... Que desumanidade! Mas, olhe, se puder ajudar, conte comigo. Fique com este cartão. Não se acanhe. Telefone!"

 Mas ainda há outro motivo para os funcionários do Estado sorrirem:  a esperança mística em um dia poderem chegar ao altar, devido aos duros sacrifícios que estão a fazer pelo bem estar dos seus semelhantes...

 

CR

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às 10:59

ENCONTRO - II PARTE

por Francisco Gomes, Quarta-feira, 19.10.11

 

O André ofereceu um gostoso churrasco, numa churrascaria próximo, para mim e para o Pai dele. Na volta para casa, tomamos um Vinho do Porto, para matar saudades. Continuamos o "papo", que havíamos encerrado para o almoço.

Eu sei que a família Ribeiro de Oliveira, tem mais gente. Tem o António, o José e a Rosa, irmãos da Maria da Glória, já não os conheço, pois perdi o contacto com eles, alguns até não haviam nascido. O último contacto que tive com eles, que já nem lembro quem eram, foi quando faleceu o Pai deles, o Abílio Ribeiro, se não estou enganado, em 1963, já se vão 48 anos.

O Manuel de Oliveira, tem mais duas filhas e alguns netos que eu ainda quero conhecer. No momento, vou me ligar no André, sua família e o seu pai.

O Manuel de Oliveira, nasceu em Ponte do Lima, teve uma adolescência semelhante à minha. Gostei muito de conhecê-lo e tê-lo na família Ribeiro.

Faltava agora apresentar o André, sua família e seu pai, á minha família. Surgiu a oportunidade no dia 20 de março. O  João Albino, filho da minha irmã Alcina e do Cardoso, resolveu festejar o aniversário da Mãe e, ao mesmo tempo, mostrar à família uma casa que comprara em Campo Grande . Falei com ele, sobre o André e o Pai dele. Imediatamente pediu que os convidasse, pois ficou interessado em conhecê-los.

Compareceram o André, sua esposa Izabel, o filhinho Caio e o Pai Manuel. A esposa do André é uma simpatia, o filho, segue de perto o Pai e a Mãe, muito bonito e comportado. O Manuel  já conhecia o Cardoso. Ali estavam  meu irmão António e a Adélia, Alcina e Cardoso, a Laurinda e os filhos Agostinho e Maria de Lourdes. Estava também a esposa do Agostinho a Mónica e as filhas, Isis e Iris. Estava a minha esposa Glória,  meus filhos Carlos e Luis, minhas noras Simone e Lúcia,  meus netos, filhos do Luis, o Carlos ainda não tem herdeiros. Estavam também os filhos do primeiro casamento do João Albino, a Priscila, a Patricia e o João Henrique. Enfim, tinha uma porção de Ribeiros, Gomes, Cardosos e Oliveiras. Foi um dia maravilhoso, onde não faltou Churrasco, Casal Garcia, Cerveja, doces e tudo mais.

Voltamos a nos encontrar no dia 20 de junho, no mesmo local, no aniversário do Cardoso. Foi a mesma alegria.

Certamente, virão outros encontros, o André e família estão sempre convidados. O André e a Esposa são ainda jovens, formam um casal muito simpático, o filho Caio segue a figura dos pais. O André é Professor Universitário.

Foi muito bom esta aproximação e esta convivência. Espero que muito breve, o restante destas Famílias Machado Ribeiro e Ribeiro Oliveira, se encontrem e se aproximem cada vez mais.

Parabéns ao João de Parada, autor intelectual desta aproximação.

 

Abraços  para  todos.

 

Agostinho Gomes  Ribeiro. 

 

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às 09:09

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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